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Mais uma vitória em busca do tri!

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A semana, a ideia de Roth, o Inter B.

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Maylson garante mais uma vitória

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O Inter estará pronto dia 16?

A Vitória Clássica e o Domingo

29 de mai. de 2009

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois o Internacional obteve a vitória clássica contra o Coritiba, e de virada, numa partida onde o atacante Taison foi o grande destaque. Não sei se a comparação com o "Furacão da Copa de 1970", Jairzinho, feita por Paulo C. Caju, é pertinente, mas que o jovem atacante colorado caminha rapidamente para se tornar um grande jogador não há dúvidas. Agora, o Inter não pode de maneira alguma considerar a parada decidida, nestas semifinais da Copa do Brasil. Apesar do excesso de faltas de alguns atletas, o Coxa mostrou que ESTÁ lanterna do Brasileirão, E NÃO SERÁ o último colocado, certamente, em nossa competição nacional mais importante. No estádio Couto Pereira, cresce. E além do mais, curiosidade histórica, nos gloriosos anos de 1975 e 1976, levando em conta os campeonatos brilhantemente conquistados pelo Internacional, o clube do Paraná e o Flamengo foram os únicos que levaram vantagem no confronto direto com o Timaço comandado por Rubens Francisco Minelli. Aquela vitória com gol de Ely, na segunda das temporadas citadas, serve para lembrar que as coisas podem ficar complicadas para a equipe comandada por Adenor Bachi Tite.

Em 2001, coincidência, o Grêmio montado pelo estrategista também superou o Coritiba na primeira partida das semifinais do torneio por 3X1. Na volta, em jogo disputado na capital paranaense, outro triunfo por 1X0.

E domingo, em tese, pelo Campeonato Brasileiro, uma partida mais tranqüila, contra o Avaí, para o Colorado. O Beira-Rio verá outra vez um "Mistão Quente", pra manter a liderança e os 100% de aproveitamento!

Bordões/Jargões - O estilo incomparável nas narrações esportivas

28 de mai. de 2009

Ah, os bordões… Cada locutor cria os seus ou melhora outros.Assim, temos narrações do lugar comum ao criativo, que se consagra junto a torcida.Afinal, a falta de imagem obriga ao preenchimento da imaginação com a fala, o que não é para qualquer um. Assim, um bom locutor radiofônico tem que ser, também, bom de papo, criativo e rápido de raciocínio, recursos indispensáveis para manter a assistência ligada, sobretudo quando o jogo está entediante. Aí vale prosa, poesia, anedota..Os jargões criativos, foram capazes de ditar moda entre os amantes dofutebol e deixaram inúmeros discípulos. Abaixo alguns radialistas famosos do Rio e de São Paulo e seus bordões:
VALDIR AMARAL - O relóóógio maarcaaa….Quando alguém ia bater uma falta, o Waldir narrava assim: ovisual é bom! Tem bala na agulha o Roberto Dinamite! Apontou atirou e é gol. Depois que saía o gol, ele continuava: choveu na horta do Vascão, Roberto! Dez é a camisa dele! Indivíduo competente o Roberto! Tem peixe na rede do São Cristóvão.JORGE CURI - teeeeeempo e placaaaarr no maaaiooorrr do muuuuundoooo!!!MARIO VIANNA - o comentarista de arbitragem que, por sua vez, dizia:gooooool legal. Sou Mário Vianna com dois enes.Quando o Juiz invertia uma marcação e Mário Vianna era solicitado pelonarrador para opinar, ele urrava pelo microfone da rádio Globo:Errrrrrrroooooooouuuu!Errrrrrrroooooooouuuu!Se algum árbitro apitasse mal uma partida, Mário Viannadizia: “hoje este juiz vai comer carne de pescoço”. Sem esquecer que,quando havia um impedimento, Vianna gritava na cabine da Globo: banheira!.Fora do contexto, uma história sobre Mário Vianna. Ele era forte como um touro e pertencia a Polícia Especial, que foi extinta e era conhecida pela violência. Quando atuava como Juiz ao terminar uma arbitragem desastrosa, favorecendo ao Botafogo (diziam que era o clube para quem torcia) alguém foi avisá-lo: Mário não saia agora do vestiário, a torcida está enfurecida aí fora a sua espera, no que Mário respondeu: Pois bem, avise a torcida que ela é que tem de se preocupar porque daqui a pouco eu vou sair!DOALCEI CAMARGO - Lá vem Zico, disparooooooouuu… É gooolll!!!!ODUVALDO COZZI - para o então reporter que ficava atrás do gol:Fala ô Valdir.CELSO GARCIA -com o seu famoso bordão: atenção garoto do placar doMaracanã coloque um para o Vasco, zero para o São Cristovão.
FIORI GIGLIOTTI - Uma das lendas do rádio esportivo brasileiro, abriasuastransmissões com o bordão: ‘Abrem-se as cortinas do espetáculo. ’Fiori pode ter sido o maior narrador de gols de Pelé, e a narração característica era: Atenção, desce Pelé , é fogo……goooool, uma beleeeeeza de goooool torcida brasileira.PEDRO LUIS - fez sucesso narrando na Copa do Mundo: “É fabuloso este futebol brasileiro. Quantas vitórias consegue pelos gramados do mundo.” Conseguia com poucas palavras vislumbrar o panorama da jogada. Pedro Luiz, foi altivo, narrou normalmente a derrota do Brasil na copa de 1950 sem deixar transparecer nada. Elogiou os uruguaios legítimos campeões.OSMAR SANTOS - Extremamente ágil e tecnicamente perfeito nas narrações, ganhou notoriedade pelos jargões que caíam facilmente na boca do povo, tais como ‘ripa na chulipa e pimba na gorduchinha’, ‘é lá que a menina mora’, ‘é fogo no boné do guarda’, ‘pisou no tomate’ e ‘bambeou mas não caiu’. Sem falar, é claro, do inesquecível ‘iiiiiiii que golllllllllllllllll’, a cada vez que a bola balançava as redes. No auge, chegava a pronunciar 100 palavras por minuto sem engasgar nenhuma vez. A dramaticidade que impunha a cada lance era capaz de prender o ouvinte durante a partida inteira.EDSON LEITE - O meu cronômetro marrrrrca….1o tempo..1 x 0…o Palmeiras vence.Bola com Dorval, que passa para Pelé que atira para oarrrrrco….seguuuuura Valdir.Os famosos Jose Carlos Araujo e Jose Silverio não estão aqui relacionados porque estão em evidência.
Gilberto Maluf

O empate de 2x1

27 de mai. de 2009


A regra é simples: durma com a camisa branca do Cruzeiro na véspera do jogo, e os resultados virão. Mas quebrar um tabu de 4 anos sem vencer o São Paulo não é fácil, além do mais estamos na Libertadores, dormi então com a camisa azul. Quando cheguei da aula tomei um banho e botei de novo ela no corpo. Todas as vezes que pude apontei pro céu e me perguntei: hoje é dia de Cruzeiro?
Cada minuto que passava a aflição aumentava, eu não esperava um time com 4 volantes, mas já que o Adilson fez assim não tava na hora de questionar, eu só queria gols, 2x0 era o que eu pedia. Voltei mais cedo do cursinho e fiquei fazendo trabalho enquanto esperava, de repente ouço a televisão anunciar o time celeste.
Juntei ao meu pai na sala de TV, aumentei o som e fiz silêncio. Nada passava por minha cabeça, eu esperava pra ver como o time estaria pra depois palpitar. O time começou atacando bem, e fez dois quase-gols. Mas quase gols não somam placar. Depois começou a perder a bola e o único que eu conseguia achar motivos para elogiar era Magrão, apesar de que o time não estava jogando pouco.
Já passava de 45 minutos, minhas unhas não tinham mais como serem corroídas, um escanteio, eu reclamava da falta de gols, o time tinha esfriado um pouco. Meu pai falava alto "já passou da hora de fazer um gol, já passou...", quando fui levantar a hipótese de um gol de cabeça do Leonardo Silva. GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL, do Leeonaaaardo Siilva. Comemorei bastante, meu pai ficou feliz e eu lembrei do meu avô, que só descobri que era Cruzeirense depois que morreu.
_ Agora sim, o jogo volta outra coisa para o segundo tempo.
Quinze minutos que passaram rápidos e o jogo ja tinha começado. Demorei dois minutos para voltar à sala.
_ Cruzeiro levou a bola nem no meio campo ainda. - anunciava angustiado meu pai.
_ Nossa mas o São Paulo voltou jogando pra matar.
_ Ué, o Athirson entruo no lugar de quem?
_ O Thiago Ribeiro maxucou.
Fiquei ali pensando, o Thiago Ribeiro não estava me agradando este ano, mas neste jogo, justamente neste jogo ele tava tão bem...
Uma longa conversa sobre o juíz que não agradava nenhum dos dois lados. "Aquele lance era pra cartão vermelho, do camisa 20 deles, do camisa 20", "E o penalty não marcado?", "Falta só dar um gol impedido pra eles".
Não muito tempo depois Leonardo Silva voltou a marcar, mas no gol errado. A bola ia entrar de qualquer jeito, mas eu me irritei mais ainda. Comecei a dar o jogo por perdido, e me segurava pra não chorar na frente do insensível Pedro (pai), comecei a ver ainda mais contrastosos os erros: Fabricio não dava uma dentro, Ramires parece ter se acomodado com a idéia de não ser mais do Cruzeiro, Marquinhos Paraná fazia seu arroz com feijão e todo o time só sabia entregar a bola pro São Paulo.
Sai Gerson Magrão, que jogou muito mesmo. E entra Zé Carlos. Não vou mentir que desconfiei do bigode de trocador dele, do cabelo ensebado e da idade. Pensei que ele fosse entrar e sumir. Mas ele mostrou muita garra, os jogadores pareciam não confiar nele também, tocavam a bola entre si e nenhum passe para Zé Carlos. Derrepente ele toma a bola dribla aqui, tenta passar ali, costura de cá e... perdeu.
Fiquei negociando minha confiança até o momento que ele fez um gol. Faltava outro.
_ Dois a um? Tá horrível é a mesma coisa de empatar, eles vão é comemorar 2x1 isso se não empatarem.
Eu esperava ansiosa pelo 3x1. Neste tempo Athirson bateu uma falta magnificamente bem, mas é importante lembrar que dentro do retângulo que chamo de Gol posicionava-se um goleiro, um bom goleiro, que salvou o time tricolor, tantas vezes na partida.
Do outro lado, o São Paulo mantinha-se na defesa, saía pouco em contra-ataques e quase marcou algumas vezes. Cometia muitas faltas, e sofria algumas. Fez uma substituição e só.
O jogo ficava por isso mesmo. Cruzeiro jogando moderadamente bem, com muito ataque e pouca finalização. O único que mostrava vontade ainda de não terminar o jogo na pseudo-vitória era Zé Carlos, que teve a chance de marcar aos 45 minutos e desperdiçou a chance de cair na graça da torcida.
Enfim, o empate ficou de 2x1. E domingo tem mais. São Paulo x Cruzeiro, no Morumbi. E desta vez é melhor usar a camisa branca pra dormir.

Foto: Copa Ouro 1995. Cruzeiro x São Paulo.

Dois Centenários em situações opostas

25 de mai. de 2009

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois eis que um dos confrontos das semifinais da Copa do Brasil põe frente a frente dois clubes centenários. O Internacional já com 100 anos gloriosamente completos; o Coritiba vislumbrando seu primeiro século em outubro. E, incrivelmente, as primeiras rodadas do Brasileirão encaminharam o Colorado e o Coxa para situações diametralmente opostas na tabela.

O Colorado se manteve na liderança do mais difícil campeonato do mundo, mas não jogou bem, especialmente, no primeiro tempo contra o Goiás. Acredito que a equipe mista colocada em campo por Adenor Tite poderia ter rendido mais, já que Magrão e Guiñazu, peças fundamentais no toque de bola e na movimentação, estavam nela. Se a arbitragem considera que houve pênalti em um lance envolvendo Sorondo e Iarley, a partida tenderia a tomar outro rumo. Entretanto, na fase em que se encontra o Goleiro Lauro, não é de se duvidar que evitasse a abertura do placar com a penalidade máxima! Em todo caso, já fiz projeções e considero que seria fundamental o Inter alcançar a marca de 20 pontos - verdadeira façanha - até a oitava partida.

Bem, mas o que dizer do confronto pelo torneio nacional? O Coritiba marca de forma curiosa a trajetória de um grande time da História do Internacional, lá em 1942. O Rolo Compressor, jogando no Paraná, venceu por 3X1 o Atlético-PR e......levou 7X4 do então Bi-Campeão daquele estado! Nenhuma outra equipe marcou sete gols, em vitória contra o "Esquadrão" de Tesourinha e Cia. Já o "Rolinho", montado pelo técnico Teté, em 1955 venceu o Coxa, que havia conquistado a última competição regional, por 4X2. Não esqueçam: se quiserem saber mais sobre jogos históricos de timaços colorados, consultem www.movimentointeracao.com.br .

Pouco tempo depois, o Coritiba se confrontaria oficialmente com o outro clube forte do Rio Grande, na Taça Brasil, de 1960. A revolução que Osvaldo Rolla, treinador gremista, promovera, valorizando um futebol de marcação, força, preparação física, já era conhecida. A crônica da época, ao entrevistá-lo sobre o que esperava do Coxa, obteve simpática resposta. Foguinho disse que o Coritiba jogava de forma "moderna". E de fato, os paranaenses deram trabalho àquele que muitos apontam como mais importante "Esquadrão" da História do Grêmio. Aconteceram três empates, dois em 1X1 e um em 3X3. A vaga para as quartas de final da competição foi definida por sorteio! E aí, deu o tricolor gaúcho, que não tinha só pulmões e valentia, mas craques como Airton e Gessy. Movimentação por todo o campo e valorização da parte defensiva, com mais gente na meia-cancha, já estavam presentes naqueles tempos, portanto.

Em 2001, aliás, treinando o rival do Inter, Adenor Bachi Tite realizou exclente trabalho e superou exatamente o Coxa nas semifinais da CB, com 3X1 no estádio da Avenida Azenha, em Porto Alegre, e 1X0 na capital do Paraná. Quarta-Feira, sem Guiñazu, as coisas se darão evidentemente de modo mais difícil, ainda que o Coritiba também esteja desfalcado do grande atacante Marcelinho Paraíba, que inclusive era o craque daquele tricolor do começo do século XXI. Que o Coxa esteja na última posição na tabela do Brasileirão, é algo absolutamente circunstancial. A torcida do Internacional, mais uma vez, precisará empurrar o Time para uma grande vitória!

O Peixe no Maracanã

24 de mai. de 2009

Amigos do Brasil, as coisas andam esquisitas na Vila Belmiro. Depois do incrível empate em 3x3 com o eterno complicador, Goiás, o clima esquentou em Santos. Não, não, nada de efeito estufa ou aquecimento global, falo do relacionamento entre os jogadores...

Fábio Costa, o tresloucado arqueiro santista (que num dia opera milagres e no outro falha bisonhamente) quis sair no braço com o jovem Paulo Henrique... Se as coisas chegaram nesse ponto é porque não há controle, não há equilíbrio... e o Goiás que não tinha nada a ver com issso, foi lá na Vila e beliscou o empate, para o desespero da massa santista.

E hoje, o Glorioso Alvinegro Praiano vai até o Rio de Janeiro enfrentar o tricolor carioca, no templo do Maracanã. Maracanã que é o local que mais vezes o Peixe levantou taças: (Mundial 63, Taça Brasil 62, 64 e 65, Robertão 68, Rio São Paulo 63, 64 e 97), oito no total, contra seis vezes no Morumbi, outras seis vezes na Vila e mais seis vezes no Pacaembu.

Contra o Fluminense, no Maracanã, já aconteceram confrontos históricos, como a partida do gol de Placa de Pelé (05/março/1961, SFC 3x1 Fluminense), ou a partida da gratidão (22/março/1964, SFC 1x0 FFC), quando o Santos entrou em campo com cada atleta vestindo uma camisa de cada time carioca, agradecendo o carinho dos torcedores nas decisões contra o Milan, no ano anterior.

Hoje, o jovem time santista terá uma partida muito difícil, pois o tricolor é forte e experiente... quem sabe o alvinegro não se inspira no passado e volta do Rio com um belo resultado?
E para que os ventos da boa sorte soprem em direção da praia do Gonzaga, duas fichas técnicas de confrontos no Maracanã:

18/04/1965 Santos FC 5x2 Fluminense FC
Local: Maracanã (Rio de Janeiro - GB)
Competição: Torneio Rio/ São Paulo
Renda: Cr$ 17.163.490,00
Público: 20.093
Árbitro: Albino Zanferrari
Gols: Toninho Guerreiro (2), Peixinho, Pelé e Gílson Porto (SFC) - Gílson Nunes e Luiz Henrique (FFC)
SFC: Cládio; Modesto e Dé; Eliseu (Vadinho), Haroldo e Lima; Peixinho, Rossi, Toninho Guerreiro, Pelé e Gílson Porto.
Técnico: Lula.
FFC: Castilho; Laurício, Procópio, altair e Baiano; Íris e Luiz Henrique; Jorginho, Antunes, Evaldo e Gílson Nunes. (Amoroso e Denílson entraram durante a partida).
Técnico: Tim
Com apenas quarto titulares (Haroldo, Lima, Peixinho e Pelé), o Santos bailou no gramado do Maracanã.
Na época, a cidade do Rio de Janeiro formava o Estado da Guanabara, daí a sigla, GB.

25/08/2002 Santos FC 1x1 Fluminense FC
Local: Maracanã (Rio de Janeiro - RJ)
Competição: Campeonato Brasileiro
Renda: R$ 235.462
Público: 28.064
Gols: Diego 56' (SFC) - Roni 92' (FFC)
SFC: Júlio Sérgio; Alex, André Luis e Preto; Paulo Almeida, Renato, Elano (Maurinho), Diego (Wellington) e Leo; Robinho e Alberto (William).
Técnico: Emerson Leão.
FFC: Murilo; Flávio, Céar, Zé Carlos e Marquinhos; Fabinho, Marcão, Yan (roni) e Fernado Diniz (Carlos Alberto); Magno Alves e Romário.
Técnico: Robertinho.
Os meninos Robinho e Diego iriam atuar pela primeira vez no Maracanã contra o Fluminense de Romário. Eles não tremeram e ainda por cima amargaram um injusto empate... coisas do futebol...

E que a partida acima sirva de exemplo aos novos "Meninos da Vila". O Maracanã não é um lugar para temer, e sim para se destacar. Que encarem o tricolor carioca e façam um bom papel.

Vai, Santos, em busca do enea!!!!

Guilherme Nascimento

A Vitória Épica e o Sábado

21 de mai. de 2009

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

A Vitória por 2X1 é por excelência épica em um grande jogo. Foi naturalmente o caso de Internacional X Flamengo, com um placar que nunca havia ocorrido em Porto Alegre, tal como um empate sem gols nunca acontecera no Rio de Janeiro. Uma partida de marcação, entrega, de momentos de bom toque de bola de ambas as equipes e decidida pelo fator da qualidade presente no banco de reservas do Colorado.

Andrezinho decidiu, mas quem manteve do começo ao fim uma atuação notável foi o grande argentino Guiñazu. Sua ausência somente não será mais sentida no primeiro jogo das semifinais contra o Coritiba (sobre o qual escreverei na próxima semana) porque Magrão deve retornar ao Time. Aliás, poderá voltar já no sábado no sempre difícil embate contra o Goiás no estádio Serra Dourada.

Espero que se repita a estratégia inteligente usada contra o Palmeiras: aproveitamento dos principais titulares, ao menos, em meia-hora da partida. Se o Inter conseguir três pontos, poderá consolidar uma largada excepcional, visto que na rodada seguinte pegará o Avaí no Beira-Rio. Claro que é preciso respeitar um time que consegue empatar sem gols com o bom Flamengo (imagine-se o "mais querido" sem seus problemas administrativos......o quanto não pesaria mais ainda sua gloriosa camisa.....) no Maracanã, mas a química da torcida colorada com os comandados de Adenor Bachi Tite está funcionando plenamente, como o Brasil constatou ontem. E aí, as coisas ficam muito difíceis para quem visita o Gigante.

Tristeza, muita tristeza



Mas decepção, não.

O único sentimento que sobrepõe essa tristeza é o orgulho.
O orgulho de ter ido ao Beira Rio e mostrar que não seria nada fácil superar o time carioca.
O orgulho de, apesar da derrota, receber apenas elogios do adversário.
O orgulho de ter proporcionado uma partida inesquecível para ambas as torcidas.

Num jogo onde o Flamengo conseguiu fazer o mais difícil, arrancar o empate após o gol de Taison em pleno Beira Rio, a noite terminou melhor para o colorado.

O que mais se ouvia dos rivais do rubro negro, após a partida de ontem a noite, não eram piadas, nem gozações pela derrota, mas o seguinte e conhecido ditado:

"Quem não faz, toma."

Mais uma vez, a ineficiência do ataque carioca custou caro.
Apesar de ter ficado cara a cara com o gol ínumeras vezes, durante os 180 minutos da disputa, o Flamengo não soube aproveitar as grandes oportunidades.

O gol de empate de Emerson, colocando um ponto final na estiagem de gols rubro negros, não foi o bastante para superar o Internacional.

Em boa cobrança de falta, Andrezinho, ex-jogador do Fla, classificou o colorado para a semifinal da Copa do Brasil aos 43 do segundo tempo.
Eis o motivo para essa derrota ter sido tão dolorida.

Confira os melhores momentos dessa marcante partida:

Inter x Flamengo: Apreensão nos dois lados

19 de mai. de 2009


Entre problemas no ataque e desentendimentos nos treinos, o Flamengo encara novamente o Sport Club Internacional no Beira Rio nessa Quarta Feira (20/05/09).

O fato do rubro negro não marcar gols há 3 partidas, pelo visto, não empolga a sensata torcida colorada.
O último gol do Flamengo foi no 2º tempo do jogo contra o Fortaleza, dia (06/05/09). De lá pra cá, o time carioca perdeu um jogo para o Cruzeiro, empatou com o Inter no Maracanã, no primeiro jogo das oitavas de final da Copa do Brasil e fez a façanha de empatar com o Avaí dentro de casa.

Inspirado na precisa "tripla marcação individual" que Cuca armou para anular Taison, D'Alessandro e Nilmar no primeiro jogo, Tite se mobilizou para freiar as jogadas de Léo Moura, Ibson, Kléberson e Juan, os mentores do time rubro negro.

Num mês "badaladíssimo" para o Clube de Regatas Flamengo, com especulações à respeito de Ronaldinho Gaúcho e o lateral esquerdo Roberto Carlos, apresentação oficial do "Imperador", falhas incríveis de ataque e discussões nos treinos, uma vitória sobre o favorito ao título, Internacional, caíria como uma luva.

A Vitória Sábia e a Quarta-Feira

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois seguindo a apresentar definições de vitórias, a partir do conceito que já citei aqui do dramaturgo e cronista Nelson Rodrigues, diria que aquelas por 2X0 são sábias. A equipe marca o primeiro gol, recua, dá campo, passa a administrar o jogo, perturbando o adversário com um ou outro contra-ataque e.....ao final, outro tento.....de misericórdia! Sem contar que os triunfos com este placar também podem mostrar enorme superioridade de um oponente sobre outro, mas sem humilhação exagerada.

A vitória sábia do Internacional contra o Palmeiras ocorreu com alguns sustos, principalmente, no segundo tempo. À medida que os titulares foram sendo postos em campo, o jogo ficou novamente equilibrado até o desfecho nos acréscimos. Penso que, se o Colorado conseguir superar o Mengão nesta quarta-feira, pode ter descoberto uma estratégia inteligente para administrar a preciosa liderança no Brasileirão - ainda que a competição esteja só no começo - e a Copa do Brasil. Usando os titulares meia-hora a cada partida, eles se desgastam menos e formam um "banco de luxo", capaz de mudar o panorama do embate.

E por falar no torneio nacional, teremos uma rodada quente. Dos confrontos, apenas um está encaminhado. Acredito que o Coritiba, nesta terça-feira, até possui certa tranqüilidade para passar pela Ponte Preta, mas depois da surpreendente derrota para o Sto. André, a torcida do Coxa deve estar com "barbas de molho". Fluminense X Corínthians tem uma tendência, mas é imprevisível. E Internacional X Flamengo.....Ah! Que jogo! Vou contar uma história do ano 2000.

Como já escrevi aqui, colaborei com a gestão daquele período, que não conquistou títulos de peso no futebol profissional, mas equacionou problemas financeiros do Clube, estabeleceu contratos de longo prazo com atletas da base, enfim, abriu caminhos de boa adaptação institucional à Lei Pelé e preparou o terreno para as futuras administrações colherem frutos, que vieram na maior parte, evidentemente, por méritos delas. Nos jogos do Campeonato Nacional (Copa João Havelange naquela temporada), eu era o diretor responsável pelas cabines de rádio e tevê, apenas no sentido de supervisionar pra que tudo corresse bem. Pois com o jogo em andamento estávamos eu e outro companheiro de meu grupo de colorados, também colaborador da diretoria, ao lado de um representante do futebol árabe, numa das cabines. Então, fomos obrigados a falar um verdadeiro inglês macarrônico com ele! Alguma coisa com nexo saiu. Lembro de ter dito "Our team has colective harmony"......ou algo assim. (Nosso time tem harmonia coletiva).

E o escore justificou minhas palavras. O Internacional goleou "o mais querido" por 3X0, na ocasião. Para amanhã, nem de longe espero facilidades. Vejo, inclusive, o campeão carioca como o mais forte adversário enfrentado pelo Inter neste ano. Não haverá surpresa, seja qual for o classificado, visto que se trata de um dos maiores clássicos do nosso futebol. O fato do clube da Gávea não marcar gol há algum tempo nada significa. Uma hora isto vai voltar a acontecer. É duelo para a Torcida conduzir o Colorado à vitória!

Cruzeiro x Náutico (e outras informações)

18 de mai. de 2009

Muitos apostavam que seria um jogo fácil contra o Náutico, apesar do 5x2 ainda engasgado (do ano passado). Nem foram tantas as reclamações da folga de Kléber, do time entrar misto. E a torcida cruzeirense apostava no 100% de aproveitamento, tantos jogos sem perder, por que começar agora?
Entrou o time misto em campo, atacando até bem no primeiro tempo. Mas nada de gol. Culpa-se o gramado ruim debaixo de chuva. Mas se eles puderam fazer gols mesmo nesta condições porque não nós? No segundo tempo o time criou menos oportunidades, mas criou. O Náutico acertou as duas que teve.
Náutico 2 x 0 Cruzeiro. É como disse o próprio volante Ramires: "Quem não faz toma". Pra mim só ficou provado que o Cruzeiro não está tão bem quando pensávamos, precisamos de reservas com melhor qualidade. O time sem Wagner, Kléber e Henrique não deu conta do recado. Além do mais precisamos de um laderal direito de verdade, que Jancarlos não é tão bom assim.
Sobre o estreante Zé Carlos não tenho muito a falar, precisa jogar mais partidas pra ser analisado como deve e ainda disse que a vitória ou o empate seria mais justo. Não que o time tenha jogado menos, mas acho que a derrota foi válida. Pra acordar todo mundo, enquanto é tempo.
Agora o time precisará reagir contra o Vitória, e não poderá vacilar contra a leva de times "preferidos" com os quais jogará nas próximas rodadas do campeonato.

Veja os gols da partida:


Enquanto isso, o Inter (pra mim o maior rival do Cruzeiro neste Brasileirão) mateve o bom aproveitamento e já vai acumulando pontos.
Outra notícia ruim para os Cruzeirenses é a possível saida do Ramires para jogar no Benfica, o Cruzeiro está pedindo dez milhões de euros no jogador...
Vamos parar com pessimismo, a boa notícia é a volta de Leo Fortunado, que estava com sinusite, Henrique e Kléber, no próximo jogo contra o Vitória, no mineirão.

Vamos ver se esse furacão tem olho!

17 de mai. de 2009

Em seu primeiro jogo em casa no Brasileirão 2009, o São Paulo se depara com o furacão paranaense (transformado em brisa recentemente por Ronaldo Fenômeno na Copa do Brasil).
Para aqueles que se submetem a números, estes são praticamente bem divididos entre as duas equipes. Em 31 confrontos, foram 11 vitórias tricolores, 10 vitórias paranaenses e 10 empates. Contudo, vai-se o tempo em que tal premissa propiciava vantagem a quem quer que fosse. Hoje, geralmente, vence quem tem mais competência tática e aproveita-se com mais eficácia das oportunidades surgidas dentro de campo.
Da derrota para o Fluminense, o SP não pode tirar lição alguma, já que constituiu apenas o primeiro jogo. Hoje, contudo, o Tricolor Paulista, que entra em campo com zil desfalques, tem a oportunidade de, além de se redimir, retomar o percurso de vitórias que lhe garantiu 3 títulos consecutivos do campeonato mais difícil do mundo. E isso em tempos modernos, com uma tabela sensata de jogos, um futebol mais apurado, que concede o título com justiça ao melhor time do campeonato. O SP, então, não precisa recorrer a artimanhas semânticas de Taça, Campeonato, Copa etc, para ostentar seus 6 Campeonatos Brasileiros.
Referente ao problema “suíno”, o São Paulo, imune às dores-de-cotovelo de quem quase sempre adoece no meio do caminho, segue com a saúde incólume na Taça Libertadores da América.
Dia 27 de maio, enfrenta o Cruzeiro no Mineirão no primeiro jogo das quartas de finais da Libertadores. Não sou muito afeto a números, preferindo o momento presente. Contudo – para não me curvar àqueles que ousam salientar algum prospecto desfavorável ao SP, ignorando o todo e revelando apenas fragmentos de uma história – quem sai estilhaçado em confrontos na Libertadores de SP versus outro time brasileiro não é o tricolor. Foram 30 jogos do São Paulo contra times brasileiros, com 12 vitórias, 12 empates, e apenas 6 derrotas, com 41 gols a favor e 31 contra.
Nas fases “mata-mata”, em confrontos com brasileiros, o Tricolor Paulista jogou 8 vezes, alcançando 5 vitórias e sucumbindo a 3 derrotas. Já o Cruzeiro, em confrontos contra times brasileiros, nas fases “mata-mata” da Libertadores, tem um retrospecto desfavorável, com 3 jogos, 1 vitória e 2 derrotas. A Raposa, que não chega às quartas-de-final da Libertadores desde 2001, nunca enfrentou o time brasileiro com maior número de títulos na Taça.
No entanto, como já disse, não sou ligado a números. O São Paulo não possuí atualmente um jogador demonstrado o alto futebol com que Ramires vem encantando a todos. Por outro lado, como também já pincelei, o todo é maior que a soma das partes. E nisso, São Paulo-Muricy-torcida-Morumbi-tradição (na Libertadores), o Tricolor é mais, muito mais.

Atlético MG x Grêmio - Ânimos renovados

16 de mai. de 2009

Repetindo a história de anos atrás, o Galo ganha três pontos na tabela em cima da vitória no jogo contra o Grêmio, em casa, neste sábado.Abatidos pela eliminação na Copa do Brasil e pela perda do Estadual, os jogadores [e torcedores] ganham novos ânimos diante da bela atuação do time no jogo de hoje, visando que o time Gaúcho tem a melhor campanha na Copa Libertadores e é um dos favoritos nas equipes brasileireias nesse momento.Não repetindo o que eu disse no último post, o Atlético dominou as ações da partida no primeiro tempo. O Galo buscava incessantemente o primeiro gol, e ele quase aconteceu diversas vezes diante de 'n' possibilidades, que não passaram de possibilidades, encerrando um primeiro tempo com tudo igual.
Com a mesma formação, o Galo volta a campo e vÊ um Grêmio mais dominante nos primeiros minutos de jogo, quando o time gaúcho teve ótimas chances de abrir o placar. Após mais tentativas de ambos, somente aos trinta minutos, com cruzamento de Carlos Alberto para Feltri, o Galo abre o placar e leva a torcida a loucura: 1 a 0.Os gaúchos três minutos após, empataram com gol do argentino Herrera. Seguindo o jogo, aos 45 minutos do segundo tempo Joílson cometeu pênalti após cruzamento de Carlos Alberto pela direita. Diego Tardelli fez a paradinha e cobrou no canto direito de Victor para incendiar o Mineirão: Galo 2 x 1.

Acompanhe:

http://www.youtube.com/watch?v=f1tNBWBNVtM

Bola Cheia: Thiago Feltri, Welton Felipe [continuam me surpreendendo, e que continuem mais!]
Bola Murcha: Eder Luís [mesmos problemas, banco pra ele]

Comentário:

"O Bob Maria fez uma perseguição anti-ética com o Welton hoje.
Praticamente chamou ele de delinquente violento a partida inteira, inventou uma agressão no Tcheco, fazer isso com um jogador jovem que teve 1 lance de violência na carreira inteira é um absurdo.
Assistam aos comentários dele e vejam a perseguição sistemática com o Welton, ele entrou pra difamar o cara, é um absurdo fazer isso e ainda com um jogador jovem."
Mensagem que retirei da Comunidade Oficial do Galo no orkut, e achei interessante ressaltar que o Bob Faria simplesmente detonou o Atlético hoje.

TORCIDA

Embora mereça um post especial por ser a mais fanática do mundo, improviso essas palavras para comentar o show de toda Massa Alvinegra presente no Mineirão hoje. Mesmo com 90 minutos oscilados, a disposição de 17 mil apaixonados deram a impressão de estarem presentes 70 mil pessoas. Quem quiser aprender a torcer, tem que passar em Minas e fazer curso com A MASSA!
"Olee Olee ôô Galo eu vim aqui só pra te ver , Olee Olaa a Gaaloucuura não para de caantar, Olee Olee ' ♫

SFC x GO

Amigos do Brasil, o destaque da primeira rodada do Brasileiro–09 foi o gol antológico de Nilmar no Pacaembu, sem a menor sombra de dúvida. Por sua vez, os “Meninos de Vila” empataram no Sul (quando podiam ter voltado com os 3 pontos), o que não pode ser considerado um resultado ruim...
Neste domingo, o Peixe encara o perigoso Goiás no sacrossanto gramado de Vila Belmiro. Goiás que muitas vezes já surpreendeu o alvinegro e conquistou vitórias inacreditáveis, sejam em Campeonatos Brasileiros, amistosos ou Copa do Brasil... Portanto, todo cuidado é pouco... o Santos que entre em campo com seriedade, que transforme em gols as inúmeras oportunidades desperdiçadas (uma rotina nas últimas partidas).
Cornetando um pouco, entendo que a direção santista deve resolver rapidamente uma questão que pode trazer desequilíbrio ao time: a situação do artilheiro e perdedor de gols, Kleber Pereira (KP). Pela enésima vez, seu irmão e procurador vem a público afirmar que surgiu uma “outra” proposta do Qatar...o trocadilho é péssimo, mas a resposta é uma só... que vá se '”catar”...
Não quer jogar? Outro aumento? continua mais perdendo que fazendo gols?.... então, meu amigo, muito obrigado pelos gols marcados e tchau! O Santos não pode ser refém de ninguém, muito menos de KP... Voltando a partida, mesmo com toda tradição de engrossar com o Peixe, não acredito em mais uma façanha do time goiano... basta o que aconteceu no ano passado (0x4 e 1x4). O importante é vencer e acumular o máximo de pontos no início do campeonato (enquanto outros clubes estão se matando na Copa do Brasil e Libertadores...). Boto fé no jovem ataque santista, e que garantam o s três pontos na Vila!

Segue abaixo alguns confrontos da história entre Santos x Goiás:

25/03/1978 Santos FC 3x0 Goiás EC (Goiânia)

Local: Pacaembu – São Paulo (SP)
Competição: Campeonato Brasileiro de 1978
Renda: Cr$ 791.280,00
Público: 30.584 + 2.152 menores (32.736 total)
Gols: Juary e Reinaldo (2)
SFC: Ricardo; Nelsinho Batista, Joãozinho, Fernando e Gilberto Sorriso; Clodoaldo, Aílton Lira (De Rossis) e Toinzinho; Juary, Reinaldo e João Paulo (Clayton).
Técnico: Ramos Delgado

Naquele ano, vitórias por diferença de 3 gols valiam 3 pontos. Foi a estréia do Santos no Campeonato (com o Pacaembu cheio), a massa santista vibrou com o menino Juary e o atacante Reinaldo (que viveu inúmeros problemas de contusão... uma pena). Os 'Meninos da Vila” ainda estavam em formação, e somente dois meses depois é que surgiria na imprensa essa expressão, num jogo contra o Santa Cruz, também no Pacaembu.

27/10/2007 Santos FC 3x0 Goiás EC (Goiânia)
Local: Vila Belmiro – Santos (SP)
Competição: Campeonato Brasileiro
Renda: R$ 145.130,00
Público: 13.051
Gols: Pedrinho 46’, Rodrigo Tabata 74’ e Vitor Junior 81’
SFC: Fábio Costa; Dionísio, Marcelo, Domingos e Kleber; Adoniran (Adriano), Rodrigo Souto, Rodrigo Tabata (Vitor Junior) e Petkovic (Pedrinho); Kleber Pereira e Marcos Aurélio.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Em 2007, o Santos não deu chance ao Goiás e despachou o time goiano no 2º tempo. Um cômodo 3x0, na caminhada do Alvinegro em direção a Libertadores. Nesse dia KP não marcou gols...

Vai, Santos, em busca do enea!!!!!

Guilherme Nascimento

Cruzeiro nas quartas

15 de mai. de 2009

Uns apontam Cruzeiro como um dos preferidos no Campeonato Brasileiro, outros dizem que a Libertadores do Cruzeiro não passará das quartas de finais, tem gente apostando que a taça será a terceira do time. O time continua com moral pra fazer marketing com seus 8 meses sem perder em casa (24 jogos), tendo perdido só uma vez desde o início do ano (por 3x0 para o Estudiantes). Conquistou com goleada o mineiro... e outros triunfos que já citei por aqui.
O jogo de volta das oitavas de finais só não terminou em goleada porque o goleiro do Universidad salvou o time como narra o jornal chileno El Mercurio:

En el arco contrario, en cambio, Miguel Pinto se transformaba en figura excluyente ahogando el grito de gol de Thiago Ribeiro en una oportunidad y el de Kléber un par de veces más.

O vacilo da muralha que segurou o outro time foi num chute fraco de Kléber e assim terminou o jogo Cruzeiro 1 x 0 Universidad de Chile. O Cruzeiro passou adiante na competição,o primeiro jogo das quartas-de-finais será no Mineirão e o segundo no Morumbi, contra o São Paulo que foi classificado automaticamente após os times mexicanos terem sido eliminados da competição.
Mas o foco agora é o Náutico, no próximo domingo às 18:30, no estádio dos Aflitos em Recife. Tendo a preocupação de dois possíveis desfalques que saíram machucados do jogo desta quinta-feira: Wagner e Henrique. 

Voltando ao próximo jogo na Libertadores. Se o Cruzeiro vencer, Adilson Batista será o técnico celeste com maior número de vitórias na Libertadores. E como o primeiro jogo é no mineirão o time atingirá a marca de 25 jogos sem perder em casa, caso vença (ou empate). Enquanto isso, os números não são favoráveis ao tricolor paulista que tem sido eliminado da Libertadores por times brasileiros já a algum tempo. Ano passado pelo Fluminense (vice-campeão 2008), em 2007 pelo Grêmio e em 2006 pelo Internacional.
O goleiro Bosco, do São Paulo admite que seria melhor encarar um time internacional e não o Cruzeiro neste momento e reconheceu a força do time na competição e também dos outros times brasileiros.

Mês de confrontos entre campeões

O Flamengo, em sua estréia no Campeonato Brasileiro, não conseguiu superar o atual Bi Campeão Mineiro, o Cruzeiro.
Em um jogo de inúmeros lances claros de gol desperdiçados pelo time rubro negro, inclusive um penalty, o Flamengo perdeu por 2x0. Com gols de Kleber e Ramires.
Uma derrota com sabor mais amargo do que o de costume, já que o Fla caminha para 9 anos sem ganhar do Cruzeiro no mineirão.

Poucos dias antes, na quarta-feira (06/05/09), o Flamengo havia eliminado o Fortaleza, campeão cearense, da Copa do Brasil, dentro do Castelão.

Na última quarta (13/05/09), o rubro negro recebeu o, até então, "favorito" ao título do Campeonato Brasileiro desse ano, o Internacional, tambem campeão do seu estado, o Rio Grande do Sul.
Com uma tripla marcação individual, o time carioca conseguiu anular todo o setor ofensivo do time gaúcho com eficiência e apesar do total domínio do jogo, o Flamengo continua com problemas no ataque, que nao conseguiu marcar gols.
O jogo terminou em 0x0 e o empate sem gols favoreceu o rubro negro, que joga pelo empate com gols no Beira Rio, na próxima quarta.

Como se já não bastassem os difíceis jogos, em sequência, contra os campeões do Ceará, de Minas Gerais e do Rio Grande do sul, o campeão carioca vai pegar o Avaí, campeão catarinense, amanhã, às 18:30, no Maracanã e o campeão paranaense, o Atlético Paranaense, tambem no Maracanã, sábado (30/05/09) para fechar o mês de confrontos de alto nível do Clube de Regatas Flamengo.


Confira os melhores momentos de Flamengo x Inter (13/05/09):


O maior clássico nacional

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Recentemente, a Revista Trivela promoveu uma votação em que o greNal (justifico a grafia pela estatística......) foi eleito o maior clássico brasileiro. Evidentemente, o critério da rivalidade regional teve um peso fortíssimo entre os parâmetros adotados. Pois ouso dizer que nesta segunda rodada do Brasileirão 2009 veremos o confronto de maior envergadura nacional do nosso futebol: Internacional X Palmeiras.

O argumento é simples. Nenhum embate se repetiu tanto em momentos decisivos de competições nacionais. Recordemos.

-No quadrangular final do Robertão de 1967, Internacional e Palmeiras jogaram duas vezes, com uma vitória do Verdão e um empate. O grande clube paulista foi o campeão, e o Colorado o vice.

-Já o quadrangular do Robertão seguinte, em 1968, teve apenas um jogo, no qual goleando por 3X0 (o Inter é dos poucos clubes que tem ampla vantagem contra o Palmeiras, inclusive, com o privilégio de impôr goleadas históricas, como um 6X0 em 1981, a maior já sofrida pelo "Campeão do Século XX" no Campeonato Brasileiro.....), o Time treinado por Daltro Menezes, que tinha a dupla Bráulio e Claudiomiro, assegurou o Bi-Vice na competição, que poderia ter levado à Copa Libertadores da América 1969, não fosse o boicote do Brasil ao torneio continental. A "Academia do Parque", em fase de transição, acabou em terceiro lugar.

- Na semifinal do Brasileirão 1972, um empate em 1X1, com arbitragem muito contestada pelos colorados. O Palmeiras se classificou para a final contra o Botafogo. O "Esquadrão" de Luiz Pereira e Ademir da Guia começava a seqüência do Bi-Nacional. Aquela foi uma grande equipe, mas outro dia, quem sabe, discutirei se a do começo dos anos 90 não era melhor.

- No quadrangular final do campeonato seguinte, vitória do Verdão em São Paulo por 2X1.

-Nas semifinais de 1978, uma vitória por 2X0 e um empate em 1X1 levaram o Palmeiras a mais uma decisão do Campeonato Nacional. Desta vez, o Verdão foi derrotado, pelo ótimo time do Guarani de Campinas.

- Nas semifinais de 1979, sensacional vitória do Internacional por 3X2 em São Paulo e novo empate em 1X1 no Beira-Rio, com triunfo posterior do Colorado nas finais contra o Vasco da Gama. O Inter de Benitez, Mauro Galvão, Falcão, Jair, e ainda Valdomiro, se tornaria o único Campeão Brasileiro Invicto. Verdade que aquele campeonato com 94 clubes (período pautado pelo lema "Onde a Arena vai mal, um Clube no Nacional". A Aliança "renovadora"era o partido da ditadura militar......) foi uma esculhambação, mas isso não tira o mérito e a relevância da conquista. Entre os destaques colorados, também podem ser citados Batista e o "Vesgo" Mário Sérgio, hoje treinador.

-Longa pausa, e em 1992, nas semifinais da Copa do Brasil, duas vitórias do Colorado. 2X0 em São Paulo, e 2X1 em Porto Alegre.

Poderíamos lembrar também o Brasileirão 1997, quando o Palmeiras venceu duas vezes o Internacional num dos quadrangulares semifinais. Ambos os triunfos terminaram em 1X0.

- E pra fechar a soma de confrontos decisivos, a vitória do Inter por 2X1 na penúltima rodada do Brasileirão 2005 carimbou o passaporte da vaga direta para a Vitoriosa Copa Libertadores da América 2006. Naquela ocasião, jogando no Gigante da Beira-Rio, o Time de Fernandão, contra o Palmeiras, garantiria o Vice-Campeonato.

Não fosse a lambança do STJD, o Título do mais difícil campeonato do mundo poderia ter sido arrebatado naquela temporada. Porém, este já é um outro assunto. Que tal? Até hoje, pelo menos oito confrontos em fases decisivas de competições nacionais!

Ainda que coloquem times mistos, certamente, Internacional e Palmeiras podem protagonizar uma grande partida.

E, independentemente de quem estiver em campo, o Colorado terá que jogar bem melhor do que na quarta-feira, quando - na minha opinião - não obteve bom resultado contra o Flamengo. Sobre o duelo com o campeão carioca, entretanto, escreverei na próxima semana. Prometo também que contarei outra pequena história envolvendo um jogo do Campeão Mundial 2006 contra o "mais querido". Aliás, já havia colocado aqui que o Inter deveria deixar de lado esta conversa de favoritismo na Copa do Brasil......

Relembrando tempos de glórias...

12 de mai. de 2009

Nesta segunda, o Tricolor das Laranjeiras lançou seus novos uniformes para a temporada 2009-2010. Ambos são uma homenagem aos tempos dourados da história do clube. O uniforme tricolor, faz alusão ao time Campeão Brasileiro de 1984, enquanto que o branco, com faixas diagonais, relembra os 100 anos do tetracampeonato carioca de 1906-1907-1908-1909.

A Taça Olímpica, maior conquista do clube tricolor, aparece no lado direito do peito. Uma merecida homenagem aos 60 anos de sua posse.

Conversando com um amigo vascaíno, este, desconhecendo a própria história do seu clube, teimou em dizer que a nova camisa do Fluminense com faixas diagonais é imitação da camisa do Vasco, o que não é verdade.

Em 1908, o Fluminense Football Club, introdutor do futebol no Rio de Janeiro, jogou o Campeonato Carioca daquele ano com o uniforme com faixas diagonais tricolores e foi campeão invicto. No ano seguinte, também com faixas diagonais, o time foi novamente campeão invicto, sagrando-se tetracampeão carioca.

Já a equipe cruzmaltina nasceu para o futebol na década de 20. Seu uniforme era todo preto com a cruz de malta no peito. E foi graças ao lendário treinador Ondino Vieira, torcedor do River Plate, da Argentina, que o Vasco passou a ter faixa diagonal nas camisas, na década de 40...

Feitos os devidos esclarecimentos, fica a nossa torcida para que os novos uniformes sejam tão vitoriosos quanto aos usados no passado!

Saudações Tricolores!

Um começo morno, típico do Tricolor Paulista

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer Lílian pela oportunidade de apresentar alguma ideia sobre meu querido Tricolor Paulista. Chamo-me Wilson Torres Nanini, 29 anos, casado, mineiro do sul de MG, poeta por extravio, policial militar por ofício.
Cumpridas as formalidades, vamos ao que interessa!
Aqueles que apreciam o que há de mais sublime no futebol, certamente, se decepcionaram com Fluminense 1 x 0 São Paulo, no último domingo.
O que houve de mais artístico no jogo ocorreu por volta dos 3 minutos do primeiro tempo, quando Maurício do Flu - valendo-me do esdrúxulo jargão de grande parte dos jogadores de futebol - foi feliz ao acertar um poderoso chute de esquerda de fora da área, fazendo com que a bola ganhasse direções impensáveis ao longo do trajeto e ainda resvalasse no travessão e na trave direita de Bosco, antes de toda a torcida do São Paulo começasse a padecer de angústia. Gooooollllll!!! com direito a muitas consoantes ecoantes, realmente formidável - embora sempre sobre aquela dúvida se ele queria mesmo fazer aquilo tudo que acabou desencadeando.
Depois disso, o encanto prometido desdeu-se, germinando-se uma partida truncada e sem criatividade na armação e competência nos arremates - que o diga Edcarlos do Tricolor Carioca, que, a despeito do reflexo de Richarlyson, desperdiçou sua grande chance no jogo.
Washington já, há algum tempo, está merecendo um almofada de espinhos no banco de reservas, pois um jogador de seu calibre, habituado à artilharia certeira, tem demonstrado que seus pés estão sem pólvora para fazer a bola explodir no fundo do gol adversário.
Hernanes - não sei bem se é isso, ao menos parece que sim - deslumbrou-se com sua precoce eleição de melhor do Brasileirão 2008 e tem demonstrado pouca afinidade com o futebol arte e competente que, até bem pouco tempo, fazia desfilar em campo.
Tudo isso, sem falar que o São Paulo, absurdamente dependente do líder Rogério , está sem um elemento que traduza o idioma que Muricy inventou para o time, e que ele mesmo, Muricy, parece não estar falando muito bem, expondo por demais uma defesa protegida por um meio-campo repleto de buracos, propondo um ataque pusilânime, apático, encabeçado por Washington e Borges, que andam como se se repelissem em campo.
Resta, afinal, aguardar o retorno de Jean, o mais íntegro nesta temporada, e torcer para que Jorge Wagner decida-se em qual posição é mais produtivo, já que o verdadeiro coringa do São Paulo ainda é Richalyson.
Bem, acho que tudo o que disse acima, depurou-se após a frustração com a eliminação do Paulista deste ano e com o começo tropeçante do Brasileirão. Isso talvez me fez esquecer, por hora, do dito que meu avô materno sempre dizia: "Começo de angu é mingual".
Ah, lembrei! Para quem já esteve com 11 pontos atrás do primeiro colocado e ainda sagrou-se campeão em 2008, pouco lhe vale uma derrota na primeira partida do novo campeonato.
Abraços a todos e enquanto aguardamos o retorno de Hernanes, Washington e Jorge Wagner, vamos nos deliciando por mais mil vezes com os Nilmar e os Ramires que o Brasileirão já atirou na nossa cara incauta, e, então, pasma.

Flamengo X Internacional

11 de mai. de 2009

Olá, leitores, torcedores de diferentes clubes do país.

Vencer o Flamengo significa bater o adversário mais popular do país. Pois o Colorado conseguiu - na Era do Brasileirão dos Pontos Corridos - superar o Mengão em triunfos nos jogos oficiais. Salvo engano, é um dos poucos grandes rivais que ostenta vantagem contra o rubro-negro carioca. Diga-se de passagem que o outro clube forte do Rio Grande do Sul também possui superioridade clara em vitórias valendo três pontos na comparação com o time que revelou, entre outros, Zico e Júnior para o futebol.

Foi em 1947 que o Internacional conseguiu chegar à maior goleada sofrida pelo "mais querido" até aquele momento. O Rolo Compressor se impôs por 6X2! Trata-se da última grande exibição do Maravilhoso Elenco daquela década diante de um oponente de outro estado. Seus principais jogadores, como o meio-campista Ávila, já deixavam o Clube. Quando entrevistei Carlitos, ponta-esquerda daquela Equipe que marcou época, ele recordava, em 2000, pouco antes de morrer, que os jogadores do Rio de Janeiro brigavam durante o amistoso, cobrando uns dos outros que "pelo teu lado, o Vilalba já fez um gol", com o outro respondendo: "É, mas o Carlitos pelo teu também....." Tenho a impressão que o ponta-esquerda - o qual ainda conservava sua velha camisa vermelha - se confundiu, citando Tesourinha, um dos melhores atacantes da História, como autor de um dos tentos, pois na Ficha Técnica da partida ele não consta como goleador.

E há um cracaço que passou pelas duas equipes, verdade que marcando muito mais o Internacional. Refiro-me a Paulo C. Carpegiani. Quando ele esteve ausente por lesão, durante o Brasileirão de 1975, o desempenho colorado caiu severamente. Foi o melhor jogador do Time naquela temporada. Tenho para mim que estivesse em condições de jogar na Copa Libertadores da América 1976 (naquela época só passava um time da fase de grupos, e o Cruzeiro, que também possuía um "Esquadrão" começou melhor a temporada), sem os problemas médicos crônicos que o tirariam igualmente do Campeonato Nacional seguinte, a performance do Inter poderia ter sido diferente. Entrevistando Rubens Minelli, entretanto, quando no Boletim de meu grupo de Sócios e Conselheiros (o Movimento InterAção) lembramos os 30 Anos da Conquista da "Primeira Estrela", o grande treinador preferiu valorizar o coletivo, afirmando que qualquer um dos dois brasileiros poderia passar. Quem, tendo mais de 40 anos, não recorda o sensacional 5X4 no Mineirão? Posteriormente, o Cruzeiro superaria o Grande Rival da Década por 2X0 no Beira-Rio. Estava reforçado por Jairzinho, o "Furacão da Copa" de 1970......

Paulo César Carpegiani, uma das unanimidades nas Seleções do Centenário do Internacional, no meio-de-campo, parece estar retomando uma trajetória qualificada como treinador no Vitória. Será verdade que o coração deste gáúcho que começou no Futebol de Salão, ou Futsal, se divide quando o Mengão e o Colorado protagonizam o mesmo embate? Já comentei com vizinhos cariocas que moram no meu prédio, no Bairro Menino Deus, em Porto Alegre: os dois vão cansar de se enfrentar nos próximos dias, pois a terceira rodada do Brasileirão prevê mais uma partida no Beira-Rio, após o confronto na Copa do Brasil. Particularmente, espero que no enorme gramado do Maracanã apareça de forma plena o toque de bola envolvente que o Inter apresentou em vários momentos, nesta temporada. Se isto acontecer, a possibilidade de classificação é grande. Respeito, no entanto, o Flamengo. Como em Corínthians X Fluminense, a tradição aponta que qualquer um dos dois pode seguir adiante no torneio. O Colorado deve deixar de lado estas conversas de favoritismo!

A Vitória Sublime

Olá, leitores, torcedores de diferentes clubes do país.

Pois o meu Colorado obteve neste domingo uma vitória daquelas que Nélson Rodrigues - o qual, mesmo que tenha rotulado um dos generais de plantão no período mais sanguinário da ditadura militar (1964-1985) de maior presidente do Brasil, era um grande dramaturgo e cronista esportivo - chamava de sublime. E com um "Gol de Pelé". Uma curiosidade que talvez os amigos não saibam, aliás: quem descobriu Nilmar foi Mano Menezes. No período 2000-01, na gestão com a qual colaborei, ele treinava os juvenis do Internacional. E ao contrário do que propaga uma lenda, o camisa 9 alvirubro não veio como contrapeso de ninguém. O atual técnico do Corínthians já sabia muito naquele período.....e o atacante de nível de Seleção Brasileira fez um gol à altura dos maiores golaços da História do Futebol Brasileiro, se recordarmos jogadas individuais que acabaram com a bola na rede.

E por falar no Coringão, que estrategista é o Mano! Mesmo com oito reservas, soube planejar um esquema que conteve peças essenciais do Inter, a ponto de dominar boa parte do embate, (principalmente no segundo tempo) somando marcação severíssima, jogadas trabalhadas pelos lados e cruzamentos que levavam constantemente perigo à meta defendida pelo hoje seguro Lauro. Se Luiz Antônio Menezes procedeu corretamente, optando por uma equipe mista-quase reserva, superior à maioria dos times que disputam este Brasileirão, somente saberemos na quarta-feira, quando começará o confronto com o Fluminense, pela Copa do Brasil.

O Internacional teve D´Alessandro pouco inspirado e Taisson descontado por forte batida no quadril, sofrida no jogo contra o Náutico na quarta-feira passada. Em pouquíssimos momentos do duelo pôde mostrar o bom toque de bola com aproximações que vinha caracterizando suas atuações no ano. Isto não surpreende porque o nível de exigência do Brasileirão, o mais difícil campeonato do mundo, é muito maior do que qualquer competição estadual.

E pra terminar, colocando algo diferente, faço um pequeno reparo ao excelente texto do santista Guilherme, recordando que já havia competições nacionais antes de 1971. Considero necessário o reconhecimento de títulos como as cinco "Taças Brasil" do Santos, mas não atribuo a elas o mesmo peso do Campeonato Nacional. O Robertão de 1968 sem dúvida merece ser equiparado a um Brasileirão, assim como os outros três. Para mim, no calendário atual, a referência para valorizar o torneio que começou em 1959 é a Copa do Brasil.

Santos x Grêmio

10 de mai. de 2009

Amigos do Brasil, estarei aqui regularmente no “gol de letras” para escrever sobre o Alvinegro Praiano, o Santos FC.

Sou Professor de Química da Rede Pública do Estado de São Paulo, santista desde 1967 e escrevo sobre o Santos no blog do marcão (http://brfut.blogspot.com/) e no www.santistaroxo.com.br Também sou associado ao Santos FC, participando do grupo oposicionista “Resgaste Santista”.

E como todo santista, tenho orgulho da história fantástica do clube... história essa que impulsionou para que eu organizasse um arquivo bem razoável das partidas do Peixe.. e é desse arquivo que tiro algumas histórias...

Nesse domingo começa o brasileirão... Santos x Grêmio no Olímpico, sem dúvida um dos destaques da rodada. Um clássico mundial, afinal são dois campeões do Mundo que se enfrentam logo de saída...

Aliás, qual seria o 1º confronto oficial entre Santos x Grêmio? Em 1971? Não, meus amigos ... aconteceu bem antes, afinal já existiam Campeonatos Oficiais no Brasil, antes da Ditadura Militar, antes de 1971.
Em 1959, em plena Democracia, vivendo no êxtase do Campeonato Mundial conquistado na Suécia, durante a I Taça Brasil (o campeonato brasileiro da época), o tricolor gaúcho visitava o Santos FC, na Vila Belmiro, e perdia por 4x1, perante umas 18.000 pessoas

Particularmente, minha melhor lembrança entre o Peixe e o tricolor gaúcho é de 1972, para o bem e para o mal... foi nesse ano que aprendi o que era enfrentar um time guerreiro e lutador como o Grêmio... uma vitória e uma derrota levaram um garoto de 11 anos a compreender a euforia de uma vitória e a dor da desclassificação .... melhor do que descrever, é conhecer essas partidas:

Santos FC 3x2 Grêmio FPA (Porto Alegre)
Data: 14/10/1972
Local: Pacaembu - São Paulo (SP)
Competição: Campeonato Brasileiro
Renda: Cr$ 100. 648,00
Público: 15.896
árbitro: Valquir Pimentel
Gols: Edu 5' e 80' e Nenê 14' (SFC) – Oberti 22' e 60' (GFPA)
SFC: Cláudio; Orlando “Lelé”, Carlos Alberto Torres, Oberdã e Zé Carlos; Léo Oliveira e Nenê; Jair da Costa (Paulo), Alcindo, Adílson e Edu.
Técnico: Pepe
GFPA: Jair; Everaldo, Ancheta, Beto Bacamarte e Jorge Tabajara; Jadir e Carlos Alberto; Buião (Marcos), Oberti, Laírton e Loivo.
Técnico: Daltro Menezes
Expulsão: Carlos Alberto Torres (SFC)
Uma bela virada santista. Vibrei nas arquibancadas com o golaço de Edu numa cobrança de falta, Edu que foi um dos maiores pontas do futebol brasileiro... e um desfile de craques: Carlos Alberto Torres, Everaldo, Alcindo, Ancheta, Edu, Jair da Costa...

Santos FC 0x1 Grêmio FPA (Porto Alegre)
Data: 14/12/1972
Local: Pacaembu – São Paulo (SP)
Competição: Campeonato Brasileiro (segunda fase)
Renda: Cr$ 505.658,00 (rodada dupla, na preliminar Corinthians x Ceará)
Público: 68.961
Gol: Oberti (GFPA)
SFC: Cláudio; Orlando “Lelé”, Carlos Alberto Torres, Oberdã e Zé Carlos; Clodoaldo e Afonsinho; Jair da Costa (Alcindo), Nenê, Pelé e Edu.
Técnico: Pepe
GFPA: Picasso; Espinosa, Ancheta, Beto Bacamarte e Jorge Tabajara; Paulo Sérgio, Carlos Alberto e Carlinhos (Buião); Oberti, Mazinho e Loivo.
Técnico: Milton Kuelle
Carlos Alberto Torres perdeu pênalti
Dois meses depois o tricolor gaúcho “dava o troco”. Num Pacaembu lotado (2º maior público da história do Estádio), o Grêmio (empurrado por um monte de corintianos) vence o Santos e praticamente elimina o Alvinegro das finais do Brasileiro de 72. Uma noite triste para um jovem torcedor santista, que ainda viu Carlos Alberto Torres perder um pênalti.
Esse Grêmio, viu...

O que esperar da partida de domingo? Aquilo que Santos e Grêmio sempre proporcionaram: equilíbrio, garra e dedicação.
De minha parte, confio nos novos “Meninos da Vila”...
Vai, Santos, em busca do enea!!!!

Guilherme Nascimento

Atlético MG x Avaí - Depois do apito

Começando cordialmente, não dispensarei mínimas apresentações. Aceitando um convite da torcedora rival e amiga Lílian, concordei em vir representar o time do meu coração: Clube Atlético Mineiro, ou bissílabo Galo.

Voltando à elite do futebol brasileiro, o Avaí foi o primeiro adversário do CAM, jogando em casa. Não perder no Brasileiro parece ser uma marca registrada do Galo, tradição mantida na primeira disputa - mas como foi difícil! - Torcedores atleticanos que acompanharam o jogo podem confirmar. Costumo dizer que se atleticano não morrer de infarto vendo jogo do Galo, de infarto não morre nunca. Com dois gols de cada lado, o Atlético arrancou o empate em sete minutos, no segundo tempo, com gols de Carlos Alberto e Alessandro, que através da postura tática alterada com substituições, entraram para salvar a pele do Galo.

No ano passado, eu dizia que jogo para o Galo deveria ter só o primeiro tempo, afinal, qualquer um podia notar que o time só jogava alguma coisa considerável nos primeiros quarenta e cinco minutos e desandava no segundo. Nesse primeiro jogo de 2009 o Atlético simplesmente não esboçou reação no Estádio da Ressecada no primeiro tempo. Mesmo com a maior posse de bola o Galo não passava de possibilidades. Entre Werley e Leandro Almeida ainda não decidi qual foi o pior. Entre as escandalosas falhas defensivas alvinegras, o time do técnico Silas marcou logo dois a zero, afinal Welton Felipe (que, já notei, deve ser movido pelo ódio haha) acabou tendo que realizar algumas vezes a função de seus dois companheiros. O individualismo de Éder Luís é gritante, que poderia se tornar ídolo da Massa se jogasse como Marques jogou em 99.

Nos outros quarenta e cinco minutos, Roth descomplicou tirando Werley, Fabiano e Elder Granja para colocar aqueles que fariam a postura do jogo mudar. Com Junior mostrando o que sabe fazer muito bem feito e Alessandro, que deveria se tornar companheiro de Tardelli fez o Atlético crescer em campo, e quase conquistar os três pontos. O segundo gol foi finalizado por Carlos Alberto, consolidando o um ponto ganho.
Melhores em campo:
Celso Roth (mudou o rumo do jogo...) Alessandro, Júnior e Tardelli (que não se esconde em campo)
Piores em campo:
Éder Luís (absolutamente!) Élder Granja, Fabiano e Werley.

É péssimo chegar aqui e admitir que o Atlético sofrerá com o elenco limitado de 2009, e que considerar o empate um bom resultado não são as expectativas que a mais fiel torcida do planeta criou diante do novo presidente. A Massa alvinegra pede reação, e eu deixo aqui registrada minha indignação com a falta de respeito com os torcedors. Quero deixar regristado também um parabéns ao Diego Tardelli - não apenas por ser um jogador que joga para o time, que renasceu no CAM e por salvar o Galo inúmeras vezes - mas por estar aniversariando hoje. Parabéns ao ídolo da Massa, um dos poucos que tem honrado a camisa.

Transmisão primitiva de São Paulo x Palmeiras de 1951

9 de mai. de 2009

Mário Lopomo, marcante rádio-escuta de Plantão Esportivo nos tempos anteriores ao satélite e à internet, foi o autor desta narração. Dava respaldo aos locutores Alexandre Santos, João Zanforlim, e Tony Lourenço e depois ao Paulo Edson.
Narração:Senhores ouvintes da rádio Pan Americana, boa tarde. Estamos aqui no Pacaembu, neste domingo 28 de janeiro de 1951, para transmitir o jogo que vai apontar quem será o campeão paulista de 1950.O próprio da municipalidade paulistana, apesar da chuva forte que assolou a cidade de São Paulo, está lotado, imaginamos que estejam 65.000 espectadores, espremidos por todas as dependências das sociais e populares, para assistir o choque rei do futebol paulista, Palmeiras x São Paulo.Mesmo com a intempérie mandando chuva a “cântaros”, na cidade de Piratininga, torcedores, tricolores e esmeraldinos vieram em peso ao estádio.O gramado assaz escorregadio, deverá ser um pesadelo para o Golkiper que não tiver muita atenção para o detalhe da bola escorregadia.Mesmo porque onde eles atuam, não tem grama e tem poças d’água, formando um lamaçal.- Alô, Mário Franquera Junior, a chuva pára ou continua?- Olha Pedro, o instituto de metereologia diz que a chuva vai parar.- Obrigado Franquera… esperemos que sim.
Neste momento os alto falantes do Pacaembu anuncia as escalações das equipes.
O posto de serviços Esso, de Francisco Zambrana Informa: Escalações das equipes.
São Paulo:Mario, Saverio e Mauro: Bauer Ruy e Noronha. Dido, Friaça, Leopoldo, Remo e Teixeirinha.Palmeiras:Oberdã, Turcão e Palante. Valdemar Fiume, Luiz Villa e Sarno:Lima, Canhotinho, Aquiles, Jair e Rodrigues.
O árbitro da partida será o inglês Mister Bradley. Que já está entrando em campo sob os apupos e xingamentos da torcida que superlota o estádio.
- Alô Pedro…- Fala Ansaldo…- Daqui de trás do gol da concha acústica, diviso um torcedor sentado nos ombros da estatua de Davi. E muitos outros em cima da concha acústica.- É verdade Ansaldo, daqui também eu vejo…A sorte fica com spiker, que tem o privilégio de estar dentro de uma cabine indevassável, protegido da chuva, que cai em menor intensidade agora.Neste momento os litigantes desta pugna esportiva, adentram o gramado, com alguns mascotes à frente, para o início de uma partida que poderá ser muito significativa para o esporte bretão.O lyslemam da partida e os capitães estão no centro do gramado para tirar o toss, e ver quem dará o pontapé inicial desta contenda.O Golkiper Oberdã time de parque antártica, defenderá o arco dos portões monumentais e o kiper Mário, do tricolor do canindé, ficará no arco da concha acústica.São 16 horas. Hora do Rio de Janeiro.
O balão de couro está no círculo central.
E quem vai dar o ponta pé inicial, é o center fours do tricolor Leopoldo.Este rola para Friaça que atrasa para o center half Bauer, este deriva para o aza média esquerda Noronha. Quando este vislumbra uma brecha da defesa esmeraldina, vê o couro ser interceptado pelo beque central Palante da esquadra de parque antártica. Este por sua vez da linha fronteiriça da grande área chuta para frente sem destino, sendo que o center half Rui de cabeça mandar para a ponta esquerda à Teixeirinha, que entra livre a frente do golkiper Oberdã, mas o bandeirinha aciona seu instrumento, indicando off-sider, invalidando um tento que seria do São Paulo.O cronômetro marca 45 minutos de jogo da primeira etapa e o Lylesman Bradley apita o fim do tempo inicial.Esta é a rádio pan americana, a emissora dos esportes, em sua jornada esportiva dominical, sob os auspícios de Lonas Locomotiva.Lavrador, para maior segurança de sua carga. Use lonas, locomotiva, um produto Alpargatas, produtora do brim Coringa. Que vai de, sol a sol, que fabrica as famosas calças rancheiro.
- Alô São Paulo.- Fala Rio!- Pedro, começa no maior do mundo o Flá – Flú.- Obrigado. Narciso.E agora vamos para os comentários de Mário Moraes.Senhores ouvintes da pan. Tivemos neste primeiro tempo um jogo morno, com as duas esquadras com medo uma da outra, fazendo uma peleja retrancada e sem motivação. Se por um lado o antrener esmeraldino colocava seu time mais na retaguarda, mesmo porque o empate o beneficia.O treinador São Paulo fazia o mesmo, deixando por muitas vezes o círculo central sem jogadores. Por isso tivemos um primeiro tempo sem a marcação de tentos.O único lance que despertou maior emoção foi um córner, chutado pelo ponteiro Rodrigues, que quase entrou direto no arco sampaulino, defendido pelo guarda valas Mário. Saindo a pelota pela linha de fundo, a tiro de meta.- Como é que você viu esse lance, Raul Tabajara.- Com muita preocupação, Mário.Quase que a redonda entra, onde a coruja faz o ninho.- Os litigantes dessa porfia, voltam depois do descanso regulamentar, e volta com vocês, Pedro Luiz.- vai começar a Segunda etapa.Tudo pronto para o reinício da peleja, o placar é de zero a zero.O center fours Aquiles do palmeiras movimenta do círculo central, para o ataque e a bola chega às mãos do guarda valas tricolor.Mário lança a pelota para a ponta esquerda e Teixeirinha recebe toca para Remo que devolve a Teixeira que entra na área e chuta para gooool.Aberta a contagem no Pacaembu. Numa tabela fantástica entre Teixeirinha e Remo que culminou com chute final do ponteiro para as redes defendidas pelo guarda valas Oberdã.
- Vai ser dada a nova saída Nelson Spinelli.
- Pedro, foi uma jogada fulminante, do ataque tricolor, a tabela Remo e Teixeirinha foi sensacional culminando com a bola indo as redes de Oberdã.Um tento a zero, para o tricolor do canindé.Já foi dada a nova saída, quem recebe é Jair, domina a redonda, mas quando Jajá da barra mansa tenta lançar é desarmado por Mauro. Mas a bola retorna ao ataque esmeraldino e Jair lança Aquiles que invade a área, chuta pra gooool …. Empatada a contenda em Pacaembu.Um tento a um.
Depois de dada a nova saída Savério atinge o ponteiro Rodrigues com violência, Spinelli.
Sem dúvida Pedro, a contusão é seria tendo o craque esmeraldino que está sendo levado a um mozocômio mais próximo do estádio.O São Paulo tenta de todas formas empatar a partida e vai todo para o ataque. Dido na direita vê Friaça, mas este é interceptado por Luiz Villa que entrega a Valdemar Fiume, que foge de Dido, e atrasa pra Turcão. Este entrega a Jair da Rosa Pinto, quando o craque de Barra mansa domina o couro ganhando tempo o árbitro inglês, mister Bradley, finaliza a peleja.
Com o placar de 1 x 1, dando ao Palmeiras o título de campeão paulista de 1950. Que pela segunda vez tira o tri campeonato do tricolor do Canindé.- Pedro…- Fala Otavio Munis. Os jogadores do Palmeiras nesse momento dão a volta olímpica pela pista de atletismo de Pacaembu. Oberdã visivelmente emocionado não conseguiu, dizer uma só palavra.
Texto de Mário LopomoGLOSSARIO Denominações usadas pêlos locutores esportivos da época.
Arco…TraveAza media esquerda…aquele que joga na lateral esquerda.Balão, pelota, redonda e couro…A bola.Córner…EscanteioChove a cântaros…Muita chuvaCenter half…centro médioCenter fours…centro avanteCotejo, contenda, pugna e peleja…o jogo em si.Esquadra…time de futebolAntrener…TreinadorGolkiper ou kiper…goleiroGuarda valas…goleiroLitigantes…jogadoresTento…golSpiker…locutorOff Sider…impedimentoOnde a coruja faz o ninho…Ângulos da trave.Lylesmam…árbitro da partida.Vislumbra…VêTricolor do canindé…porque naquela época o campo do São Paulo ficava no bairro do Canindé Maior do mundo…estádio do maracanã Mozocomio…hospital Esporte bretão…denominação inglesa do futebol

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O Flamengo e sua nova meta: Ronaldinho Gaúcho



Não satisfeito com a façanha de contratar Adriano, a nova meta do Clube de Regatas Flamengo, segundo um dirigente influente do clube, é repatriar um dos melhores jogadores do mundo, Ronaldinho Gaúcho.
Apesar de o vice de futebol, Kleber Leite, negar veementemente a possível transação, o presidente interino, Delair Dumbrosck, encarou a notícia de uma forma mais amistosa e mesmo tentando desconversar, afirmou:

- Ele interessa, assim como interessa todo grande jogador. Se conseguirmos patrocinador e não estourarmos o orçamento... por que não?

Kleber Leite, revelou na manhã de ontem, que soluções para o problema financeiro do clube estão cada vez mais próximas e dentro de pouco tempo será possível garantir a saúde financeira do Flamengo, pelo menos até o fim de 2009.

- Em duas semanas teremos um acerto que vai resolver nossa questão financeira, permitir que cumpramos com nossos compromissos e não trabalhemos mais apagando incêndios constantemente.

Algumas das soluções apontadas para o problema financeiro: Cortes na folha salarial, acordos trabalhistas e a negociação com o novo patrocinador.

70ª Edição de: Cruzeiro x Flamengo

O Imperador não jogará neste domingo contra o Cruzeiro, o que
 quer dizer que não teremos uma disputa medieval: Gladiador x Imperador. E claro, o time rubro-negro treme as bases quando lembra que o costume do Kléber nesta temporada é fazer gols em trio. Três gols na rede adversária virou quase rotina para Kléber, que inclusive deu uma entrevista contando: "Eu passo na rua e o pessoal já não pede um gol falam logo: mete três lá".
Welinton, do Flamengo, entrará no campo com o objetivo de provocar Kléber até que ele reaja e seja expulso. Como disse em entrevista à globo: "Dentro da legalidade tudo é possível. De repente, com uma catimba a mais a gente provoca e consegue a expulsão que vai ajudar a equipe. É uma arma que nós temos e podemos usar.

Quando lí a noticia em voz alta para o meu pai, um primo de 8 anos perguntou:
_ Eles não são hominhos não? Eu faço gol na escola sem expulsar ninguém! - e riu para mim.
Meu pai riu em ar desdenhoso, daqueles que não gostam de cariocas e têm enjôo quando vê a camisa do flamengo, perguntou:
_ Quanto tempo eles não ganham da gente aqui?
_ Oito anos!
_ Ano passado não ganharam nem lá né? Por isso ai ó, eles ficam mais preocupados com número de jogadores em campo, porque lá cada um vale por meio, que com o jogo. Tomara que o Kéber enfie três neles.

Desde o primeiro confronto dos times, em 1923, empatado por 3x3 até o último jogo, que o Cruzeiro venceu por 3x2, a vantagem sempre foi Celeste, olha lá:

Número e Jogos (Cruzeiro x Flamengo):  69
Vitórias do Cruzeiro: 25
Vitórias do Flamengo: 23
Empates: 21
Gols: 94 celestes x 95 rubros-negros

Número de Jogos pelo Brasileirão (Cruzeiro x Flamengo): 36
Vitórias do Cruzeiro: 15
Vitórias do Flamengo: 11
Empates: 10
Gols: 44 celestes x 22 rubro-negros

Então, não é só pela expulsão do Kléber que o Welinton precisará fazer uma urucubacazinha não, é pra ver se contraria alguns tabus. Oito anos né? Que ironia, a idade do meu priminho.

A imagem só pra relembrar um dos gols mais lindos do Cruzeiro em cima do Flamengo. Dá-lhe Alex.
 

2009 ·Gol de Letras by TNB