Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Como a jornada de trabalho hoje foi estressante por mais de um motivo, vou me limitar a saudar o fato do Internacional repetir a escalação de um jogo anterior, finalmente, e escrever logo os prognósticos pra rodada do Brasileirão, não sem lamentar meu erro de palpite para a boa partida do meio da semana, entre o Mengão e o Galo.
Cruzeiro 0 X 3 Internacional. Sim. O Colorado quebrará o tabu de 25 anos sem derrotar a Raposa "nas" Minas Gerais, em jogos pelo campeonato nacional, com goleada.
Portuguesa 1 X 1 Atlético(MG). A Lusa vai segurar o Galo.
Palmeiras 2 X 1 Ponte Preta. O Verdão conseguirá escapar da zona do rebaixamento, creio que dentro de poucas jornadas.
Vasco 3 X 1 Figueirense. Os catarinenses estão condenados à segunda divisão, na próxima temporada, salvo enorme reviravolta.
Flamengo 1 X 1 Fluminense. Como o "mais querido" melhorou, o escore será de igualdade contra o líder da competição.
Bahia 1 X 2 Botafogo. O Fogão deixará outra vez o tricolor da Boa Terra ameaçado pelo rebaixamento, e seguirá à frente do Colorado na tabela.
Corinthians 2 X 0 Sport. Aqui, pode haver alguma surpresa, mas apostarei no conjunto orientado por Adenor Tite, o Campeão da América.
Coritiba 2 X 1 São Paulo. O Coxa Branca deve superar no detalhe o adversário da maior cidade sul-americana.
Náutico 2 X 0 Atlético(GO). O Timbu liquidará, com alguma facilidade, o Dragão.
Grêmio 2 X 3 Santos. Neymar e André lembrarão antológica atuação de Pelé e Coutinho no Olímpico, na década de 60. Isto, logicamente, se a ressaca da conquista da Recopa não pesar. Vale lembrar que o adversário gaúcho vem de uma viagem desgastante.
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Prognósticos para a rodada do Brasileirão
In Atlético MG, In Flamengo, In Internacional28 de set. de 2012
A Vitória Clássica e a dura vida do Internacional
In Atlético-MG, In Bahia, In Flamengo, In Internacional25 de set. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
O Internacional obteve importante vitória clássica contra o Bahia, depois de chegar a estar goleando. O Time teve dedicação, marcação, pecou por nervosismo ao começo, mas até o segundo tento, criara menos oportunidades claras do que o tricolor da Boa Terra (embora em uma delas houvesse impedimento não assinalado do centroavante Souza, ex-Inter), e só a partir dele a virtude do toque de bola, da movimentação mais inteligente apareceu, inclusive na jogada que o originou. Fred e Guiñazu foram os maiores destaques, com ritmo preciso no meio-de-campo, secundados por D´Alessandro.
A equipe reagiu bem à tumultuada semana, iniciada com as declarações bombásticas de Fernandão. O ímpeto nas roubadas de bola constituiu uma prova da mudança de ânimo. Aliás, algumas informações mais exatas surgiram só recentemente: o vice de futebol, Luciano Davi, participou da "lavagem da roupa suja" na terça-feira e Dátolo foi expulso do treino, posteriormente, não por reclamações sobre uma orientação tática, mas por protestar desproporcionalmente contra uma falta sobre ele não assinalada. Entretanto, é necessário esperar pra ver se existirá a continuidade do rendimento em nível aceitável. E a vida do Colorado está duríssima no Brasileirão, depois de superar um oponente que há duas décadas não consegue se dar bem diante do Campeão de Tudo.
Pela frente, há Cruzeiro e Santos fora. Depois, na partida que talvez seja a mais difícil da seqüência, o vice-líder Atlético no Beira-Rio. Uma repetição dos jogadores em Minas Gerais se torna vital. Mesmo que o conjunto leve um gol por embate, se o setor ofensivo mantiver o padrão, o Internacional poderá arrebatar os três pontos em Varginha. A Raposa mostrou fragilidades diante do São Paulo, outro adversário que cresce, aliás, na briga pelo chamado G-4.
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Meu rendimento caiu nos prognósticos para a rodada do final de semana. Acertei quatro dos 10 resultados. Para o confronto atrasado previsto para esta quarta-feira, entre o Galo - que protagonizou um duelo interessante contra o Grêmio, apesar do placar em branco - e o Mengão, meu palpite é um empate: 2 X 2.
A goleada importante do Internacional e os prognósticos pra rodada
In Flamengo, In Internacional, In São Paulo4 de set. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
O Internacional alcançou importante goleada contra o Flamengo. Não promissora, embora o escore não tenha sido enganoso. O Colorado finalizou quase cinco vezes mais do que o adversário carioca. Acontece que o sistema defensivo do conjunto orientado por Dorival Jr. é excessivamente frágil, e houve o agravante do treinador, mais uma vez, apresentar dificuldades para "ler o jogo". Ou será acaso que em um ano o Campeão de Tudo que interessa tenha goleado duas vezes um time dele? Basta lembrar os 4X0 sobre o Atlético Mineiro em Belo Horizonte, no ano passado, o único placar elástico de Falcão como técnico, enfrentando um oponente grande, na recente passagem pelo Beira-Rio.
Pois o Inter forçou a ofensividade pelos lados, especialmente o esquerdo, desde o primeiro tempo. E nenhuma providência foi tomada no intervalo. As variações táticas de 4-4-2 para 4-2-3-1 e até 4-3-3, aliás ensaiadas por Fernandão, funcionaram. Forlán desencantou em dose dupla, e a reação à terrível falha de Muriel, no tento que semeou ilusões do "mais querido", se revelou altamente positiva: a equipe em nenhum momento perdeu o controle das ações, chegando ao 4X1 de maneira natural.
Projetando a partida de amanhã, com os desfalques por causa das convocações (um verdadeiro absurdo o Campeonato Nacional não parar nas datas FIFA!), Fernando L. Costa pensa corretamente a estratégia, apostando no menino Lucas Lima, no lugar de Fred, suspenso, para o confronto contra o São Paulo. Dátolo ainda não reúne condições para 90 minutos. Embora o Departamento de Futebol trace a meta ousada de mais 14 vitórias no returno, o empate será perfeitamente aceitável no Morumbi.
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Morreu no último domingo, em Montevidéu, o historiador uruguaio Universindo Diaz, aos 60 anos, com um câncer de medula. Seqüestrado em Porto Alegre por agentes da ditadura militar uruguaia e brasileira (um deles infelizmente um ex-jogador do Internacional conhecido como Didi Pedalada), junto com uma companheira de militância clandestina, Lilian Celiberti, em 1978, o lutador charrua se declarava colorado no Rio Grande do Sul. Graças ao futebol de Paulo Roberto Falcão, uma alegria naqueles tempos sombrios em que residia na região meridional do nosso país.
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Acertei quatro dos 10 prognósticos, ainda exibindo um desempenho medíocre. Não há de ser nada. Vamos aos palpites para a jornada deste meio de semana.
Flamengo 2 X 0 Ponte Preta. Uma reabilitação ocorrerá contra a "Macaca", mas não sem dificuldades no Rio de Janeiro.
Grêmio 3 X 0 Atlético-GO. Um triunfo sem contestações dos comandados de Vanderlei "Luxa".
Bahia 1 X 1 Atlético-MG. Mais um tropeço do Galo, com repetição do escore da etapa inicial do Brasileirão.
Náutico 2 X 2 Vasco da Gama. Não foi possível a igualdade contra a Raposa, mas acontecerá contra o clube da Cruz de Malta.
São Paulo 1 X 1 Internacional. Josimar atuou bem, até fazendo gol, contra o Mengão. Ao lado de Elton, compondo a dupla de volantes, manterá o nível na maior cidade da América do Sul e ajudará a garantir este ponto.
Cruzeiro 1 X 2 Botafogo. Apesar da vitória, a Raposa não convenceu diante do Timbu.
Figueirense 1 X 4 Corinthians. O Campeão da Copa Libertadores 2012 será amplamente superior nos 90 minutos.
Portuguesa 3 X 1 Coritiba. A Lusa não dará chances ao Coxa Branca.
Fluminense 2 X 1 Santos. O conjunto orientado por Abel Braga voltará a arrebatar três pontos.
Palmeiras 2 X 0 Sport. É duelo de seis tentos para o Verdão, lutando já quase que desesperadamente contra o rebaixamento.
Setembro chega para o Inter e os prognósticos pra rodada
In Coritiba, In Flamengo, In Internacional31 de ago. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
A derrota para o Coritiba no Paraná aconteceu pela falta de bom senso da arbitragem. O gol do Coxa Branca foi marcado com o braço, numa situação em que - independentemente da intenção - foi clara a vantagem do atleta pelo fato da bola não lhe tocar em outro lugar do corpo, mas precisamente entre o ombro e o cotovelo, conforme a televisão mostrou. Estabelecida esta preliminar, critique-se o Internacional pelo que não conseguiu fazer.
Porque o Time se enredou em um toque-toque improdutivo, criando pouco - já vale perguntar o que está ocorrendo com Forlán e Leandro Damião, que anda se irritando com demasiada facilidade - e sentindo cada vez mais a(s) prolongada (s) ausência (s) de D´Alessandro. Espera-se que o argentino não sofra nova lesão e traga a velha inteligência, maior cadência e pensamento ao setor onde as coisas se decidem.
Fernandão pareceu, outra vez, experimentar de modo temerário no Estádio Couto Pereira, passando Elton pro lado direito e Nei pro esquerdo, quando Kléber - repetindo uma baixa - se lesionou. A substituição de Forlán é discutível, mas o uruguaio estava mais dispersivo do que em outras ocasiões. Por sorte, Guiñazu não levou o terceiro cartão amarelo e enfrentará o Flamengo. Ygor, o Cholo, Fred e D´Alessandro, retornando, aumentarão a constância do "abastecimento" para a dupla selecionável atualmente em jejum. Juan, apesar da circunstância do tento tricolor, tinha ido razoavelmente bem no Gre-Nal. Uma pena que se machucou também.
Setembro chegou para o Inter, e boas novas precisam acompanhar o Colorado pelos campos onde ele andar. Desnecessário e lamentável o protesto organizado por dezenas de torcedores na tarde desta sexta-feira, no Beira-Rio. Restam 18 rodadas no Campeonato Brasileiro. A unidade dos fãs com a equipe constitui um fator essencial para uma eventual reação, que ainda leve o Campeão de Tudo que interessa ao topo da tabela. Uma vitória contra o Mengão, neste domingo, mudará o clima.
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Meu desempenho foi péssimo na jornada do meio da semana. Apenas dois prognósticos corretos, embora um placar apontado com exatidão, o de Corinthians e Fluminense. Não desanimo. Vamos aos próximos palpites.
Palmeiras 2 X 1 Grêmio. O Verdão necessita desesperadamente de tal triunfo.
Cruzeiro 2 X 2 Náutico. O Timbu vai aprontar de novo.
Vasco 2 X 1 Portuguesa. Uma vitória difícil dos cariocas. A Lusa não protagonizará nova surpresa.
Figueirense 1 X 3 Fluminense. O conjunto orientado por Abel Braga seguirá demonstrando o que ele chama de "mental forte".
Corinthians 1 X 1 Atlético-MG. Outro escore de igualdade do Galo, para esquentar de vez o Brasileirão.
Internacional 2 X 0 Flamengo. Não posso deixar de apostar que Damião e o charrua que foi destaque da Copa da África desencantem.
Bahia 2 X 2 São Paulo. Desta vez, o time da Boa Terra não perderá para o do Morumbi.
Botafogo 1 X 0 Coritiba. O Fogão sofrerá, mas baterá o Coxa Branca.
Sport 2 X 2 Santos. Equilíbrio total na bela Recife. O Peixe decepcionou demais, permitindo uma virada com "meia-goleada" dos baianos, em plena Vila Belmiro.
Ponte Preta 1 X 0 Atlético-GO. Na competição de pontos corridos mais imprevisível do planeta, como antever algo, em se tratando de uma partida como esta?
O empate importante do Internacional e um novo grupo
In Flamengo, In Internacional, In Seleção Brasileira29 de mai. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
O empate do Colorado no Engenhão, pelas circunstâncias, merece a qualificação de importante. Mostrou um espírito positivo de reação do Time, que dá esperanças no sentido de que ele se mantenha na ponta da tabela do Brasileirão, brigando pelo título. Reconheço que a formação inicial, escolhida por Dorival Jr., acabou surpreendentemente propiciando um enfrentamento equilibrado contra o Flamengo. A diferença no primeiro tempo residiu no melhor aproveitamento das chances pelos cariocas, aliás, decorrentes de falhas individuais da defesa do Internacional. Quando, afinal, a direção providenciará um zagueiro mais confiável?
Entretanto, o Inter criou oportunidades, que talvez resultassem em um aproveitamento superior no caso de estar presente um jogador mais vocacionado para a articulação entre o meio-de-campo e o ataque desde o começo. Marcos Aurélio, vindo do Coritiba, teve sua primeira boa atuação no Campeão de Tudo nos 45 minutos finais. Dátolo e Fabrício, somados a ele, foram decisivos para que o ponto viesse com o escore de 3X3. Houve ainda o detalhe agradável aos olhos alvirubros da "entregada" de Ronaldinho na origem do tento que estabeleceu a igualdade definitiva no placar. Sabe-se que o atleta vive um drama com a grave doença da mãe dele, dona Miguelina, e a ela só se pode desejar uma recuperação total, que há de já ter iniciado com a operação realizada na sexta-feira, véspera da rodada.
Quanto a dois incidentes comentados do grande embate: não me pareceu pênalti de Nei, que foi imprudente ao saltar com braços abertos na área em lance que o envolveu na primeira etapa, mas teve a sorte da bola lhe tocar nas costas, no dorso, tendo havido, portanto, acerto da arbitragem; a discussão áspera de Fabrício com o técnico do Internacional não foi registrada pelas câmeras. Ao que tudo indica, foi o chamado "desentendimento de jogo", devendo as duas partes chegarem a reconsiderações, mediadas pela diretoria. O Clube não está em condições de abrir mão de um lateral capaz de fazer um gol digno de ocupantes da posição no selecionado brasileiro, e que apresenta bom rendimento em quase todas as partidas.
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O novo grupo de sócios e conselheiros, ao qual me somo, recentemente ganhou nome, por votação dos integrantes: o DNA Colorado elabora propostas importantes para a Instituição e se mune de dados sistematizados por grandes estudiosos do marketing esportivo do país.
Acima de tudo, trata-se de um coletivo aberto ao diálogo com todas as correntes de opinião que enriquecem a vida política do Internacional, sempre visando a um futebol vitorioso em um clube administrado com democracia, transparência e profissionalismo.
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Fui mal até agora nos prognósticos deste período. Não mais do que três acertos em 11 previsões. De qualquer maneira, aí vai outra: Estados Unidos 0 X 3 Brasil. Penso que a vitória contra a Dinamarca mostrou que Mano Menezes está próximo de encontrar a Seleção Olímpica Ideal. Um novo triunfo constituirá mais um sinal positivo neste processo.
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Esta postagem já estava completa quando verifiquei que me confundi quanto à tabela do Atlético-PR na segundona. Meu prognóstico de goleada de 3X0 para o Furacão vale para o duelo contra o Barueri, e não o Ipatinga.
Um possível erro de Dorival Jr. e palpites
In Flamengo, In Internacional, In Seleção Brasileira25 de mai. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Penso que Dorival Jr. comete um erro ao optar por uma escalação mais defensiva contra o Flamengo, no Rio de Janeiro. Com Josimar, Elton e Guiñazu, três volantes, o Internacional vai desenhado em um esquema 4-2-3-1 (alguns analistas consideraram que a tática não se alterou diante do Coritiba, ficando Dagoberto apenas um pouco mais livre), que deixará Dátolo e "Dagol" isolados de Gilberto, com uma forte tendência de atrair o adversário para fortíssima pressão.
Porque os cariocas precisam de uma vitória para espantar uma crise mais forte. Espero estar enganado, mas Muriel, provavelmente, vai ter um trabalho danado neste sábado e será um dos destaques da segunda rodada do Brasileirão. É pouco provável que o Inter sustente posse de bola e qualidade na articulação com esta escolha do treinador. Utilizando-se o menino Fred, o enfrentamento poderia se dar de outro modo. Ele ficará como alternativa no banco.
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O novo grupo de sócios e conselheiros do qual participo já recebeu nome: DNA Colorado. Sobre isso escreverei na próxima semana.
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Fui bem nos prognósticos sobre quem passaria às semifinais da Copa Libertadores, embora o Santos e especialmente "La U" tenham tido mais trabalho do que se esperava. Então, vamos ver se acerto a maioria dos palpites para a jornada deste sábado e do grande domingo, com alguns ótimos embates.
Portuguesa 2 X 1 Vasco da Gama. A Lusa, que surpreendeu o Palmeiras, pode repetir a dose contra o clube de São Januário.
Flamengo 0 X 0 Internacional. Confio numa atuação fantástica do goleiro do Campeão de Tudo que interessa.
Atlético-GO 1 X 2 Ponte Preta. A macaca foi prejudicada pela arbitragem, quando enfrentou o Galo Mineiro. Creio que se dará bem no Estádio Serra Dourada.
Náutico 1 X 3 Cruzeiro. Paulo Tinga vai estrear com um triunfo em Pernambuco.
São Paulo 3 X 1 Bahia. O técnico Paulo Roberto Falcão deve exigir reforços com urgência, pelo que se viu da equipe da Boa Terra diante do Grêmio, pela Copa do Brasil. Do contrário, uma nova queda para a Série B constitui, sim, alto risco.
Santos 4 X 1 Sport Recife. O Peixe conseguirá voltar o foco para o Campeonato Nacional, já que as semifinais do torneio continental estão relativamente distantes.
Grêmio 1 X 1 Palmeiras. Uma prévia do equilíbrio que haverá na próxima fase da CB.
Atlético-MG 2 X 2 Corinthians. Outro empate, pois os paulistas ainda estarão com o jogo de fortíssimas emoções contra o Vasco, pela Taça Libertadores, na cabeça.
Coritiba 2 X 1 Botafogo. A terceira ou quarta partida interessantíssima. O Coxa Branca vai ganhar no detalhe.
Fluminense 2 X 0 Figueirense. O competente comandante Abel Braga não deixará o moral dos atletas permanecer baixo, após a eliminação pelo Boca Jrs. no torneio mais importante da América do Sul.
Dinamarca 1 X 2 Brasil. Leandro Damião comparecerá no placar.
Atlético-PR 3 X 0 Ipatinga. Depois de me desmentir na estreia na segunda divisão, o Furacão conseguirá outra goleada.
A goleada e cuidados contra a altitude
In Flamengo, In Internacional, In Olímpia, In The Strongest16 de mar. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
O Internacional goleou sem se esforçar muito o The Strongest, da Bolívia. Tanto assim que, após fazer dois gols bem cedo na partida, passou a tocar a bola pra lá, pra cá e pra trás, até irritando a torcida presente no Beira-Rio. Criou, além das jogadas dos tentos, não mais do que três oportunidades. Foi o suficiente para alcançar o melhor saldo e a liderança na Chave 1 da Copa Libertadores 2012.
Paulo Tinga e Guiñazu, de volantes, deram boa dinâmica ao meio-de-campo, mas é necessário considerar a fraqueza do adversário, comparável à boa parte das equipes que disputam o Gauchão. Como venceu o Santos nas alturas (que ontem, fora de casa, virou com naturalidade contra o Juan Aurich, deixando o conjunto peruano praticamente fora da briga), ficou comprovado que o maior "craque" do conjunto só pode ser a altitude. Contra oponentes mais qualificados, ainda vejo o sistema defensivo colorado frágil, sem uma zaga mais qualificada e um centromédio de ofício, com maior poder de marcação.
O Peixe e o Inter vão se classificar no grupo. Resta saber quais as colocações. Espera-se que o imbroglio com a Andrade Gutierrez acabe logo, ficando viáveis as reformas no Gigante, de modo que o foco se volte inteiramente para o torneio continental. Com Oscar se movimentando inteligentemente, Dagoberto crescendo e Leandro Damião retomando média sólida de gols, alguma esperança de boa campanha se torna possível, na hipótese de reforços chegarem a partir das oitavas de final. Dátolo, aliás, demonstrou que pode dar melhor contribuição para o Time do que o próprio D´Alessandro!
- X -
Os médicos do Internacional entenderam que o melhor para enfrentar a altitude da terra de Evo Morales é chegar poucas horas antes da partida contra o Strongest lá, de modo que o fator não produza efeitos durante a primeira hora do embate. Tomara que dê certo. O Juventude tomou estes cuidados, na única Taça Libertadores que disputou, e foi goleado naquelas bandas, dando depois o troco em Caxias do Sul. Por falar no Ju, amanhã haverá mistão contra ele em Porto Alegre. Dorival Jr. age corretamente, pois o Gauchão tem que se situar em plano secundário.
O que aconteceu ontem entre Flamengo e Olímpia (um duelo parecidíssimo com Internacional X Santos no Returno do Brasileirão 2011, inclusive, por um gol mal anulado aparentemente e um lance duvidoso de pênalti que beneficiariam a equipe que chegou aos 3X0) no Engenhão mostra que não se deve subestimar nenhum adversário na competição de maior importância das Américas.
O Internacional goleou sem se esforçar muito o The Strongest, da Bolívia. Tanto assim que, após fazer dois gols bem cedo na partida, passou a tocar a bola pra lá, pra cá e pra trás, até irritando a torcida presente no Beira-Rio. Criou, além das jogadas dos tentos, não mais do que três oportunidades. Foi o suficiente para alcançar o melhor saldo e a liderança na Chave 1 da Copa Libertadores 2012.
Paulo Tinga e Guiñazu, de volantes, deram boa dinâmica ao meio-de-campo, mas é necessário considerar a fraqueza do adversário, comparável à boa parte das equipes que disputam o Gauchão. Como venceu o Santos nas alturas (que ontem, fora de casa, virou com naturalidade contra o Juan Aurich, deixando o conjunto peruano praticamente fora da briga), ficou comprovado que o maior "craque" do conjunto só pode ser a altitude. Contra oponentes mais qualificados, ainda vejo o sistema defensivo colorado frágil, sem uma zaga mais qualificada e um centromédio de ofício, com maior poder de marcação.
O Peixe e o Inter vão se classificar no grupo. Resta saber quais as colocações. Espera-se que o imbroglio com a Andrade Gutierrez acabe logo, ficando viáveis as reformas no Gigante, de modo que o foco se volte inteiramente para o torneio continental. Com Oscar se movimentando inteligentemente, Dagoberto crescendo e Leandro Damião retomando média sólida de gols, alguma esperança de boa campanha se torna possível, na hipótese de reforços chegarem a partir das oitavas de final. Dátolo, aliás, demonstrou que pode dar melhor contribuição para o Time do que o próprio D´Alessandro!
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Os médicos do Internacional entenderam que o melhor para enfrentar a altitude da terra de Evo Morales é chegar poucas horas antes da partida contra o Strongest lá, de modo que o fator não produza efeitos durante a primeira hora do embate. Tomara que dê certo. O Juventude tomou estes cuidados, na única Taça Libertadores que disputou, e foi goleado naquelas bandas, dando depois o troco em Caxias do Sul. Por falar no Ju, amanhã haverá mistão contra ele em Porto Alegre. Dorival Jr. age corretamente, pois o Gauchão tem que se situar em plano secundário.
O que aconteceu ontem entre Flamengo e Olímpia (um duelo parecidíssimo com Internacional X Santos no Returno do Brasileirão 2011, inclusive, por um gol mal anulado aparentemente e um lance duvidoso de pênalti que beneficiariam a equipe que chegou aos 3X0) no Engenhão mostra que não se deve subestimar nenhum adversário na competição de maior importância das Américas.
A vitória clássica e as decisões de D´Ale e Dorival
In Flamengo, In Internacional, In Once Caldas (COL), In Real Potosí, In Veranópolis30 de jan. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Como já me encontro em merecidíssimas férias, estou antecipando a postagem do começo da semana. Gostei do futebol apresentado pelos reservas do Internacional, sábado contra o Veranópolis, especialmente, no primeiro tempo. Elton aprovou como lateral direito (ele que pode substituir Nei na Colômbia, o qual se machucou nesta segunda-feira em treiamento), e até marcou um gol. O menino Romário teve azar, falhando e "entregando" o tento de honra da equipe da serra. Dalton, até se lesionar gravemente, superou em segurança o jovem da Seleção Brasileira Sub-20. Com o cansaço do Colorado, o adversário teve mais posse de bola e perdeu chances na segunda etapa.
Acima de tudo, Paulo Tinga dinamizou o meio-de-campo. Deu o ritmo como na melhor fase que viveu no Inter, raramente errando passes. Lógico, é preciso descontar certa fragilidade do oponente, no nível médio do Campeonato Gaúcho. Por este motivo, considero temerária a escolha de Dorival Jr. para substituir o atacante Dagoberto, pois, ao que tudo indica, ele não vai se recuperar de um problema no tornozelo até a partida de volta da Pré-Libertadores. Por que ressuscitar o esquema 4-5-1?
Com Tinga no lugar de Dago, a única vantagem que o Internacional poderá conseguir é maior poder de contenção, pelo lado direito da defesa. O controle, um ritmo melhor dosado, das ações não consistiria em outra? Talvez, mas e se o Once Caldas largar na frente? O Colorado necessita de um ou dois gols para fazer valer o placar magro de um único tento aqui. Então, com Jô ou preferencialmente Gilberto, se este se encontrar em condições, penso que o Time ficaria mais agressivo, sem correr o risco de isolar Leandro Damião, e apto a perturbar o Once Caldas, inclusive, porque - segundo declaram especialistas - a altitude na cidade do campeão da América de 2004 influencia pouco o rendimento.
- X -
A decisão de D´Alessandro, por outro lado, veio ao encontro de informação que eu havia recebido, e divulguei neste espaço. A família, o carinho da torcida e, acima de tudo, o esforço do Inter para elevar o já altíssimo salário do argentino pesaram mais do que a tentadora oferta chinesa. A curto prazo, a iniciativa do Clube fortalece o conjunto que buscará vaga no torneio continental propriamente dito. O presidente Giovanni Luigi teria utilizado, igualmente, o argumento de que se esgotariam, para o camisa 10, quaisquer perspectivas de marcar presença em alto nível no cenário futebolístico mundial, implicitamente, colocando em pauta a hipótese (remota) do gringo vestir o uniforme da Argentina, em 2014. Entretanto, não sei se o investimento se justificará. Tendo a avaliar que não.
Espero estar enganado! Quanto aos resultados de Flamengo e Internacional na competição que mais lhes interessam neste semestre, até que fui feliz nos prognósticos. O Colorado obteve um escore melhor do que eu havia vislumbrado, e o rubro-negro carioca (que segue com ambiente conturbado) um pouco pior. Vamos aos palpites, acreditando que os dois brasileiros se classificarão para a fase de grupos da Copa Libertadores da América.
Flamengo 4 X 1 Real Potosí. Se o Mengão não passar, a explicação provável será a vontade de pelo menos um grupo de atletas de derrubar o treinador "Luxa".
Once Caldas 2 X 2 Internacional. Há algum tempo, o Colorado não empata. Um escore de igualdade quarta-feira, evidentemente, merecerá comemorações.
Como já me encontro em merecidíssimas férias, estou antecipando a postagem do começo da semana. Gostei do futebol apresentado pelos reservas do Internacional, sábado contra o Veranópolis, especialmente, no primeiro tempo. Elton aprovou como lateral direito (ele que pode substituir Nei na Colômbia, o qual se machucou nesta segunda-feira em treiamento), e até marcou um gol. O menino Romário teve azar, falhando e "entregando" o tento de honra da equipe da serra. Dalton, até se lesionar gravemente, superou em segurança o jovem da Seleção Brasileira Sub-20. Com o cansaço do Colorado, o adversário teve mais posse de bola e perdeu chances na segunda etapa.
Acima de tudo, Paulo Tinga dinamizou o meio-de-campo. Deu o ritmo como na melhor fase que viveu no Inter, raramente errando passes. Lógico, é preciso descontar certa fragilidade do oponente, no nível médio do Campeonato Gaúcho. Por este motivo, considero temerária a escolha de Dorival Jr. para substituir o atacante Dagoberto, pois, ao que tudo indica, ele não vai se recuperar de um problema no tornozelo até a partida de volta da Pré-Libertadores. Por que ressuscitar o esquema 4-5-1?
Com Tinga no lugar de Dago, a única vantagem que o Internacional poderá conseguir é maior poder de contenção, pelo lado direito da defesa. O controle, um ritmo melhor dosado, das ações não consistiria em outra? Talvez, mas e se o Once Caldas largar na frente? O Colorado necessita de um ou dois gols para fazer valer o placar magro de um único tento aqui. Então, com Jô ou preferencialmente Gilberto, se este se encontrar em condições, penso que o Time ficaria mais agressivo, sem correr o risco de isolar Leandro Damião, e apto a perturbar o Once Caldas, inclusive, porque - segundo declaram especialistas - a altitude na cidade do campeão da América de 2004 influencia pouco o rendimento.
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A decisão de D´Alessandro, por outro lado, veio ao encontro de informação que eu havia recebido, e divulguei neste espaço. A família, o carinho da torcida e, acima de tudo, o esforço do Inter para elevar o já altíssimo salário do argentino pesaram mais do que a tentadora oferta chinesa. A curto prazo, a iniciativa do Clube fortalece o conjunto que buscará vaga no torneio continental propriamente dito. O presidente Giovanni Luigi teria utilizado, igualmente, o argumento de que se esgotariam, para o camisa 10, quaisquer perspectivas de marcar presença em alto nível no cenário futebolístico mundial, implicitamente, colocando em pauta a hipótese (remota) do gringo vestir o uniforme da Argentina, em 2014. Entretanto, não sei se o investimento se justificará. Tendo a avaliar que não.
Espero estar enganado! Quanto aos resultados de Flamengo e Internacional na competição que mais lhes interessam neste semestre, até que fui feliz nos prognósticos. O Colorado obteve um escore melhor do que eu havia vislumbrado, e o rubro-negro carioca (que segue com ambiente conturbado) um pouco pior. Vamos aos palpites, acreditando que os dois brasileiros se classificarão para a fase de grupos da Copa Libertadores da América.
Flamengo 4 X 1 Real Potosí. Se o Mengão não passar, a explicação provável será a vontade de pelo menos um grupo de atletas de derrubar o treinador "Luxa".
Once Caldas 2 X 2 Internacional. Há algum tempo, o Colorado não empata. Um escore de igualdade quarta-feira, evidentemente, merecerá comemorações.
A derrota em Santa Cruz e o grande jogo pela Pré-Libertadores
In Avenida, In Flamengo, In Internacional, In Once Caldas (COL), In Real Potosí24 de jan. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
A derrota, inédita, para o Avenida em Santa Cruz, mostrou que os reservas do Internacional ainda carecem de melhor preparo físico e que alguns jogadores do time sub-23 ainda precisam amadurecer. Já no primeiro tempo, quando a arbitragem incrivelmente não viu um pênalti de Bolívar, desenhava-se um resultado insatisfatório, pois o segundo gol aconteceu exatamente após o juiz ignorar o puxão de camiseta praticado pelo "General" de 2010.
É verdade que na etapa derradeira da partida também não percebeu que um atleta da equipe interiorana chutou mais Gilberto do que a bola dentro de sua área, e compensou parcialmente o erro. O conjunto bem orientado por Gilmar Iser explorou o lado direito de defesa do Colorado, e por ali chegou à virada. Nada para se desesperar, no pouco interessante Gauchão, que faz com que o Beira-Rio vire palco de confrontos inexpressivos quinta e sábado, após o grande jogo contra o Once Caldas, nesta quarta-feira pela Pré-Libertadores.
O campeão da América de 2004, se realmente atuar com estratégia ofensiva, será um adversário terrível para o Inter. Hoje, minha esperança aumentou um pouquinho. Uma fonte confiável me disse que D´Alessandro "dá a pinta" de que pensa em ficar, recusando a proposta dos chineses, e está focado no maior compromisso futebolístico da semana. Haverá motivos para um desfecho inesperado deste caso?
É razoável supor que o gringo compreenda que, se for para o Oriente, enriquecerá, mas perderá qualquer chance de voltar à Seleção Argentina. A oportunidade para a Copa 2014 pode aparecer se jogar tudo que sabe no Brasil. A opinião dos familiares, certamente, será levada em conta pelo meio-campista. Enfim, vamos aos prognósticos para a Pré-Libertadores.
Internacional 2 X 1 Once Caldas. Vou confiar em uma vitória choradíssima, que não dará tranqüilidade para o embate de volta.
Real Potosí 3 X 2 Flamengo. Não tenho dúvidas de que o Mengão se classificará, revertendo o escore no Rio de Janeiro. Meu palpite aponta derrota do "mais querido" na Bolívia apenas porque a crise no clube carioca parece ser de grandes proporções.
A derrota, inédita, para o Avenida em Santa Cruz, mostrou que os reservas do Internacional ainda carecem de melhor preparo físico e que alguns jogadores do time sub-23 ainda precisam amadurecer. Já no primeiro tempo, quando a arbitragem incrivelmente não viu um pênalti de Bolívar, desenhava-se um resultado insatisfatório, pois o segundo gol aconteceu exatamente após o juiz ignorar o puxão de camiseta praticado pelo "General" de 2010.
É verdade que na etapa derradeira da partida também não percebeu que um atleta da equipe interiorana chutou mais Gilberto do que a bola dentro de sua área, e compensou parcialmente o erro. O conjunto bem orientado por Gilmar Iser explorou o lado direito de defesa do Colorado, e por ali chegou à virada. Nada para se desesperar, no pouco interessante Gauchão, que faz com que o Beira-Rio vire palco de confrontos inexpressivos quinta e sábado, após o grande jogo contra o Once Caldas, nesta quarta-feira pela Pré-Libertadores.
O campeão da América de 2004, se realmente atuar com estratégia ofensiva, será um adversário terrível para o Inter. Hoje, minha esperança aumentou um pouquinho. Uma fonte confiável me disse que D´Alessandro "dá a pinta" de que pensa em ficar, recusando a proposta dos chineses, e está focado no maior compromisso futebolístico da semana. Haverá motivos para um desfecho inesperado deste caso?
É razoável supor que o gringo compreenda que, se for para o Oriente, enriquecerá, mas perderá qualquer chance de voltar à Seleção Argentina. A oportunidade para a Copa 2014 pode aparecer se jogar tudo que sabe no Brasil. A opinião dos familiares, certamente, será levada em conta pelo meio-campista. Enfim, vamos aos prognósticos para a Pré-Libertadores.
Internacional 2 X 1 Once Caldas. Vou confiar em uma vitória choradíssima, que não dará tranqüilidade para o embate de volta.
Real Potosí 3 X 2 Flamengo. Não tenho dúvidas de que o Mengão se classificará, revertendo o escore no Rio de Janeiro. Meu palpite aponta derrota do "mais querido" na Bolívia apenas porque a crise no clube carioca parece ser de grandes proporções.
O Ranking por títulos desde 1948
In Corinthians, In Cruzeiro, In Flamengo, In Grêmio, In Internacional, In Palmeiras, In Santos, In São Paulo10 de jan. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Lembro rapidamente as pontuações definidas para os títulos em textos anteriores.
30 Pontos - Copa Libertadores da América./ Mundial/ Intercontinental com duas vitórias, sem pênaltis.
27 Pontos - Mundial/Intercontinental com um jogo isolado, e vitória sem precisar das penalidades (Desde 2005, este nível ficou obviamente "extinto").
25 Pontos - Copa Mundial de Clubes com uma vitória em tempo normal ou prorrogação e um triunfo nos pênaltis.
22 Pontos - O Título do Torneio Mundial de 2000 (Fundamento matemático: o aproveitamento do Campeão Corinthians, com duas vitórias, um empate e um triunfo nos pênaltis, na final).
16 Pontos - Torneio Sul-Americano de 1948 (O que o Vasco realmente conquistou, pelos critérios atuais. Observe-se que a diferença em relação à Taça Libertadores é inferior ao que resultava do ranking antigo da Conmebol....)./ Campeonato Nacional desde 1968./ Copa João Havelange (2.000).
15 Pontos - Robertão de 1967.
12 Pontos - Torneio dos Campeões Intercontinentais/ Mundiais + Recopa Intercontinental de 1968-69./ Copa Rio./
10 Pontos - Competições Continentais Secundárias.
6 Pontos - Torneios Nacionais.
5 Pontos - Copa Sul-Minas./ Torneio Rio-São Paulo e competições equivalentes, em quantidades de adversários fortes participantes./
4 Pontos - Copa Nordeste (Até 2002..... voltará a ser computada nesta temporada)./ Copa Sul./ Seletiva de 1999 para a Copa Libertadores da América 2000.
3 Pontos - Tricampeonato nas competições interestaduais das regiões centro-oeste e norte.
2 Pontos - Embrião da Copa Nordeste (1966)./ Copa Ouro./ Copa Master Conmebol./ Recopa./
Eis como fica a Classificação Histórica.
1. São Paulo - 391 Pontos
2. Santos - 276 Pontos
3. Palmeiras - 191 Pontos
4. Flamengo - 188 Pontos (Único que não tem a pontuação alterada entre os 12 maiores, e, ainda assim, sobe para o quarto lugar.)
5. Internacional - 163 Pontos
6. Grêmio - 149 Pontos
7. Cruzeiro - 144 Pontos
8. Corinthians - 140 Pontos
9. Vasco da Gama - 136 Pontos
10. Fluminense - 76 Pontos
11. Botafogo-RJ - 47 Pontos
12. Atlético-MG - 36 Pontos
13. Bahia - 30 Pontos
14. Atlético-PR - 20 Pontos
15. Guarani - 16 Pontos (Aproveitamento superior ao do Coritiba campeão nacional em 1985.)
16. Coritiba - 16 Pontos
17. Sport Recife - 14 Pontos
18. Portuguesa-SP - 10 Pontos
19. Vitória-BA - 8 Pontos
20. Criciúma - 6 Pontos
As demais posições em relação ao ranking que inclui conquistas e grandes campanhas não se alteram, até o último colocado, no trigésimo lugar, o Náutico, com dois pontos, pelo torneio dos campeões do Nordeste, valorizado porque em 1966 o Bahia já tinha um título nacional.
Se fôssemos comparar com os países, a classificação histórica da postagem anterior poderia ser avaliada como o PIB acumulado. Quando se fala de títulos, talvez fosse pertinente pensar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), aquilo que realmente importa para as sociedades, no caso, as torcidas.
- X -
Agradeço aos dois leitores que fizeram comentários sobre o primeiro artigo que escrevi acerca desta questão. Para André Bastos, especialmente, gostaria de esclarecer que considero a Taça Brasil restrita porque somente permitia a participação dos campeões estaduais. Isso limitava a presença de clubes fortes. O Internacional, por exemplo, disputou apenas uma edição. Corinthians e São Paulo nenhuma. Será que se houvesse abertura, por exemplo, para os vices dos regionais, (como na sua legítima sucessora, a copa de mesmo nome, disputada a partir de 1989!) o Fortaleza, com todo o respeito ao tricolor cearense, chegaria duas vezes à decisão?
Enfim, asseguro que não há nenhuma pretensão de defender esta análise como portadora da verdade absoluta. Ela simplesmente expressa uma visão sobre 74 anos de conquistas do nosso futebol.
Lembro rapidamente as pontuações definidas para os títulos em textos anteriores.
30 Pontos - Copa Libertadores da América./ Mundial/ Intercontinental com duas vitórias, sem pênaltis.
27 Pontos - Mundial/Intercontinental com um jogo isolado, e vitória sem precisar das penalidades (Desde 2005, este nível ficou obviamente "extinto").
25 Pontos - Copa Mundial de Clubes com uma vitória em tempo normal ou prorrogação e um triunfo nos pênaltis.
22 Pontos - O Título do Torneio Mundial de 2000 (Fundamento matemático: o aproveitamento do Campeão Corinthians, com duas vitórias, um empate e um triunfo nos pênaltis, na final).
16 Pontos - Torneio Sul-Americano de 1948 (O que o Vasco realmente conquistou, pelos critérios atuais. Observe-se que a diferença em relação à Taça Libertadores é inferior ao que resultava do ranking antigo da Conmebol....)./ Campeonato Nacional desde 1968./ Copa João Havelange (2.000).
15 Pontos - Robertão de 1967.
12 Pontos - Torneio dos Campeões Intercontinentais/ Mundiais + Recopa Intercontinental de 1968-69./ Copa Rio./
10 Pontos - Competições Continentais Secundárias.
6 Pontos - Torneios Nacionais.
5 Pontos - Copa Sul-Minas./ Torneio Rio-São Paulo e competições equivalentes, em quantidades de adversários fortes participantes./
4 Pontos - Copa Nordeste (Até 2002..... voltará a ser computada nesta temporada)./ Copa Sul./ Seletiva de 1999 para a Copa Libertadores da América 2000.
3 Pontos - Tricampeonato nas competições interestaduais das regiões centro-oeste e norte.
2 Pontos - Embrião da Copa Nordeste (1966)./ Copa Ouro./ Copa Master Conmebol./ Recopa./
Eis como fica a Classificação Histórica.
1. São Paulo - 391 Pontos
2. Santos - 276 Pontos
3. Palmeiras - 191 Pontos
4. Flamengo - 188 Pontos (Único que não tem a pontuação alterada entre os 12 maiores, e, ainda assim, sobe para o quarto lugar.)
5. Internacional - 163 Pontos
6. Grêmio - 149 Pontos
7. Cruzeiro - 144 Pontos
8. Corinthians - 140 Pontos
9. Vasco da Gama - 136 Pontos
10. Fluminense - 76 Pontos
11. Botafogo-RJ - 47 Pontos
12. Atlético-MG - 36 Pontos
13. Bahia - 30 Pontos
14. Atlético-PR - 20 Pontos
15. Guarani - 16 Pontos (Aproveitamento superior ao do Coritiba campeão nacional em 1985.)
16. Coritiba - 16 Pontos
17. Sport Recife - 14 Pontos
18. Portuguesa-SP - 10 Pontos
19. Vitória-BA - 8 Pontos
20. Criciúma - 6 Pontos
As demais posições em relação ao ranking que inclui conquistas e grandes campanhas não se alteram, até o último colocado, no trigésimo lugar, o Náutico, com dois pontos, pelo torneio dos campeões do Nordeste, valorizado porque em 1966 o Bahia já tinha um título nacional.
Se fôssemos comparar com os países, a classificação histórica da postagem anterior poderia ser avaliada como o PIB acumulado. Quando se fala de títulos, talvez fosse pertinente pensar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), aquilo que realmente importa para as sociedades, no caso, as torcidas.
- X -
Agradeço aos dois leitores que fizeram comentários sobre o primeiro artigo que escrevi acerca desta questão. Para André Bastos, especialmente, gostaria de esclarecer que considero a Taça Brasil restrita porque somente permitia a participação dos campeões estaduais. Isso limitava a presença de clubes fortes. O Internacional, por exemplo, disputou apenas uma edição. Corinthians e São Paulo nenhuma. Será que se houvesse abertura, por exemplo, para os vices dos regionais, (como na sua legítima sucessora, a copa de mesmo nome, disputada a partir de 1989!) o Fortaleza, com todo o respeito ao tricolor cearense, chegaria duas vezes à decisão?
Enfim, asseguro que não há nenhuma pretensão de defender esta análise como portadora da verdade absoluta. Ela simplesmente expressa uma visão sobre 74 anos de conquistas do nosso futebol.
Rankings: a disputa pós-Copa Libertadores da América e os vices
In Chivas Guadalajara, In Corinthians, In Flamengo, In Grêmio, In Internacional, In Santos, In São Paulo, In Vasco3 de jan. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Encaminho o encerramento da série de postagens sobre a problemática dos rankings, comentando a disputa pós-Copa Libertadores da América, da maneira mais distanciada possível. Sempre houve algo de caráter mundial? A FIFA está certa ao chamar de Taça Intercontinental o que havia antes da atual copa que ela organiza? A questão é mais complexa do que os mais variados formadores de opinião na crônica esportiva brasileira querem fazer crer.
Comecemos lá no início dos anos 60. Sim, não houve - até tempos recentes ao menos - nada igual em qualidade ao Santos de Pelé, no planeta. Ele só jogou contra o campeão europeu, numa fórmula "cá e lá", ou "lá e cá". Entretanto, naquele período, a única coisa parecida com um torneio continental fora do velho continente e da América do Sul aconteceu na zona da Concacaf em 1962, sendo vencida pelo Chivas Guadalajara. Há que observar, no entanto, que na Copa do Chile a Seleção Mexicana (que tinha exatamente uma maioria de atletas daquele clube) venceu a vice Tchecoeslováquia. Em 1966, na Inglaterra, os astecas empataram com o Uruguai, e a Coréia do Norte ganhou da Itália, bem como chegou a estar goleando Portugal, antes de sofrer uma incrível virada por 5X3. A Ásia, no entanto, já na segunda metade da década, estava mais atrasada em relação às Américas do Norte e Central, assim como na comparação com a África. Nestas áreas, já ocorriam disputas continentais entre as agremiações.
Passando para os anos 70, o México, na copa que sediou, derrotou a Bélgica e empatou com a União Soviética (erros de arbitragem nas duas partidas podem ter trocado os resultados, mas isso não altera substancialmente o raciocínio...). Porém, ao longo daquele decênio, é difícil acreditar em um número razoável de clubes com potencial significativo de competitividade fora das regiões tradicionais do futebol. O panorama se altera claramente a partir de 1979, aproximadamente, um pouco antes da Copa da Espanha. Nesta competição, a Argélia vence Alemanha e Chile, não indo adiante da primeira fase em virtude de um resultado criminosamente arranjado entre a primeira e a Áustria. Além disso, Camarões empata todos os seus embates, inclusive, contra a Campeã Itália. De quem eram os campeões do torneio de clubes da África, na época? Exatamente desses países (Canon Yanoundé, JS Kabile....), além do tradicional Asante Kotoko, de Gana, que se dava bem nos torneios de seleções africanas, e do egípcio Al-Ahly. O México vai se recuperar esportivamente, de forma parcial, por sediar outra vez uma copa, em 1986. Na base, agremiações que tinham sido campeãs da Concacaf: UNAM Pumas e América.
Não é absurdo argumentar, portanto, que se a FIFA organizasse torneios de clubes semelhantes ao atual já naquele momento, poderiam acontecer surpresas. Entretanto, precisar uma relação ideal entre a Taça Intercontinental/ Hipotética Copa Mundial seria extremamente difícil. Razão pela qual, penso que o mais justo consistiria em uma pontuação variada conforme o número de vitórias e de partidas. Se aceitamos a premissa que a Copa Mundial de Clube dobra o valor da Copa Libertadores, poderíamos atribuir 15 pontos por vitória (uma vez que apresentamos a conclusão de que o torneio continental vale 30....), totalizando três dezenas de pontos para o que São Paulo e Internacional arrebataram no Século XXI, no Japão. Se a edição experimental de 2000 merece o mesmo valor, quem sabe, 6 pontos para os dois triunfos do Corinthians na primeira fase, dois pro empate com o Real Madrid, e 12 para a decisão, sendo que como ganhou nos pênaltis, cabem 2/3 dos tentos, ou seja, oito. Portanto, 22/30, algo até um pouco superior ao aproveitamento real dos paulistas (8/12....). Para o vice Vasco, tudo igual, com três pontos pela vitória contra o campeão semiprofissional da Oceania e um somente pela derrota nos pênaltis. Ah! O Cruzeiro em 1976 pode ficar com cinco pontos, pelo empate contra o poderoso Bayern München, no Mineirão. Um terço do correspondente à vitória. O Peixe também se beneficia com suas quatro históricas vitórias diante de Benfica e Milan, em 1962 e 1963, faturando, na soma dos torneios dos campeões sul-americanos e aquelas disputas, 120 pontos.
E Flamengo, Grêmio e São Paulo, em suas conquistas, que representaram sem dúvida nenhuma o máximo futebolisticamente naqueles anos, ficam com o que efetivamente conseguiram a menos, se atribuirmos 27 pontos a cada um dos triunfos de 1981, 1983, 1992 e 1993. O tricolor gaúcho também ganha dois pontos por só ter perdido a disputa para o baita adversário que era o Ajax nos pênaltis. Na comparação com São Paulo e Internacional da primeira década deste século, alcançam 95% das pontuações dos campeões de 2005 e 2006. Justiça, também, porque o número de partidas na Taça Libertadores era menor.
- X -
O caso dos vices nas competições principais é mais complicado, e, ao mesmo tempo, mais simples. No Mundial, não há dúvidas: se o vice passa apenas pelo outro semifinalista (caso do Santos em 2011), obtém uma vitória, e 15 pontos, 50% do que fatura o campeão. Acredito que o terceiro também mereceria pontuação, na hipótese da entidade maior do futebol ampliar o número de participantes para oito, incorporando, por exemplo, os vices da Taça Libertadores e da Liga dos Campeões da Europa. Se não for com bola andando a classificação para a final, pensemos em 10 tentos para eventual triunfo nos pênaltis. Nenhum, se o time fracassar como o Inter, em 2010.
Para a Copa Libertadores e o Brasileirão, investiguei o que resultaria se atribuíssemos um percentual próximo do que realmente cada vice conquistou, na relação com o campeão. Por exemplo, o Cruzeiro, campeão nacional em 2003, alcançou 100 pontos, e o vice Santos 87. Portanto, se o Brasileirão vale 16, a relação mais próxima de 87/100 é 14/16.
Um exercício interessante, não? Para aumentar o grau de precisão, e atenuar os prejuízos do formulismo, atribuí, quando os terceiros fizeram mais pontos do que os segundos (algo comum entre 1972 e 1986....), a mesma pontuação. Caso do Grêmio em relação ao Vasco da Gama, em 1984. Se o time fez menos de 50%, e chegou na final apenas pelo formato um tanto esdrúxulo da competição, caso do Colorado em 1987, ou do Vitória em 1993, estabeleci como valor a metade dos pontos: 8/16, beneficiando também os terceiros. Quando alguém depois dos dois melhores chegar à mesma pontuação que o segundo na era dos pontos corridos, o critério igualmente valerá.
Na Taça Libertadores, idem. Se o Chivas Guadalajara, que entrou diretamente nas oitavas de final em 2010, fosse brasileiro, ganharia 15 tentos. Logo, o São Paulo, que terminou em terceiro e logrou mais pontos do que os mexicanos naquela competição, fica também com 15. Para um maior equilíbrio, todos os vices que foram campeões anteriormente, e só entraram na segunda fase (como determinava a Conmebol, antes....), só receberam a metade, igualmente. No caso do Grêmio, em 2007, que teve um aproveitamento inferior a 50% (sempre pelos parâmetros atuais....), outra vez vale o princípio de que merece somente a metade da pontuação do vencedor da Copa Libertadores naquela temporada, o Boca Jrs.
O resultado desta simulação não ficou demasiadamente longe de outras, com diferentes critérios. Confiram na próxima postagem!
Encaminho o encerramento da série de postagens sobre a problemática dos rankings, comentando a disputa pós-Copa Libertadores da América, da maneira mais distanciada possível. Sempre houve algo de caráter mundial? A FIFA está certa ao chamar de Taça Intercontinental o que havia antes da atual copa que ela organiza? A questão é mais complexa do que os mais variados formadores de opinião na crônica esportiva brasileira querem fazer crer.
Comecemos lá no início dos anos 60. Sim, não houve - até tempos recentes ao menos - nada igual em qualidade ao Santos de Pelé, no planeta. Ele só jogou contra o campeão europeu, numa fórmula "cá e lá", ou "lá e cá". Entretanto, naquele período, a única coisa parecida com um torneio continental fora do velho continente e da América do Sul aconteceu na zona da Concacaf em 1962, sendo vencida pelo Chivas Guadalajara. Há que observar, no entanto, que na Copa do Chile a Seleção Mexicana (que tinha exatamente uma maioria de atletas daquele clube) venceu a vice Tchecoeslováquia. Em 1966, na Inglaterra, os astecas empataram com o Uruguai, e a Coréia do Norte ganhou da Itália, bem como chegou a estar goleando Portugal, antes de sofrer uma incrível virada por 5X3. A Ásia, no entanto, já na segunda metade da década, estava mais atrasada em relação às Américas do Norte e Central, assim como na comparação com a África. Nestas áreas, já ocorriam disputas continentais entre as agremiações.
Passando para os anos 70, o México, na copa que sediou, derrotou a Bélgica e empatou com a União Soviética (erros de arbitragem nas duas partidas podem ter trocado os resultados, mas isso não altera substancialmente o raciocínio...). Porém, ao longo daquele decênio, é difícil acreditar em um número razoável de clubes com potencial significativo de competitividade fora das regiões tradicionais do futebol. O panorama se altera claramente a partir de 1979, aproximadamente, um pouco antes da Copa da Espanha. Nesta competição, a Argélia vence Alemanha e Chile, não indo adiante da primeira fase em virtude de um resultado criminosamente arranjado entre a primeira e a Áustria. Além disso, Camarões empata todos os seus embates, inclusive, contra a Campeã Itália. De quem eram os campeões do torneio de clubes da África, na época? Exatamente desses países (Canon Yanoundé, JS Kabile....), além do tradicional Asante Kotoko, de Gana, que se dava bem nos torneios de seleções africanas, e do egípcio Al-Ahly. O México vai se recuperar esportivamente, de forma parcial, por sediar outra vez uma copa, em 1986. Na base, agremiações que tinham sido campeãs da Concacaf: UNAM Pumas e América.
Não é absurdo argumentar, portanto, que se a FIFA organizasse torneios de clubes semelhantes ao atual já naquele momento, poderiam acontecer surpresas. Entretanto, precisar uma relação ideal entre a Taça Intercontinental/ Hipotética Copa Mundial seria extremamente difícil. Razão pela qual, penso que o mais justo consistiria em uma pontuação variada conforme o número de vitórias e de partidas. Se aceitamos a premissa que a Copa Mundial de Clube dobra o valor da Copa Libertadores, poderíamos atribuir 15 pontos por vitória (uma vez que apresentamos a conclusão de que o torneio continental vale 30....), totalizando três dezenas de pontos para o que São Paulo e Internacional arrebataram no Século XXI, no Japão. Se a edição experimental de 2000 merece o mesmo valor, quem sabe, 6 pontos para os dois triunfos do Corinthians na primeira fase, dois pro empate com o Real Madrid, e 12 para a decisão, sendo que como ganhou nos pênaltis, cabem 2/3 dos tentos, ou seja, oito. Portanto, 22/30, algo até um pouco superior ao aproveitamento real dos paulistas (8/12....). Para o vice Vasco, tudo igual, com três pontos pela vitória contra o campeão semiprofissional da Oceania e um somente pela derrota nos pênaltis. Ah! O Cruzeiro em 1976 pode ficar com cinco pontos, pelo empate contra o poderoso Bayern München, no Mineirão. Um terço do correspondente à vitória. O Peixe também se beneficia com suas quatro históricas vitórias diante de Benfica e Milan, em 1962 e 1963, faturando, na soma dos torneios dos campeões sul-americanos e aquelas disputas, 120 pontos.
E Flamengo, Grêmio e São Paulo, em suas conquistas, que representaram sem dúvida nenhuma o máximo futebolisticamente naqueles anos, ficam com o que efetivamente conseguiram a menos, se atribuirmos 27 pontos a cada um dos triunfos de 1981, 1983, 1992 e 1993. O tricolor gaúcho também ganha dois pontos por só ter perdido a disputa para o baita adversário que era o Ajax nos pênaltis. Na comparação com São Paulo e Internacional da primeira década deste século, alcançam 95% das pontuações dos campeões de 2005 e 2006. Justiça, também, porque o número de partidas na Taça Libertadores era menor.
- X -
O caso dos vices nas competições principais é mais complicado, e, ao mesmo tempo, mais simples. No Mundial, não há dúvidas: se o vice passa apenas pelo outro semifinalista (caso do Santos em 2011), obtém uma vitória, e 15 pontos, 50% do que fatura o campeão. Acredito que o terceiro também mereceria pontuação, na hipótese da entidade maior do futebol ampliar o número de participantes para oito, incorporando, por exemplo, os vices da Taça Libertadores e da Liga dos Campeões da Europa. Se não for com bola andando a classificação para a final, pensemos em 10 tentos para eventual triunfo nos pênaltis. Nenhum, se o time fracassar como o Inter, em 2010.
Para a Copa Libertadores e o Brasileirão, investiguei o que resultaria se atribuíssemos um percentual próximo do que realmente cada vice conquistou, na relação com o campeão. Por exemplo, o Cruzeiro, campeão nacional em 2003, alcançou 100 pontos, e o vice Santos 87. Portanto, se o Brasileirão vale 16, a relação mais próxima de 87/100 é 14/16.
Um exercício interessante, não? Para aumentar o grau de precisão, e atenuar os prejuízos do formulismo, atribuí, quando os terceiros fizeram mais pontos do que os segundos (algo comum entre 1972 e 1986....), a mesma pontuação. Caso do Grêmio em relação ao Vasco da Gama, em 1984. Se o time fez menos de 50%, e chegou na final apenas pelo formato um tanto esdrúxulo da competição, caso do Colorado em 1987, ou do Vitória em 1993, estabeleci como valor a metade dos pontos: 8/16, beneficiando também os terceiros. Quando alguém depois dos dois melhores chegar à mesma pontuação que o segundo na era dos pontos corridos, o critério igualmente valerá.
Na Taça Libertadores, idem. Se o Chivas Guadalajara, que entrou diretamente nas oitavas de final em 2010, fosse brasileiro, ganharia 15 tentos. Logo, o São Paulo, que terminou em terceiro e logrou mais pontos do que os mexicanos naquela competição, fica também com 15. Para um maior equilíbrio, todos os vices que foram campeões anteriormente, e só entraram na segunda fase (como determinava a Conmebol, antes....), só receberam a metade, igualmente. No caso do Grêmio, em 2007, que teve um aproveitamento inferior a 50% (sempre pelos parâmetros atuais....), outra vez vale o princípio de que merece somente a metade da pontuação do vencedor da Copa Libertadores naquela temporada, o Boca Jrs.
O resultado desta simulação não ficou demasiadamente longe de outras, com diferentes critérios. Confiram na próxima postagem!
Barça X Santos dos anos 60: Uma comparação pertinente?
In Ajax, In Barcelona, In Flamengo, In Internacional, In Santos20 de dez. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Pois o Santos acabou sucumbindo à imensa categoria do Barcelona, de maneira mais fácil do que se imaginava. Em meu prognóstico, achei que o Peixe faria frente, mas não conseguiu este objetivo em quase nenhum momento da partida. Uma pergunta para começo de conversa: qual o esquema deste Barça? 3-6-1? 4-3-3? 3-4-3? Quando nenhum jogador guarda posição, os laterais aparecem toda hora na frente para concluir e dar assistência, a posse de bola ultrapassa 70% e os gols nascem todos do trabalho coletivo, na melhor tradição da escola holandesa, é muito difícil definir, e principalmente elaborar a estratégia para conter tal adversário.
Muricy Ramalho não encontrou a formação mais apropriada. A tática com três zagueiros, sendo dois deles os veteranos Edu Dracena e Durval, se revelou cedo um desastre. O meio-de-campo foi dominado de modo absoluto pelos espanhóis. 8X2 - considerando que os brasileiros também desperdiçaram uma que outra oportunidade - não seria um placar absurdo. E o que ouvi ontem de um companheiro da vida política do Internacional faz pensar: "Coletivamente, este Barcelona, com suas variações, a velocidade de raciocínio de atletas como Xavi (Observação Minha: Muita categoria a dominada de calcanhar no lance do primeiro tento), Iniesta e Messi, supera o Santos de Pelé. Naquela época, o futebol era essencialmente um confronto de individualidades. Quem tinha mais talento e habilidade ganhava. Hoje, o esporte tem diversas valências." Heresia?
Os catalães lembram o Ajax de 1971-74 (os compactos das grandes jornadas do "esquadrão" de Cruyff e Cia. são facilmente encontrados no youtube....), com a diferença de que, graças à média superior de altura, os holandeses utilizavam mais vezes a bola alta. Não é por acaso. Sabe-se que a política do novo Campeão Mundial para formar futebolistas na categoria de base vem dos Países Baixos. Para chegar às maiores glórias, este Barça precisou disputar mais duelos, na comparação com o Santos do "Rei". O Peixe em 1962, somando a Taça Libertadores da América e o Mundial/Intercontinental com o Benfica: 8 vitórias, dois empates e uma única derrota. Em 1963, adicionando o embate com o Milan ao torneio continental: cinco vitórias, um escore registrando equilíbrio e uma derrota. O Barcelona na copa europeia de 2008-09, agregando-se a competição organizada pela FIFA: 9 vitórias, sendo uma na prorrogação, cinco empates e uma derrota. Em 2010-11, na Europa e no Japão: 11 triunfos, três resultados de igualdade e um revés.
Eis que no meio dos dados surge um aspecto a ponderar. O Estudiantes de Verón, há dois anos, sustentou um enfrentamento digno contra um conjunto que não estava no auge do entrosamento, só perdendo o Torneio Mundial na Prorrogação. Os números acima servem para a reflexão sem preconceitos. Pessoalmente, não tenho dúvidas de que, incluindo tudo que vi presencialmente ou por imagens de cinema e televisão, colocaria o atual Barça entre as cinco melhores equipes, de clubes, em todos os tempos. Faço a ressalva de que, ao longo dos mais de 35 anos em que acompanho futebol, nunca me liguei pra valer nos campeonatos europeus.
Para as agremiações brasileiras, pelo fator econômico, se tornou um imenso desafio padronizar a preparação de times que tratem bem a esfera, que coloquem o invidualismo a serviço do coletivo. Quando meninos de 12 ou 13 anos, talentosos, já aparecem com empresários, e sonhando com o Velho Continente, fica difícil imaginar que possamos assistir novamente a algo como o Colorado Bi-Campeão Nacional na década de 70 ou o Flamengo multivencedor de 1980-82.
- X -
A equivocada atitude da CBF, misturando mal competições nacionais passadas com as atuais no ranking da entidade, e a divulgação de outras classificações desse tipo sempre propiciam debate sobre o assunto. Nas próximas postagens, pretendo escrever algumas considerações acerca da questão e revelar um estudo.
Pois o Santos acabou sucumbindo à imensa categoria do Barcelona, de maneira mais fácil do que se imaginava. Em meu prognóstico, achei que o Peixe faria frente, mas não conseguiu este objetivo em quase nenhum momento da partida. Uma pergunta para começo de conversa: qual o esquema deste Barça? 3-6-1? 4-3-3? 3-4-3? Quando nenhum jogador guarda posição, os laterais aparecem toda hora na frente para concluir e dar assistência, a posse de bola ultrapassa 70% e os gols nascem todos do trabalho coletivo, na melhor tradição da escola holandesa, é muito difícil definir, e principalmente elaborar a estratégia para conter tal adversário.
Muricy Ramalho não encontrou a formação mais apropriada. A tática com três zagueiros, sendo dois deles os veteranos Edu Dracena e Durval, se revelou cedo um desastre. O meio-de-campo foi dominado de modo absoluto pelos espanhóis. 8X2 - considerando que os brasileiros também desperdiçaram uma que outra oportunidade - não seria um placar absurdo. E o que ouvi ontem de um companheiro da vida política do Internacional faz pensar: "Coletivamente, este Barcelona, com suas variações, a velocidade de raciocínio de atletas como Xavi (Observação Minha: Muita categoria a dominada de calcanhar no lance do primeiro tento), Iniesta e Messi, supera o Santos de Pelé. Naquela época, o futebol era essencialmente um confronto de individualidades. Quem tinha mais talento e habilidade ganhava. Hoje, o esporte tem diversas valências." Heresia?
Os catalães lembram o Ajax de 1971-74 (os compactos das grandes jornadas do "esquadrão" de Cruyff e Cia. são facilmente encontrados no youtube....), com a diferença de que, graças à média superior de altura, os holandeses utilizavam mais vezes a bola alta. Não é por acaso. Sabe-se que a política do novo Campeão Mundial para formar futebolistas na categoria de base vem dos Países Baixos. Para chegar às maiores glórias, este Barça precisou disputar mais duelos, na comparação com o Santos do "Rei". O Peixe em 1962, somando a Taça Libertadores da América e o Mundial/Intercontinental com o Benfica: 8 vitórias, dois empates e uma única derrota. Em 1963, adicionando o embate com o Milan ao torneio continental: cinco vitórias, um escore registrando equilíbrio e uma derrota. O Barcelona na copa europeia de 2008-09, agregando-se a competição organizada pela FIFA: 9 vitórias, sendo uma na prorrogação, cinco empates e uma derrota. Em 2010-11, na Europa e no Japão: 11 triunfos, três resultados de igualdade e um revés.
Eis que no meio dos dados surge um aspecto a ponderar. O Estudiantes de Verón, há dois anos, sustentou um enfrentamento digno contra um conjunto que não estava no auge do entrosamento, só perdendo o Torneio Mundial na Prorrogação. Os números acima servem para a reflexão sem preconceitos. Pessoalmente, não tenho dúvidas de que, incluindo tudo que vi presencialmente ou por imagens de cinema e televisão, colocaria o atual Barça entre as cinco melhores equipes, de clubes, em todos os tempos. Faço a ressalva de que, ao longo dos mais de 35 anos em que acompanho futebol, nunca me liguei pra valer nos campeonatos europeus.
Para as agremiações brasileiras, pelo fator econômico, se tornou um imenso desafio padronizar a preparação de times que tratem bem a esfera, que coloquem o invidualismo a serviço do coletivo. Quando meninos de 12 ou 13 anos, talentosos, já aparecem com empresários, e sonhando com o Velho Continente, fica difícil imaginar que possamos assistir novamente a algo como o Colorado Bi-Campeão Nacional na década de 70 ou o Flamengo multivencedor de 1980-82.
- X -
A equivocada atitude da CBF, misturando mal competições nacionais passadas com as atuais no ranking da entidade, e a divulgação de outras classificações desse tipo sempre propiciam debate sobre o assunto. Nas próximas postagens, pretendo escrever algumas considerações acerca da questão e revelar um estudo.
A derrota "criminosa" e o próximo domingo
In Flamengo, In Internacional, In Universidad do Chile, In Vasco29 de nov. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
A derrota do Internacional para o Mengão, no domingo, constituiu um verdadeiro "crime". Equilibrado no esquema 4-4-2, o Colorado criou mais oportunidades, desde o primeiro tempo. Então, nos acréscimos, houve a terrível falha de Rodrigo Moledo, aproveitada por Ronaldinho, que até aquele momento pouco rendia como centroavante. Meu vizinho João Paulo confirmou hoje em rápida conversa aquilo que um dos jornais de Porto Alegre já havia destacado: o jovem zagueiro estava arrasado no vestiário pós-jogo. O defensor precisa se encher de brios e buscar reabilitação no Gre-Nal. Até porque não estava mal, não obstante algum excesso de confiança. Até Elias Figueroa, o melhor zagueiro que passou pelo Inter e talvez pelo Rio Grande do Sul, "entregou" gols.
Na segunda etapa, as chances continuaram se sucedendo. O Flamengo também ameaçou em contra-ataques ou em escanteios deles decorrentes. Impossível deixar de citar as falhas grotescas do árbitro Evandro Roman. O pênalti em Leandro Damião deveria ser assinalado, por um raciocínio rápido e claro: o atleta rubro-negro dá um carrinho temerário dentro da área, não alcança a bola e impede a progressão normal do centroavante colorado. Foi impressionante também a não marcação de uma falta - no mínimo para cartão amarelo - em D´Alessandro na linha de fundo. A infração violenta rendeu a justa reclamação de Dorival Jr., que acabou expulso pelo atrapalhado juiz, o qual já havia causado problemas aos dois lados com maus posicionamentos nos 45 minutos iniciais.
Aqui, uma observação: considero que as arbitragens erram por deficiência técnica, sem qualquer má intenção, até prova em contrário. Há erros a favor e contra todos. E acho um exagero inclusive determinar uma suposta "classificação real" no campeonato, com juízes e auxiliares hipoteticamente perfeitos. O problema maior é que se altera todo o rumo da partida com erros como os citados acima. Agora, pênaltis podem ser desperdiçados, e um gol sofrido, comumente, torna uma equipe mais agressiva, conduzindo-a para um patamar melhor de atuação e conseqüentemente um resultado não adverso. Os leitores recordarão que quanto aos episódios de 2005 não lamento as decisões de Márcio Resende de Freitas naquele sempre lembrado empate entre Corinthians e Internacional, mas a lambança que fez o STJD, devido a um apitador assumidamente desonesto, naquela temporada.
- X -
O Internacional precisa vencer o clássico. Logo, o treinador age de forma correta ao manter a tática com dois atacantes, preservando os atuais titulares do meio para a frente. Felizmente, ninguém levou o terceiro cartão amarelo. Aliás, a quantidade enorme de "pendurados" por certo pesou para que o Time aceitasse quase passivamente os enganos do árbitro, em Macaé. A suspensão de Bolívar - bastante discutível, mas não entrarei no mérito, nesta postagem - abre caminho para Índio, carismático no que se refere a grenais, assumir a titularidade ao lado de Moledo. D´Alessandro acusou leve problema muscular no primeiro trabalho da semana. Entretanto, há tempo para recuperação. O Colorado deve focar no tradicional adversário, em fase de mudança de técnico segundo informações desta terça-feira, e saber depois da combinação de resultados em relação às duas vagas da Copa Libertadores da América.
Fui muito mal nos prognósticos. Acertei tão somente a vitória do Coritiba contra o Avaí! E olhem que ela não se deu por goleada......bem, pelo menos antes, não para o Campeonato Brasileiro - há registro no "Chute Certo" da Sportv - previ o empate do Vasco com o bom conjunto da Universidad do Chile e a vitória da LDU, na Sul-Americana. Portanto, 3 palpites bons em 12 duelos importantes deste período recente. Daqui a pouco, o Vélez Sarsfield devolve os 2X0 para os equatorianos e leva a vaga pras finais nos pênaltis. Amanhã, o clube presidido por Roberto Dinamite não escapará da eliminação no Chile. 2X1 para "La U".
A derrota do Internacional para o Mengão, no domingo, constituiu um verdadeiro "crime". Equilibrado no esquema 4-4-2, o Colorado criou mais oportunidades, desde o primeiro tempo. Então, nos acréscimos, houve a terrível falha de Rodrigo Moledo, aproveitada por Ronaldinho, que até aquele momento pouco rendia como centroavante. Meu vizinho João Paulo confirmou hoje em rápida conversa aquilo que um dos jornais de Porto Alegre já havia destacado: o jovem zagueiro estava arrasado no vestiário pós-jogo. O defensor precisa se encher de brios e buscar reabilitação no Gre-Nal. Até porque não estava mal, não obstante algum excesso de confiança. Até Elias Figueroa, o melhor zagueiro que passou pelo Inter e talvez pelo Rio Grande do Sul, "entregou" gols.
Na segunda etapa, as chances continuaram se sucedendo. O Flamengo também ameaçou em contra-ataques ou em escanteios deles decorrentes. Impossível deixar de citar as falhas grotescas do árbitro Evandro Roman. O pênalti em Leandro Damião deveria ser assinalado, por um raciocínio rápido e claro: o atleta rubro-negro dá um carrinho temerário dentro da área, não alcança a bola e impede a progressão normal do centroavante colorado. Foi impressionante também a não marcação de uma falta - no mínimo para cartão amarelo - em D´Alessandro na linha de fundo. A infração violenta rendeu a justa reclamação de Dorival Jr., que acabou expulso pelo atrapalhado juiz, o qual já havia causado problemas aos dois lados com maus posicionamentos nos 45 minutos iniciais.
Aqui, uma observação: considero que as arbitragens erram por deficiência técnica, sem qualquer má intenção, até prova em contrário. Há erros a favor e contra todos. E acho um exagero inclusive determinar uma suposta "classificação real" no campeonato, com juízes e auxiliares hipoteticamente perfeitos. O problema maior é que se altera todo o rumo da partida com erros como os citados acima. Agora, pênaltis podem ser desperdiçados, e um gol sofrido, comumente, torna uma equipe mais agressiva, conduzindo-a para um patamar melhor de atuação e conseqüentemente um resultado não adverso. Os leitores recordarão que quanto aos episódios de 2005 não lamento as decisões de Márcio Resende de Freitas naquele sempre lembrado empate entre Corinthians e Internacional, mas a lambança que fez o STJD, devido a um apitador assumidamente desonesto, naquela temporada.
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O Internacional precisa vencer o clássico. Logo, o treinador age de forma correta ao manter a tática com dois atacantes, preservando os atuais titulares do meio para a frente. Felizmente, ninguém levou o terceiro cartão amarelo. Aliás, a quantidade enorme de "pendurados" por certo pesou para que o Time aceitasse quase passivamente os enganos do árbitro, em Macaé. A suspensão de Bolívar - bastante discutível, mas não entrarei no mérito, nesta postagem - abre caminho para Índio, carismático no que se refere a grenais, assumir a titularidade ao lado de Moledo. D´Alessandro acusou leve problema muscular no primeiro trabalho da semana. Entretanto, há tempo para recuperação. O Colorado deve focar no tradicional adversário, em fase de mudança de técnico segundo informações desta terça-feira, e saber depois da combinação de resultados em relação às duas vagas da Copa Libertadores da América.
Fui muito mal nos prognósticos. Acertei tão somente a vitória do Coritiba contra o Avaí! E olhem que ela não se deu por goleada......bem, pelo menos antes, não para o Campeonato Brasileiro - há registro no "Chute Certo" da Sportv - previ o empate do Vasco com o bom conjunto da Universidad do Chile e a vitória da LDU, na Sul-Americana. Portanto, 3 palpites bons em 12 duelos importantes deste período recente. Daqui a pouco, o Vélez Sarsfield devolve os 2X0 para os equatorianos e leva a vaga pras finais nos pênaltis. Amanhã, o clube presidido por Roberto Dinamite não escapará da eliminação no Chile. 2X1 para "La U".
Prognósticos
In Flamengo, In Internacional25 de nov. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
A penúltima rodada do Brasileirão terá um Internacional repetindo o time que ganhou do Fogão no Rio de Janeiro. Como meu vizinho João Paulo diz que o gramado do estádio de Macaé está num nível melhor do que o do Engenhão e que há consenso entre os companheiros dele e a comissão técnica de que a estratégia ofensiva é a mais indicada para encaminhar uma vaga na Copa Libertadores da América 2012, vou confiar no Colorado.
Deste modo, esperando acertar pelo menos metade dos prognósticos, como na jornada passada, vamos aos palpites!
Flamengo 2 X 3 Internacional. Aqui e acolá surgem informações de que o ambiente no Mengão não é dos melhores. Não importa. A partida, na verdade, possui alto grau de imprevisibilidade, mas acredito que o Inter pode se dar bem, principalmente, se esquecer que tem oito jogadores "pendurados" com dois cartões amarelos....para o Gre-Nal no outro domingo! Deixo claro, no entanto, que, em minha opinião, o Campeão de Tudo que interessa não necessita exagerar nas faltas para bater o oponente carioca.
Palmeiras 2 X 2 São Paulo. Felipão precisa provar que ao menos parte do grupo ainda está com ele, e por isso não perderá para o tricolor do Morumbi.
Santos 3 X 1 Bahia. Como o Peixe utilizará titulares, possivelmente pela última vez antes do Torneio Mundial, vai levar vantagem diante do conjunto orientado por Joel Santana, o qual não ficará livre do rebaixamento.
Fluminense 2 X 0 Vasco. Aqui, um fato novo. Será a equipe de Rafael Sóbis e Fred aquela que chegará na última rodada com chances de tirar o título do Coringão, que não vai se dar bem em Florianópolis.
Figueirense 2 X 2 Corinthians. Os catarinenses vão se recuperar, parcialmente, da terrível goleada sofrida no confronto contra o tricolor das Laranjeiras.
Grêmio 2 X 1 Atlético-GO. O Dragão não complicará demasiadamente as coisas para o "onze" gremista.
Atlético-MG 1 X 1 Botafogo. O empate será suficiente para o Galo acabar com qualquer risco de disputar novamente a Série B do Campeonato Nacional.
Coritiba 4 X 0 Avaí. O Coxa Branca preservará alguma possibilidade de marcar presença na mais importante competição continental, na próxima temporada.
América-MG 1 X 2 Atlético-PR. O triunfo do Furacão colocará fogo no Atle-Tiba da derradeira jornada do Brasileirão!
Ceará 2 X 1 Cruzeiro. A Raposa ficará ameaçadíssima de conhecer a segunda divisão em 2012. O Vovô do Nordeste, depois, irá para um duelo de vida ou morte com o Bahia.
A penúltima rodada do Brasileirão terá um Internacional repetindo o time que ganhou do Fogão no Rio de Janeiro. Como meu vizinho João Paulo diz que o gramado do estádio de Macaé está num nível melhor do que o do Engenhão e que há consenso entre os companheiros dele e a comissão técnica de que a estratégia ofensiva é a mais indicada para encaminhar uma vaga na Copa Libertadores da América 2012, vou confiar no Colorado.
Deste modo, esperando acertar pelo menos metade dos prognósticos, como na jornada passada, vamos aos palpites!
Flamengo 2 X 3 Internacional. Aqui e acolá surgem informações de que o ambiente no Mengão não é dos melhores. Não importa. A partida, na verdade, possui alto grau de imprevisibilidade, mas acredito que o Inter pode se dar bem, principalmente, se esquecer que tem oito jogadores "pendurados" com dois cartões amarelos....para o Gre-Nal no outro domingo! Deixo claro, no entanto, que, em minha opinião, o Campeão de Tudo que interessa não necessita exagerar nas faltas para bater o oponente carioca.
Palmeiras 2 X 2 São Paulo. Felipão precisa provar que ao menos parte do grupo ainda está com ele, e por isso não perderá para o tricolor do Morumbi.
Santos 3 X 1 Bahia. Como o Peixe utilizará titulares, possivelmente pela última vez antes do Torneio Mundial, vai levar vantagem diante do conjunto orientado por Joel Santana, o qual não ficará livre do rebaixamento.
Fluminense 2 X 0 Vasco. Aqui, um fato novo. Será a equipe de Rafael Sóbis e Fred aquela que chegará na última rodada com chances de tirar o título do Coringão, que não vai se dar bem em Florianópolis.
Figueirense 2 X 2 Corinthians. Os catarinenses vão se recuperar, parcialmente, da terrível goleada sofrida no confronto contra o tricolor das Laranjeiras.
Grêmio 2 X 1 Atlético-GO. O Dragão não complicará demasiadamente as coisas para o "onze" gremista.
Atlético-MG 1 X 1 Botafogo. O empate será suficiente para o Galo acabar com qualquer risco de disputar novamente a Série B do Campeonato Nacional.
Coritiba 4 X 0 Avaí. O Coxa Branca preservará alguma possibilidade de marcar presença na mais importante competição continental, na próxima temporada.
América-MG 1 X 2 Atlético-PR. O triunfo do Furacão colocará fogo no Atle-Tiba da derradeira jornada do Brasileirão!
Ceará 2 X 1 Cruzeiro. A Raposa ficará ameaçadíssima de conhecer a segunda divisão em 2012. O Vovô do Nordeste, depois, irá para um duelo de vida ou morte com o Bahia.
Duas vitórias significativas da dupla gaúcha
In Atlético-GO, In Flamengo, In Fluminense, In Grêmio, In Internacional1 de nov. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
O futebol deve registrar, de fato, poucas mobilizações de coletividades contra um indivíduo como a que se viu no domingo, no relacionamento torcida gremista-Ronaldinho. O desfecho do confronto em Porto Alegre, lógico, não poderia ser melhor para o tricolor dos pampas. Celso Juarez Roth teve méritos incontestáveis na virada.
O Grêmio pareceu mais equilibrado com Gilberto Silva recuado e Adílson no meio-de-campo, onde no primeiro tempo, o Flamengo levou vantagem. Douglas cresceu, não só pelo bonito gol, secundado por Marquinhos e este competente centroavante que é André Lima, nos derradeiros 45 minutos. Antes, o passe magistral de Thiago Neves, no lance do primeiro tento carioca, quando o Mengão ainda dominava as ações, não ocorreu por acaso. Pesou também a melhor condição física do conjunto de Porto Alegre. Aliás, na segunda etapa, a queda de rendimento do ex-melhor jogador do planeta, número 10 do "mais querido", terá alguma relação com as festas que o Rio de Janeiro proporciona quase todas as noites?
- X -
A vitória sublime do Internacional veio com uma estratégia correta de Dorival Jr. O time conseguiu tirar a velocidade do jogo, como se diz. Posicionou-se mais ou menos na altura da intermediária, procurando marcar fortemente o Atlético-GO, de ótimo retrospecto contra os grandes, neste Brasileirão. Com a posse de bola, o Colorado atacou, pelos lados, mantendo a calma, e apresentou a qualidade costumeira na hora de tocá-la. Assim, chegou ao triunfo, após a tabela de Oscar e Kléber.
Acredito que no duelo de vida ou morte contra o Fluminense (em termos de arrebatar uma vaga na Taça Libertadores da América 2012), Nei, Rodrigo Moledo e D´Alessandro retomam as titularidades, sem invenções. Todo o cuidado será pouco diante de uma equipe que apresenta, como dupla de atacantes, Rafael Sóbis e Fred. A semana, esperamos, vai proporcionar maior ritmo para Leandro Damião. O retorno do camisa 9 foi discreto, na comparação com ele próprio.
Para terminar, recordo que meu desempenho nos prognósticos, enfim, alcançou patamar qualificado: 70% de acertos, embora em nenhum dos sete palpites indicando os resultados corretos na rodada, tenha apontado o placar com exatidão.
O futebol deve registrar, de fato, poucas mobilizações de coletividades contra um indivíduo como a que se viu no domingo, no relacionamento torcida gremista-Ronaldinho. O desfecho do confronto em Porto Alegre, lógico, não poderia ser melhor para o tricolor dos pampas. Celso Juarez Roth teve méritos incontestáveis na virada.
O Grêmio pareceu mais equilibrado com Gilberto Silva recuado e Adílson no meio-de-campo, onde no primeiro tempo, o Flamengo levou vantagem. Douglas cresceu, não só pelo bonito gol, secundado por Marquinhos e este competente centroavante que é André Lima, nos derradeiros 45 minutos. Antes, o passe magistral de Thiago Neves, no lance do primeiro tento carioca, quando o Mengão ainda dominava as ações, não ocorreu por acaso. Pesou também a melhor condição física do conjunto de Porto Alegre. Aliás, na segunda etapa, a queda de rendimento do ex-melhor jogador do planeta, número 10 do "mais querido", terá alguma relação com as festas que o Rio de Janeiro proporciona quase todas as noites?
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A vitória sublime do Internacional veio com uma estratégia correta de Dorival Jr. O time conseguiu tirar a velocidade do jogo, como se diz. Posicionou-se mais ou menos na altura da intermediária, procurando marcar fortemente o Atlético-GO, de ótimo retrospecto contra os grandes, neste Brasileirão. Com a posse de bola, o Colorado atacou, pelos lados, mantendo a calma, e apresentou a qualidade costumeira na hora de tocá-la. Assim, chegou ao triunfo, após a tabela de Oscar e Kléber.
Acredito que no duelo de vida ou morte contra o Fluminense (em termos de arrebatar uma vaga na Taça Libertadores da América 2012), Nei, Rodrigo Moledo e D´Alessandro retomam as titularidades, sem invenções. Todo o cuidado será pouco diante de uma equipe que apresenta, como dupla de atacantes, Rafael Sóbis e Fred. A semana, esperamos, vai proporcionar maior ritmo para Leandro Damião. O retorno do camisa 9 foi discreto, na comparação com ele próprio.
Para terminar, recordo que meu desempenho nos prognósticos, enfim, alcançou patamar qualificado: 70% de acertos, embora em nenhum dos sete palpites indicando os resultados corretos na rodada, tenha apontado o placar com exatidão.
O Empate heroico e Prognósticos
In Flamengo, In Fluminense, In Independiente, In Internacional, In Santos23 de ago. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Para abordar o empate heroicamente obtido pelo Internacional contra o Flamengo, é preciso começar falando da arbitragem. Vou simplificar, pois já estamos na terça-feira: dou de barato que todos os lances polêmicos foram de interpretação. Adiciono, inclusive, aos que provocaram a sensação de que o árbitro teria adotado o critério "In Dubio Pro Mengão" um no qual o desfecho foi favorável ao Colorado. Quando o escore do jogo já era o definitivo, Andrezinho praticou uma falta violenta, sem visar a bola. Ali, me pareceu que o juiz poderia expulsá-lo, mas o bom reserva recebeu tão somente o cartão amarelo.
Na minha opinião, o único erro claro foi a penalidade máxima não assinalada quando o flamenguista Ja(h)el dentro da área defendida pelos cariocas move o braço em direção à bola. Era a última jogada do embate. E não entendo por que o árbitro a poucos metros não marcou o pênalti, mas enfim: "a banca paga e recebe"......ainda mais em um Campeonato longo de turno e returno.
A partida em si mostrou um Flamengo como mais competitivo candidato ao título. É uma equipe que marca muito (a goleada sofrida para o Dragão parece ter ocorrido por erros táticos de Vanderley Luxemburgo, realmente), sem qualquer sossego ao adversário, com laterais que avançam nos momentos certos. Renato Abreu compõe muito bem o meio-de-campo, e Ronaldinho, se não é mais o craque do período de Barcelona, contribui com muita qualidade para a harmonia do conjunto. Porque este Rubro-Negro do Rio de Janeiro conserva a essência da escola de futebol do Mengão: muito toque de bola, viradas de jogo e trabalho coletivo. Criou oportunidades mais claras, na comparação com o Time gaúcho.
O Inter tentou conter o oponente e jogar, mas contou com um Paulo Tinga que não consegue ser o que já foi - Dorival Jr. apostou taticamente nele para ajudar na atenção ao camisa 10 adversário -, um Zé Mário improvisado e perturbado na lateral - no estádio, a tensão era enorme quando o jovem disputava uma bola - e D´Alessandro abaixo de sua média. O mérito do treinador foi enorme quando substituiu, pois Andrezinho e o menino Delatorre contribuíram muito mais do que Tinga e Jô. E há Leandro Damião. O toque de calcanhar para Índio no primeiro gol e a bicicleta no segundo caracterizam a atuação do camisa 9 como uma das melhores de um atleta desta função na Era Beira-Rio. O tento dele concorre, desde já, a mais belo deste Brasileirão. Mostrou que merece a "Amarelinha".
Dada a condição física dos jogadores colorados - ainda que as palavras do competente coordenador do setor no Clube, Élio Carravetta, numa palestra que assisti nesta segunda-feira tenham sido otimistas - não estou confiante para a decisão da Recopa. Acredito que os argentinos vão conduzir o jogo à maneira castelhana, com muita catimba, e o Internacional vai se atrapalhar, mesmo com a volta, já não sem tempo, de Oscar, destaque da Seleção Brasileira Sub-20. Eis os prognósticos para a Recopa e o jogo atrasado do Campeonato Nacional.
Internacional 1 X 1 Independiente. Espero estar enganado!
Santos 3 X 1 Fluminense. O Peixe acordou. Aliás, acertei metade dos 10 prognósticos na última rodada, sendo três placares com exatidão! Um deles Bahia 1 X 2 Santos.
Para abordar o empate heroicamente obtido pelo Internacional contra o Flamengo, é preciso começar falando da arbitragem. Vou simplificar, pois já estamos na terça-feira: dou de barato que todos os lances polêmicos foram de interpretação. Adiciono, inclusive, aos que provocaram a sensação de que o árbitro teria adotado o critério "In Dubio Pro Mengão" um no qual o desfecho foi favorável ao Colorado. Quando o escore do jogo já era o definitivo, Andrezinho praticou uma falta violenta, sem visar a bola. Ali, me pareceu que o juiz poderia expulsá-lo, mas o bom reserva recebeu tão somente o cartão amarelo.
Na minha opinião, o único erro claro foi a penalidade máxima não assinalada quando o flamenguista Ja(h)el dentro da área defendida pelos cariocas move o braço em direção à bola. Era a última jogada do embate. E não entendo por que o árbitro a poucos metros não marcou o pênalti, mas enfim: "a banca paga e recebe"......ainda mais em um Campeonato longo de turno e returno.
A partida em si mostrou um Flamengo como mais competitivo candidato ao título. É uma equipe que marca muito (a goleada sofrida para o Dragão parece ter ocorrido por erros táticos de Vanderley Luxemburgo, realmente), sem qualquer sossego ao adversário, com laterais que avançam nos momentos certos. Renato Abreu compõe muito bem o meio-de-campo, e Ronaldinho, se não é mais o craque do período de Barcelona, contribui com muita qualidade para a harmonia do conjunto. Porque este Rubro-Negro do Rio de Janeiro conserva a essência da escola de futebol do Mengão: muito toque de bola, viradas de jogo e trabalho coletivo. Criou oportunidades mais claras, na comparação com o Time gaúcho.
O Inter tentou conter o oponente e jogar, mas contou com um Paulo Tinga que não consegue ser o que já foi - Dorival Jr. apostou taticamente nele para ajudar na atenção ao camisa 10 adversário -, um Zé Mário improvisado e perturbado na lateral - no estádio, a tensão era enorme quando o jovem disputava uma bola - e D´Alessandro abaixo de sua média. O mérito do treinador foi enorme quando substituiu, pois Andrezinho e o menino Delatorre contribuíram muito mais do que Tinga e Jô. E há Leandro Damião. O toque de calcanhar para Índio no primeiro gol e a bicicleta no segundo caracterizam a atuação do camisa 9 como uma das melhores de um atleta desta função na Era Beira-Rio. O tento dele concorre, desde já, a mais belo deste Brasileirão. Mostrou que merece a "Amarelinha".
Dada a condição física dos jogadores colorados - ainda que as palavras do competente coordenador do setor no Clube, Élio Carravetta, numa palestra que assisti nesta segunda-feira tenham sido otimistas - não estou confiante para a decisão da Recopa. Acredito que os argentinos vão conduzir o jogo à maneira castelhana, com muita catimba, e o Internacional vai se atrapalhar, mesmo com a volta, já não sem tempo, de Oscar, destaque da Seleção Brasileira Sub-20. Eis os prognósticos para a Recopa e o jogo atrasado do Campeonato Nacional.
Internacional 1 X 1 Independiente. Espero estar enganado!
Santos 3 X 1 Fluminense. O Peixe acordou. Aliás, acertei metade dos 10 prognósticos na última rodada, sendo três placares com exatidão! Um deles Bahia 1 X 2 Santos.
A Estréia de Dorival Jr. e Prognósticos
In Atlético-GO, In Botafogo, In Flamengo, In Independiente, In Internacional19 de ago. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
O Internacional enfrentou um adversário extremamente difícil de bater, e conseguiu os três pontos, na estréia de Dorival Jr., graças à qualidade de alguns jogadores. D´Alessandro cumpriu papel essencial em vários momentos, com liberdade para se deslocar pelos lados. Andrezinho, centralizado, não foi tão bem, mas o dinamismo de Elton e Guiñazu, de volta, sustentou o meio-de-campo. Acima de tudo, houve o oportunismo deste grande centroavante que se tornou Leandro Damião. Jô melhorou em relação a ele próprio. O menino Zé Mário pode ser mais do que uma sombra confiável para o lateral Kléber.
O goleiro do Botafogo, que também adotou um esquema 4-4-2, praticou defesas importantes, embora os cariocas possam se queixar da sorte, no que se refere a uma bola na trave. Como a rodada foi boa para o Clube do Povo do Rio Grande, comprovando o quanto é ótimo o Brasileirão, muito mais emocionante do que qualquer campeonato nacional europeu, o Colorado ficou menos distante do topo da tabela. E vai continuar sendo o único Campeão Invicto da competição, após o retumbante 4X1 sofrido pelo Flamengo, diante do Atlético de Goiás.
As informações de hoje dão conta de que o Inter não poupará jogadores, visando à Recopa, contra o Rubro-Negro do Rio de Janeiro. Faz muito bem. Não se deve dar chance ao azar, contra uma equipe sedenta de reabilitação e que conta com Thiago Neves e Ronaldinho. Além destes fatores, cada jogo em uma disputa de turno e returno, pontos corridos, altamente equilibrada, constitui uma decisão, também. O retrospecto do ano mostra que o Mengão é melhor do que o Independiente.
Por falar em escores, acertei metade dos meus prognósticos para a rodada que acabou nesta quinta-feira. Vamos aos palpites para a próxima jornada.
Botafogo 2 X 2 Atlético-MG. Está na hora do Galo reagir. Loco Abreu é ausência sentida no Fogão.
Cruzeiro 2 X 0 Ceará. Cada vez mais, a equipe de Fortaleza mostra qualidades para ficar na Primeira Divisão, mas terá muitas dificuldades contra a Raposa.
Corinthians 2 X 0 Figueirense. O Coringão vai encaminhar o título simbólico do primeiro turno.
Avaí 1 X 3 Coritiba. O Coxa alcançou um triunfo meritório contra um Santos ainda de ressaca. Os catarinenses ainda não encontraram um rumo.
Internacional 2 X 0 Flamengo. Sonhei com este resultado, gols de D´Alessandro de pênalti e de Jô. Se não for revertida a decisão de não poupar titulares, quem sabe?
São Paulo 1 X 1 Palmeiras. Forte cheiro de mais um empate neste clássico, que reúne candidatos a uma vaga na Copa Libertadores da América 2012, e até à liderança.
Atlético-GO 1 X 0 Grêmio. Vai continuar difícil a vida para Celso Juarez Roth. Creio que o tradicional adversário do Colorado somente começará a reação no returno.
Vasco da Gama 2 X 2 Fluminense. Não é crível que o tricolor das Laranjeiras termine a primeira etapa do Brasileirão sem um resultado de igualdade.
Atlético-PR 4 X 1 América-MG. O Furacão se afastará cada vez mais da zona de rebaixamento. O Coelho conseguiu um empate heroico diante do São Paulo, mas estará na Série B em 2012.
Bahia 1 X 2 Santos. Continuo acreditando que, em seguida, o Peixe vai despertar da letargia pós-conquista continental.
O Internacional enfrentou um adversário extremamente difícil de bater, e conseguiu os três pontos, na estréia de Dorival Jr., graças à qualidade de alguns jogadores. D´Alessandro cumpriu papel essencial em vários momentos, com liberdade para se deslocar pelos lados. Andrezinho, centralizado, não foi tão bem, mas o dinamismo de Elton e Guiñazu, de volta, sustentou o meio-de-campo. Acima de tudo, houve o oportunismo deste grande centroavante que se tornou Leandro Damião. Jô melhorou em relação a ele próprio. O menino Zé Mário pode ser mais do que uma sombra confiável para o lateral Kléber.
O goleiro do Botafogo, que também adotou um esquema 4-4-2, praticou defesas importantes, embora os cariocas possam se queixar da sorte, no que se refere a uma bola na trave. Como a rodada foi boa para o Clube do Povo do Rio Grande, comprovando o quanto é ótimo o Brasileirão, muito mais emocionante do que qualquer campeonato nacional europeu, o Colorado ficou menos distante do topo da tabela. E vai continuar sendo o único Campeão Invicto da competição, após o retumbante 4X1 sofrido pelo Flamengo, diante do Atlético de Goiás.
As informações de hoje dão conta de que o Inter não poupará jogadores, visando à Recopa, contra o Rubro-Negro do Rio de Janeiro. Faz muito bem. Não se deve dar chance ao azar, contra uma equipe sedenta de reabilitação e que conta com Thiago Neves e Ronaldinho. Além destes fatores, cada jogo em uma disputa de turno e returno, pontos corridos, altamente equilibrada, constitui uma decisão, também. O retrospecto do ano mostra que o Mengão é melhor do que o Independiente.
Por falar em escores, acertei metade dos meus prognósticos para a rodada que acabou nesta quinta-feira. Vamos aos palpites para a próxima jornada.
Botafogo 2 X 2 Atlético-MG. Está na hora do Galo reagir. Loco Abreu é ausência sentida no Fogão.
Cruzeiro 2 X 0 Ceará. Cada vez mais, a equipe de Fortaleza mostra qualidades para ficar na Primeira Divisão, mas terá muitas dificuldades contra a Raposa.
Corinthians 2 X 0 Figueirense. O Coringão vai encaminhar o título simbólico do primeiro turno.
Avaí 1 X 3 Coritiba. O Coxa alcançou um triunfo meritório contra um Santos ainda de ressaca. Os catarinenses ainda não encontraram um rumo.
Internacional 2 X 0 Flamengo. Sonhei com este resultado, gols de D´Alessandro de pênalti e de Jô. Se não for revertida a decisão de não poupar titulares, quem sabe?
São Paulo 1 X 1 Palmeiras. Forte cheiro de mais um empate neste clássico, que reúne candidatos a uma vaga na Copa Libertadores da América 2012, e até à liderança.
Atlético-GO 1 X 0 Grêmio. Vai continuar difícil a vida para Celso Juarez Roth. Creio que o tradicional adversário do Colorado somente começará a reação no returno.
Vasco da Gama 2 X 2 Fluminense. Não é crível que o tricolor das Laranjeiras termine a primeira etapa do Brasileirão sem um resultado de igualdade.
Atlético-PR 4 X 1 América-MG. O Furacão se afastará cada vez mais da zona de rebaixamento. O Coelho conseguiu um empate heroico diante do São Paulo, mas estará na Série B em 2012.
Bahia 1 X 2 Santos. Continuo acreditando que, em seguida, o Peixe vai despertar da letargia pós-conquista continental.
O Inter B até o fim?
In América-MG, In Boca Jrs, In Flamengo, In Internacional, In Nacional-Uruguai, In Vasco da Gama18 de jan. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Foi uma decepção a estréia do Inter B no Campeonato Gaúcho. A equipe pareceu ter sentido demais os desfalques de atletas que demonstraram qualidades no Torneio Nacional Sub-23. Dos volantes - sobre os quais se depositam grandes esperanças - pouca coisa se viu. Augusto deu o melhor passe entre eles, numa jogada em que o centroavante Guto ficaria cara a cara com o goleiro, não fosse uma marcação equivocada de impedimento.
O velho Cruzeiro, que nada tem a ver com isto, voltou então com todo o moral para a primeira divisão do Rio Grande, aproveitando os poucos minutos de superioridade, com um belo gol do zagueiro Léo. Nesta quarta-feira, o Colorado sentirá o peso da obrigação de faturar o Porto Alegre (clube estruturado por Roberto Assis Moreira.....) no Beira-Rio, em obras. Será que, caso a coisa se complique, a direção vai realmente manter o Inter B até o final do Gauchão?
Gostaria sinceramente que tal atitude fosse tomada, porque não valorizo em absolutamente nada a competição regional. Entretanto, temo que os titulares precisem gastar energias com ela, em detrimento da Taça Libertadores. O Torneio Continental precisa se constituir na única prioridade do Internacional neste semestre! Por falar no que realmente interessa, me agrada a idéia de Zé Roberto como reforço. A contratação indicará, provavelmente, que Rafael Sóbis assumirá a "Camisa 9", ficando o atacante campeão brasileiro pelo Flamengo em 2009, e atualmente no Vasco da Gama, como responsável pela movimentação e as assistências no setor ofensivo. Quanto ao primeiro volante, recebi uma informação de que o nome preferencial é mesmo Bataglia, multicampeão pelo Boca Jrs, atualmente em crise. Não me recordo de Facundo, centromédio do Nacional Uruguaio, também citado em especulações.
Na Copa São Paulo, a gurizada mostra alguma força coletiva, mas quase nenhum destaque individual. A defesa ainda sustenta o melhor desempenho. Ironicamente, o Inter só sofreu gols do Primeira Camisa, com quem empatou na primeira fase e que ao ser eliminado no início das etapas mata-mata deu trabalho. Hoje, a vitória contra o Nacional ocorreu com poucos sustos. O América-MG ostenta tradição nas categorias de base. Um teste de fogo nas quartas de final.
Foi uma decepção a estréia do Inter B no Campeonato Gaúcho. A equipe pareceu ter sentido demais os desfalques de atletas que demonstraram qualidades no Torneio Nacional Sub-23. Dos volantes - sobre os quais se depositam grandes esperanças - pouca coisa se viu. Augusto deu o melhor passe entre eles, numa jogada em que o centroavante Guto ficaria cara a cara com o goleiro, não fosse uma marcação equivocada de impedimento.
O velho Cruzeiro, que nada tem a ver com isto, voltou então com todo o moral para a primeira divisão do Rio Grande, aproveitando os poucos minutos de superioridade, com um belo gol do zagueiro Léo. Nesta quarta-feira, o Colorado sentirá o peso da obrigação de faturar o Porto Alegre (clube estruturado por Roberto Assis Moreira.....) no Beira-Rio, em obras. Será que, caso a coisa se complique, a direção vai realmente manter o Inter B até o final do Gauchão?
Gostaria sinceramente que tal atitude fosse tomada, porque não valorizo em absolutamente nada a competição regional. Entretanto, temo que os titulares precisem gastar energias com ela, em detrimento da Taça Libertadores. O Torneio Continental precisa se constituir na única prioridade do Internacional neste semestre! Por falar no que realmente interessa, me agrada a idéia de Zé Roberto como reforço. A contratação indicará, provavelmente, que Rafael Sóbis assumirá a "Camisa 9", ficando o atacante campeão brasileiro pelo Flamengo em 2009, e atualmente no Vasco da Gama, como responsável pela movimentação e as assistências no setor ofensivo. Quanto ao primeiro volante, recebi uma informação de que o nome preferencial é mesmo Bataglia, multicampeão pelo Boca Jrs, atualmente em crise. Não me recordo de Facundo, centromédio do Nacional Uruguaio, também citado em especulações.
Na Copa São Paulo, a gurizada mostra alguma força coletiva, mas quase nenhum destaque individual. A defesa ainda sustenta o melhor desempenho. Ironicamente, o Inter só sofreu gols do Primeira Camisa, com quem empatou na primeira fase e que ao ser eliminado no início das etapas mata-mata deu trabalho. Hoje, a vitória contra o Nacional ocorreu com poucos sustos. O América-MG ostenta tradição nas categorias de base. Um teste de fogo nas quartas de final.
Por que o Internacional decepcionou na Copa Mundial de Clubes?
In Avaí, In Flamengo, In Inter de Milão, In Internacional, In Mazembe, In Seognam, In Vitória15 de dez. de 2010
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
A primeira questão a definir em um debate racional sobre o que ocorreu ao Internacional em Abu Dhabi é a premissa de que se parte em relação ao Mazembe. Tenho convicção de que se o Campeão Africano fosse um dos participantes do Brasileirão, nào cairia, e muito possivelmente conquistaria uma vaga na Copa Sul-Americana. Estabelecido o pressuposto, pode-se examinar não como um fiasco, mas como uma profunda decepção o que ocorreu com o Inter na Copa Mundial de Clubes.
Com espírito fora do campeonato nacional ou não, os titulares colorados perderam para o Avaí, pela primeira vez no Beira-Rio, quando o clube catarinense lutava para não cair, empataram com o Atlético-GO e o Vitória, que duelaram para fugir do rebaixamento até a última rodada, e foram goleados pelo Flamengo, vencedor em 2009 que correu o risco até a penúltima jornada, salvo engano. Então, uma derrota para uma equipe forte e veloz, que ao menos para o confronto com o Time gaúcho adotou maior disciplina tática, era uma possibilidade.
Porque a verdade é que a direção, certamente com anuência de Celso Juarez Roth, não conseguiu repôr a qualidade perdida após a conquista do Bi da América, quando saíram Taison e principalmente Sandro. Com um goleiro instável, uma zaga envelhecida, um centromédio que jamais se firmou, e cuja titularidade é inexplicável, além de um ataque pouco efetivo, o Colorado acabou revelando deficiências técnicas fatais numa disputa que afinal se deu contra outro campeão continental, ainda que da região mais pobre do planeta.
Para tirar lições, penso que não se deve nem considerar o fracasso um "acidente de percurso", nem reputá-lo como "maior vexame da História do Clube". Isto independe do Mazembe surpreender o Inter de Milão na final do torneio. O grande problema é que o Internacional precisa tomar uma decisão séria sobre Celso Roth, inclusive, pela postura que adotou logo ao final da partida, virando as costas para os jogadores, como quem atira para eles toda a responsabilidade pela derrota, além de reformular o elenco.
E este processo quase inviabiliza a conquista de uma nova Taça Libertadores. Pior: se adiado, ainda que por pouco tempo, determinaria seríssimos riscos no Campeonato Brasileiro, o mais difícil do mundo. O ciclo de títulos além-fronteira do Internacional, já o maior do futebol gaúcho em todos os tempos, tende a acrescentar tão somente mais uma recopa em 2011. E a maior preocupação no Brasileirão seria evitar o rebaixamento.
Um cenário pessimista? Se considerarmos que Fernando Carvalho deverá se afastar após a participação no torneio continental, e a pessoa cotada para assumir o Departamento de Futebol enfrenta seríssimas restrições pelo comportamento agressivo, inclusive, no próprio grupo dirigente (Roberto Sigmann), infelizmente é um panorama provável. Torço para estar completamente enganado.
E será importante, ainda que melancólico, faturar o terceiro lugar da Copa Mundial contra o Seognam, da Coréia do Sul, no sábado . Uma obrigação, convenhamos.
A primeira questão a definir em um debate racional sobre o que ocorreu ao Internacional em Abu Dhabi é a premissa de que se parte em relação ao Mazembe. Tenho convicção de que se o Campeão Africano fosse um dos participantes do Brasileirão, nào cairia, e muito possivelmente conquistaria uma vaga na Copa Sul-Americana. Estabelecido o pressuposto, pode-se examinar não como um fiasco, mas como uma profunda decepção o que ocorreu com o Inter na Copa Mundial de Clubes.
Com espírito fora do campeonato nacional ou não, os titulares colorados perderam para o Avaí, pela primeira vez no Beira-Rio, quando o clube catarinense lutava para não cair, empataram com o Atlético-GO e o Vitória, que duelaram para fugir do rebaixamento até a última rodada, e foram goleados pelo Flamengo, vencedor em 2009 que correu o risco até a penúltima jornada, salvo engano. Então, uma derrota para uma equipe forte e veloz, que ao menos para o confronto com o Time gaúcho adotou maior disciplina tática, era uma possibilidade.
Porque a verdade é que a direção, certamente com anuência de Celso Juarez Roth, não conseguiu repôr a qualidade perdida após a conquista do Bi da América, quando saíram Taison e principalmente Sandro. Com um goleiro instável, uma zaga envelhecida, um centromédio que jamais se firmou, e cuja titularidade é inexplicável, além de um ataque pouco efetivo, o Colorado acabou revelando deficiências técnicas fatais numa disputa que afinal se deu contra outro campeão continental, ainda que da região mais pobre do planeta.
Para tirar lições, penso que não se deve nem considerar o fracasso um "acidente de percurso", nem reputá-lo como "maior vexame da História do Clube". Isto independe do Mazembe surpreender o Inter de Milão na final do torneio. O grande problema é que o Internacional precisa tomar uma decisão séria sobre Celso Roth, inclusive, pela postura que adotou logo ao final da partida, virando as costas para os jogadores, como quem atira para eles toda a responsabilidade pela derrota, além de reformular o elenco.
E este processo quase inviabiliza a conquista de uma nova Taça Libertadores. Pior: se adiado, ainda que por pouco tempo, determinaria seríssimos riscos no Campeonato Brasileiro, o mais difícil do mundo. O ciclo de títulos além-fronteira do Internacional, já o maior do futebol gaúcho em todos os tempos, tende a acrescentar tão somente mais uma recopa em 2011. E a maior preocupação no Brasileirão seria evitar o rebaixamento.
Um cenário pessimista? Se considerarmos que Fernando Carvalho deverá se afastar após a participação no torneio continental, e a pessoa cotada para assumir o Departamento de Futebol enfrenta seríssimas restrições pelo comportamento agressivo, inclusive, no próprio grupo dirigente (Roberto Sigmann), infelizmente é um panorama provável. Torço para estar completamente enganado.
E será importante, ainda que melancólico, faturar o terceiro lugar da Copa Mundial contra o Seognam, da Coréia do Sul, no sábado . Uma obrigação, convenhamos.
E O Flamengo Volta A Ser Flamengo Em Um 2010sastroso
In Campeonato Brasileiro, In Flamengo27 de set. de 2010
Eu comecei a acompanhar o futebol fielmente em 1998, então só posso falar do Mais Querido a partir deste ano, e da lá para cá eu vi o meu time conquistar vários Campeonatos Cariocas, uma Copa dos Campeões, uma Copa Mercosul isso entre 98 e 2001. Depois disso o Flamengo entrou em uma fase confusa (em 2001,2002,2004 e 2005) com campanhas desastrosas e elencos horríveis.
Desde que chega 2006 quando o Flamengo vence o seu eterno vice-rival na final da Copa do Brasil e parecendo assim ter mudado o ritimo das coisas na Gávea nos anos seguintes com um tri-campeonato do Campeonato Carioca vencendo outro vice-rival nas três finais e um surpreendente título do Campeonato Brasileiro de 2009. Diria que o sentido natural era evoluir e buscar vôos mais altos, mas temos que reconhecer que a tragédia está anunciada.
O time trocou de treinador, muitos dizem que o futebol evoluiu alguns jogadores estão jogando bem, mas e o resultado? Nas últimas cinco partidas foram marcados 10 gols para um ataque considerado ineficiente é até um bom numero o problema que foram 13 gols sofridos e 3 empates, apenas uma vitoria e a derrota vergonha para o Palmeiras no sábado passado.
Existem desculpas, existem justificativas, mas não dá para negar que o Flamengo voltou ser aquele time medíocre de tempos atrás os jogadores de confiança da torcida não estão correspondendo e muito menos os que não tem nenhuma (como os Val Baianos da vida). O tempo ta passando o campeonato acabando e o time está longe de uma reação, triste para nós torcedores que só podemos torcer e rezar.
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