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O Inter estará pronto dia 16?

A Vitória Sublime

11 de mai de 2009

Olá, leitores, torcedores de diferentes clubes do país.

Pois o meu Colorado obteve neste domingo uma vitória daquelas que Nélson Rodrigues - o qual, mesmo que tenha rotulado um dos generais de plantão no período mais sanguinário da ditadura militar (1964-1985) de maior presidente do Brasil, era um grande dramaturgo e cronista esportivo - chamava de sublime. E com um "Gol de Pelé". Uma curiosidade que talvez os amigos não saibam, aliás: quem descobriu Nilmar foi Mano Menezes. No período 2000-01, na gestão com a qual colaborei, ele treinava os juvenis do Internacional. E ao contrário do que propaga uma lenda, o camisa 9 alvirubro não veio como contrapeso de ninguém. O atual técnico do Corínthians já sabia muito naquele período.....e o atacante de nível de Seleção Brasileira fez um gol à altura dos maiores golaços da História do Futebol Brasileiro, se recordarmos jogadas individuais que acabaram com a bola na rede.

E por falar no Coringão, que estrategista é o Mano! Mesmo com oito reservas, soube planejar um esquema que conteve peças essenciais do Inter, a ponto de dominar boa parte do embate, (principalmente no segundo tempo) somando marcação severíssima, jogadas trabalhadas pelos lados e cruzamentos que levavam constantemente perigo à meta defendida pelo hoje seguro Lauro. Se Luiz Antônio Menezes procedeu corretamente, optando por uma equipe mista-quase reserva, superior à maioria dos times que disputam este Brasileirão, somente saberemos na quarta-feira, quando começará o confronto com o Fluminense, pela Copa do Brasil.

O Internacional teve D´Alessandro pouco inspirado e Taisson descontado por forte batida no quadril, sofrida no jogo contra o Náutico na quarta-feira passada. Em pouquíssimos momentos do duelo pôde mostrar o bom toque de bola com aproximações que vinha caracterizando suas atuações no ano. Isto não surpreende porque o nível de exigência do Brasileirão, o mais difícil campeonato do mundo, é muito maior do que qualquer competição estadual.

E pra terminar, colocando algo diferente, faço um pequeno reparo ao excelente texto do santista Guilherme, recordando que já havia competições nacionais antes de 1971. Considero necessário o reconhecimento de títulos como as cinco "Taças Brasil" do Santos, mas não atribuo a elas o mesmo peso do Campeonato Nacional. O Robertão de 1968 sem dúvida merece ser equiparado a um Brasileirão, assim como os outros três. Para mim, no calendário atual, a referência para valorizar o torneio que começou em 1959 é a Copa do Brasil.

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2009 ·Gol de Letras by TNB