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O Esquema Tático de Falcão

24 de mai. de 2011

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Ao contrário de boa parte dos colegas jornalistas, e também de outros colorados, não considerei mau o empate de sábado. Certamente, os reservas do Santos jogam mais do que metade dos times que disputam a Série A do Brasileirão. E o Internacional, em um esquema 4-4-2 que Falcão começa a consolidar, poderia ter vencido o jogo. Aliás, faria com que acertasse metade de meus prognósticos, visto que nesta primeira rodada, a imprevisibilidade da competição me derrotou: 4 resultados corretos, e tão somente um placar previsto com exatidão, América-MG 2 X 1 Bahia......

Também porque as (não numerosas, é verdade) chances para um triunfo não foram aproveitadas, não é o caso de comemorar. Antes ver o 1X1 como normal. O menino Oscar, embora tenha realizado a jogada do gol, esteve um tanto irregular na partida, a comprovar que ainda não está "pronto" como disse o Bola-Bola em entrevista. Leandro Damião não foi feliz nas conclusões.

Em compensação, Paulo Tinga teve a melhor atuação desde que voltou ao Inter, conseguindo articular e comandar a marcação no meio-de-campo. Na zaga, Juan mostrou que pode se firmar como companheiro de Bolívar. Zé Roberto manteve um padrão aceitável, ainda que não tenha jogado tanto quanto no último grenal do Campeonato Gaúcho. Em resumo, o Colorado, se conseguir acrescentar qualidade na lateral direita, acreditar em um dos jovens zagueiros da Seleção Brasileira Sub-20 e aproveitar melhor as oportunidades ofensivas, tende a ficar pela parte de cima na tabela da mais difícil competição do mundo.

Mário Bolatti, Guiñazu, Paulo Tinga e D´Alessandro, com Zé Roberto e Leandro Damião (tomara que não saia na famigerada "janela de agosto") na frente, podem assegurar equilíbrio ao Internacional. Gilberto, vindo do Sta. Cruz de Recife, treina bem, segundo informações iniciais sobre o desempenho do atleta. Com Cavenaghi, comporia uma boa dupla reserva de atacantes, levando em conta que Rafael Sóbis dificilmente ficará. Se Paulo Roberto Falcão mantiver a estrutura, com quase nenhuma variação de peças, em "condições normais de temperatura e pressão", o conjunto orientado pelo ex-craque possui requisitos para ficar entre os quatro primeiros do Campeonato Nacional. Se vai conseguir ou não, é outro problema.

Um passo para a redenção Coral

7 de abr. de 2010

A televisão noticiou que foi a zebra da Copa do Brasil. Tosca notícia, ressaltando o insucesso do Botafogo, quando o correto seria exaltar o feito do Santa Cruz, que jogou melhor as duas partidas, no Recife e no Rio, e assim conseguiu seguir adiante à próxima fase. Muitos comentaristas, porém, foram mais justos em suas análises, inclusive aqui no Gol de Letras. O Botafogo, que talvez tenha entrado de salto alto no Engenhão, dando como certa a vitória (ou o empate, que lhe garantiria a classificação), foi surpreendido pela competência e pela disposição do jovem time tricolor pernambucano, comandado por um treinador competente, também muito jovem, sendo agora revelado para o Brasil, o Dado Cavalcanti. 

Para a torcida imensa, foi uma vitória emblemática. Por isso, a eufórica recepção ao time no Aeroporto dos Guararapes. Trata-se, como todos confiam e apostam, no início da redenção do Santa Cruz, um gigante que andou cambaleante entre sucessivas quedas, desde a última ascensão à série A, em 2005. Emblemática porque nos remete a uma outra vitória, sobre o mesmo Botafogo, no longínquo ano de 1919. No Recife, para onde veio em excursão, o valoroso time carioca perdeu (pelo mesmo placar do jogo no Engenhão, 3 a 2) para o Santa, que contava apenas quatro anos de idade. E foi a primeira vitória de um clube do Nordeste sobre um time do eixo Sul-Sudeste, conforme registra o livro História do Futebol em Pernambuco, de Givanildo Alves (Ed. Bagaço, 2ª edição, 1998). O clube nascido no calor das ruas, fundado por um grupo de estudantes no pátio da Igreja de Santa Cruz, no bairro da Boa Vista, começava a angariar a simpatia das grandes massas populares, justamente por suas origens humildes, e ainda mais pelos feitos heróicos de sua história.

Interessante saber que passaram 15 anos até que o Santa Cruz conquistasse seu primeiro título, já contando então com a preferência da maioria da população pernambucana. Ao longo de suas história, alguns hiatos de jejum se repetiram, em períodos menores, mas sempre servindo para reforçar ainda mais a paixão popular pelo chamado “clube da poeira”. Foi assim que, em 1934, quando bateu a Seleção Brasileira em jogo amistoso, no Recife, a cidade parou, porque era carnaval tricolor na Capital do Frevo e em todo Pernambuco.

Evoco esses lances da história para dar uma medida da responsabilidade de quem está agora à frente do clube, diretoria, comissão técnica e atletas. Após o período áureo do clube, nos anos 70, quando passou a ser conhecido como Terror do Nordeste, consagrado na canção de Capiba, foram anos de absolutos desmandos, administrações desastrosas e utilização do clube como trampolim para a política partidária, as dependências do Arruda quase transformadas em comitês extraoficiais de candidatos a vereador, aves de rapina de olho nesse patrimônio humano, que é a sua inigualável torcida. Agravada pela imensa e criminosa desigualdade que perpetua as injustiças no futebol brasileiro, onde a incompetência oficial fez criar-se uma excrescência chamada Clube dos 13, a situação do Santa Cruz agravou-se bastante nesses últimos quatro anos, e infelizmente é um exemplo do que acontece com outros clubes, Brasil afora.

O recomeço passou pela reestruturação do Estádio José do Rego Maciel, o Arruda, encampada pela atual diretoria. Somente agora, ao que tudo indica, começam a ser colhidos os primeiros frutos do trabalho de reestruturação do futebol, que é um trabalho longo, e não é fácil. Não fosse a torcida que tem, talvez o clube sucumbisse. Mas isso jamais acontecerá, porque o Santa Cruz, que é a cara do povão pernambucano, é sinônimo de resistência, traduzida perfeitamente num cartaz que outro dia vi na parede de um boteco, no centro do Recife, numa frase encimando o distintivo do clube coral: “Se você cair, talvez eu não consiga te segurar, mas com certeza estarei a teu lado para te levantar”.

A hora chegou, então, e essa equipe que fez bonito no Rio de Janeiro, anunciando para o Brasil seus candidatos a ídolo, como Brasão, Léo, Elvis, Tutti etc. etc., sabe que, na longa caminhada que tem pela frente, pode contar integralmente com esta torcida, imensa e apaixonada – aliás, “a mais apaixonada do Brasil”, conforme epíteto conferido em rede nacional por uma apresentadora de tv, após a exibição de uma matéria mostrando os torcedores na arquibancada, acompanhando as obras de reforma do estádio e renovação do gramado. Afinal, o Santa – o Santinha, como é carinhosamente chamado pela torcida – é simplesmente isso, “o clube querido da multidão”, como aclamou o nosso genial Capiba em sua canção.


Júlio Vila Nova
Do Recife, Capital do Frevo

Júlio é torcedor coral e colabora atualmente com o Blog do Santinha.


Foto: (cedida por) Blog do Santinha 

Infelizmente não foi mentira...

2 de abr. de 2010

Para mim zebra acontece quando um time grande joga muito melhor do que um pequeno e ainda sim consegue perder. Nem de longe o que aconteceu no Engenhão ontem se traduziu em zebra. Primeiramente porque, o Santa Cruz não pode ser considerado um time pequeno, nem que seja por sua fiel torcida. E outra, porque, o Botafogo não conseguiu, em momento algum , superá-los.
E no momento que saiu a escalação já imaginei o que teria por vir. Depois de tudo o que aconteceu com o Eduardo no time, como essa ameba me entra de titular Joel? Eu sinceramente não entendo. O Lucio Flavio também não está conseguindo jogar a muito tempo, e o Renato Cajá no banco, esperando não sei o que para entrar. Antônio Carlos como titular, e o Fábio Ferreira na reserva só pode ser piada, própria do dia do jogo. Mas não, essa é a realidade.
Sandro Silva fez falta à equipe. É incrível como quando ele está em campo até o Lucio Flavio consegue sair jogando. Contamos também com uma noite não muito boa do Jefferson, que está desculpado por qualquer falha. Todo goleiro, por melhor que seja, tem um dia ruim. E com uma zaga dessas, o que ele vem fazendo é milagre!
Fahel, que eu vinha elogiando, foi mal, junto com a equipe toda. Nem as entradas de Caio e Edno conseguiram mudar o panorama da partida. O primeiro nem conseguiu jogar. Pela primeira vez desde que surgiu, não conseguiu mudar o panorama da partida. E o Edno, entrou muito tarde. A insitência do Joel em mater o Lucio jogando mal foi além do normal ontem.
O primeiro gol deles, em uma falha do nosso goleiro, já dava para entender que seria muito complicado, e que, um mero empate, poderia ser suicídio. E foi o que aconteceu. Mesmo com os dois gols do Herrera lá na frente, e uma atuação até certo ponto boa do Abreu, o time conseguiu tomar um gol aos 45 do segundo tempo, e dar adeus, pelo segundo ano consecutivo à Copa do Brasil, logo em seu início.
Como disse o Joel ao final da partida, é hora de levantar a cabeça. Não adianta agora, antes de várias decisões que estão por vir, a torcida cornertar. O time é ruim? Desde o início sabíamos que sim. Só que, com os resultados, isso estava sendo deixado de lado, e não apagado. O Carioca agora é obrigação deles. Estão a poucos jogos de ganharem esse caneco. Então é bola pra frente e pensar já na semi-final da Taça Rio.
Antes porém, temos um confronto contra o Bangu, domingo, às 16:00, no Engenhão, para cumprir tabela. Ganhando ou perdendo já estamos classificados, e em primeiro lugar. Por isso, Joel Santana optará por um time completamente reserva. Boa chance para Edno, Rodrigo Dantas, Renato Cajá e Cia, mostrarem serviço. Mesmo porque, um deles será titular com a lesão do Lucio Flavio.
Domingo estaremos mais uma vez apoiando, mesmo que esse não seja o time dos nossos sonhos, pois: "Assim é o botafoguense. Ele não sofre, se purifica. Os invejosos desafiam, dizem que os alvinegros são poucos. Equívoco; são relíquias. E preciosidade não se encontra às pencas no boteco da esquina."

Saudações alvinegras a todoos ;*

São Jefferson

18 de mar. de 2010

Me permito lembrar da Copa do Mundo de 2002, quando a muito custo o Brasil conseguiu ser campeão, e o Marcos se destacou de uma forma impressionante, conseguindo salvar a Seleção nos momentos em que o time não estava tão bem. Grande goleiro é assim mesmo. Não existe bola perdida para eles.
Não estou aqui querendo comparar as situações, mas a atuação do Jefferson hoje foi mesmo digna dessa recordação. Seguro, orientava sua defesa insistentemente, enquanto que, quando a bola passava, ele conseguia segurar. Até quando o gol do Santa Cruz parecia inevitável ele estava lá.
'Foi minha melhor atuação pelo Botafogo', foi o que ele disse na saída da partida. Relembrando muito bem, posso dizer que foi uma das melhores. Quem não se lembra das defesas salvadoras dele o ano passado? Principalmente no jogo contra o Internacional, lá no Beira-Rio ( 0 x 1, gol do Juninho ), que foi determinante para o nosso não rebaixamento. Então saltemos o coro para ele mais uma vez: Obrigada Jefferson! Creio que para ele só falta a conquista de títulos para enfim entrar de vez na história botafoguense. Continue assim Jefferson, a apaixonada torcida alvinegra saberá agradeçer!
Pois bem, a partida de hoje foi contra o Santa Cruz, de tanta história e tradição, mas que vem colecionando vários fracassos durante os recentes anos. Mas como era de esperar, o Arruda estava lotado por uma torcida fanática pelo Santa e que não deixou de apoiar o time nem depois de terem tomado o gol. Quem gosta de futebol sempre se arrepia com isso. Mas sou mais Botafogo, que conseguiu sair com uma vitória importantíssima.
A partida em sí foi muito nervosa. O Botafogo não conseguia impor seu ritmo no primeiro tempo, obrigando a zaga e o nosso goleiro a segurar um 0 x 0 aliviante . No intervalo ,Jancarlos deu lugar ao talismã, que deu mais velocidade a equipe. O início da segunda etapa porém, jogou um balde de água fria no time pernambucano. Logo no primeiro minuto, Lucio Flavio cobrou um escanteio na cabeça do Herrera, que não desperdiçou. Santa Cruz 0 x 1 Botafogo!
Daí em diante foi segurar o que podia atrás e partir para o contra-ataque. Joel percebeu que estavamos deixando a desejar na defesa e tirou o Lucio Flavio para a entrada do Fábio Ferreira. Nem deu tempo porém de ver se a substituição iria dar certo. Sandro Silva fez pênalti e foi expulso no meio da segunda etapa, prejudicando a saída para os contra-ataques, já que o Loco Abreu deu lugar para o Edno.
Mas podemos ficar bem tranquilos. Temos goleiro. Jefferson defendeu muito bem a cobrança de Elvis, e comemorou como se fosse gol. De certa forma foi, porque um gol àquela altura da partida, com um a menos, iria complicar a situação do Botafogo. A partir deste momento foi um bombardeio em cima da nossa defesa e todas as bolas foram, ou cortadas no meio do caminho, ou defendidas pelo nosso goleiro. E assim continuou até o juíz apitar o fim do jogo.
Pela situação em que a partida se conduziu, esse 0 x 1 foi muito bom. Jogar em Recife é sempre complicado e a situação no Rio será outra. Porém, com a expulsão do Sandro Silva uma questão me preocupa bastante. O reserva imediato dele entrará, e quem é? Eduardo. Então voltamos a estaca zero durante a próxima partida da Copa do Brasil. Queria o time mais para frente, mas pedir isso ao Joel com o Botafogo já em vantagem eu acho demais.
Antes ainda, teremos um belo clássico domingo. Botafogo x Flamengo, no Engenhão, domingo, às 19:30. Valendo três pontos que podem dar um tranquilidade maior ao clube que conseguir a vitória. Sem Abreu, Caio deve ser o substituto. Sexta-feira terá o julgamento do Herrera que poderá também ficar de fora. Mesmo com desfalques, nada como uma vitória em um clássico para embalar de vez esse time, que repito, não é perfeito, mas é premiado por sua aplicação dentro de campo!
Ah, e mais uma vez, obrigada Jefferson!

Saudações alvinegras a todoos ;*

Fossati e as pressões

5 de mar. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois o técnico uruguaio Jorge Fossati já enfrenta algumas pressões no Internacional, pela reivindicação que parte de diferentes setores, incluídos possivelmente conselheiros ligados à diretoria colorada, para que não mais use um esquema com três zagueiros. Contra o Sta. Cruz, em uma fácil goleada (até que fez bem ver o Inter liquidar por 4X1 a equipe treinada pelo ex-goleiro Mazaropi, o qual provocou bastante sofrimento nos colorados na década de 80....), o rendimento acabou sendo melhor quando Kléber e D´Alessandro receberam tarefas de articuladores, sendo o jovem Juan deslocado para a lateral esquerda, após razoável atuação como um dos defensores. O Time terminou distribuído em um 4-4-2.

Particularmente, ainda gostaria de ver o 3-4-2-1 com Guiliano e D´Alessandro, recém retornando de lesão no rosto, sendo os homens da ligação com o setor ofensivo. Entretanto, se Fossati pensasse em uma alternativa completamente diferente das convencionais, por que não experimentar.....um 4-5-1? Quem entraria na equipe? Wilson Mathias.

Nas poucas vezes em que apareceu, o volante vindo de terras mexicanas mostrou inteligência e elegância para jogar. Liberaria Sandro e Guiñazu para irem mais à frente, e até se revezaria com eles. Já que nenhum companheiro de Alecsandro no ataque convence, veríamos o argentino ex-River Plate e o jovem meio-campista da Seleção Brasileira Sub-20 com os três qualificados meio-campistas posicionados um pouco mais atrás.

Imagino que o Internacional ganharia muitíssimo em posse de bola, e teria agressividade nos momentos propícios, criando chances mesmo contra adversários qualificados, inclusive, porque não perderia o apoio de Kléber na "ala esquerda", à medida que a cobertura estaria assegurada. Tudo isto em tese. Não sei quando o estrategista charrua terá chance de testar essa tática.

Domingo, contra o São Luiz (ainda mais com surto de dengue no município de Ijuí!), não é a melhor ocasião. A comissão técnica age certo ao poupar a maioria dos titulares, projetando o difícil embate contra o Deportivo Quito, na próxima semana, pela Copa Libertadores da América. Jorge Fossati planejou, com seus auxiliares, como superar, minimamente, a altitude. Tomara que acertem em cheio. As pressões tenderão a diminuir.
 

2009 ·Gol de Letras by TNB