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Que venha o Peixe

20 de mai. de 2010


Trinta e cinco mil vibrantes torcedores e onze jogadores de um lado. Onze jogadores do outro. Muita covardia. O Barradão, mais uma vez, fez a diferença: 4x0 para o Vitória e final histórica contra o Santos, mesmo com o time mais limitado e barato dos últimos tempos.

O resultado não diz o que foi o jogo, mas representa o sentimento da torcida ao final da partida. O jogo foi tenso durante noventa minutos. O Vitória "achou" dois gols no primeiro tempo e passou muito sufoco durante o segundo, quando esteve muito perto da eliminação diante do bom time do Atlético Goianiense.

Aos 45 da etapa final, contudo, em bom contra-ataque, Neto Berola driblou o adiantado ex-goleiro do bahia e tocou para Júnior marcar o terceiro gol e selar a classificação. Dizem as más (e boas) línguas que a greve da polícia na Bahia foi decisiva para que o Diabo Loiro reencontrasse o seu futebol: fez dois gols e sofreu o pênalti que originou o quarto do Vitória.

Aliás, o quarto gol foi recheado de polêmicas. Ontem, a FIFA definiu que a partir de primeiro de junho, não vale mais a "paradona" nas cobranças de pênaltis, que deve ser punida com cartão amarelo. Só que o apressado Heber Roberto Lopes resolveu antecipar a vigência da nova regra, tirando o aniversariante 'El Paredón' Viáfara da final contra o Santos, após a primeira cobrança de pênalti.

Mesmo assim, o goleiro do Vitória conseguiu, em dois minutos, fazer o que o time inteiro do Palmeiras não conseguiu fazer nas quartas de final: dois gols de pênalti em cima do goleiro Márcio.

A emoção de chegar, depois de dezessete anos, a uma final de uma competição nacional, é indescritível. A torcida sente que foi decisiva para a classificação de um time tecnicamente limitado, mas rico em raça e amor à camisa. Pena que o próximo adversário, mais uma vez, seja um supertime, com estrelas de nível internacional, como foi o Palmeiras de 93.

Resta a nós, torcedores, torcer para um improvável resultado e, agora, comemorar bastante essa classificação. Pelo menos teremos até julho para curtir o status de finalista e isso já me deixa muito feliz.

Que venham os meninos da Vila!

Avante, Leão!!!

Eu continuo não tendo medo do Santos.

18 de mai. de 2010

Há uma semana, o Santos era considerado invencível, o melhor time do Brasil. O Grêmio mostrou a força do Olímpico, da sua torcida e principalmente do seu time e fez o melhor jogo do ano, vencendo de virada por 4 a 2. Já dizia eu aqui, no meu humilde blog: Eu não tenho medo do Santos. Mesmo assim, continuaram duvidando da nossa força, pois bem, digo à eles: Eu continuo não tendo medo do Santos.


Estranhamente, o time do futebol arte dos meninos da Vila “baixou a bola”, e já provou seus efeitos no empate contra o modesto Ceará pelo Brasileirão, até com perca de pênalti do Neymar (considerados por muito o Pelé da geração). E a imprensa continuou, junto a torcida santista, parecendo até por alguns momentos que quem saiu com a derrota foi o Grêmio e não o Santos, como os fatos mostram.


Desta maneira, criou-se um clima de rivalidade em torno do jogo de amanhã na Vila Belmiro. Novamente, teremos 90 minutos da mais pura emoção, tanto dentro como fora de campo. Grêmio vai sem Mário Fernandes, lesionado, e o Santos conseguiu com a CBF uma liberação para Robinho e Ganso, junto à FIFA. Além disso há a questão do cai-cai santista, com Neymar, já muito discutido.


O Grêmio tem time, tem a vantagem do empate e tem capacidade de vencer qualquer time brasileiro, isso já foi percebi que suas outras quatro taças da Copa do Brasil e o peso da camisa gremista se façam presente, Amanhã é dia de reafirmar nosso titulo de imortal e copeiro e continuar não temendo um time que joga bonito. Não estamos falando de balet, não e mesmo?


Rumo ao penta, Grêmio!

Grêmio vence e mostra imortalidade.

13 de mai. de 2010


Simplesmente inacreditável! Em um jogaço disputado no estádio Olímpico, em Porto Alegre, nesta quarta-feira, 12, o imortal tricolor só fez provar seu título. Após sair perdendo a partida por 2 gols de diferença, o tricolor viu-se obrigado a jogar de forma incrível. Jogou. E, de quebra, terminou como o vencedor da partida.

Em uma noite fria no estádio Olímpico em Porto Alegre, viu-se um Grêmio sonolento entrar em campo. O tricolor gaúcho estava, no mínimo, perdido em campo. Não demorou muito para o Peixe abrir o placar. Em escanteio cobrado na segunda trave, o goleiro Victor saiu mal e ficou no chão. André escorou de cabeça. Grêmio 0 x 1 Santos. O time sentiu um golpe inicial. A torcida se calou. O time até que ensaiou uma reação. Mas ficou no ensaio.

Aos 20, Douglas perdeu a bola lá no meio-campo. Ganso fez belo passe entre dois zagueiros do Grêmio. André entrou na área e concluiu com categoria. A torcida se calou de uma forma ensurdecedora. O Grêmio sentiu o golpe. O Grêmio ainda teve um pênalti sofrido por William Magrão. Jonas bateu no meio do gol e desperdiçou. Aos 31, Ganso ainda recebeu a bola e, de costas, fez um belo giro encobrindo Victor. A bola parou no travessão. Logo logo o juiz apitaria o fim de primeiro tempo. Algo inacreditável. Um banho de água fria no Grêmio.

O Grêmio voltou sem alterações pro segundo tempo. A torcida via o time com muita desconfiança. Ninguém acreditava em um resultado positivo. Mas sabe como é esse “tal de imortal” Não é? Quando ninguém mais acredita, ele ressurge. Aos 9, Douglas entra com a bola na área... Rodrigo Mancha toca e a bola sobra limpinha pra Borges. Gol do Grêmio, avalanche no Olímpico. Aos 18, Rodrigo Mancha, de novo, perde a bola lá no meio-campo. A bola foi pra Jonas na direita que mandou cruzado pra Borges. Gol do Grêmio! É o empate do tricolor! A torcida faz nova avalanche!

Aos 22, Jonas recebe na frente da área. O atacante gremista até então tinha feito muito pouco. Tinha. Jonas calibrou o pé e... GOLAÇO! De fora da área Jonas acertou no chute! É a virada do Grêmio! E, a partir daí, o Santos se encolheu. Os meninos da vila se perderam em tamanha mística do estádio Olímpico. O Grêmio não tinha nada a ver com isso e aproveitou: Grande passe pra Borges, um jogador do Santos dava condições dentro da área. Ele ficou de cara com o goleiro Felipe que, até então, tinha feito grandes defesas. Dessa vez o centroavante gremista não titubeou. Bola na rede... Mas pelo lado de dentro! Gol do Grêmio!

O que parecia improvável aconteceu: O Grêmio saiu perdendo por 2x0 e jogando muito mal. Ai, em um segundo tempo, no mínimo, ESPETACULAR o tricolor gaúcho faz quatro gols e vira a partida. Ainda deu tempo do Santos diminuir: Ganso fez ótimo lançamento. Robinho livre na área completou. Grêmio 4 x 3 Santos.

Um jogo simplesmente inacreditável do Grêmio. Tá aí a mística do Grêmio. Tá explicado porque se deve chamar este time de imortal. A meninada da vila veio confiante... Mas no Olímpico o Grêmio mostrou quem é que manda. No jogo de volta, o tricolor gaúcho joga por um empate.


Grêmio: Victor, Edílson, Ozeia, Rodrigo e Mário Fernandes (Joilson); Adilson, Willian Magrão (Fábio Rochemback), Hugo e Douglas (Maylson); Jonas e Borges
Santos: Felipe, Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Wesley, Marquinhos (Rodrigo Mancha) (Rodriguinho) e Paulo Henrique Ganso; Robinho e André.

Dragão sai na frente

12 de mai. de 2010


O Atlético Goianiense saiu na frente na disputa antecipada pelo vice-campeonato da Copa do Brasil 2010. Contra um Vitória mais uma vez apático, o time da casa não teve muito trabalho para fazer 1x0 e levar uma boa vantagem para o jogo de volta no Barradão.
Talvez não fosse um resultado tão desastroso para o Vitória, não fosse a péssima sequência do time, que vem de quatro derrotas consecutivas, ironicamente iniciada com a conquista do tetracampeonato estadual (em que foi derrotado no Barradão por 2x1 pelo time de Itinga), que torna duvidosa a possibilidade de reversão da situação em casa.
O Leão até que começou bem, parecendo que estava jogando em casa, dominando o jogo nos primeiros quinze minutos. Depois, a partida virou um treino de ataque contra defesa. Ataque do time goiano contra a frágil defesa do tetracampeão baiano. Assim o jogo seguiu até que, no segundo tempo, quando o domínio do time da casa era total, o resultado foi construído: jogada pela linha de fundo, em cima do lateral esquerdo Mau Ruim, cruzamento e gol de Rodrigo Tiuí - 1x0.
Surpresa não foi o resultado - mais do que previsível. Foi o fato de o autor do gol, no fim da partida, e depois o técnico Geninho, terem declarado que o time de Goiânia entrou em campo disposto a conseguir um heróico 0x0 em cima do Vitória(!).
O limitadíssimo Vitória, que chegou às semifinais aos trancos e barrancos, que parece só ter no time o goleiro e o centroavante, que não ganha há quatro jogos, que jogou hoje com duzentos e setenta desfalques, causa temor ao time do Atlético! Graças a Deus não divulgam muitas informações de nosso time lá em Goiânia. Tomara que ninguém do Atlético leia este blog!
Ora, o time de Goiás pode poupar jogadores no fim de semana pelo Brasileirão. Nós, nem isso. Quem merece ser poupado nesse time? Aliás, que time? Hoje foi anunciada a contratação de dois "reforços" para a temporada 2010: Bruninho e Jackson. Onde vamos chegar com esse elenco?
Enfim, a política "pés-no-chão" dá certo nos primeiros meses, quando não temos muitos desafios. Agora temos pela frente o segundo jogo das semifinais da Copa do Brasil, todo o Campeonato Brasileiro e a Copa Sulamericana: precisamos de um elenco qualificado urgente!
Por fim, já que estamos sem o que comemorar, vamos hoje nos limitar a comemorar o aniversário de 111 anos do Vitória, e vamos todos ao Barradão nos dois próximos jogos, pois a presença da torcida agora é fundamental.
Avante, Leão!!!
PS: Neto Berola... TCHAU!!! Por favor, vá embora e não volte nunca mais para o meu Vitória. Procure um time de seu tamanho para jogar. Aliás, desista de jogar futebol profissional. Procure outra atividade profissional para ganhar a vida que futebol não é a sua.

Eu não tenho medo do Santos.

"Não gosto de ver esse Robinho, que pedala e não sai do lugar. Pra que isso? Se for em direção ao gol, tudo bem, mas pedalar por pedalar… Se fosse comigo, se ele pedalasse na minha frente, eu dava uma machadada no pescoço dele. Ele não ia se meter comigo, pode acreditar. Pergunta pro Denílson, pro Sávio e pro Edmundo, que são habilidosos e jogavam no meu tempo. Vê se eles faziam firula na minha frente."

Dinho, o Cangaceiro dos Pampas


A citação do nosso querido ídolo Dinho mostra um pouco da opinião da maioria gremista para o jogo de hoje à noite. Quem realmente viu Dinho jogar sabe do que eu estou falando. Muitos consideram violência, mas esse é o puro sentimento de querer vencer, lutar e principalmente ter RAÇA, esta dada apenas aos verdadeiros homens que defendem o manto sagrado tricolor. Aliás, se for pra ver show de arte eu estaria aqui escrevendo sobre balet, e não futebol.


Muitos devem ter ouvido a frase “o Grêmio é copeiro” contrabalanceado com as dezenas de notícias emitidas pela imprensa todos os dias sobre o badalado time do Santos. Dessa maneira foi criado um clima todo especial para semifinal da Copa do Brasil, sendo por muitos considerada uma final antecipada. O primeiro jogo acontece hoje às 21:50 no Olímpico, o próximo jogo está marcado para dia 19, também quarta-feira, na Vila Belmiro.


Será um grande jogo, sem dúvidas, considerados por muitos o embate entre o futebol arte e o futebol raça. Porém, diga-se de passagem, a imprensa criou um foco errado para o jogo de logo mais. Dizer que Santos é o melhor time do Brasil disparado e apontar Neymar como o “próximo Pelé” já é exagero. Jogar um futebol ofensivo e mais bonito nem sempre significa ser o melhor.


Voltando há uns meses atrás, as duas equipes estavam em formação, ambas conseguiram formar um time conciso e ser campeão estadual, se bem que Estadual não é o melhor título à conseguir quando quer se provar que é o melhor. Pra provar que um time é bom é preciso título nacional e Libertadores.


Só que diferente do Grêmio, que apesar de favorito, foi vencendo aos poucos até derrotar seu maior rival em sua casa e ser campeão; o Santos começou o campeonato paulista com goleada em cima de goleada, até enfrentar o Santo André na final, que mesmo não sendo considerado um dos grandes times de São Paulo foi considerado a surpresa da competição, e com um placar agregado de 3 a 3, por melhor campanha, foi o campeão.


Neymar foi considerado por muitos o novo Pelé, pelo seu futebol leve e bonito. Muitos o pediram e seu companheiro Ganso na Seleção, Dunga não os atendeu. E o fez corretamente, que eles jogam bem ninguém dúvida, mas jogo de Estadual não é parâmetro para muita coisa. Quem veste a amarelinha tem que provar que é bom em competições grandes, e eles, nem na Libertadores estão.


O Victor pode até se encaixar nisto, dependendo da opinião de quem ler, mas ao contrário deles, é considerado o melhor goleiro do Brasil por dois anos consecutivos, já participando da Copa das Conferedações pela Seleção. Paciência Victor, a torcida gremista te convocou e a amarelinha que importa é ESTA.


Voltando ao assunto de hoje de noite, espero que a imprensa não afete os times dentro de campo, já que ao dentro das quatro linhas o jogo ainda começa 11 contra o 11. E se eles têm craques, nós também. Também sei que a torcida quer e pode fazer a diferença. Veja aqui.


Neymar não irá jogar o primeiro jogo, Robinho provavelmente o segundo, já que foi convocado para a Seleção. No Grêmio a única incógnita é nossa lateral esquerda, já que Fábio Santos e Neuton estão machucado e não jogam. O resto do time vai completo. Mas esse não é motivo para deixar a vitória escapar e sei que a torcida e o time gremista são fortes são fortes suficiente para chegar a final da Copa do Brasil.


Eu não tenho medo do Santos. Então, está preparado para a pescaria?

Mais água no chope

6 de mai. de 2010


Depois de quase enfartar, perder a voz e esmurrar a parede, o chão, a Tv e o que aparecesse pela frente, recuperei-me, mas não o suficiente para escrever sobre o que aconteceu ontem em São Januário. Por isso, passo a palavra a meu irmão Lionel:

Desde a volta de Adriano ao Brasil, muito se tem comentado acerca do excessivo consumo de bebidas alcoólicas por parte de alguns jogadores de futebol. Mais que isso: até mesmo o uso de álcool pelos torcedores foi motivo para acaloradas discussões, haja vista as idas e vindas da proibição da venda de cerveja em estádios no começo do campeonato baiano desse ano.

Preocupado com tão importante questão, nosso ponderado treinador Ricardo Silva decretou que o Esporte Clube Vitória, neste ano de 2010, só poderá beber chope aguado. Notem que não se trata, como imaginam alguns maledicentes, de uma filosofia covarde ou retranqueira do técnico rubronegro: tal decisão tem por fim apenas a proteção da saúde pública e o bem estar do torcedor.

As evidências estão aí para quem quiser ver: na final do campeonato baiano, o Vitória foi para o intervalo ganhando por 1x0 do ex-rival. Nosso insigne treinador então, preocupado com os milhares de fígados rubronegros presentes no Barradão, determinou que o time sofresse dois gols na segunda etapa – afinal, o jogo foi no domingo e segunda-feira é dia de branco.

O mesmo aconteceu ontem. Depois da conversa do intervalo, o time voltou para o segundo tempo determinado a tomar mais dois gols e assim conter o ímpeto alcoólico do torcedor do Leão. Quem tiver um ouvido mais apurado e prestar atenção nos melhores (melhores?!) momentos da partida, vai ouvir claramente a voz de Ricardo Silva gritando “chuta pra fora, Schwenk!”.

E por pouco o Vitória não toma o quarto gol. Por sorte, El Paredón Viafara lembrou no último instante que gol de goleiro não vale dois, de modo que o jogo tinha que acabar 3x1 mesmo, e fez uma (uma?!) defesa de cinema.

Apesar do nobre intuito do comandante rubronegro, sinto que é meu dever esclarecer que sua cruzada anti-birita não está dando resultado. Se o chope é aguado, a torcida bebe em dobro, até porque só muita cerveja para desacelerar o coração depois de jogos como o de ontem (que meu cardiologista não me ouça). Portanto, é melhor acabar logo com essa história e jogar para pirão o tempo todo – e o torcedor que decida quanto deve beber, cada um tem a cirrose que merece.

Então, Ricardo Silva, agradeço muito sua boa intenção, mas na semi-final com nome de filme chinês – o Leão e o Dragão – peço encarecidamente que você deixe a torcida Vitoriana beber sua cerveja sem maiores sobressaltos. Faz sua parte lá que a gente promete beber com moderação aqui.

Lionel Leal é contra o nepotismo, mas escreve no blog de seu irmão porque é hipócrita declarado e praticante.

Nau à deriva

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Marcos defendeu 3 pênaltis na noite de ontem: 3 pênaltis. Acontece que o elenco Alviverde, ou o que sobrou dele, conseguiu errar 4 penalidades máximas. 4.
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Até que ponto isso pode ser considerado uma fatalidade, um acidente? Até que ponto os jogadores, mesmo que de modo inconsciente, estavam chutando um "foda-se" ao invés de uma bola?...
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O Palmeiras, hoje, é uma terra de ninguém. Ninguém respeita a torcida, ninguém atende o seu treinador, ninguém recebe o que é devido no seu contracheque.
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Aí, na hora H, ninguém acerta um pênalti.
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Ninguém é nossa diretoria. É essa gente que, de 2008 pra cá, só se preocupa em bolar ações de marquetíngue desastrosas, em explorar seu sócio, em aumentar o preço dos ingressos de maneira absurda, em lotear e vender seu próprio estádio para empresas que querem simplesmente lucrar com nosso terreno e explorar a nossa imagem.
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Mas o Futebol, este não é de mais ninguém. Depois da Copa de 2010, quando estivermos novamente no curso irremediável da vergonha (como em 2002), a culpa também não será de ninguém. Porque o Palmeiras é um navio fantasma - sem um timoneiro, sem fé, sem esperança e cercado de tubarões por todos os lados.
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Parabéns a todos os envolvidos.
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O Fluminense lutará até o fim

1 de mai. de 2010


Amigos, a derrota para o Grêmio no Maracanã ainda ecoa nos pensamentos de cada pó-de-arroz. A incrível coincidência das apendicites dos nossos atacantes mostra que o Fluminense vive um período de muito azar. E sem sorte não se consegue fazer nada, esta é a verdade. Um sujeito sem sorte não consegue nem atravessar a rua, sob pena de ser cruelmente atropelado.

O Grêmio teve seus méritos, soube se aproveitar da falta de sorte tricolor, e obteve assim um excelente e difícil resultado. A classificação gremista é dada como certa entre os adeptos do clube gaúcho. E nisso reside o maior perigo para eles.

Explico: sempre que vai estourar uma catástrofe, o ser humano cai num otimismo pétreo e obtuso. Foi assim em Hiroshima, naquela manhã de domingo em 1945. Não havia nenhum presságio, nenhuma tensão. Famílias passeavam tranqüilas, pensando em seus lindos futuros. E então ocorre o clarão hediondo, e era o fim do mundo.

Os gremistas me confessam, alegres, que já estão comemorando a classificação às semifinais da Copa do Brasil. Já pensam no confronto com o Santos, ou o Atlético Mineiro. Então eu me pergunto: com suas comemorações antecipadas, não estariam os torcedores gremistas cavando sua Hiroshima particular?

Todavia, essa euforia não parte apenas dos torcedores gremistas. Também os jogadores do Grêmio e a imprensa gaúcha exibem a certeza do triunfo. O treinador Silas está calmo, mas repito: é a tal calma da catástrofe. Enquanto isso, todos no Fluminense sentem, na carne e na alma, uma angústia infinita. É a angústia que anuncia as vitórias deslumbrantes.

Vejam a dupla experiência que está reservada ao torcedor gremista: hoje canta a vitória, para quarta-feira chorar a derrota.

Repito: não se trata de menosprezar o Grêmio, em pleno Estádio Olímpico. Sabemos que é difícil, muito difícil, vencer lá em Porto Alegre. Mas difícil não é impossível. Em 2009, o Fluminense mostrou que, para ele, o impossível não existe.

As nossas vitórias são as mais épicas, as mais cardíacas de todas. Pelo amor de Deus, examinem a nossa história, olhem para o nosso passado. Em 1998, decretaram o fim do Fluminense. Dez anos depois, estávamos na final da Libertadores da América. Ano passado, decretaram nosso rebaixamento, vaticinaram nossa queda, e no entanto o Fluminense se salvou.

Eu ia dizendo que ninguém ganha da forma como nós ganhamos. As nossas vitórias vão da extrema falta de perspectiva, do máximo sofrimento, da crueldade, ao êxtase, ao épico, ao apoteótico. Tudo junto, quase sem fronteiras entre esses opostos. É o que dizia Nelson Rodrigues, o eterno Profeta Tricolor, coberto de razão.

Quarta-feira, no Estádio Olímpico de Porto Alegre, o Fluminense viverá um dos grandes momentos de sua história. Será uma de suas mais belas vitórias.

PC

FORA, DIEGO SOUZA!

30 de abr. de 2010

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O Verdão de hoje, com suas dificuldades e angústias, remete seu torcedor mais calejado aos tempos negros da década de 80 - a única diferença é que, desta vez, não precisava ser assim.


Analisando no papel, o time do Palmeiras (com Lincoln, Xavier, Diego Souza, Armero, Figueroa, Pierre, Marcos e cia) está longe de ser o elenco pífio que nos tortutou por anos a fio, no passado.


Então por que um time imenso como o meu tem de sofrer tanto para vencer o Atlético-GO em casa, e ainda ouvir dos anônimos perdedores desaforos do tipo "perder pra esse Palmeiras é inadmissível?" Quando foi que perdemos a moral a esse ponto, tanto dentro da nossa cabeça como na cabeça alheia?


A verdade é que temos uma ferida aberta, que ainda sangra e que não quer estancar: embora esteja se renovando gradativamente, este é o mesmo elenco que fracassou na campanha do BR-09, quando estava 5 pontos a frente do segundo colocado, na metade do segundo turno. São os mesmos caras que perderam o título mais ganho da história - e a verdade é que o Palmeirense não perdoou, não esqueceu a traição e a decepção.


A verdade é que alguns deles tem menos confiança que um filhote de gatinho no canil, quando adentram no Palestra - e esses caras tem que vazar do clube o quanto antes.


A verdade é que pegamos a chave mais baba da história das Copas do Brasil, mas esse time sua sangue para passar pelo Atlético-Wherever.


A verdade é que, se não fizermos uma limpa geral nesses caras que andam borrando o Palestra de merda, não teremos força sequer para permanecer entre os grandes até o final de 2010 - quanto mais sonhar com o título desta Copa do Brasil.

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Maratona de decisões



Mais uma vez o Monumental Manoel Barradas fez a diferença e a escrita foi mantida: continuamos sem perder para o Vasco em nossa casa (a velha Fonte Nova não conta) - 8 vitórias e um empate.

Tecnicamente, o desempenho do time não foi dos melhores: muitos erros de passes, muitas falhas de marcação nas bolas aéreas e muitas finalizações mal feitas. Mas o que pesou a favor do Vitória foi a raça e a entrega dos jogadores em campo.

E esta entrega se deve, em grande parte, à vibração da torcida durante todo o jogo. O "Barradão em Chamas" é um dos maiores espetáculos já vistos nas arquibancadas dos estádios brasileiros e, com certeza, mexe com os jogadores. Essa é com certeza a principal causa do fato de o Vitória ser imbatível dentro de casa. E quarta não foi diferente: um importantíssimo 2x0 em cima do Vasco e um pé na semifinal da Copa do Brasil.

Agora é não perder a concentração, pois teremos duas decisões nos próximos dias, em que temos vantagens para administrar. Somente uma derrota por dois gols de diferença nos pode tirar o tetracampeonato estadual. E, na Copa do Brasil, para nos desclassificar, o Vasco tem que nos vencer por três gols.

Parece uma situação confortável, mas não é tão fácil como parece. O Vitória joga dois campeonatos desgastantes ao mesmo tempo. Já os adversários estão concentrados apenas em uma competição. O time tem que controlar a ansiedade e saber jogar com inteligência, sem se desgastar muito, e explorar as deficiências dos dois adversários (que são muitas, é verdade).

Na decisão de domingo, a torcida pode e deve fazer a sua parte: lotar o Barradão e vibrar do início ao fim, não ficando um segundo sequer em silêncio, para não deixar ninguém perceber a presença dos simpatizantes da segunda força do estado que resolverem entrar de penetra em nossa festa.

Espero, contudo, que a torcida não confunda o seu dever de vibrar com ódio em relação às pessoas que, acometidas por um inexplicável mau gosto, torcem para o time de Itinga, e que o baVI volte a ser o Clássico da Paz.

Já na quarta, longe da torcida, o Vitória vai ter que administrar bem a vantagem que abriu sobre o Vasco e jogar com concentração, esquecendo o tetracampeonato e focando toda a atenção possível na Copa do Brasil.

Neste ano, são sete possíveis vagas na Libertadores do ano que vem para os brasileiros. E são apenas vinte candidatos para ocupar essas vagas, já que os oito times que restam na Copa do Brasil são da primeira divisão. Por que uma delas não pode ser nossa?

Avante, Leão!!!!

Que a vantagem não engane

21 de abr. de 2010

Na última quarta-feira o Grêmio venceu o Avaí pelas oitavas-de-final da Copa do Brasil. Um jogo que era julgado ser difícil e que foi marcado pelo reencontro de Silas com seu ex-clube, acabou se tornando um jogo com o domínio Tricolor, na maioria do tempo. O Grêmio conseguiu facilmente fazer 3 a 1 no time catarinense, com dois gols de Jonas e um gol de Borges, que estava voltando de lesão.


Tudo normal, a não ser pelo detalhe que o Grêmio foi “auxiliado” pela arbitragem no seu primeiro gol, onde o escanteio que originou o gol teria sido na verdade um tiro de meta. Essa situação causou tumulto e resultou na expulsão de Caio, deixando o Avaí com um a menos. Parece que tudo estava uma maravilha? Mas foi ao contrário, o que era pra ser um “auxílio” (desnecessário) do bandeirinha, acabou sendo um obstáculo mais.


Vendo-se completamente dominado, o Avaí reuniu forças que, creio eu, nem o próprio time sabia que tinha, assim, no segundo tempo conseguiram descontar o placar e só não fizeram mais gols por causa de sua falta de pontaria e do nosso grande goleiro Victor, pois as chances foram grandes.


O Grêmio vai para Florianópolis com a vantagem do placar de 3 a 1, podem até perder o jogo por 1 a 0, que mesmo assim garante a vaga para as quartas-de-final. Mas espero que o “salto alto” não atinja a equipe e que não exista dentro do grupo o clima de já estar com a classificação garantida. E que a força de vontade do Avaí sirva de exemplo, pois se conseguiram juntar forças na casa do adversário, poderão ser capazes de muito mais dentro de seu próprio estádio.


Vamos com calma, colocar a bola no chão e mostrar que as vitórias não estão somente dentro do Olímpico. Além de não cairmos novamente na armadilha do Pelotas, onde fomos eliminados da Taça Fábio Foff após completar a primeira fase com 100% de aproveitamento.Com a classificação iremos enfrentar o vencedor do confronto Portuguesa x Fluminense, nas quartas-de-final.


Mas antes disso, vamos voltar o foco para a final do Campeonato Gaúcho, onde decidiremos o título em dois emocionantes Grenais, sendo o último no Olímpico. E não tenho melhor motivação para um Grenal do que realmente garantir a classificação fora de casa e seguir na Copa do Brasil. Mas que a vantagem não engane.

O Fluminense na Copa do Brasil

20 de abr. de 2010


Amigos, nesta quinta-feira o Fluminense voltará a campo pela Copa do Brasil, para a partida de volta contra a Portuguesa de Desportos. O confronto vale pelas oitavas-de-final, e o vencedor enfrentará Grêmio ou Avaí.

O primeiro jogo foi realizado no Canindé, campo da Lusa. Foi uma partida truncada, verdadeira guerra de nervos. Mas o Tricolor, copeiro como sempre, conseguiu arrancar a vitória, com gol solitário de Fred. Para o jogo do Maracanã, o Fluminense vai com a vantagem do empate.

A despeito do bom resultado obtido, e do excelente retrospecto nesta passagem, a diretoria tricolor teve a coragem de demitir o treinador Cuca. Inconformado, afirmo: é uma decisão absolutamente injustificável. Não havia motivo moral, matemático ou metafísico para tamanha covardia com o técnico. Mais um erro colossal da administração de Horcades, que não se coloca à altura da história do clube, uma vez reconhecido como o mais organizado da Terra.

Espero que a transição para o novo técnico Muricy Ramalho se dê suavemente, sem maiores transtornos. Afinal, o Tricolor está a sete jogos de conquistar o bi da Copa do Brasil, e além disso está prestes a encarar um Campeonato Brasileiro, competição que não conquista há longos vinte e seis anos.

No jogo com a Lusa, comandará a equipe Mário Marques, ex-jogador do clube (nos anos 80), e atual técnico da equipe júnior, recém-campeã da Taça Guanabara. Que ele tenha sabedoria, para não colocar em risco a classificação tão bem encaminhada pelo antecessor.

O Fluminense precisa seguir na Copa do Brasil, precisa ser campeão. E, se o Tricolor de fato levantar o bi, saibam que Cuca também será um dos campeões. A torcida pó-de-arroz sabe reconhecer quem trabalhou bem pelo Fluminense. Pela maravilhosa arrancada do ano passado, Cuca merece nossos aplausos e nossos agradecimentos. Até breve, guerreiro!

PC

A batalha.

[Ps.: Antes de mais nada, falarei aqui de futebol, não de agressões físiscas ou verbais de qualquer natureza e de nenhuma das partes - esse tipo de coisa se resolve na delegacia. Os comentários estão abertos]

Enfim. Agora é na nossa Arena. Com a nossa torcida. Com os nossos gritos de guerra. Com as nossas luzes e forças. Depende da gente.

É uma semana tensa para o Furacão. Depois de duras derrotas fora de casa é hora de voltar ao nosso reduto.

Na semana passada, embora típica superioridade do time da casa - que é característico nesse tipo de competição - tivemos chance de marcar e administrar um resultado melhor do que o ocorrido de fato. Porém, tudo era uma equação simples. Palmeiras tem um time superior tecnicamente. Prevaleceria que jogaria melhor nos erros do adversário. Os donos da casa erraram o suficiente para que marcássemos pelo menos um gol, mas não tivemos (??) [?? = entende-se "sorte" / "competência] para tal. Tomamos um gol de um bom atacante. Veloz e que finaliza bem, méritos pra ele. Porém, grande parte desse gol foi falha de posicionamento da defesa atleticana.

Falha essa que foi repetida no jogo de domingo, contra o Coritiba no Couto Pereira e que permitiu aos coxas levantar a taça de campeão paranaense com uma rodada de antecedência. Fizemos até um melhor primeiro tempo do que os anfitriões. Porém, como armadilha armada duas vezes não pega, o Coxa tirou proveito das mudanças feitas pela pouca capacidade técnica de nossos atletas e construíram uma vantagem. Mérito deles também. Onde, grande parte desse resultado vem de uma insistência longa de nossa comissão técnica de que o time que temos é o time do Campeonato Brasileiro. Ajustes precisam ser feitos, e pra ontem! Vendo o tamanho do desastre, correram atrás de um lateral profissional (parece que o Raul não saiu do júnior ainda!). Wagner Diniz já cumpriu suas obrigações médicas e parece que ainda essa semana sai no BID.

Resolveu o problema!? Não! Precisamos sim, ainda de um bom segundo atacante - para suprir a saída do Wesley que tá dando um show no Santos, e um meia para suprir a saída de Marcinho que foi pra Arábia. Um zagueiro experiente também é bem vindo! Todos os nossos atletas de defesa vem das categorias de base (sugestões nos comentários!). Todas essas carências foram predominantes para a perda do título no ultimo fim de semana.

Amanhã é um desafio a parte. Uma verdadeira batalha. Nervos dos torcedores estarão a flor da pele e isso vale o semestre para as duas equipes. Vai ser um jogo duro, bem jogado, e temos todas as condições de conquistar um resultado positivo! Mas, condições, os dois times tem! E esse é o meu medo.
Vamos com tudo. Sem medo! Essa é a nossa Arena!

Sempre Furacão!

Chuva de gols

15 de abr. de 2010


O profeta Marcos Roberto Silveira Reis (para quem não conhece, é o Marcos, goleiro do Palmeiras), em setembro do ano passado, quando o seu time foi derrotado pelo Vitória no Estádio Manoel Barradas, ao ser entrevistado sobre o jogo, afirmou:
"Pode pegar aí os melhores, pega aí o Manchester United, bota pra jogar contra o Vitória lá na Bahia pra ver se não vai levar sufoco."
Se o seu até então lider do Campeonato Brasileiro de 2009 Palmeiras levou sufoco, Marcos, se o Manchester United ou até mesmo, diria eu, o Barcelona de Messi levariam sufoco do Vitória no Barradão, o que dizer do esnobe Goiás, que, talvez por desinformação, tenha poupado dois de seus principais jogadores para enfrentar o Leão da Barra no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil?
Será que não avisaram à comissão técnica da equipe esmeraldina que o pior resultado do Vitória este ano em casa pela Copa do Brasil tinha sido um magro 4x0 contra o Corínthians Alagoano e que o Náutico só perdeu de 5x0 porque Ramon e Viáfara desperdiçaram cobranças de pênaltis?
E, de fato, o claudicante Vitória do campeonato baiano se transforma quando joga no Barradão, especialmente na Copa do Brasil. E ontem não foi diferente: a partida que tinha tudo para ser o grande desafio do ano para o Vitória se transformou numa fácil goleada por 4x0 em cima do Goiás, que só não passou por um vexame maior devido a algumas boas defesas do goleiro Harlei.
O time inteiro se apresentou muito bem. Até Bida, que ontem completou 200 jogos pelo Vitória, demonstrou vontade e competência, fazendo, inclusive um belo gol de falta. Mais dez atuações iguais à de ontem e eu te perdoo pelas outras 199, tá Bida?
Fernando foi outro bom destaque. Para quem fazia sua re-estreia, depois de muito tempo afastado dos gramados, o meia demonstrou que pode ajudar bastante este ano, assim que estiver 100% em forma.
Ramon, Elkeson e Júnior parecem cada vez mais entrosados. Vanderson voltou a demonstrar bastante segurança na frente da zaga. Viáfara foi bem seguro quando foi exigido. Neto Berola, quando entrou, trouxe mais movimentação e velocidade ao time. Enfim, foi uma noite em que tudo funcionou muito bem.
Ricardo Silva conseguiu calar a boca de todos que o criticavam (inclusive eu) e demonstrou, durante a partida e nas entrevistas pós-jogo, ter amadurecido bastante como treinador e ter o time nas mãos.
A torcida está de parabéns pois compareceu em número razoável ao Barradão, mesmo com todas as dificuldades impostas pela tempestade que castigou a já caótica Salvador na véspera, e apoiou a equipe do início ao fim.
Agora é ter inteligência e saber explorar as deficiências do Goiás no jogo de volta, para assegurar a classificação, já que todos estão com o "quase desastre" do Mineirão no ano passado bem fresquinho na memória.
Avante, Leão!

Um leão por dia..................


Alô nação Alvi-negra mais linda do mundo.............saudações.

Ontem tivemos o jogo que eu queria realmente ver. O Galo jogando contra um time que não fosse os do interior de Minas. Um time que realmente fizesse pressão, que desse para avaliarmos o desempenho do nosso time. E sinceramente, gostei do que vi. Deixa eu explicar. O Galo logo no primeiro tempo ficou amarrado, dando espaço para o Sport, mas com a mudança que o Luxa fez, trocando o Renan Oliveira pelo vovô Marques, o time passou a jogar com velocidade nos contra ataques, e levou muito perigo ao gol do adversário, que a não ser por bolas de escanteio, nenhuma chance teve. Gostei da zaga, Werley foi eleito o melhor em campo, fungou no cangote dos atacantes o jogo inteiro. Chegava como um leão nos desarmes. Júnior pra mim foi o melhor em campo. Pena que não vai aguentar uma sequencia de jogos grande. Enfim, não é o time ideal ainda, mas com mais umas 3 peças, creio que podemos chegar bem nos campeonatos que disputarmos.

Vamos ao resumo do jogo. Tardelli, ainda está perdendo gols incríveis junto com o Muriqui. O Galo poderia muito bem ter feito 2 ou 3 gols na primeira etapa, se tivesse um finalizador mais preciso. O Galo não esperou o Sport vir pra cima, e nem o Sport esperou para ir nos contra ataques. Ambos os times tomaram iniciativa de jogo. O Galo marcou bem os atacantes do Sport, tivemos boas jogadas de meio campo, Marques dando show, com passes de letra e calcanhar. E o time suportando bem o Sport quando esse atacava. Aos 42 do primeiro tempo, o genrão marcou o único gol da partida, em uma jogada de mestre do Júnior. Fintou bonito, cruzou na área e Fabiano subiu no 18482317591º andar e meteu pra dentro das redes de Magrão.

No segundo tempo, oportunidades não faltaram, mas os nossos atacantes não estavam com a pontaria afiada. Outra coisa que pudemos reparar também foi o preparo físico, o time parece ter ficado cansado no segundo tempo. Tardelli estava sem pernas pra partir nos contra ataques, pediu para ser substituído, mas o Atlético já havia feito as 3 alterações.

Bem, daria uma nota 6 pro Galo no jogo de ontem. Antes daria 2. Mas tive uma esperança de o time crescer nos jogos que realmente for exigido dele. Apesar do placar ser magro, mas o Galo pode jogar na Ilha do retiro quarta feira que vem só explorando o que temos de melhor. CONTRA ATAQUE. Partir pra cima e fazer um gol, aí a classificação está garantida.


Abços, e vamos pra cima do Democrata-GV Sábado na nossa casa.
ps: Foto retirada do site oficial do Galo

Se tornou trágico o que era cômico


Um erro clamoroso e imperdoável do bandeirinha foi determinante para que o placar fosse aberto no Olímpico pelo Grêmio e não contente, o senhor embandeirado caseiro, ainda fez "queixa" mentirosa do Caio para o árbitro que expulsou o nosso jogador.
Perdido e irritado em campo, o Avaí tomou o segundo gol numa falha da zaga, Borges não poderia ter tempo pra girar e marcar.
Ainda no primeiro tempo perdemos Vandinho e Sávio machucados.
Chamusca foi obrigado a mexer mas também soube mudar a disposição tática avaiana e no segundo tempo mandamos na partida. Mesmo assim falhamos na defesa novamente e tomamos o terceiro gol.
Na raça e na garra, com vontade e determinação o Avaí encurralou o Grêmio e achou seu primeiro gol numa jogada primorosa do Emerson Nunes, que inteligentemente entregou a bola de bandeja para Robinho marcar. Criamos muitas chances de gol, duas claras, a bola que caiu nos pés do Rafael e a falta (quero ver novamente esse lance, se foi mesmo fora da área) que surgiu a nosso favor no último minuto do jogo, que Robinho infelizmente cobrou muito mal.
Conseguimos um gol num jogo onde fomos prejudicados duplamente. Temos mais 90 minutos para reverter esse placar.
(Se tornou trágico o que era cômico: ver o jogador do Grêmio se lamentando pela jogada ridícula, onde errou o "elástico" e deixou a bola sair pela linha de fundo e então voltou na direção do seu campo de jogo, pois viu que era tiro de meta e o demente do bandeira marcando escanteio para o Grêmio.)

Além mares

14 de abr. de 2010

Avaianos, uni-vós, a hora é de todos nós!
Hora de torcer, orar, secar, empurrar, agarrar, chutar, cabeçear, defender e atacar.
Hoje contra o Grêmio, um super campeão, mais um lance da escada podemos subir, mais um degrau na luta pelo Avaí que tanto sonhamos e queremos: além mares.
Açorianos de todas as cores, raças, etnias e credos, manezinhos de todos os recantos desse mundo azul, vamos para mais uma batalha com raça, suor, sangue azul e a louca doçura dos fortes.
Solta o Avahy, nessa batalha!

Dez motivos para ir ao Barradão na quarta-feira

13 de abr. de 2010


1 - Apesar de irregularidade ser a tônica do Vitória este ano, o time tem jogado muito melhor nas partidas disputadas no Barradão.

2 - Júnior está de volta e descansado, o que vem sendo garantia de gols para o Vitória.

3 - Na Copa do Brasil, até agora foram 2 jogos no Barradão e o Vitória marcou 9 gols e não sofreu nenhum.

4 - É o primeiro jogo deste ano contra uma equipe da Série A.

5 - O Goiás, visando poupar jogadores para as semifinais do estadual, vai jogar com time misto e sem Fernandão.

6 - Mesmo com o time completo, a equipe goiana que, em tese, tem um time forte, não vem tendo apresentações lá muito convincentes no seu estadual.

7 - Historicamente, temos uma leve vantagem nos confrontos contra o Goiás, que pode ser ampliada com um resultado positivo nesta quarta.

8 - São oitavas de final da Copa do Brasil.

9 - Avançando, o Vitória provavelmente pega o Vasco na próxima fase, e pode devolver a desclassificação do ano passado.

10 - Somente a força da torcida pode suprir a falta de qualidade e de padrão do time do Vitória.

Vai chover? A TV vai transmitir? O horário do jogo não ajuda? O acesso ao Barradão é ruim? O time é ruim? Não interessa. Ir ao Barradão nesta quarta e apoiar o time é obrigação de qualquer torcedor que tenha sangue rubronegro nas veias. Temos que comparecer ao nosso estádio e apoiar o time do início ao fim. Motivos não faltam.

Avante, Leão!

Classificado!!

3 de abr. de 2010



De forma surpreendente o primeiro tempo do jogo terminou sem gols. Digo surpreendente porque o Furacão criou inúmeras oportunidades de abrir o placar. Foram poucas as vezes que Sampaio Corrêa chegou ao gol de Neto, ao contrário do Atlético, que obrigou o goleiro adversário a trabalhar muito e ser um dos melhores em campo. Após o intervalo, não foi necessário nem um minuto para o rubro-negro finalmente abrir o placar. Márcio Azevedo viu uma avenida se abrir à sua frente, pegou velocidade e mandou uma bomba! Golaço do lateral esquerdo que fazia uma excelente partida. Netinho teve a chance de ampliar num pênalti cometido em Paulo Baier, mas chutou pra fora. Depois disso aconteceu um verdadeiro bombardeio ao gol do Sampaio Corrêa, mas o goleiro Rodrigo Ramos continuou defendendo de forma heróica. Água mole em pedra dura tanto bate até que fura e Bruno Mineiro, o artilheiro do Estadual, conseguiu guardar o seu! Agora que venha o Palmeiras, e como disse Leandro Niehues, “E é muito melhor jogar contra um time como o Palmeiras. As responsabilidades são divididas” SRN!

Chocolate!




Assim como 99% da Nação Rubronegra, ainda estou tentando me curar da ressaca causada pela comemoração pela goleada triunfal em cima do Náutico na última quarta-feira. Era muita coisa para comemorar em um dia só: início de feriadão, desclassificação do Bahia e classificação do Vitória para as oitavas de final da Copa do Brasil, com direito a uma goleada histórica com requintes de crueldade - sofremos 2 pênaltis, perdemos 3, e ainda assim goleamos o Timbú por 5x0.

O time, que no domingo jogou um péssimo futebol e ganhou do Vitória da Conquista por um magro e vergonhoso placar de 1x0, desmentindo assim a minha tese de que, no Barradão, sempre cresce, voltou a jogar bola no meio da semana e avançou com sobras para a próxima fase da CB.

Nino Paraíba já mostrou que vai ser o dono da Camisa 2 este ano (a menos que o negociem, saravá, mangalô, três vezes). Vanderson parece estar voltando à velha forma. Elkeson parece que vai mesmo se firmar como titular. Até Bida jogou bem(!).

Mas o destaque do time mesmo é o tal do Diabo Loiro, o Júnior, que ninguém conhecia, e, ao que parece, finalmente vai suprir uma lacuna que já dura muito tempo no ataque do Vitória. Desde 2008, com a negociação de Dinei pelo Atlético PR, que não tínhamos no time um bom centro-avante. Agora parece que, enfim, temos um homem-gol. Na quarta-feira, inclusive, chegou-se a ouvir, das arquibancadas do Barradão, os gritos de "ô ô ô ô ô... Júnior é melhor que o Imperador".

Exageros á parte, o sósia dinarmaquês do pagodeiro Belo não só vem marcando gols - já é o artilheiro do time na temporada - como vem jogando bem e com regularidade, ao contrário de outros "artilheiros" que passaram pela toca recentemente, que faziam um gol para cada trezentos e cinquenta perdidos.

Voltando à peleja de quarta, é certo que a fragilidade do Náutico contribuiu muito para o resultado (que poderia ter sido mais expressivo, não fossem os pênaltis desperdiçados por Ramón e Viáfara, instantaneamente perdoados), mas diante de um adversário frágil, o Vitória tem que fazer o que fez - dar show e golear.

Agora as perspectivas melhoraram muito, Ricardo Silva ganhou créditos e a torcida está mais confiante (não vão me decepcionar de novo não, viu?). O próximo adversário da Copa do Brasil é muito mais forte que as equipes que enfrentamos até agora e o Estadual se encaminha para o final. Agora a torcida tem que fazer sua parte (12 mil num jogo decisivo destes é muito pouco, mesmo em véspera de feriado), comparecendo e incentivando cada vez mais, para que o time conquiste o inesperado tetra estadual e, quem sabe, a inédita Copa do Brasil.

Avante, Leão!

PS: Parabéns, Ramón, pelo golaço, que calhou de ser o seu quadragésimo no Barradão. Espero que você seja inteligente a ponto de compreender a hora certa de sair por cima, com todos esses seus recordes batidos, e encerrar o seu ciclo no Vitória em grande estilo.

 

2009 ·Gol de Letras by TNB