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Mais uma vitória em busca do tri!

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A semana, a ideia de Roth, o Inter B.

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O Inter estará pronto dia 16?
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Mais uma grande e suada vitória

7 de out. de 2010


O Cruzeiro foi ao Serra Dourada jogar contra o time do Goiás. A torcida celeste estava na expectativa por uma vitória e a segunda colocação. Os dois primeiros times da tabela perderam ontem, então seria ótimo aproveitar a oportunidade e fazer pontos hoje.

Fomos a campo com Fábio, Rômulo, Leo, Edcarlos, Pablo, Marquinhos Paraná, Henrique, Fabrício, Montillo, Thiago Ribeiro e Robert.

O primeiro tempo foi de dar sono, morníssimo e com pouquíssimas chances no início da partida. O jogo só ficou um pouco melhor depois dos 30 e poucos minutos, quando o time chegou algumas vezes ao ataque. Mas a maior chance do time foi em um escanteio, em que Montillo mandou uma bola rasteira para Thiago, que colocou a redonda na trave.

No segundo tempo, o jogo parecia melhorar. Mas logo se viu que não ia mudar muita coisa. Aos 11 minutos, em uma jogada rápida de Montillo, Jonilson fez um belíssimo GOL contra pra nós. Depois do gol, foram mais lances de substituição do que grandes lances de conclusão a gol. O Cruzeiro melhorou, mas perdeu chances incríveis, principalmente com Robert e Thiago.

Saíram Fabrício, Robert e Thiago para a entrada de Fabinho, Everton e Jonathan, respectivamente. No final tomamos uma pressãozinha do time adversário, o que não mudou nada no jogo, porque o time do Goiás estava desestruturado em campo.

Enfim, uma vitória importantíssima, mais 3 pontos na nossa conta e agora, sim, dependemos de nós mesmo para sermos campeões. Pegaremos o Fluminense na próxima, o líder, que está um ponto a frente de nós. Será um jogo chave para o nosso título.

Saudações Celestes.

O empate e o grande clássico da década

14 de set. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

O empate do Colorado com o Goiás, atual último colocado da competição, só comprova que o Brasileirão é o campeonato mais difícil do mundo. O treinador Celso Juarez Roth fez o que tinha que fazer: testou um 4-2-3-1 com Paulo César Tinga, D´Alessandro e Guiliano. Quais os fatores que levaram ao fracasso, e que não significam que a escalação não possa ser testada mais vezes, inclusive, no Morumbi contra o São Paulo?

1) O Time teve posse de bola, mas faltou velocidade. Guiliano se movimenta de modo um pouco diferente do que Taison. As conclusões não deixaram de acontecer, mas o Internacional não chegou a "bombardear" o adversário, não conseguiu pressionar continuamente a equipe da região centro-oeste.

2) Em alguns momentos, o Inter foi vítima de um defeito que havia quase desaparecido desde que Roth assumiu como treinador: o "Armandismo". Aquele jeito "acadêmico" de passar, tocar e....não obter vantagem no placar.

3) Por outro lado, parece evidente que a concentração - a defesa acabou permitindo oportunidades claras para o oponente - não poderá se igualar à da Taça Libertadores. O ex-craque e atual comentarista Paulo Roberto Falcão confirma que após uma grande conquista o relaxamento é quase inevitável. A avaliação de jovens como Marquinhos e Sacha, neste contexto, fica prejudicada.

Porém, quinta-feira, acontecerá outra vez o maior clássico da década no futebol brasileiro! Uma chance e tanto para o Internacional começar uma série de vitórias que poderão ainda levá-lo a uma briga pelo título. Se Edu retornar, com a característica de tanto atacar como ajudar o meio-de-campo, o Time tende a apresentar um acréscimo de qualidade, já que o atleta garante ter aprimorado a forma física e técnica. Entretanto, eu testaria mais um pouco o trio Paulo Tinga, Guiliano e D´Alessandro. Talvez, com um centroavante mais pronto do que Leandro Damião, as coisas funcionem melhor do meio para a frente.

E hoje, estranhamente quando se anuncia interesse de um clube dos Emirados Árabes por Bolívar, soube-se que o Colorado contratará por empréstimo o zagueiro Rodrigo, demitido do Grêmio por indisciplina. O detalhe é que Bolívar assegura que não sairá antes do Torneio Mundial em Abu Dhabi. Além disso, pelo número de partidas jogadas, o defensor hoje anunciado não atuará pelo Inter no Campeonato Nacional. A diretoria jura que colheu informações a favor da conduta de Rodrigo. Bom futebol não lhe falta. Resta esperar que "se enquadre" nos atuais padrões de comportamento do Clube do Povo do Rio Grande. Aliás, parabéns ao tricolor gaúcho pelos seus 107 anos comemorados nesta quarta-feira.

Lições pós-derrota

9 de set. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois o Internacional perdeu um jogo de seis pontos, e ficou com chances remotas de ainda faturar o Campeonato Brasileiro. É verdade que numa competição equilibrada e imprevisível não se pode "jogar a toalha" quando o returno inicia. Há, entretanto, algumas lições a tirar da merecida derrota desta quarta-feira em Minas Gerais. Antes, uma palavra sobre o mérito do Cruzeiro, que mostrou ter um grupo qualificado, não sentindo os desfalques.

A Raposa se beneficiou de um nó tático dado por Cuca. A equipe adiantou a marcação, não deu em nenhum setor espaço para o Colorado tocar a bola e soube explorar a qualidade de seus jogadores quando tinha a iniciativa das ações. A intensa movimentação de Éverton, um falso volante que acabou fazendo o gol da vitória, constituiu um diferencial. Foi tão preciso nos desarmes o Cruzeiro que só praticou uma falta na segunda metade do primeiro tempo! Conjunto capaz de sustentar um duelo com poucas infrações é raridade no futebol de hoje.

O Inter cresceu mais quando já se esgotavam os 45 minutos iniciais, e especialmente ao longo da segunda etapa. Marquinhos (por que será que Celso Juarez Roth o tirou?) apresentou movimentação superior à de Rafael Sóbis, mais um lesionado pela seqüência de embates quartas e domingos. Tomara que contra o Goiás repita a atuação fulgurante do ano passado diante do mesmo oponente.

Talvez, o Clube do Povo do Rio Grande deva se queixar da arbitragem, quanto ao lance em que um atleta do adversário de Belo Horizonte erra com uma perna e desequilibra Leandro Damião com a outra, dentro da área. A sensação é de pênalti, mas a jogada não possui clareza absoluta que permita condenar o juiz. Ao fim e ao cabo, uma derrota merecida para o Internacional, já que o Cruzeiro foi melhor.

E algumas lições merecem ser sintetizadas: o Time sem D´Alessandro fica vulnerável perante um conjunto que sabe marcar; Wilson Mathias, ainda que tenha melhorado um pouco em relação a ele próprio, não dá sinais de que vai se firmar como primeiro volante, inclusive, pelas faltas desnecessárias que pratica e o menino Damião ainda precisa evoluir. As soluções, que necessitam ser definitivamente encontradas até Abu Dhabi - ainda mais porque o sorteio da Fifa definiu que o Inter tem duas chances para uma de se defrontar com o mexicano Pachuca na estréia no Torneio Mundial -, em princípio, estão no próprio grupo de jogadores. Estão?

A vitória sábia e o clássico

7 de set. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois o Internacional venceu sabiamente o Grêmio Prudente no Beira-Rio, conseguindo traduzir a superioridade técnica no primeiro gol e dando o golpe de misericórdia no segundo. Como se sabe, não existem jogos fáceis no Brasileirão (a não ser contra clubes que atrasam os salários por meses, como é o caso do Goiás.....), tanto que o conjunto paulista deu trabalho, tocando a bola com boa velocidade, e conseguindo ameaçar pelos dois lados a meta de Renan.

Claro, a vitória poderia ter vindo com um pouco mais de facilidade, visse a arbitragem o pênalti em Leandro Damião, quase ao final da primeira etapa, ainda que o lance não seja de fácil interpretação. Enfim, o Inter, pela qualidade de jogadores como Kléber, Paulo Tinga, o volante que retornou ao Time, Guiñazu (o qual ajudou Wilson Mathias a atuar melhor do que em outras vezes.....), e Rafael Sóbis, mereceu o triunfo. Celso Juarez Roth, entretanto, não erra na ponderação de que partidas nas quartas e domingos prejudicam o entrosamento das equipes, tornando escasso o tempo para treinamentos.

Amanhã, aliás, a tabela prevê - na abertura do returno, quando dois duelos da fase inicial não foram travados, Vasco da Gama X Corinthians, Santos X Internacional - o maior dos clássicos nacionais, reunindo agremiações de fora do eixo Rio-São Paulo. Se o Clube do Povo do Rio Grande quiser pensar no título, é obrigado a buscar três pontos. Logicamente, um empate será resultado aceitável.

O Cruzeiro virou com autoridade o confronto contra o Palmeiras, e talvez possua certo favoritismo, porque o Colorado sofre um pouco com a ausência de D´Alessandro, servindo à Seleção Argentina. Taticamente, não descartaria uma marcação homem a homem contra Roger, mas neste caso, Wilson Mathias precisaria dar lugar a Derlei, algo pouco provável. Grandes serão as dificuldades para o Internacional.....mas também para a Raposa. O que nossa amiga Lilian Alcântara escreveria sobre este jogaço?

É assim que eu gosto!

26 de jul. de 2010

Nossa senhora! Que jogo foi aquele no Serra Dourada. Sinceramente, eu achei que a gente ia tomar uma fiascada. Principalmente por ainda não ter vencido nenhuma fora de casa no BR10.
Porém, parece que após a vistosa vitória sobre o time do Santos na quarta passada nos deu impressão de que basta treinar com dignidade e honrar a camisa rubro-negra que a consequencia segue a rigor.
Ai você pode até perguntar, "mas, e as bolas na trave do Goiás, que foram 3!"... A declaração acima também se aplica, ou será que dá pra achar que a arbitragem influenciou no resultado?!
Talvez tenha sido uma das melhores arbitragens de um jogo do CAP que já vi.
E o jogo?!
Nuss!!! O jogo foi daqueles que adoro ver. Lance polêmico, e ambos buscando o resultado. O Furacão começou meio que assistindo, mas depois de um gol invalidado pra gente (arbitragem correta!), o time acordou! O ficou tudo muito equilibrado, até a nossa defesa fazer a diferença; afinal, dois zagueiros trabalharam na jogada do primeiro gol. Bruno Costa e "Manél" - nome de dupla sertaneja! Hehehe
Aliás, fulminante a cabeçada do Manoel, hein! Voltou de suspensão louco pra colocar o dele...
Depois do gol, os verdes do Centro Oeste voltaram a assustar...
E é uma coisa que não deixo de falar, problemão com a nossa defesa, na entrada da área até a intermediária, o jogador adversário que fica com a bola tem carta branca pra bater pro gol.
Como se explica uma coisa dessas?!
Enfim, mesmo sem explicação tivemos uma pá de sorte!
Ainda que na virada para o segundo tempo eles tenham trocado de camisa, a sorte continuou do nosso lado. Mesmo depois de um golaço furado pelo Maikon Leite (foto)... Na sequencia ele foi lá e reverteu! Depois foi apenas administrar o resultado e ver o time do Leão virar gatinha.
Agora, com uma semana fechadinha, pra vir aqui pro Rio e agitar contra os Fluminenses.
Confirmação de Guerrón, jogando pelo menos um tempo. E veto de Fred, contundido... Quem mais?!
Essa semana vai ficar pequena, vou tentar acompanhar a movimentação do time atleticano e postar por aqui.
Sempre Furacão!
Fonte da imagem: Site Oficial do CAP.

Cruzeiro 100% na "Era Cuca"

18 de jul. de 2010

O Cruzeiro enfrentou o Goiás neste domingo e conquistou mais uma vitória e confirmou o novo momento da equipe no brasileiro após a Copa do Mundo. Foi apenas a segunda partida oficial da Raposa sob o comando de Cuca, mas já se pode ver que novos ares rondam a Toca da Raposa e sem dúvidas a equipe celeste volta a ter o status de um dos favoritos ao título do brasileirão 2010.

O comandante Cuca pode contar com todos jogadores que haviam iniciado a partida contra o Furacão e repetiu a formação entrando em campo com Fábio, Jonathan, Gil, Caçapa e Diego Renan (Fabinho), Fabrício, Henrique, Gilberto e Roger (Everton), Thiago Ribeiro (Robert) e Wellington Paulista.

A equipe iniciou a partida ligada, sempre buscando o gol, criando boas jogadas, Gilberto e Roger mostrando bom entrosamento, boa movimentação e criatividade. O Goiás defendia bem e tentava agredir o Cruzeiro nos contragolpes. Logo aos 10 minutos a equipe celeste foi presenteada pela melhor organização e boa movimentação em campo, em boa jogada do Cruzeiro Gilberto recebeu um belo passe de Wellington Paulista e abriu o placa na Arena do Jacaré.

A raposa continuava bem postada em campo, buscava sempre o gol e conseguia segurar bem os contragolpes esmeraldinos. Aos 25 minutos o time goiano chegou a marcar o gol de empate, porém Rafael Moura estava em posição irregular e o gol foi bem anulado pelo árbrito da partida. Passado os 30 minutos inciais a equipe celeste caiu de produção, não conseguia assustar tanto o adversário no ataque e o jogo ficou mais concentrado no meio de campo, tendo poucas chances de gols para as duas equipes até o final da primeira etapa.

Na volta do segundo tempo o Cruzeiro voltou com a mesma formação, já os goianos promoveram duas alterações, deixando o time mais ofencivo. Wellington Monteiro e Otacílio Neto saíram para as entradas de Douglas e Romerito, porém quem voltou atacando mais foi a equipe celeste. A equipe cruzeirense teve boas chances para ampliar o placar, porém desperdiçava as oportunidades e não aproveitava o espaço deixado pela equipe goiana que precisava do empate.

Passado os primeiros dez minutos da etapa final o Goiás passou a sufocar o Cruzeiro, porém também desperdiçava as oportunidades que tinham. Cuca mexeu na equipe: Everton e Robert pisaram no gramado, nas vagas de Roger e Thiago Ribeiro e poucos minutos depois Diego Renan deixou o gramado contundido e deu lugar a Fabinho. Aos 26 minutos novo susto para a torcida celeste, o time goiano marcou novamente com Rafael Moura e mais uma vez o gol foi anulado pelo árbitro da partida, Salvio Spínola,  que apontou falta do jogar do Goiás ao empurrar o zagueiro cruzeirense Gil.

Os minutos foram passando, o Cruzeiro coinseguia se segurar bem, tantava alguns contragolpes para matar o jogo, mas sem sucesso. O Goiás perdeu boas oportunidades e apesar da pressão a equipe celeste saiu de campo com mais uma vitória e só não entrou no G4 porque pelos critérios de desempate o time da Toca tem um cartão vermelho a mais do que o Flamengo.

A vitória foi muito importante em termos de classificação, mas principalmente para que o grupo ganhe mais confiança e recupere a tranquilidade para trabalhar. O Cruzeiro tem ainda muito o que melhorar, mas a equipe já demonstra mais uniformidade, mas motivação e tranquilidade para trabalhar. Com os reforços que chegaram e irão chegar, nova comissão técnica e dois resultados positivos logo no recomeço do brasileirão o Cruzeiro volta a ser um dos candidatos ao título da tempora e aos poucos recupera a confiança do seu torcedor.

Como diz minha amiga Carol Sena, mais uma vitória para começar bem a Era Cuca mas com pé no chão com esse “novo” time estrelado que aos poucos começa a mostrar sua nova cara.

O Cruzeiro volta a jogar na próxima quinta-feira, dia 22 de julho, quando irá enfrentar o Fluminense no Maracanã e buscará a vitória que poderá colocar o time mineiro na 3º colocação da tabela.


 Saudações Celestes.

Partida quase perfeita

23 de mai. de 2010

Parem e observem a cena ao lado. Parece milagre, mas não é. Em uma partida que Lucio Flavio conseguiu ir bem e ainda fazer gol tudo poderia acontecer. E quando se fala do Botafogo, é tudo mesmo!
A partida começou difícil para os alvinegros. O time do Goiás veio na velha tática de fechar e sair em contra-ataques. E no começo conseguiu. Mas esbarrava num personagem-símbolo do time: Jefferson.
O nosso goleiro pegou muito como sempre e conseguiu passar a segurança necessária para a torcida nas arquibancadas. Foram no mínimo 5 defesas complicadas antes do Botafogo conseguir achar espaço no ataque.
Porém, na primeira jogada ofensiva relevante o dono da casa fez a festa para a torcida. Caio tentou uma jogada individual e foi parado com falta. Lucio Flavio lembrando de seus tempos de maestro cobrou com uma perfeição invejável. Botafogo 1 x 0 Goiás!
Aproveitando então o embalo da torcida que gritava "Ah, é Lucio Flavio!" e empurrava o time, logo na saída de bola Herrera recebeu uma bela bola e chutou, Fábio disputou com Caio e a bola acabou sobrando para Somália completar. Botafogo 2 x 0 Goiás e partida resolvida em apenas 2 minutos. Neste lance ainda o goleiro do Goiás foi expulso e dificultou ainda mais a vida do time visitante.
O segundo tempo tinha tudo para ser mais tranquilo para o Botafogo, ainda mais quando depois de uma bola roubada de Alessandro, um belo passe de Caio para o cruzamento milimétrico do inspirado Lucio Flavio, Herrera completa para fazer o terceiro do Botafogo. Mas não, como jogo fácil demais não está nos planos desse time, em uma jogada boba, em que Caio foi individualista ao extremo e Herrera estressado até demais os dois trocaram empurrões em campo e foram expulsos.
Paro e me pergunto, por que isso? Para que? Só serviu para prejudicar imensamente um time que já não tem Loco Abreu, que está para a Seleção do Uruguai. Os dois estavam errados. Os dois serão punidos. Mas não é o fim do mundo. A partida já estava 3 x 0 e a discussão por conta de uma jogada que poderia ter resultado no quarto gol mostra a vontade e a não acomodação de um time perante um resultado tranquilo. Que isso não se repita de maneira alguma, até para não atrapalhar o bom relacionamento desta equipe. A torcida e os companheiros, merecem um pedido de desculpas!
Mas como eu disse, em um jogo em que o Lucio Flavio fez gol, correu, deu passe para outro gol e ainda conseguiu uma expulsão providêncial de um jogador no fim da partida, tudo poderia acontecer. Quando substituído mereceu ter seu nome gritado pela torcida. Milagre? Vontade de se mostrar em campo depois da boa sombra do Renato na partida contra o São Paulo? Não sei. A única certeza é de que todos nós botafoguenses esperamos que a boa atuação não fique somente neste jogo.
Mesmo porque, no próximo, precisaremos muito dele para tentar bater o Cruzeiro lá no Mineirão. Edno deve ficar no ataque solitário pelo que conheço do Joel. Mas bem que o garoto Alex poderia ser testado novamente. Entrou bem contra o Coritiba e seria bom para observa-lo mais um pouco. Melhor ainda que, não deixaria o esquema deste time de lado. Um esquema que vem dando certo não merece ser mudado.
Sem Caio, Herrera e Loco Abreu, vamos para cima do Cruzeiro. Um empate lá seria bem-vindo nessas situações. Mas confio neste time e sei que os que estarão em campo entrarão pensando somente na vitória, que daria um "up" ainda maior na moral desta equipe.
Pelo menos até o complemento da rodada hoje, somos líderes e contrariando muita gente estamos lá no topo. Agora é continuar o objetivo do Joel, que é pontuar o máximo antes do início da Copa do Mundo e depois da competição, vindo os reforços, a tendência é o trabalho continuar na mesma linha.
E é com essa mesma humildade que enfrentaremos o favorito Cruzeiro fora de casa, quarta-feira, às 21:50. Faltam somente mais 35 finais. Para cima deles Fogooo!

Saudações alvinegras a todoos ;*

A virada inédita e o embate de quinta-feira

18 de mai. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois não é que o Internacional, pela primeira vez, virou um 2X0 na História do Brasileirão? Sim. Isso ainda não tinha sido obtido pelo Colorado, e aconteceu logo com uma equipe reserva! Claro que quem acabou com o jogo na segunda etapa, levando o Time ao 3X2, foi o atacante Walter, um titular não absoluto.....necessário descontar a surpreendente fraqueza do Goiás, inclusive no aspecto físico, pelo que pareceu, vendo o confronto, assim, de longe, pela tevê.

Para mal dos pecados, o lance do pênalti que originou o gol da vitória causou pequena lesão no jovem jogador, o qual pôs a cabeça no lugar. É provável que não participe da decisivíssima partida contra o Estudiantes, após contribuir para o Inter compensar a derrota na estréia no Campeonato Nacional. Será que Jorge Fossati não poderia preparar uma cilada para Verón e seus companheiros, ao invés do tão criticado 3-6-1? Por que não ambicionar outro triunfo, ganhando enorme moral na Taça Libertadores?

Quem sabe, um 4-5-1, com Guiliano, D´Alessandro e Andrezinho jogando juntos? O Colorado teria: a) Boa posse de bola, com provável controle das ações do meio-de-campo; b) Mais um jogador para arriscar chutes de fora da área; c) Ainda a possibilidade de triangulações pelas duas pontas. Não sei se o treinador uruguaio cogitará esta hipótese. Admito ser pouco provável que o faça. Obviamente, não está escrito que este esquema tático funcionará, ainda mais pouco ou quase nunca testado.

Um tento a favor do Internacional encaminhará bem a classificação. Há de encaminhar! Depois, haverá tempo para definir questões cruciais rumo a um provável duelo contra o São Paulo. Aliás, o próximo adversário pela mais difícil competição em turno e returno do mundo. Lamento por Cruzeiro e Flamengo, mas as coisas ficaram muito difíceis para ambos. Que o Inter não fique retrancado na quinta-feira!

Chuva de gols

15 de abr. de 2010


O profeta Marcos Roberto Silveira Reis (para quem não conhece, é o Marcos, goleiro do Palmeiras), em setembro do ano passado, quando o seu time foi derrotado pelo Vitória no Estádio Manoel Barradas, ao ser entrevistado sobre o jogo, afirmou:
"Pode pegar aí os melhores, pega aí o Manchester United, bota pra jogar contra o Vitória lá na Bahia pra ver se não vai levar sufoco."
Se o seu até então lider do Campeonato Brasileiro de 2009 Palmeiras levou sufoco, Marcos, se o Manchester United ou até mesmo, diria eu, o Barcelona de Messi levariam sufoco do Vitória no Barradão, o que dizer do esnobe Goiás, que, talvez por desinformação, tenha poupado dois de seus principais jogadores para enfrentar o Leão da Barra no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil?
Será que não avisaram à comissão técnica da equipe esmeraldina que o pior resultado do Vitória este ano em casa pela Copa do Brasil tinha sido um magro 4x0 contra o Corínthians Alagoano e que o Náutico só perdeu de 5x0 porque Ramon e Viáfara desperdiçaram cobranças de pênaltis?
E, de fato, o claudicante Vitória do campeonato baiano se transforma quando joga no Barradão, especialmente na Copa do Brasil. E ontem não foi diferente: a partida que tinha tudo para ser o grande desafio do ano para o Vitória se transformou numa fácil goleada por 4x0 em cima do Goiás, que só não passou por um vexame maior devido a algumas boas defesas do goleiro Harlei.
O time inteiro se apresentou muito bem. Até Bida, que ontem completou 200 jogos pelo Vitória, demonstrou vontade e competência, fazendo, inclusive um belo gol de falta. Mais dez atuações iguais à de ontem e eu te perdoo pelas outras 199, tá Bida?
Fernando foi outro bom destaque. Para quem fazia sua re-estreia, depois de muito tempo afastado dos gramados, o meia demonstrou que pode ajudar bastante este ano, assim que estiver 100% em forma.
Ramon, Elkeson e Júnior parecem cada vez mais entrosados. Vanderson voltou a demonstrar bastante segurança na frente da zaga. Viáfara foi bem seguro quando foi exigido. Neto Berola, quando entrou, trouxe mais movimentação e velocidade ao time. Enfim, foi uma noite em que tudo funcionou muito bem.
Ricardo Silva conseguiu calar a boca de todos que o criticavam (inclusive eu) e demonstrou, durante a partida e nas entrevistas pós-jogo, ter amadurecido bastante como treinador e ter o time nas mãos.
A torcida está de parabéns pois compareceu em número razoável ao Barradão, mesmo com todas as dificuldades impostas pela tempestade que castigou a já caótica Salvador na véspera, e apoiou a equipe do início ao fim.
Agora é ter inteligência e saber explorar as deficiências do Goiás no jogo de volta, para assegurar a classificação, já que todos estão com o "quase desastre" do Mineirão no ano passado bem fresquinho na memória.
Avante, Leão!

Dez motivos para ir ao Barradão na quarta-feira

13 de abr. de 2010


1 - Apesar de irregularidade ser a tônica do Vitória este ano, o time tem jogado muito melhor nas partidas disputadas no Barradão.

2 - Júnior está de volta e descansado, o que vem sendo garantia de gols para o Vitória.

3 - Na Copa do Brasil, até agora foram 2 jogos no Barradão e o Vitória marcou 9 gols e não sofreu nenhum.

4 - É o primeiro jogo deste ano contra uma equipe da Série A.

5 - O Goiás, visando poupar jogadores para as semifinais do estadual, vai jogar com time misto e sem Fernandão.

6 - Mesmo com o time completo, a equipe goiana que, em tese, tem um time forte, não vem tendo apresentações lá muito convincentes no seu estadual.

7 - Historicamente, temos uma leve vantagem nos confrontos contra o Goiás, que pode ser ampliada com um resultado positivo nesta quarta.

8 - São oitavas de final da Copa do Brasil.

9 - Avançando, o Vitória provavelmente pega o Vasco na próxima fase, e pode devolver a desclassificação do ano passado.

10 - Somente a força da torcida pode suprir a falta de qualidade e de padrão do time do Vitória.

Vai chover? A TV vai transmitir? O horário do jogo não ajuda? O acesso ao Barradão é ruim? O time é ruim? Não interessa. Ir ao Barradão nesta quarta e apoiar o time é obrigação de qualquer torcedor que tenha sangue rubronegro nas veias. Temos que comparecer ao nosso estádio e apoiar o time do início ao fim. Motivos não faltam.

Avante, Leão!

Clássico Goiano - Uma prova de fogo

28 de fev. de 2010

A postagem é curta, não me delongarei. Digo apenas que a mesma trata de um aviso sobre o segundo clássico entre Goiás e Atlético-GO no ano de 2010, só que desta vez no estádio verde e branco situado na Avenida Edmundo Pinheiro de Abreu. É a estréia de Geninho no comando do clube de futebol mais antigo da capital, enfrentando uma prova de fogo contra o clube que o mesmo Geninho alçou à Libertadores em 2005. Noutro lado, Jorginho enfrenta pela primeira vez o Atlético, mas com sorte, já que o técnico esmeraldino estreou com vitória no clássico contra o Vila Nova.


A rivalidade entre Goiás e Atlético Goianiense não é tão grande como a que vemos entre Goiás e Vila Nova, mas, a exemplo do que ocorreu na partida no estádio Antônio Accioly, o jogo no Estádio da Serrinha será de uma torcida só, por determinação da Polícia Militar, que teme confrontos. Apesar disso, cerca de 300 torcedores esmeraldinos compareceram na partida no estádio do Atlético Clube Goianiense.

Porém, caso o Verdão e a Lagartixa se mantenham na Série A por mais alguns anos, e o Panetone (singela alcunha do Vila Nova) não subir à elite, a rivalidade tende a mudar de foco.

E desta vez, espero eu, apesar de todas dificuldades a serem enfrentadas - o time do Atlético-GO é bom - que a vitória esteja do lado do maior campeão goiano. Porém, o Goiás Esporte Clube é uma equipe mais completa. Com uma vitória, o Verdão pode alcançar o Dragão, ou melhor, as Lagartixas na pontuação.

E há outro aviso para outros times: Se vocês sempre acharam o Alviverde do Cerrado um time chato, fiquem espertos com o Atlético. Não, não ressalto a boa qualidade da equipe da Campininha (primeiro bairro de Goiânia, reduto dos atleticanos), mas sim um fato ocorrido na última partida aliado à movimentações na política do Distrito Federal.

É um time em que os jogadores pisam nos jogadores adversários e o juiz não marca absolutamente nada, como aconteceu na última partida disputada entre as duas equipes. Afinal, o presidente do Lagartixa estaria envolvido no "Mensalão Panetônico" do (ex)governador da Candangolândia, José Roberto Arruda. O dirigente rubro-negro era Secretário de Finanças do famigerado político supracitado. O que seria corromper um juiz de futebol ante à suposta malemolência com o erário?

Tirem suas conclusões.

Como gosto de falar de futebol, amanhã colocarei, se Deus quiser, um relato pormenorizado do segundo maior clássico do Centro-Oeste, com números sobre o clássico e tudo mais, a quem interessar possa. O futebol goiano vem aí.

Arrivederci!

Não existe mais time bobo

24 de fev. de 2010

Estréia do Goiás Esporte Clube na Copa do Brasil de 2010, contra a equipe do Ituiutaba Esporte Clube, da cidade homônima de 97.000 habitantes, fundada 4 anos após o Goiás: Em 30 de Abril de 1947. Apesar disso, a equipe mineira se profissionalizou apenas no ano de 1998.

Apesar de jovem no futebol profissional, o Ituiutaba fez bons papéis no Campeonato Mineiro em 2008 e 2009, ficando em 4º e 3º lugares, respectivamente. Porém, não é o que ocorre no ano de 2010: A agremiação ituiutabana se encontra no último lugar no Estadual, com 4 derrotas e 1 empate apenas.

Começa a partida e logo de cara, gol de falta do matador Felipe a um minuto e trinta segundos de partida contra o lanterna do Campeonato Mineiro. Grande prenúncio de uma goleada.

Que nada. O "mestre" Galvão Bueno já dizia: "É Arnaldo, não existe mais time bobo não". O Goiás fez seu primeiro gol e sentou na bola. É claro que o Ituiutaba, time da casa, iria para cima e o Goiás deveria se aproveitar dos espaços abertos. O que aconteceu foi a primeira sentença: A segunda metade do primeiro tempo foi toda da equipe do triângulo mineiro, somada a uma apatia contagiante do meio-campo esmeraldino, que não tocava a bola com tranquilidade, deixando os excelentes Felipe e Fernandão, os melhores em campo, isolados. Resultado: Virada do adversário do Verdão, virando a primeira etapa em desvantagem pelo placar de 2 a 1.

No intervalo, Jorginho promove uma mudança: sai Wellington Saci, que foi pouco produtivo e errou um gol feito, para a entrada de Rafael Moura. Não gostei, pois preferiria a entrada de Wendel, jogador franzino (é do estilo do Pedrinho, ex-Vasco). Jorginho justificou que o campo estava pesado e ele não iria render.

E Jorginho tem estrela. A entrada de mais um atacante, com o recuo de Fernandão para a posição de meia-atacante, somado ainda ao orgulho esmeraldino ferido fizeram com que o Verde colocasse fogo na partida. Antes dos cinco minutos de etapa complementar Rafael Moura fuzila o goleiro ituiutabano: Ituiutaba 2 x 2 Goiás.

E a pressão continua. A partida ainda não passa dos dez minutos e o Goiás aperta cada vez mais, mostrando uma enorme evolução em relação às últimas atuações no Goianão e no primeiro tempo da partida, com boas atuações de Felipe, Douglas (finalmente) e Fernandão. O maior do Centro-Oeste vira novamente a partida.

Mas, estranhamente - ou não, isso tem sido a tônica da equipe da avenida Edmundo Pinheiro de Abreu - a pressão parou por aí. Algumas tentativas de Rafael Moura e Felipe - notadamente extenuado - ameaçaram pouco.

A chuva engrossou, deixando o campo encharcado e com isso, a partida ficou ríspida, com alguns lampejos da equipe tijucana, levando algum perigo ao gol de Harlei. Isso tornou a partida no acanhado estádio da Fazendinha uma tortura para quem escutava a partida, pois nada mais acontecia.

É o breve relatório da partida. Ressalto não gostar muito de comentar partidas das quais não assisti, mas não poderia deixar de fazê-lo. Ituiutaba 2 x 3 Goiás.

E que venha o Atlético Goianiense no domingo.

O sorteio dos grupos da Copa Libertadores e o sexto sentido

27 de nov. de 2009

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois não é que pode ter surgido nesta sexta-feira a explicação para o fato de "ninguém estar querendo conquistar este Brasileirão"? Os principais candidatos estavam com um sexto sentido em relação ao que aconteceria no sorteio dos grupos da Copa Libertadores da América 2010! Acompanhem meu raciocínio, para ver se existe fundamento nele.

O terceiro colocado, na atualidade o Internacional, certamente, enfrentará um colombiano, um mexicano e o vice-campeão paraguaio. Ok, o México e o Paraguai têm crescido no futebol mundial. Porém, prestem atenção em quem o vencedor do campeonato enfrentará: o Universidad do Chile, país que vive um momento bom, pode-se dizer, à medida que conquistou vaga na Copa do Mundo, um venezuelano, tudo bem, mas já de cara receberá na chave.....um argentino, ao que tudo indica, saído da etapa chamada de Pré-Libertadores.

Ora, com o regulamento do torneio continental privilegiando a melhor campanha, em termos de direito à decisão em casa, nas fases de "mata-mata", parece evidente que o primeiro lugar do Brasileirão sofrerá mais na busca por este objetivo, visto que tanto o clube da terra que deu ao mundo o poeta Neruda como qualquer um que vier da nação do escritor Jorge Borges complicarão demais a briga por duas vagas! Logicamente que a prática nem sempre confirma previsões futebolísticas. E afinal, para o Inter, hoje, ficaria prevista uma viagem ao México, onde, aliás, o Colorado não perdeu.

Em resumo: o Internacional precisa focar em duas vitórias nas partidas restantes do campeonato brasileiro, e, com maior tranqüilidade agora, ver o que o destino reserva para Flamengo e São Paulo. Notícias recentes dão conta de motivação total de Fernandão e Iarley, atletas que escreveram maravilhosamente seus nomes na História do Clube do Povo do Rio Grande. Então, tomara que o Goiás esquente ainda mais o desfecho da competição. Penso que a preparação alvirubra para o embate deste domingo em Pernambuco é correta, e os frutos serão colhidos na Ilha do Retiro, independentemente do adversário se encontrar em triste estado. O respeito (com a viagem e a concentração antecipadas) sempre constitui um bom passo para o triunfo.

A Vitória Sublime e a Ironia

23 de nov. de 2009

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

A vitória sublime do Internacional no Mineirão (há quase uma década e meia, não faturava lá três pontos contra o Galo....) foi construída taticamente. Isto é uma unanimidade entre os cronistas. Concordo em parte, com a ressalva de que a alteração crucial feita pelo treinador Mário Sérgio Paiva, ao tirar D´Alessandro do meio-de-campo, foi arriscada. Glaydson melhorou a marcação pelo lado direito da defesa, esquerdo de ataque do Atlético, que procurava agredir o Colorado por ali. Entretanto, a posse de bola diminuiu, o que se corrigiu em parte com a presença posterior de Andrezinho. O ferrolho defensivo funcionou: o Galo não pôde explorar a velocidade de seus atacantes, e criou poucas chances a mais do que o adversário, sendo rigoroso na análise.

Guiñazu e Guiliano cumpriram boa jornada, mas o volante Sandro se constituiu no maior destaque, assim como a defesa, merecendo citação especialmente Kléber, também pelo passe rápido na cobrança de falta que originou o gol de Guiliano. Era crucial o triunfo para pôr a mão na vaga na Copa Libertadores da América 2010. Notável também o fato de que o Inter venceu seis vezes consecutivamente equipes treinadas pelo competente Celso Juarez Roth. Sim, estou incluindo na conta o memorável 4X1 no grenal do returno no Brasileirão passado. Nesta temporada, mais três resultados positivos contra o tricolor gaúcho e dois contra o time mais popular de Minas Gerais (opa, será que escrevi bobagem, querida Lilian?), com direito a duas goleadas, na soma total, se lembrarmos o 3X0 do primeiro turno no Gigante da Beira-Rio.

A ironia agora é que, com os tropeços de São Paulo e Flamengo, o Clube do Povo do Rio Grande pode já estar recebendo decisivíssima ajuda de.....Iarley e Fernandão para arrebatar o título nacional. O Corínthians, - confio no profissionalismo de Mano Menezes - quem sabe, empate com o "mais querido", e o Goiás tem condições de bater o ainda líder do campeonato no estádio Serra Dourada. Depois da ajuda de ontem contra o candidato carioca, por que não?

Claro, o Internacional precisa fazer a parte dele de novo. E não considero favas contadas uma vitória contra o Sport em Recife. Longe disto. Não existe partida jogada, ainda mais neste Brasileirão! Então, a estratégia para o confronto decisivo tem que ser bem arquitetada. A ausência do volante argentino, punido com o terceiro cartão amarelo, será sentida. Como o Inter deve cobiçar a vitória, pensaria na solução simples da colocação de Glaydson como primeiro volante, adiantando Sandro para o lugar do "Cholo". Não cogitaria a presença de três zagueiros. Que eletrizante reta final! Vamos passar a semana na expectativa de outra rodada empolgante, ainda que existam chances do campeão se tornar conhecido no próximo domingo. E uma informação importante para todas as torcidas brasileiras, que vivem a expectativa de um ótimo primeiro semestre em termos competitivos: muito provavelmente Boca Jrs. e River Plate não estarão na próxima edição do mais importante torneio continental, representando a Argentina, pois andam mal das pernas no campeonato local.

40 anos do gol mil e rodada

19 de nov. de 2009

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois nesta quinta-feira, vale lembrar os 40 anos do milésimo gol de Pelé. Como se sabe, o cidadão Edson Arantes do Nascimento merece muitas críticas. Porém, o que representou o camisa 10 do Santos e da Seleção Canarinho durante uma década e meia é outra coisa. Lembro que, quando o maior craque de todos os tempos marcou o gol na vitória contra o Vasco da Gama no Maracanã, o país vivia tempos sombrios. A ditadura militar estava no pior período. Por ironia da História, a Seleção Brasileira de 1970 - a melhor de todas segundo a maioria dos analistas - serviria a propósitos do regime, com seu êxito retumbante no México.

Entretanto, ao voltar o olhar para aquele Brasil, hoje, felizmente muito diverso, também se pode examinar o maravilhoso futebol de nossa pátria como um microcosmos, uma atividade em si, uma práxis artística (por que não?) e compreender que Pelé, Tostão, Jairzinho, Gerson e Carlos Alberto maravilharam o mundo depois de grandes times se formarem e o mais popular dos esportes finalmente ganhar um verdadeiro campeonato nacional, por aqui. Sim, o Robertão, para mim, merece ser equiparado ao Brasileirão, e os títulos de Palmeiras, Santos e Fluminense (conseqüentemente o Bi-Vice do Internacional em 1967 e 1968) têm que ser reconhecidos oficialmente pela CBF. Portanto, o Peixe, com seu segundo lendário time na era contemporânea, era o campeão brasileiro quando o "Atleta do Século" venceu Andrada naquela penalidade máxima, na goleira à esquerda das cabines de imprensa do maior estádio do planeta!

E a rodada do Brasileirão começou - talvez pouco devendo neste aspecto àquela época - deveras emocionante. O Palmeiras, nesta quarta em Porto Alegre, comprovou que o vestiário estava fugindo do controle (algo surpreendente para a fama do técnico Muricy Ramalho), com a briga grotesca entre seus atletas. Agora, uma pergunta: por que o árbitro gaúcho Leandro Vuaden não utilizou o mesmo critério que Héber Lopes para o conflito envolvendo os jogadores do São Paulo, que praticamente chegaram às vias de fato no sábado passado contra o Vitória? Não estou entrando no mérito se o critério precisa ser mais ou menos rigoroso. Apenas argumento que ele não foi igual.....e deveria ter uniformidade.

Se o Internacional mantiver a escalação contra o Atlético, no Mineirão, criará chances para derrotar o Galo, e se Botafogo e Goiás aprontarem pra cima de São Paulo e Flamengo.....pode ainda sonhar com o título. Difícil? Quase impossível. O campeonato, entretanto, está tão louco que ainda não se pode descartar que o Colorado conquiste o primeiro lugar.....pelo número de vitórias. O problema é que o Inter bateu equipes treinadas por Celso Juarez Roth em todos os últimos cinco embates! A estatística, desta forma, aponta contra a possibilidade de um triunfo em Belo Horizonte. Porém, quem diz que ela pesa tanto assim no jogo de bola? Tomara que o conjunto comandado por Mário Sérgio Paiva mostre até um pouco mais de força coletiva, na comparação com o primeiro tempo da vitória passada contra o Santos.

A vitória clássica e a reconciliação

16 de nov. de 2009

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois o Internacional obteve uma vitória clássica contra o Santos. E contando com os resultados favoráveis, voltou ao chamado G-4, vendo outra vez, a três rodadas do final do Brasileirão, a possibilidade de arrebatar a vaga para a Pré-Libertadores da América. Isto em um jogo com protestos de uma parte dos fãs, os quais levaram faixas ao Beira-Rio acusando os atletas de mercenários.

Justiça seja feita, especialmente no primeiro tempo, o Colorado de Mário Sérgio Paiva esteve melhor arrumado taticamente, na comparação com o que o treinador havia oferecido até agora. O meio-de-campo teve movimentação bem mais racional e as triangulações pelos dois lados funcionaram, com o limitado Danilo realizando, talvez, a grande partida de sua trajetória, ao voltar de lesão na lateral direita. O Santos, bem orientado por Vanderley "Luxa" (o qual foi saudado esperançosamente pela torcida colorada, sonhando com um acerto concretizado para 2010.....quem diria que os sócios rejeitaram a 9 por 1 o candidato à presidência que defendeu seu nome para técnico?), deu o trabalho esperado, também criando oportunidades, apesar do cansaço pós-viagem ao México. Não enfrentara de igual para igual o Flamengo - time de maior destaque no returno - em pleno Maracanã? Kléber e D´Alessandro se reconciliaram, (a briga durante um treino secreto da semana conturbada foi implicitamente confirmada pelo lateral e pelo técnico alvirubros.....) abraçando-se depois do terceiro gol, o do desafogo, marcado pelo bom jogador vindo da Argentina.

A arbitragem, no meu entendimento, errou em dois lances. No primeiro, um jogador santista colocou a bola pra fora com a mão, dentro da área. Era quase fim da etapa inicial, e o pênalti beneficiaria o Clube do Povo do Rio Grande. No segundo tempo, Lauro atrapalhou a progressão de Cléber Pereira, perto da área pequena, em uma situação confusa. O juiz compensou. Entretanto, admito que as situações se prestam a mais de uma interpretação. Logo, não há que se contestar tanto assim o árbitro. Como as punições andam correndo solto no campeonato, cabe escrever que seria uma demasia que uma delas a atingisse.

O 4-4-2, simplificado, com variação para um 4-5-1, já que o garoto Marquinhos é versátil, merece ser mantido no Mineirão, projetando-se o duelo "de 6 pontos" contra o Galo! Se o Inter empatar, a vaga para a Taça Libertadores 2010 estará muito bem encaminhada; se perder, pelo contrário, e se vencer.....dependendo do que o Botafogo e o Goiás aprontarem contra S. Paulo e Flamengo, será incrivelmente possível até sonhar ainda com o título! Que Campeonato, meus leitores! Esperemos, e acompanhemos as preparações das equipes, lembrando que o Grêmio, antecipadamente, recebe o Palmeiras nesta quarta-feira, cá em Porto Alegre. Ajudará novamente o tradicional adversário?

70 pontos

30 de out. de 2009

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois o São Paulo venceu o Internacional, aproveitando com mais eficiência uma das poucas oportunidades que surgiram. O Colorado não criou tanto assim, mas ao fim e ao cabo, foi um pouco superior à grande equipe da maior cidade da América do Sul. Agora, no segundo tempo, quando era obrigado a correr riscos, Mário Sérgio Paiva abriu perigosamente o meio-de-campo, e talvez o conjunto comandado por Ricardo Gomes tenha respeitado demasiadamente o adversário. Em todo caso, uma partida de boa qualidade, na comparação com outras deste Campeonato Brasileiro, a qual consagrou o goleiro Bosco.

O Palmeiras fez valer sua mobilização em Atibaia, e na segunda etapa não deu chances ao decadente Goiás, em duelo desta quinta-feira. Estará a competição decidida? Não! Em seis rodadas, muitas coisas poderão acontecer. Quem me diz que Mano Menezes, o competente treinador do Coringão, não vai aprontar pra cima do time de Muricy Ramalho? Ou que o Barueri, de campanha surpreendente, não vai segurar o tricolor do Morumbi, ainda que no estádio dele? A maravilhosa paridade propicia não exagerar no pessimismo.

A questão crucial é se finalmente o Inter poderá "engatar" uma seqüência de vitórias. A ausência de Guiliano será sentida contra o Fogão, assim como a de Guiñazu foi, em parte, no último confronto.

Se vierem três triunfos contra Botafogo, o Grêmio paulista e o Santos, a partida contra o Atlético-MG, derrotado pelo Fluminense, no Maracanã, ontem, constituirá outra "final". Vemos decisões atrás de decisões!

E se, pela sexta vez consecutiva, o Internacional superar um conjunto comandado pelo capacitado Celso Juarez Roth, aí sim, se desenhará a perspectiva grandiosa - para o equilíbrio espantoso desta temporada - de atingir os 70 pontos. Então, o título ainda não ficou impossível. Os rivais na disputa não encontrarão um caminho tão fácil assim nas seis rodadas restantes. Logicamente, não existe jogo fácil no Brasileirão. A comprovação se materializou nesta inesquecível edição de 2009.

Espantos no Brasileirão

13 de out. de 2009

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Este é um verdadeiro Brasileirão de espantos. Por ordem: tudo bem que o Palmeiras estava desfalcadíssimo contra o Náutico. Porém, é compreensível que uma equipe da zona de rebaixamento goleie como goleou o líder do campeonato? O Timbu entrou para o rol dos times desesperados a praticar crimes? Não. Quem viu boa parte do jogo sabe que o placar expressa a superioridade alvirubra na partida dos Aflitos. Bastou então a agremiação pernambucana contar com o máximo de titulares para uma vitória retumbante.

E o Avaí? Era pule de dez para voltar à segunda divisão. Entretanto, graças a um competente trabalho certamente da direção do clube e do treinador Silas - sem dúvida o melhor da competição -, deve se manter com tranqüilidade entre os 11 ou 12 primeiros, arrebatando vaga na Copa Sul-Americana 2010. O Sport Recife, penúltimo na tabela, não perdeu nem para o Grêmio, nem para o Goiás, este integrante assíduo do grupo que pode sonhar com a Taça Libertadores da América da próxima temporada. E por aí vamos.....

Então, todos me cobrarão: e o seu Internacional, diante disto? Empata com o Atlético-PR, em casa, não se ajuda e ainda conta com um lance de interpretação benevolente de arbitragem, numa jogada dentro de sua área, envolvendo o zagueiro Índio! Sim, é verdade. Porém, como alguém que já passou por dentro da Instituição, procuro ver o panorama de forma um pouco diferente. Com todos os erros e vacilações, do grupo dirigente aos atletas, o Colorado tem se mantido entre os quatro primeiros. Já escrevi aqui algumas vezes que o elenco - mesmo quando tinha Magrão e Nilmar - foi superestimado. Agora, considero a paridade, o equilíbrio, coerente com o que escrevi acima, quase que total.

Entretanto, se os times se nivelam, encadear várias partidas de três pontos estabelece o diferencial, e ainda não passou o momento do Inter superar seus problemas, visando a alcançar uma série de triunfos. A questão consiste no que fazer para preservar o direito de ainda cobiçar o título. Afinal, são duas vitórias a separar o conjunto comandado por Mário Sérgio Paiva do Verdão, e há nove rodadas pela frente. Se existe desunião no vestiário, todos devem trabalhar por um pacto que acabe com ela, ao menos, até dezembro. O novo técnico, independentemente do juízo de valor de crônica e torcedores em geral, precisa definir um esquema tático predominante e saber encaixar os atletas que estão para voltar dos selecionados. Todo o staff necessita de um entendimento estratégico fundamental: ganhar os próximos três embates (contra Fluminense, o clássico Gre-Nal e um duelo direto contra o São Paulo, ainda que no Morumbi) significará ficar vivíssimo na disputa pelo primeiro lugar.

Diante de nós, persistem duas dimensões diferentes. O modelo de gestão do Clube ainda será muito questionado, obrigatoriamente, mas a conquista do maior título nacional e do Bi da Taça Libertadores permanecem viáveis.

O fator Ramalhão e a cobrança

21 de set. de 2009

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois, pra começo de conversa, queria dar razão parcialmente ao treinador Muricy Ramalho, que decidiu fazer um certo escândalo sobre a partida disputada ontem em Ribeirão Preto entre o São Paulo e o Santo André. Não toda a razão porque li em um jornal daqui, da capital gaúcha, que o seu Palmeiras também será beneficiado por jogar em "campo neutro" contra o Ramalhão no segundo turno do nacional.

Deixo claro, com a tranqüilidade de quem admitiu que o Internacional foi beneficiado pela arbitragem contra o tricolor paulista, que considero um absurdo o fato de, com sete campeonatos brasileiros na era dos pontos corridos, ainda se permitir que uma equipe conte com o benefício de dois duelos tendo maior torcida contra um adversário. O Colorado acabou se beneficiando disto em 2004 quando enfrentou o Juventude em Erechim, e não em Caxias, mas naquela temporada não se credenciou a disputar o título. Com pelo menos três candidatos à Taça, qualquer benefício pode fazer a diferença, tal o equilíbrio que se desenhou. Por sorte, o fator Ramalhão mais uma vez atrapalhou o time do Morumbi, o qual não obteve mais do que um até previsível empate. Por que não jogaram no Anacleto Campanela, do São Caetano? Ou em outro estádio, do ABC?

Vejam que não estou nem me queixando do lance envolvendo o volante Fernando (ex-Inter) no começo do embate. A jogada foi daquelas típicas de interpretação do árbitro. Discordando de meu confrade de Blog, Alessandro, veria da mesma maneira a situação com Ramon na primeira etapa do embate de sábado no Barradão. Se o juiz assinalasse a penalidade máxima, seria aceitável, como também é que não tenha marcado. Logo, Alício Pena fica absolvido.

Quem não absolve o Internacional da queda de performance no segundo tempo é boa parte da crônica esportiva gaúcha e da própria torcida colorada. Começo a me perguntar se a cobrança em torno da obtenção da liderança não anda demasiada. E isto porque - os leitores sabem - parto de uma premissa diferente da maioria do povo quanto à qualidade técnica do elenco disponível no Beira-Rio, o qual possui lacunas rigorosamente do mesmo modo que os disputantes do mais difícil campeonato do planeta. Ora, Cruzeiro, em qualquer lugar, e Vitória, especialmente na "Boa Terra", são adversários que impõem ao menos as dificuldades médias desta competição, não havendo nada de absurdo nas duas derrotas do agora terceiro colocado.

E talvez não seja má idéia usar um número razoável de titulares no jogo contra o Universidad do Chile, pela Copa Sul-Americana, quarta-feira. Desde que Adenor Tite use este confronto para repensar algumas questões relativas à dinâmica do conjunto: a fragilidade defensiva, a falta de mais jogadas pelos lados e um preciosismo no toque de bola que parece inibir as finalizações (não pude ver os primeiros 45 minutos do jogo sábado, mas pelo compacto ao menos o Inter parece ter arriscado um pouco mais os chutes de fora da área.....), de acordo com o que mostram os scouts do Brasileirão. A torcida também deve manter o total apoio aos atletas, ainda que lamente ver Iarley e Fernandão, especialmente, liderando o Goiás em uma retumbante goleada contra o Corínthians, do competente Mano Menezes, em pleno Pacaembu.

A injustificável ausência de Guiliano, em virtude da Seleção Brasileira Sub-20, apesar da sensatez da liberação de Sandro (que não está confirmando expectativas, aliás.....), e a perda de Magrão para o futebol árabe tendem a pesar contra o Time. Afinal, nada existe como aquele grupo de 1975 que diante do clube nordestino de melhor desempenho até então em campeonatos nacionais, mesmo sem Figueroa, foi capaz de ir à Fonte Nova e golear por 5X0, com show de futebol. O Vitória já não contava com Mário Sérgio, mas seu centroavante faria história pouco tempo depois no Grêmio: André Catimba. Quando sua equipe já levava quatro, o temperamental atacante foi expulso. Enfim, eram outros tempos. Tomara que o staff colorado trabalhe muito para mudar o astral ao longo da semana. O Flamengo possui jogadores capazes de desequilibrar, entre eles, um certo sérvio, que, se não estou enganado, ainda não perdeu para o Internacional.

Páginas heróicas imortais

14 de set. de 2009

O Cruzeiro não anda lá muito bem, acostumado a disputar o título, golear times pequenos e encher o orgulho do torcedor... mas está na parte inferior da tabela, com derrotas inexplicáveis, algo divide o time por trás do gramado, e este algo pode ser o técnico AB.
Apesar de uma suposta crise interna do clube (nada financeiro, os Perrelas tão com a cueca cheia este ano), o que não nos dava esperanças para vencer o grande clássico este domingo, o Cruzeiro mostrou-se grande, presente, brilhou todas as cinco estrelas e apesar de erros saiu vitorioso. Um troféu à parte ter vencido o Inter, meu candidato à campeão este ano. Agora queremos vencer o outro candidato no Mineirão na quarta-feira, 23, para não passar o ano em branco.
O jogo, o AB, os jogadores.
Jogamos muito bem, com destaque para Gilberto que apesar de ter falhado num gol feito marcou 2 e mostrou merecer a vaga de titular na equipe. Thiago Ribeiro também se destacou, marcando um gol e aparecendo em muitos lances do jogo, mas perdeu algumas bolas por falta de atenção e também perdeu um gol sozinho com o goleiro Lauro.
O AB errou ao escalar Elicarlos, mas graças a Deus o "macaquito" (e já virou apelido carinhoso) contundiu-se e forçou que nosso técnico consertasse o que fez. A entrada de Guerrón ao lado de Thiago R. seria ótima, e com a má atuação do Soares (má escalação também, ele é ponta) podiamos até ter perdido algum gol importante e a força do ataque perdendo os 3 pontos.
A verdade é que o Cruzeiro perdeu muitos pontos enquanto batalhava pela Libertadores, abatido perdeu outros pontos, depois de uma série de jogos com 10 (e até 9) jogadores também perdeu mais pontos e dá-lhe macumba atleticana. Agora tem que ganhar dos times que estão na ponta, e fora de casa. Afinal é irremediável a dor que sangraria/sangrará se ficarmos atrás dos riscadinhos rivais (atlético - mg) ao fim do campeontado. Alguém se lembra a última vez que isso aconteceu?
Estou desacostumada a criticar o Fábio, mas ontem errou feio no segundo gol do Inter, com uma péssima barreira e como sempre tomou gols de bola parada. Por pouco não pôs o brilhantismo celeste todo à perder.
Como disse o Marcelo, o Cruzeiro tem que se superar contra o Palmeiras de novo. Dentro do Mineirão, à esta altura, um time deste tamanho, na décima terceira posição não pode se amendrontar pra líder nenhum. Líder que aliás vai muito mal no returno.
Apesar de ter comemorado aqui a vitória, não é de se comemorar. É de se lamentar que elas sejam tão importantes e de tanta comemoração assim. Se o Cruzeiro tivesse disputando título teria sido um confroto direto e não "um jogo contra o vice-lider".
Ainda há uma vaga na G4. Disputada por Corinthians, Goiás, Grêmio, Flamengo e Atlético - MG. Que tal entrar na briga de vez e aí sim ter uma página heróica e imortal em 2009?
 

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