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Mais uma vitória em busca do tri!

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O Inter estará pronto dia 16?
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Pressão de quem?

6 de mai. de 2010



O time celeste foi a Montevidéu jogar contra o Nacional do Uruguai, pelas oitavas de finais da Copa Libertadores. O jogo poderia ser difícil, pois o time jogou em um estádio acanhadissimo e a torcida do adversário foi em peso para incentivar seu time. Mas, quando se trata de futebol, tudo é possível e o Cruzeiro, 4° melhor time do mundo, viajou muito bem concentrado e fez por merecer o nome como é chamado pelas Américas: La Bestia Negra.

Entraram no jogo: Fabio, Jonathan, Gil, Leo Silva, Diego, Fabrício (Pedro Ken), Henrique, M. Paraná, Gilberto, Thiago Ribeiro (W. Paulista) e Kléber (Thiago Heleno).

A partida já começou quente, nervosa, os dois times não acertavam passes e a bola ia de um lado para o outro, quando Fabrício, aos 8 minutos, meteu uma bola no travessão e mudou o rumo da partida. O time celeste começou a dominar o adversário com boas jogadas e abriu o marcador, aos 28 minutos, em cobrança de falta do Thiago Ribeiro, artilheiro da competição. Ao final da primeira etapa houve um esboço de confusão que se apartou com o seu término.

O segundo tempo começou e sem deixar o time uruguaio respirar, Diego recebeu uma bola no meio campo e, a poucos passos da grande área, chutou a gol para fazer 2x0. Como o melhor de Minas já tinha ganhado o primeiro jogo, a esperança dos uruguaios foi por água abaixo, assim como as palavras do treinador deles, antes de enfrentar nosso time. Restou ao time das cinco estrelas, então, cadenciar o jogo e isso aconteceu mesmo com a agressividade do Nacional, que perdeu 2 dois jogadores expulsos e levou Leo Silva para o vestiário mais cedo também.

Para liquidar a partida, aos 35 minutos, Gilberto recebeu sozinho na grande área e marcou com muita frieza. 3x0 merecido, festa em BH com uma noite perfeita para os cruzeirenses. Estamos rumo ao TRI e vamos pegar o grande São Paulo nas quartas de finais. “Vamos Aguardar!”

Saudações Celestes.

*foto do site oficial: cruzeiro.com.br

A resposta do Cruzeiro.

29 de abr. de 2010


Depois de vários dias sem o futebol do Cruzeiro, voltamos a Libertadores. Oitavas de finais, dentro de casa e um time mordido dentro de campo. Tanto se falou da semifinal do campeonato mineiro, de crise, de torcida dividida, mas o que importava mesmo, hoje, era a bola rolando contra o Nacional do Uruguai.

Foram a campo: Fábio, Jonathan, Gil, Leo Silva, Diego, Fabrício, Henrique, M. Paraná, Gilberto, Thiago Ribeiro e Kléber.

O cruzeiro mandou no 1° tempo, tanto que o muralha Fábio não fez defesa alguma. Logo aos 7 minutos, numa bobeira da zaga uruguaia, abola sobrou para Ribeiro tocar por baixo das pernas do goleiro e abrir o marcador. Momentos depois, Gilberto chutou pro gol e obrigou o goleiro do Nacional a fazer uma excelente defesa. Aos 23 minutos, Fabrício fez um lindo cruzamento para Ribeiro fazer o seu segundo gol, de cabeça. Ao final, mais ou menos aos 42 minutos, Henrique deu um ótimo passe para Ribeiro fazer, de novo, mais um gol celeste, completando assim 3x0 só no primeiro tempo.

Durante o intervalo, Fabrício saiu com o joelho inchado e em seu lugar entrou Elicarlos. No segundo tempo, o time das cinco estrelas entrou devagar e acabou tomando um gol, aos 5 minutos. O fato é que o senhor que fez o gol tinha empurrado seu marcador, o próprio Elicarlos, antes de mandar a bolota pro fundo do barbante. Mas ficou por isso mesmo.

Depois de algum tempo o time celeste voltou a dominar a partida. Nosso técnico Adilson Batista tirou Gilberto para colocar Guerron. A mexida colocou nosso time todo no ataque. Nossos guerreiros ficaram tocando a bola de um lado para o outro, chutando pouco a gol, enquanto a torcida pedia “mais um, mais um”. O Nacional, por sua vez, como time todo fechadinho, não deixou que o placar fosse modificado, assim acabando o jogo em 3x1.

O jogo de volta será no Uruguai, no pouco conhecido estádio do Nacional. O Cruzeiro tem o placar a seu favor, mas é importante também buscar um resultado positivo por lá, nem que seja um empate.

É isso, ficamos aguardando o dia 5 de maio quando o time celeste sacramentará sua ida às quartas de finais do campeonato mais importante das Américas.

Saudações Celestes.

Empates e Projeção otimista p/ Taça Libertadores

22 de mar. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Os últimos empates do Internacional têm suscitado uma diversidade de impressões e sentimentos nos colorados. O de ontem, contra o Pelotas no Beira-Rio, foi atípico. Deveu-se evidentemente ao mau aproveitamento das situações que o Inter criou, visto que estas ultrapassaram o número de 20, entre conclusões de fora e de dentro da área! Verdade que o menino Muriel - infelizmente - deu mais uma prova de que ainda não está pronto para vôos mais altos com a camisa 1 que já foi de Lapaz, Gainete, Benitez e Clemer. Para não falar em Manga e Taffarel.

O 2X2 não mostra no que poderia constituir um jogo que se terminasse 9X2 (nos moldes de mais um espetáculo do badalado Santos montado por Dorival Jr.....) não seria injustiça. E já sabemos que o Clube não conta hoje com a possibilidade de montar uma dupla de ataque perto do que foram Fernandão e Rafael Sóbis, Michel - em boa fase - e Fernandão, Rentería e Fernandão, ou ainda Iarley e Fernandão......em 2006.

O Estadual segue não consistindo em boa referência. Preocupa muito mais o resultado anterior de igualdade, diante do Cerro uruguaio. Quando terminou o duelo com os charruas, fiquei com uma opinião inquietante, obviamente, para quem sonha com o Bi na Taça Libertadores da América. Penso que o Internacional conta com um Time excessivamente leve para o torneio. Os símbolos desta leveza, sem a objetividade e a habilidade suficientes para uma imposição frente a qualquer adversário, estão no meio-de-campo: Guiliano e D´Alessandro não comprovaram outras características para desequilibrar confrontos em que o oponente faz fortíssima marcação e ainda apresenta alguns atletas que sabem jogar. O desfecho acaba sendo um 0X0 como o da quinta passada. Quem acompanha este blog recorda que nunca considerei o argentino ex-River Plate craque.

E olhem que - como lembrou a querida Marcela, minha xará - a torcida vermelha e branca proporcionou um senhor espetáculo em Rivera! A conclusão é lógica: nada leva a crer que o começo do returno na fase de grupos no Gigante oferecerá mais facilidades! Por que sentiriam o "Caldeirão" em Porto Alegre, se o Atílio Paiva se tornou um "trailer" perfeito para os jogadores da agremiação do país vizinho?

Entretanto, verifiquei que com o avanço dos jogos desta etapa um cenário favorável ao Clube gaúcho pode se desenhar.....desde que vença Cerro, Emelec no Equador (provavelmente, estará sem qualquer pretensão), e Deportivo Quito. Os 14 pontos ainda assegurariam um segundo lugar na classificação geral, com um pouco mais de pontaria que permita ampliar o saldo de gols. Confira:

Grupo 1 - O Corinthians chega a 14 pontos. Não amplia excessivamente o saldo. O Racing do Uruguai, com 9 pontos, "bate na trave" e fica fora, em função das vagas reservadas para San Luiz e Chivas Guadalajara!

Grupo 2 - O São Paulo emplaca, com alguma tranqüilidade, 13 pontos. O Once Caldas se classifica em segundo com 11.

Grupo 3 - Aqui tudo se encaminha para uma surpresa. O Alianza do Peru arrebata 12 pontos, deixando o Estudiantes em segundo com 11.

Grupo 4 - Apostaria minhas fichas na melhor campanha se realizando nesta chave. O Libertad tende a alcançar 16 pontos, levando com ele o Lanús, argentino, com 12.

Grupo 5 - Digamos que o Internacional consiga o que não foi possível em Rivera. O Emelec perde para o Deportivo em Quito, e na cidade dele apenas empata com o clube conterrâneo. Quem pode crescer é o clube da capital equatoriana, mas diminuindo o embalo do Cerro (talvez pela estatística de sua pouca tradição esteja na hora de perder.....exatamente no Beira-Rio!), teremos o Colorado como único classificado aqui. 14 pontos: meta obrigatória!

Grupo 6 - O Nacional arrancou para 12 pontos, pelo menos, com significativo triunfo longe de casa....sobre o campeão argentino! O Banfield pegará a última colocação dos classificados....com 10 pontos.

Grupo 7 - Tenho que admitir (alô, Lilian!) que a situação ficou complicada para o Cruzeiro com os dois empates da última rodada. A melhor condição aponta para o Vélez Sarsfield em primeiro com 13. 11 pontos para a Raposa, e o segundo lugar.

Grupo 8 - Aqui, Flamengo e Universidad do Chile dividiriam o primeiro lugar com 13 pontos. O conjunto de Adriano e Wagner Love deverá levar vantagem no saldo de gols.

Ordem provável, se o Internacional se ajudar, com três vitórias:

1. Libertad - 16 pontos
2. Internacional - 14 pontos
3. Corinthians - 14 pontos
4. Flamengo - 13 pontos
5. São Paulo - 13 pontos
6. Vélez Sarsfield - 13 pontos
7. Alianza - 12 pontos
8. Nacional - 12 ps
9. Universidad/ Chile
10. Lanús
11. Cruzeiro
12. Estudiantes
13 e 14: Os Mexicanos.
15. Once Caldas
16. Banfield

Sim. Coringão e Mengão encarariam os mexicanos. O São Paulo o Estudiantes, e o Cruzeiro.....o Vélez Sarsfield novamente, preservando a tradição de um confronto repetir a disputa da fase inicial. Para o Internacional sobraria....o Once Caldas, equipe colombiana que já chegou lá uma vez. A superior tradição colorada há de pesar! E avançaríamos para as quartas de final, com brasileiros em briga direta:

Libertad X Nacional
Internacional X Alianza
Corinthians X Vélez Sarsfield
Flamengo X São Paulo

Quase um caminho dos sonhos, diante do que até agora o Inter construiu nesta edição da Taça Libertadores! Supondo que os comandados por Mano Menezes não resistissem à força do Vélez, teríamos nas semifinais: (Aplicada a regra de que dois clubes do mesmo país não podem decidir o torneio continental)

Internacional X Flamengo (!!!!!)
Vélez Sarsfield X Nacional (impondo superior tradição diante do Libertad paraguaio......)

O que os colegas de blog dizem? Incontestavelmente, entre o Colorado e o "mais querido", qualquer um dos dois poderia chegar às finais. E - para arrematar a projeção - elas aconteceriam contra o centenário Vélez, um grande argentino da atualidade! Conclamo todos os representantes dos clubes envolvidos a refutar ou aceitar estas ponderações ! (Risos....)

São Paulo FC 3 x 0 Nacional (PAR)

19 de mar. de 2010


Ontem no Morumbi o São Paulo FC iniciou o returno da fase de grupos da Copa Libertadores da América contra o Nacional do Paraguai, o mesmo time do último jogo e novamente ganhou, desta vez convencendo.

O São Paulo FC foi a campo com o seu melhor time, entraram em campo: Rogério Ceni; Jean (Cicinho), Alex Silva, Miranda e Júnior César; Hernanes, Richarlyson (Rodrigo Souto), Léo Lima e Cléber Santana; Dagoberto e Washington (Fernandinho).
Com o Morumbi meio cheio, 31.411 pagantes, o São Paulo FC começou o jogo muito bem, dominando o jogo, sem dar espaços e com o meio campo compacto de toques rápidos mas sempre parando na defesa do adversário.
Este panorama mudou aos 29 minutos quando em jogada de linha de fundo o Hernanes deu um belo cruzamento para uma cabeçada consciente do Dagoberto, goleiro cobrindo a primeira trave e bola alta na segunda trave, indefensável.
Ainda comemorando o golo São Paulo FC fez jogada pela esquerda com Júnior Cezar que cruzou a bola ao Washington que atrapalhou-se com a bola mas conseguiu o toque para o Leo Lima ampliar o marcador. E o jogo continuou com domínio São Paulino.
No segundo tempo não houveram mudanças, e logo no início, aos 9 minutos, outra jogada rápida entre Dagoberto e Richarlyson saiu o gol, Richarlyson acabou driblando o goleiro mas chocou contra ele e o Washington estava no lugar certo para ampliar o marcador.
O jogo continuou o mesmo de sempre e o adversário em nenhum momento colocou a vitória São Paulina em cheque.

Análise:
Diferente do jogo anterior, o São Paulo FC venceu e convenceu, jogou bem ofensivamente e a defesa foi sólida. O esquema 4-4-2 está bem assimilado.
O time assume a liderança do grupo mas não garantiu a classificação pois os concorrentes diretos, Monterrey (MEX) e Once Caldas (COL) tem chances de ultrapassar o time. Portanto os próximos jogos são fundamentais para a classificação.

Próximo jogo do São Paulo FC será no México contra o Monterrey as 23.50 no dia 31 de Março.


Foto: AP

Nacional (PAR) 0 x 2 São Paulo FC

12 de mar. de 2010


Ontem, 11 de Março de 2010, o São Paulo FC foi para Assunção (Paraguai) enfrentar o Nacional pela 3ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores. Foi um dos piores jogos que eu vi este ano do time titular do São Paulo FC mas o resultado foi positivo e Libertadores é assim.
Com o empate no dia anterior entre Monterrey (MEX) e Once Caldas (COL), os times foram a 4 pontos e 7 pontos respectivamente, dando ao São Paulo a chance de encostar no líder Once Caldas (COL), e assim foi feito. São Paulo FC agora com 6 pontos.

O São Paulo FC foi a campo com: Rogério Ceni; Cicinho (Rodrigo Souto), Miranda, Alex Silva e Junior Cesar; Jean, Richarlyson, Hernanes e Marcelinho Paraíba (Cléber Santana); Dagoberto (Fernandinho) e Washington.

O jogo começou parado e logo no primeiro ataque tricolor o Richarlyson acertou a trave, parecendo um prenúncio de um ótimo jogo, apenas prenúncio pois o primeiro tempo foi chato e sonolento. Apenas para demonstrar como o São Paulo FC não estava bem, foram 52 passes errados no primeiro tempo.
O Nacional assumiu a postura de time visitante e reservou a aproveitar o contra-ataque e deu ao São Paulo FC o domínio de bola no meio campo, com isso o técnico Ricardo Gomes tirou o Marcelinho e colocou o Cléber Santana para aumentar a presença no meio campo. A mudança surtiu efeito e logo aos 14 minutos o Washington fez um bonito gol, driblando o goleiro. Este gol deu tranqüilidade ao time que passou a administrar o jogo e dominar o adversário e no finalzinho do jogo o Washington ampliou o placar em jogada com Fernandinho.

Neste jogo o time São Paulino mostrou calma de campeão sabendo aproveitar as falhas do adversário, apesar do primeiro tempo sonolento.
Este foi o último jogo do time fora de casa pela Copa Libertadores da América, sendo os dois próximos jogos em casa contra Nacional (PAR) e Once Caldas (COL).
Próximo jogo no dia 18 de Março contra este mesmo Nacional (PAR) no Morumbi.

Jogo Pobre

23 de fev. de 2010



O início do jogo e o primeiro tempo nos renderam o gol, mas quem criou mais foi o Nacional. Apesar de ter tido a sorte de fazer um gol olímpico logo no início do jogo, o time do Atlético nada mais fez. O rubro-negro não apresentou um bom futebol, voltamos a ser aquele time apático em campo, com muitos chutões e pobre em criatividade. Nosso meio de campo pouco criou, Tartá foi insistente, mas não apresentou o mesmo futebol do jogo passado. Mesmo assim, a melhor chance de chegar ao segundo gol nasceu de uma jogada dele, aonde com muita vontade partiu com a bola à linha de fundo e tocou pra Wallyson que estava de frente pro gol e desperdiçou a chance tão real, chutando a bola bem por cima do travessão. Nosso meio de campo não esteve bem, principalmente por dois motivos: o Nacional não deu espaço e o Atlético apresentou excessivo número de passes errados. No ataque, Patrick não esteve bem em mais essa chance como titular e se mostrou apagado, de certa forma devido ao fato de a bola não chegar ao ataque com muita precisão também. Assim, Lopes promoveu a estréia de Javier Toledo, buscando maior poder ofensivo. De nada adiantou, pois logo depois quem chegou ao gol foi o time de Rolândia, numa ótima cobrança de falta de Joaquim, principal nome do time do Nacional, se não do jogo. Após o gol, o rubro-negro se apagou de vez, saindo com o empate. Resultado triste, mas justo. Com essa apresentação diante do modesto time do Nacional, não tem como a torcida não se mostrar apreensiva em relação ao time que teremos para o Brasileirão. Nos resta cobrar e cobrar...pra que não estejamos na tão temida série B em 2011.
 

2009 ·Gol de Letras by TNB