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A vitória clássica e as decisões de D´Ale e Dorival

30 de jan. de 2012

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Como já me encontro em merecidíssimas férias, estou antecipando a postagem do começo da semana. Gostei do futebol apresentado pelos reservas do Internacional, sábado contra o Veranópolis, especialmente, no primeiro tempo. Elton aprovou como lateral direito (ele que pode substituir Nei na Colômbia, o qual se machucou nesta segunda-feira em treiamento), e até marcou um gol. O menino Romário teve azar, falhando e "entregando" o tento de honra da equipe da serra. Dalton, até se lesionar gravemente, superou em segurança o jovem da Seleção Brasileira Sub-20. Com o cansaço do Colorado, o adversário teve mais posse de bola e perdeu chances na segunda etapa.

Acima de tudo, Paulo Tinga dinamizou o meio-de-campo. Deu o ritmo como na melhor fase que viveu no Inter, raramente errando passes. Lógico, é preciso descontar certa fragilidade do oponente, no nível médio do Campeonato Gaúcho. Por este motivo, considero temerária a escolha de Dorival Jr. para substituir o atacante Dagoberto, pois, ao que tudo indica, ele não vai se recuperar de um problema no tornozelo até a partida de volta da Pré-Libertadores. Por que ressuscitar o esquema 4-5-1?

Com Tinga no lugar de Dago, a única vantagem que o Internacional poderá conseguir é maior poder de contenção, pelo lado direito da defesa. O controle, um ritmo melhor dosado, das ações não consistiria em outra? Talvez, mas e se o Once Caldas largar na frente? O Colorado necessita de um ou dois gols para fazer valer o placar magro de um único tento aqui. Então, com Jô ou preferencialmente Gilberto, se este se encontrar em condições, penso que o Time ficaria mais agressivo, sem correr o risco de isolar Leandro Damião, e apto a perturbar o Once Caldas, inclusive, porque - segundo declaram especialistas - a altitude na cidade do campeão da América de 2004 influencia pouco o rendimento.

- X -

A decisão de D´Alessandro, por outro lado, veio ao encontro de informação que eu havia recebido, e divulguei neste espaço. A família, o carinho da torcida e, acima de tudo, o esforço do Inter para elevar o já altíssimo salário do argentino pesaram mais do que a tentadora oferta chinesa. A curto prazo, a iniciativa do Clube fortalece o conjunto que buscará vaga no torneio continental propriamente dito. O presidente Giovanni Luigi teria utilizado, igualmente, o argumento de que se esgotariam, para o camisa 10, quaisquer perspectivas de marcar presença em alto nível no cenário futebolístico mundial, implicitamente, colocando em pauta a hipótese (remota) do gringo vestir o uniforme da Argentina, em 2014. Entretanto, não sei se o investimento se justificará. Tendo a avaliar que não.

Espero estar enganado! Quanto aos resultados de Flamengo e Internacional na competição que mais lhes interessam neste semestre, até que fui feliz nos prognósticos. O Colorado obteve um escore melhor do que eu havia vislumbrado, e o rubro-negro carioca (que segue com ambiente conturbado) um pouco pior. Vamos aos palpites, acreditando que os dois brasileiros se classificarão para a fase de grupos da Copa Libertadores da América.

Flamengo 4 X 1 Real Potosí. Se o Mengão não passar, a explicação provável será a vontade de pelo menos um grupo de atletas de derrubar o treinador "Luxa".

Once Caldas 2 X 2 Internacional. Há algum tempo, o Colorado não empata. Um escore de igualdade quarta-feira, evidentemente, merecerá comemorações.

A derrota em Santa Cruz e o grande jogo pela Pré-Libertadores

24 de jan. de 2012

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

A derrota, inédita, para o Avenida em Santa Cruz, mostrou que os reservas do Internacional ainda carecem de melhor preparo físico e que alguns jogadores do time sub-23 ainda precisam amadurecer. Já no primeiro tempo, quando a arbitragem incrivelmente não viu um pênalti de Bolívar, desenhava-se um resultado insatisfatório, pois o segundo gol aconteceu exatamente após o juiz ignorar o puxão de camiseta praticado pelo "General" de 2010.

É verdade que na etapa derradeira da partida também não percebeu que um atleta da equipe interiorana chutou mais Gilberto do que a bola dentro de sua área, e compensou parcialmente o erro. O conjunto bem orientado por Gilmar Iser explorou o lado direito de defesa do Colorado, e por ali chegou à virada. Nada para se desesperar, no pouco interessante Gauchão, que faz com que o Beira-Rio vire palco de confrontos inexpressivos quinta e sábado, após o grande jogo contra o Once Caldas, nesta quarta-feira pela Pré-Libertadores.

O campeão da América de 2004, se realmente atuar com estratégia ofensiva, será um adversário terrível para o Inter. Hoje, minha esperança aumentou um pouquinho. Uma fonte confiável me disse que D´Alessandro "dá a pinta" de que pensa em ficar, recusando a proposta dos chineses, e está focado no maior compromisso futebolístico da semana. Haverá motivos para um desfecho inesperado deste caso?

É razoável supor que o gringo compreenda que, se for para o Oriente, enriquecerá, mas perderá qualquer chance de voltar à Seleção Argentina. A oportunidade para a Copa 2014 pode aparecer se jogar tudo que sabe no Brasil. A opinião dos familiares, certamente, será levada em conta pelo meio-campista. Enfim, vamos aos prognósticos para a Pré-Libertadores.

Internacional 2 X 1 Once Caldas. Vou confiar em uma vitória choradíssima, que não dará tranqüilidade para o embate de volta.

Real Potosí 3 X 2 Flamengo. Não tenho dúvidas de que o Mengão se classificará, revertendo o escore no Rio de Janeiro. Meu palpite aponta derrota do "mais querido" na Bolívia apenas porque a crise no clube carioca parece ser de grandes proporções.

Inesquecivelmente classificados

4 de fev. de 2010







Depois de todos ocorridos e tristezas da semana passada nos reanimamos com a permanência de Kleber na equipe e um estreitamento de laços entre Kléber e a torcida, o que esperávamos deste jogo era exatamente o que vimos, uma equipe forte, sendo incentivada pela China, de jogo firme, com muitos gols e uma bela atuação do Gladiador.

Para espetar os cornetas de plantão AB escalou um time totalmente ofensivo. Com a ausência de Gilberto, expulso no jogo passado, ele mudou o esquema do time pra um 4-3-3 com o ataque formado por Kleber, W. Paulista e Thiago Ribeiro. Um time tecnicamente superior, que soube impor-se em campo.
Foi pra cima desde os minutos iniciais obrigando os potosinos se manterem recuados tentando não tomar gols. De fato perdemos muitas oportunidades, o que preocupa para jogos mais duros, mas ainda assim criamos muito, subindo principalmente pela esquerda por onde também chegavam os contra-ataques.
Para as condições do jogo, o primeiro gol acabou demorando, saindo somente aos 28 min depois de bola no travessão, defesas de Machado - que aliás nos atrapalhou bastante - e demais situações de quase-gol. De M. Paraná (ou W. Paulista) Cruzeiro 1 x 0 Real Potosí.
Entusiasmado, o time recuperou o ritmo dos 15 minutos iniciais e marcou o segundo gol com Thiago Ribeiro, de novo um gol assistenciado por W. Paulista, dois minutos depois. E Cruzeiro 2 x 0 Real Potosí.  Mais 9 minutos para transformar a jogo numa goleada, com Kléber marcando o gol esperado e selando definitivamente a paz com a torcida Cruzeiro 3 x 0 Real Potosí. 
Enquanto levantávamos do sofá para esticar as penas no intervalo Jonathan cabeceou para o fundo das redes aos 46 minutos aumentando o placar para Cruzeiro 4 x 0 Real Potosí. 

O time andino marcou muitas faltas no primeiro tempo e como percebeu que o juiz estava optando pelo velho deixar o jogo correr voltaram eufóricos e mordidos, preparados para catimbar. Aos 2 minutos (ou quase) Yecerotte deu um carrinho - sem a menor necessidade - no camisa 25 (Kleber) e foi corretamente expulso. Entrou Guerrón no lugar de Elicarlos, mudando taticamente o time - agora com 4 atacantes - e ainda tendo um jogador a mais na defesa que no ataque deles evitando o mano-a-mano. 
Guerron entrou e marcou de cara! Saiu pra comemorar com a torcida. Só depois de voltar ao jogo percebeu que seu gol fora anulado - corretamente - por impedimento. Depois disso houveram mais dois gols anulados por impedimento, graças à linha de impedimento montada pelo Real Potosí.
Saiu W. Paulista e entrou Bernardo, além de servir para poupar um de nossos titulares a substituição servia para fazer uma melhor ligação entre meio-campo (já que a defesa tornou-se assim) e ataque, além de ganhar um batedor de faltas e escanteios, ah! e um armador. Mais sete minutos e Kleber saiu¹ para entrar Eliandro.
Galindo foi expulso por que não retirou a aliança (o arbitro já havia solicitado uma vez), uma situação curiosa mas corretamente amarelada pelo árbitro, como era o segundo cartão o jogador saiu deixando o time com apenas 9, num campo de dimensões muito maiores do que as acostumadas por eles.
Aos 42' o garoto Eliandro deixou seu primeiro gol latino-americano marcando o 5 x 0 do time. O que pareceria ser o placar final. Mas 1 min depois Bernardo também deixou o seu² e Cruzeiro 6 x 0 Real Potosí. Pra consagrar como a maior goleada³ do Cruzeiro numa Libertadores Guerrón fechou com o 7º gol. E o resultado final: Cruzeiro 7 x 0 Real Potosí.
E pronto, o time foi classificado e devolvemos em moeda maior (aproveitando que o Real mudou de tamanho agora) aqueles 5 x 1 que topamos por lá.

1 - Kléber saiu de campo ovacionado pela torcida, por ter deixado seu gol e cavado algumas faltas. Eu esperava um pouco mais do jogador, mas acho que sua atuação foi muito boa e só não foi melhor por causa do cansaço de tantas viagens.
2 - Bernardo mereceu marcar seu gol, teve uma bela atuação, jogou com muita vontade e procurou o gol diversas vezes. Jogou o futebol que aguardávamos desde que ele subiu da nossa base.
3 -  Ainda esta semana postarei um especial sobre "A maior goleada do Cruzeiro na Libertadores, de todos os tempos" e falarei um pouco mais sobre goleadas celestes em LA, o 7x1 inesquecível sobre o Alianza.

CRUZEIRO 7 X 0 REAL POTOSÍ


Motivo: jogo de volta da primeira fase da Copa Santander LibertadoresData: 03/02/2010 (quarta-feira)Árbitro: Diego Hernán Abal (ARG)Local: estádio Mineirão, em Belo HorizontePúblico: 36.574 pagantesRenda: R$ 734.725,75Gols: Marquinhos Paraná, aos 28 min, Thiago Ribeiro, aos 30 min, Kleber, aos 39 min, e Jonathan, aos 45 min do primeiro tempo; Eliandro, aos 42 min, Bernardo, aos 43 min, e Guerrón, aos 46 min do segundo tempo
Cruzeiro
Fábio; Jonathan, Gil, Leonardo Silva e Diego Renan; Elicarlos (Guerrón), Marquinhos Paraná e Henrique; Kleber (Eliandro), Thiago Ribeiro e Wellington Paulista (Bernardo)
Técnico: Adilson Batista
Real Potosí
Machado; Eguino, Ricaldi, Rodríguez e Galindo; Clavijo, Ortiz, Gutierrez e Argarañaz (Loayza); Yecerotte e Andaveris (Torres)
Técnico: Sergio Apaza
Cartões amarelos: Gutierrez (Real Potosí); Henrique (Cruzeiro)Cartões vermelhos: Yecerotte e Galindo (Real Potosí)


A busca do Cruzeiro pela vaga na Libertadores começou desde o ano passado, quando o time perdeu o título em casa para o Estudiantes e estava mal no Campeonato Brasileiro. Demorou um pouco para engajar e voltar a brigar pela vaga na LA, por isto conseguiu chegar apenas ao 4º lugar, mas com muita garra. Agora passou pela pré-libertadores e tá classificadíssimo, com muita emoção.


Abraços Nação Azul!

Entre idas e não-idas

2 de fev. de 2010

Passado o nervosismo do post passado, peço desculpas à quem veio procurar algo bom para ler e encontrou meu post.

O atacante Kleber acabou não indo para o FC Porto. Tanto o atacante, como seu empresário e o Porto disseram não ter fechado com o Cruzeiro por motivos contratuais do jogador que queria assinar um contrato menor. Agora a imprensa anuncia que ele foi vetado pelo departamento médico. Se é verdade ou não o que nos resta a fazer é torcer, apenas. E rumo à Libertadores com nosso Gladiador que chegará em BH terça feira.
A permanência de Kleber na equipe reanimou e reuniu a torcida cruzeirense que certamente comparecerá em peso no jogo de volta da pré-libertadores. Pra rebater os pesadelos da semana passada ainda levamos 11 prêmios no troféu Telê Santana. Outros dois vencedores do troféu apenas Tardelli e Werley do Atlético-MG.

Minha irmã chegou da Bolívia com um jornal datado de "28 de enero de 2010" entitulado Campeón a capa diz claramente "Se complica empató Real Potosí". A reportagem diz que:

"El equipo potosino logró en los minutos finales el empate (1-1), que pone en una difícil situación su clasificación a la siguiente fase de la Copa Libertadores."
Há também uma curiosidade embaixo da reportagem que conta que até o momento o time potosino nunca venceu em estadios brasileiros. O time virá com gosto de derrota tentando vencer, provavelmente tentará anular as jogadas do Cruzeiro de todas as formas - no início do primeiro tempo - se a Raposa resistir duvido que voltem com muito gás para o segundo tempo. A não ser que ocorra outro desastre a vaga me parece bem pré-destinada já.

Quanto à revolta da torcida com o presidente Zezé Perrela acho muita tempestade em copo d'água. O presidente ultrapassa o limite de vendas às vezes, mas sempre manteve o Cruzeiro na cabeça das competições e este ano não será diferente. Agindo como parte da torcida está agindo criaríamos um racha nos bastidores celestes prejudicando o time, quem não concorda com as atitudes do presidente guarde seu voto para a chapa de oposição nas próximas eleições.

Cruzeiro 1 x 1 Real Potosí

28 de jan. de 2010

A escalação do Cruzeiro foi Fábio, Elicarlos, Gil, Leo Silva, Diego Renan, Henrique, M. Paraná, Pedro Ken, Gilberto, Kleber e W. Paulista. Quando vi a telinha anunciar a escalação fiquei um pouco alerta pela ausência de Jonathan. O problema não é ele não jogar é o medo de ter sido precocemente vendido. Mas fomos ao jogo e eu procurando na arquibancada o rosto dos brasileiros Lívia (minha irmã) e Élder (seu amigo porcino que foi matar a saudade de uma Libertadores, ah e do Kléber).

Comecei a assistir o jogo com um pouco de saudades do Wagner nas cobranças de escanteio, mas logo passou. E pelo visto eu tinha errado nas minhas previsões, o Cruzeiro começou aproveitando bem as bolas que recebia e marcou o primeiro gol abanando o mal-olhado pra lá.
Depois do gol o jogo ficou bastante truncado com os dois times praticamente no meio-campo, num bate-rebate digno de terceira divisão. O que era meu medo, talvez o único medo. No meio desta catimbada teve até um gol totalmente impedido (e anulado) do Real Potosí.
Num lance desnecessário Gilberto foi expulso. Depois da expulsão o Cruzeiro ainda conseguiu manter-se jogando, sem recuar. Mas se o mesmo estava mandando na partida passou à condição de “igual pra igual”, com muitos erros de passe e tombos no gramado escorregadio.
O juiz começou a distribuir os cartões amarelos, quando o Potosí inteirou 3 ele simplesmente passou a economizar e muito os cartões. Pelo menos uns 2 amarelados eram pra ter sido expulsos pelo segundo cartão. Um por chutar à gol depois do apito de impedimento, outro por uma falta mesmo. E foram várias as faltas que deviam ser coroadas com um cartão.
Fomos para o intervalo com 1 x 0 graças à péssima pontaria dos hermanos bolivianos. Até porque nosso goleiro não chegou a mostrar serviço leiloando o gol em alguns lances, um inclusive que chegou no travessão. Os destaques eram Henrique (por participar de muitas jogadas), Kleber (pelo excesso de reclamações) e Paulista (pelo gol).

O segundo tempo continuou do mesmo jeito, muitas faltas do Real Potosí, nenhuma expulsão do outro lado (apesar de merecida). O Cruzeiro tornou-se mais recuado e a entrada de Jonathan não manteve o time – como deveria. Quando T. Ribeiro entrou buscando velocidade pensei que para que ele não ficasse isolado lá na frente Guerron fosse entrar no lugar de Pedro Ken, mas quem entrou foi Fabinho, ajudando mais ainda no recuo que sufocava o Cruzeiro e implorava por um gol.
Aos 43 minutos finalmente o péssimo time andino marcou seu gol deixando a decisão para o Mineirão. Foi dramático e tenso os minutos finais, enquanto mais aumentavam os segundos mais o R. Potosí atacava. Mas tudo terminou bem 1 x 1.
Sim, terminou bem porque o Cruzeiro não jogou o que podia, pela ausência de um jogador, pela escassez de pulso do árbitro, pelos erros inúmeros de um dos bandeiras e pelo frio na barriga que a mídia tava tentando provocar. Ah, e foi merecido o empate o Cruzeiro foi melhor no primeiro tempo e o Real Potosí melhor no segundo. Mas meus 3 x 1...ficam pro Mineirão, aliás aqui serão 3 x 0.


imagem retirada do Site Oficial do Cruzeiro

Ah, e ao fim do jogo descobri que a dupla que procurei nas arquibancadas não esteve por lá.
Ainda não saíram as fotos da partida então fico devendo.

Cruzeiro x Altitude ou Cruzeiro x Potosí ?

26 de jan. de 2010

Tire um tempo para ler o que a mídia anda catimbando para o lado do Maior de Minas e perceberás que 4.000m de altitude é apontado como um bicho papão de sete cabeças com sete olhos em cada uma delas. Até no site do próprio Cruzeiro a altitude parece ser uma inimiga imortal e poderosa.

Minha irmã, Lívia Alcântara, está em Potosí. Não para o jogo do Cruzeiro, mas por motivos pessoais. Ela pode ate ter sentido um desconforto no ar rarefeito, principalmente na subida, mas não precisou de meses, anos, nem semanas para se acostumar. Tudo bem que ela não está lá para praticar nenhum esporte, mas quem pratica esporte adapta-se no mesmo tempo que "minha irmã" mas ao esporte, ou tô falando algum absurdo?
O elenco Celeste está treinando à 2.800m faz quase uma semana e se ainda assim se mostrar cansado em campo, não jogar o tanto que esperamos de um time tradicional na disputa pela Taça Libertadores, será um grande motivo de desapontamento para mim.



Em 2008 tivemos um revés de 5x1 para o Potosí na fase de grupos da LA08, resultado que amarga até hoje para nós - mal acostumados com derrotas deste tamanho. Mas naquele momento o Cruzeiro estava praticamente cumprindo tabela, o time boliviano estava mordido por uma goleada sofrida aqui poucas semanas antes, o elenco celeste era de qualidade mais instável e o técnico AB tinha chegado à pouco tempo e não tinha ainda o conhecimento do elenco e moral que tem agora. Creio que estamos muito mais centrados e preparados que da outra vez.


O lado de lá já revelou que a tática é correr muito para cansar o visitante Cruzeiro e o lado de cá já revelou que a tática é pressionar na marcação e aproveitar os contra-ataques, não esquecendo também que depois teremos o jogo de volta aqui no Mineirão pra arrematar a vaga.





No olvidar nunca que La Bestia Nedra de las Américas es una vupini ágil.

Nota de acréscimos finais: No bolão que estou participando marquei Potosí 1 x 3 Cruzeiro. Primeiro gol do Cruzeiro sairia no susto depois da pressão andina. Potosí empataria esfriando o jogo. No segundo tempo AB deixava o time mais solto e marcaríamos os 2 gols. (Se acontecer pelo menos metade eu jogo na loteria e divido o prêmio com os colaboradores).
 

2009 ·Gol de Letras by TNB