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Mais uma vitória em busca do tri!

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A semana, a ideia de Roth, o Inter B.

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O Inter estará pronto dia 16?
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Grande vitória celeste.

15 de set. de 2010


O Cruzeiro foi a Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, jogar contra o Guarani. Em busca da vice liderança, fomos um pouco desfalcados a campo, mas com a volta do mago Montillo no meio.

O time celeste foi pro jogo com Rafael, Rômulo, Edcarlos, Léo, Pablo, Fabrício, Henrique, Everton, Montillo, Thiago Ribeiro e Wellington Paulista.

O primeiro tempo foi todo do Cruzeiro. As primeiras boas chances foram do time celeste. Aos 11 minutos, Wellington Paulista saiu sentindo uma lesão muscular e entrou em seu lugar Wallyson.

Apesar de estar com um time quase todo mudado, os jogadores celestes estavam muito bem e comandavam o jogo. Aos 26 minutos, Thiago Ribeiro fez uma linda jogada pela esquerda, chegou até a linha de fundo, cruzou e Rômulo estava lá para completar de cabeça, GOL.

Depois, aos 32 minutos, Pablo recebeu o primeiro cartão amarelo da partida. Aos 39 minutos, Montillo recebeu um cruzamento perfeito e só encostou para Wallyson marcar o segundo GOL do time celeste.

Aos 42 minutos, Mazola, do Guarani, foi expulso pelo árbitro depois de fazer uma falta muito perigosa em Léo. E assim acabou o primeiro tempo.

No segundo tempo, Fabrício saiu com cansaço e entrou Fabinho. E logo aos 5 minutos, um jogador do Guarani fez um gol contra, que foi anulado pelo árbitro por ele ter visto uma falta no lance.

Aos 14 minutos, Rômulo chutou de longe e carimbou o travessão. No rebote, Wallyson chutou e o goleiro adversário defendeu. Ele pegou novamente o rebote, finalizou e o goleiro defendeu de novo.

Aos 15 minutos, Wallyson recebeu de Montillo, tocou na saída do goleiro e fez mais um gol, mas foi marcado impedimento e o gol foi anulado. Logo depois Henrique saiu para a entrada de Farías.

O Cruzeiro estava jogando muito bem e poderia ter um placar muito mais amplo, mas a mudança no time deixou a defesa um pouco desorganizada e o Guarani conseguiu fazer seu primeiro gol depois de um erro inacreditável do Fabinho, aos 24 minutos. E o time visitante empolgado ainda conseguiu empatar, aos 29 minutos.

1 minuto depois, GOL, o Cruzeiro desempata com Fabinho, depois de Montillo cobrar um escanteio pela esquerda.

Já no final do jogo, aos 40 minutos, depois de um chute cruzeirense em que a bola quase entrou, o time celeste ganhou escanteio. Montillo bateu para Thiago Ribeiro que cruzou para Farías fazer o quarto GOL cinco estrelas.

E assim acabou o jogo. Foi emocionante, do tipo teste pra cardíaco, mas o importante mesmo é ter acabado com mais 3 pontos na nossa conta. Cruzeiro está rumo à liderança do Brasileiro e quem sabe rumo ao título.

Vamos aguardar as próximas partidas.

Saudações Celestes.

Segue A Rotina

10 de set. de 2010

Pois é torcedores do mais querido do Brasil confesso que ando meio sumido por aqui e gostaria muito de voltar e falar que as coisas voltaram ao normal, que o nosso amado time voltou a vencer e a pequena turbulência acabou. Mas não, infelizmente não mudou nada desde a última vez que postei aqui.

O time continua com o pior ataque da competição e com a melhor defesa, o que não vale de muita coisa já que para vencer tem que fazer gol, coisa que o Val Baiano desaprendeu nesses últimos tempos, os reforços (Renato Abreu, Deivid e Diogo) já estão jogando lembrando que o nosso camisa 99 perdeu um gol contra o Santos que ainda é difícil de acreditar.

Temos que reconhecer que as coisas não estão ruins como aparenta, o time joga bem e pra frente, cria as jogadas e conclui de forma bisonha ou não sai o gol por falta de sorte assim como foi contra o Santos, Cruzeiro e Guarani partida essa onde o Fla sofreu o mais impiedoso ditado do futebol o “quem não faz, toma”.

O problema é se o time repetir atuações como a do último jogo contra o São Paulo onde o time carioca simplesmente se perdeu em campo com passes totalmente bizonhos e cometeu falhas imperdoáveis. Para completar, umas das esperanças de gols do time (o Diogo) que tentou cavar o pênalti mais manjado que existe.

Bom o turno mudou, o treinador mudou o ataque mudou esperamos que o espírito guerreiro do Willians contagie a todos do time e que com isso possamos a pensar em posições melhores já que o título ta impossível e a Libertadores só com uma nova arrancada milagrosa.

O estilo da Espanha e o trabalho de Roth

17 de jul. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Ainda repercute até certo ponto a um tanto estranha conquista da Espanha na Copa da África.

Ora, por que estranha? Sim, a "Fúria" jogou maravilhosamente bem contra a Alemanha, e na decisão, ao fim e ao cabo, mereceu mais do que a Holanda, mas....cá entre nós, apesar do estilo vistoso, o desempenho foi um tanto irregular em relação ao que dela se esperava. E, nas quartas de final, não faltou muito para uma desvantagem que poderia ser fatal.....contra o Paraguai!

O que me parece curioso é que o toque de bola de Xavi, Iniesta e Cia, a posse da pelota beirando 60% do tempo de cada partida, serviu mais para que a oitava campeã do planeta ostentasse, junto com a França de 1998 e a Itália de 2006, uma das defesas menos vazadas, na principal competição futebolística, do que uma superioridade marcante sobre as adversárias. Nunca havia acontecido de uma vencedora, nas fases mata-mata, bater todos os oponentes.....por 1X0. Comparo aqui evidentemente equipes que chegaram ao topo, sem levar em conta Suíças da vida.

E no Brasil, o Internacional há quase dois anos vem adotando este jeito de se comportar em campo, com resultados deveras irregulares. Na reestréia no Brasileirão contra o Guarani, a consistência defensiva apareceu desde o primeiro tempo, reflexo de uma preocupação constante de Celso Juarez Roth. Na segunda etapa, quando Sandro passou à função de segundo volante, com o reserva Glaydson de centromédio (o treinador colorado acertou ao colocá-lo já nos 45 minutos iniciais, devido ao precoce cartão amarelo de Wilson Mathias), os deslocamentos, a habilidade no toque de bola, as triangulações, principalmente, pelo lado esquerdo, levaram o Colorado à vitória. Verdade que Kléber poderia estar impedido, no lance do primeiro gol, mas se trata de uma jogada que mesmo na tevê não fica absolutamente clara. Logo, absolva-se a arbitragem. E o Inter, no período derradeiro do embate, deixou a impressão de que chegaria à goleada em pleno Brinco de Ouro, de qualquer modo.

Ok, o Guarani perdeu atletas importantes, talvez acabe entre os piores do campeonato, mas não concordo com a tese de que seja tão inferior assim ao padrão médio dos disputantes da competição. O Internacional começa a mostrar progressos. Se eles se tornarão suficientes para bater o São Paulo - surpreendentemente derrotado pelo Avaí no Morumbi -, nas semifinais da Taça Libertadores? É cedo para arriscar uma previsão. Mantenho, entretanto, minha convicção, reforçada por depoimentos de profissionais a serviço do Clube, de que o trabalho de Roth possui qualidades, as quais darão frutos. E se eles não vierem, as causas terão a ver com o perfil do elenco disponível no Gigante da Beira-Rio. Aguardemos o duelo contra o Ceará.

Bipolaridade celeste

23 de mai. de 2010


Depois de sair da Copa Libertadores, o time celeste aposta todas as suas fichas no Campeonato Brasileiro. Com a manutenção de Adilson Batista, fomos a Campinas enfrentar o Guarani. O time tinha algumas modificações e entrou em campo com: Fábio; Elicarlos (Fabinho), Gil, Thiago Heleno e Diego Renan; Pedro Ken (Jonathan), Henrique, Marquinhos Paraná e Fernandinho (Guerrón); Kleber e Thiago Ribeiro.

O jogo começou mal, quando o Cruzeiro atacava era sem objetividade, alias, nossos atacantes estavam voltando para buscar a bola no meio campo, então realmente a possibilidade de gol era nula. A falta de ritmo e de animo dos jogadores estava evidente, o time entrou desconcentrado e pagou pelo mal feito nos primeiros 45 minutos. Foram 2 gols (aos 11 e aos 31) do time da casa, que deram um susto na nação celeste. Na verdade, o susto maior era ver o que o time mostrava nas quatro linhas.

Com um 1° tempo para esquecer, só nos restava a esperança de um puxão de orelha no intervalo e tivemos o relato que dessa vez este foi feito pelo goleiro Fabio. Assim como meu time é coisa séria para mim, nosso muralha mostrou aos outros jogadores que eles não estavam lá para brincadeira.

E nossos guerreiros foram para o 2° tempo como deveriam ter entrado desde o inicio. O time celeste colocou a bola no pé e empatou o jogo (aos 6 e aos 30) em meio a erros e dificuldades. Mesmo com o gostinho de vitória que alguns podem ter sentido com o final da partida, eu fiquei extremamente preocupada com essa “bipolaridade” do time. Como podem jogar tão mal num tempo e recuperar tudo em outro? Será corpo mole? Será deprê pós Libertadores? Simplesmente não tem explicação.

Creio que nosso técnico errou na escalação hoje, mas ele não é o grande culpado disso, ele não entra em campo. Eu sou da opinião de que a partir do momento que um homem resolve ser jogador de futebol, ele tem que entrar pra valer, fazer o seu melhor, esquecer toda derrota, esquecer todo problema particular e, principalmete, não dormir em campo como foi visto. Hoje, nós éramos milhões de apaixonados perdendo tempo vendo esses jogadores fazerem aquilo... e é nossa obrigação ficar revoltado e cobrar para ver aqueles homens utilizando todo o potencial, que nós sabemos que eles têm, para vencer esta e qualquer outra partida.

“Vamos Aguardar” para ver o desenrolar dessa história e um final feliz.

Saudações Celestes.

*imagem tirada do site oficial do Cruzeiro.

Tenso!

17 de mai. de 2010

Na segunda rodada válida pelo Brasileirão 2010, o Furacão na Arena não passou de um empate em 2x2 com a equipe do Guarani.
Em duas falhas bizonhas dos nossos "zagueiros estagiários", tomamos dois gols do oportunista Roger e agora seguimos com 1 ponto na competição.
O jogo, em si foi marcado pela igualdade. Pouco poderio técnico, muitos passes errados, e felizmente nessa rodada não tivemos nenhuma expulsão / suspensão.
Sem Paulo Baier, expulso no primeiro jogo contra o Corínthians em SP, Netinho e Alan Bahia ficaram responsáveis pela armação das jogadas.
Os culpados.
Nos dois gols ví o Bruno Costa culpado nas jogadas. Na primeira, sem marcar corretamente Roger na cabeçada - que já tinha errado anteriormente (facilitando ainda mais sua marcação!). Segundo, numa bola recuada completamente errado, mostrando seu despreparo em estar na equipe profissional. Causando a penalidade máxima bem convertida por Roger, em seu segundo gol.
Os destaques.
No meu ponto de vista, tivemos três destaques. Na zaga Rodolpho, que jogou bem na defesa e nas situações em que subiu ao ataque. No meio, o mediano Netinho fez seu dever - e já está de bom tamanho! Bateu com precisão a falta, quando necessário e convertendo em um gol. E no ataque, Alex Mineiro mostrou determinação e fez valer sua entrada como titular. Ficou os 90 minutos e mostrou que pode fazer mais. Marcou de penalti e garantiu, acredito eu, vaga no time titular para a próxima partida.

Análise.
O jogo de ontem, em casa mostra a real fragilidade do time atleticano. Sempre atrás no placar e sem um elenco de qualidade fica muito difícil fazer frente a qualquer equipe mediana. Fora de casa os problemas são ainda mais graves e vejo que não apenas peças de reposição podem resolver a questão. O problema é crônico e parte de uma questão interna. Precisamos de uma diretoria que saiba investir realmente em futebol.
A próxima partida é no Mineirão, contra o Galo. Complicada a partida visto que o ultimo jogo deles contra o Prudente foi uma derrota maiúscula, frente ao time paulista.
A boa notícia são os retornos de atletas suspensos, o goleiro Neto - muito bom, por sinal e Paulo Baier, retorno de contusão de Bruno Mineiro (velho conhecido dos torcedores do Galo) e também promover a estréia do meia branquinho.
Fora de campo.
Se dentro das quatro linhas as coisas estão complicadas, fora o nosso departamento de marketing continua trabalhando para que as coisas revertam em lucros para o Furacão.
Depois de um acerto com a Coca - Cola, que tem direitos de exibição na Arena, e garantia de venda de muitas latinhas - a novidade é um acerto com a Unimed Curitiba e Uniodonto.
Com mais de 3 milhões de pacientes cadastrados na Grande Curitiba e uma ampla rede de atendimentos, as duas encorporam suas atividades no CT do Cajú e vão auxiliar o departamento médio para atletas, colaboradores e prestadores de serviços.

Arena 2014.
O Governo do Estado e a Prefeitura de Curitiba estão costurando termos da Constituição para garantir verba para a conclusão do estádio mais adiantado entre todos os selecionados para sediar jogos da Copa do Mundo no Brasil. Certamente essa semana teremos novidades.

Até a próxima.
Sempre Furacão!
[Foto: Netinho deixa mais um! Fonte: Furacao.com]

Vai começar o Campeonato Brasileiro!

7 de mai. de 2010


Amigos, terei como assunto hoje o Campeonato Brasileiro, que está para começar. Em especial, este texto é uma homenagem aos quatro clubes que voltam à Primeira Divisão: o Atlético Goianiense, o Ceará, o Guarani, e o Vasco da Gama.

O Campeonato Brasileiro é conhecido como o mais difícil do planeta. Qualquer um dos vinte clubes - repito, qualquer um - pode ser o campeão, sem que isso seja uma surpresa. E, por ser uma competição tão acirrada, às vezes clubes de imensa tradição acabam sendo rebaixados. Foi o que aconteceu com os quatro clubes citados, que estavam na Série B, uns há bastante tempo, outros há pouco.

Comecemos pelo Atlético Goianiense. A quarta colocação na Série B de 2009 garantiu o acesso à Primeira Divisão, após mais de vinte anos de ausência. O rubro-negro goiano já participou quatro vezes do Brasileirão: 1979, 1980, 1986 e 1987. A melhor participação do Atlético Goianiense foi em 1987, quando ficou em 11º lugar do Módulo Amarelo (22º lugar geral).

O Ceará também está de volta, após conquistar o terceiro lugar na Série B de 2009. Após dezesseis participações seguidas na Segundona, finalmente o Vovô conseguiu seu acesso, para alegria de sua fanática torcida. Na Série A, o Ceará já teve 15 participações (1971-1980, 1982, 1985-1987 e 1993). A melhor campanha se deu em 1985, com o histórico 7º lugar.

O Guarani foi o vice-campeão da Série C de 2008 e da Série B de 2009, e assim também garantiu sua vaga na maior festa do futebol brasileiro. O Bugre tem muita tradição no Campeonato Brasileiro, com 28 participações e algumas campanhas históricas. Na década de 80, foram dois vice-campeonatos: em 1986, perdeu a final para o São Paulo, nos pênaltis; em 1987, perdeu a final para o Sport Recife. A maior glória da história do Guarani, entretanto, foi em 1978, quando o clube conquistou o Campeonato Brasileiro. A equipe, que contava com Careca, Zenon e Renato "Pé-Murcho", bateu o Palmeiras na grande final.

O campeão da Série B de 2009 foi o Vasco da Gama, gigante do futebol brasileiro. O clube carioca havia estado presente em todas as edições do Campeonato Brasileiro, desde 1967 até 2008. O rebaixamento em 2008 foi um duro golpe, mas o Gigante da Colina soube se reerguer, e já está de volta à Primeira Divisão. O Vasco possui grande história na Série A, incluindo quatro títulos (1974, 1989, 1997 e 2000) e dois vice-campeonatos (1979 para o Internacional, e 1984 para o Fluminense). O clube de São Januário atualmente é presidido por Roberto Dinamite, que detém até hoje o título de maior artilheiro da história dos Campeonatos Brasileiros, com 190 gols assinalados (181 pelo Vasco).

Que Atlético Goianiense, Ceará, Guarani e Vasco da Gama sejam bem vindos de volta à Primeira Divisão do futebol brasileiro. Que suas torcidas façam bonitas festas nas arquibancadas do Serra Dourada, do Castelão, do Brinco de Ouro, e de São Januário. Que suas equipes sejam aguerridas. Que seus jogadores demonstrem muita vontade e bastante disciplina dentro de campo. Que seus treinadores saibam extrair o melhor de cada atleta. Que seus dirigentes honrem seus compromissos, mantendo os salários em dia, e oferecendo a estrutura adequada para um bom trabalho.

Daqui a 7 meses, 38 rodadas, 380 jogos, 1000 e tantos gols, saberemos qual será o novo campeão do Brasil. Árbitro, pode apitar. Vai começar o Campeonato Brasileiro!


PC

São Paulo 5 x 1 Guarani (Copa SP)

16 de jan. de 2010

Terminou mais uma partida do Tricolor pela Copa São Paulo. De diferente só o primeiro gol sofrido pelo Tricolor na Copa. De resto, jogo tranquilo, domínio total do São Paulo, mais uma goleada. O São Paulo fechou o primeiro tempo ganhando por dois a zero, fez o terceiro logo no começo do segundo tempo, o Bugre assinalou seu gol mas nem de longe chegou a ameaçar, pois o Tricolor continuou dominando totalmente a partida e chegou a cinco gols. Assisti o jogo inteirinho e esse ataque do São paulo é demais !!! No primeiro tempo contei dez chances claras de gol, no segundo perdi a conta. Um pouco menos de preciosismo nas conclusões e era jogo para oito, dez a um. próximo adversário do Tricolor na Copinha, quartas de final, sairá do jogo entre a Raposa e a Inter de Limeira.


Ficha técnica:

São Paulo FC 5 x 1 Guarani FC
Data: 16/janeiro às 16:00 hs
Local: Estádio Municipal Alfredo Chiavegato,, Jaguariúna
Árbitro: Philippe Lombard
Assistentes: Ednilson Corona  e Wendel Almeida da Silva
Cartões amarelos: Lucas Silva 7’; Dener 10’; Fabiano 70’; Thiago 32’; Casemiro 66’; Bruno Anjos 83’
Gols: Lucas Gaúcho 24’ , 33’, 46’; Andrey Felipe 61’; Bruno Anjos 79’; Marcelinho 84’.
Guarani: Vinicius Concon; Lucas, Andrey Muller (Andrey Felipe, 14min/2º), Thiago e Guilherme Silva (Matheus, intervalo); Amaury, João (Hewerton, intervalo), Pablo e Paulo; Carlos e Marcos
Técnico: Cidinho
São Paulo: Richard; Filipe Aguaí, Fabiano, Bruno Uvini e Felipe; Zé Vitor, Casemiro, Dener (Alfredo, 40min/2º)e Jeferson (Willian, 21min/2º); Marcelinho e Lucas Gaúcho (Bruno Anjos, 25min/2º)
Técnico: Sérgio Baresi


Repensando perspectivas

26 de jun. de 2009

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

A LDU tem um bom time. Repatriou atletas que jogaram contra o Manchester United, com atuação até surpreendente, em 2008, vendendo caro a derrota, e aperfeiçoou a escola colombiana de futebol. Ao toque de bola e ao contra-ataque acrescentou marcação fortíssima. O adversário do Internacional, na Recopa, possui, portanto, vários méritos. Não se examina com justiça a derrota desta quinta à noite, se ignoramos solenemente a qualidade desta emergente equipe, vinda do Equador.

Pelo lado colorado, vejo a necessidade de repensar perspectivas. A grande expectativa criada em torno do Inter nasceu de um campeonato de nível fraco. Infelizmente, o padrão médio das equipes gaúchas do interior se distanciou muitíssimo da dupla de Porto Alegre. De tal maneira que o Estadual não fornece um parâmetro confiável para avaliações. Com esta preliminar, e mantendo o espírito crítico, vejo que a torcida deve repensar expectativas. A falta de preparo emocional, na noite de ontem, com mais uma expulsão, foi assustadora. Estar com o foco no Corínthians e a péssima arbitragem (complacente com a violência e incapaz de ver um lance de vôlei na área da LDU no primeiro tempo.....) não justificam a falta de alternativas pelos lados e o individualismo de Taison, por exemplo. Alguns jogadores têm um futebol rigorosamente comum, de tal modo, que não é mais possível considerar o elenco do Beira-Rio acima dos outros da primeira divisão do campeonato nacional.

E o Brasileirão deve constituir a prioridade das prioridades. Se for o caso de mandar um mistão para o jogo de volta na Recopa, em Quito, faça-se. Seguramente, continua viável permanecer entre os quatro primeiros da mais importante competição do país, sem ilusões quanto a facilidades. Ainda mais que a saída de Nilmar (nenhum dos centroavantes está convencendo......) para a Inglaterra se tornou questão de semanas. Gostaria muito que as categorias de base abastecessem o grupo principal. Se não houver alguém em casa, que se reforce o time, com critérios, imprescindíveis ao se trazer boleiros de outros lugares.

Por último, não poderia deixar de registrar: lamentável a postura de alguns atletas e dirigentes vitoriosos no futebol quanto a achar ofensas racistas "coisas normais do calor da partida". O racismo está diretamente ligado ao que de pior se produziu contra o ser humano. O esforço para combatê-lo precisa ser permanente, inclusive, dentro dos gramados. Merecem apoio os árbitros e demais protagonistas dos espetáculos esportivos que interrompem os confrontos quando facções de torcidas professam estes gestos e idéias abjetas. Ignoro se o atacante argentino Máxi Lopez no embate entre Grêmio e Cruzeiro pela Taça Libertadores da América proferiu uma ofensa deste tipo ao adversário. Escrevo somente que, se isto aconteceu, o jogador merece se incomodar, e muito. Se não disse o que Elicarlos e seus companheiros afirmam que foi dito, sua inocência há de ficar provada o mais rapidamente possível. Particularmente, me orgulho do fato histórico de que meu Clube contribuiu decisivamente para a integração étnica no esporte gaúcho. A primazia, neste aspecto, no Rio Grande do Sul, pertence ao Guarany de Bagé, uma cidade da região sul do estado.
 

2009 ·Gol de Letras by TNB