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Más notícias para Paulo R. Falcão

15 de abr. de 2011

Olá, leitores, torcedores de diferentes ties do país.

Gostei das atitudes de Paulo Roberto Falcão, na primeira semana em que voltou a treinar o Internacional. Os treinamentos fechados eram necessários para adquirir maior intimidade com o elenco. Explicou na coletiva de véspera do jogo contra o Sta. Cruz que não esqueceu da imprensa, e por isto permitiu a cobertura de pouco menos da metade dos trabalhos. O Bola-Bola falou com a elegância de sempre, e revelou inclusive que o fato de se analisar há mais de 15 anos (minha mulher, que lecionou inglês para um conhecido psicanalista de Porto Alegre, uma vez o viu saindo do prédio onde a maioria das salas é de consultórios da área....) influenciou no retorno à profissão que exerceu depois de deixar de ser jogador.

As notícias, entretanto, não foram boas, em termos de alternativas. Oscar não superou uma lesão do jogo contra o Canoas. Nesta sexta-feira, o goleiro Lauro sofreu um estiramento. Vai parar por duas semanas. Renan retoma a titularidade, sob desconfiança da torcida. Uma oportunidade e tanto para se conferir o quanto o retorno do preparador de arqueiros, Marquinhos, está realmente fazendo diferença.

Outro fato um tanto preocupante foi a estupenda atuação do Cruzeiro contra os reservas do Estudiantes, que, independentemente da primeira colocação na fase de grupos da Taça Libertadores da América, credenciou definitivamente a equipe mineira como principal favorita ao título do torneio continental. Em todos os setores, a Raposa parece sobrar, da total segurança de Fábio ao ataque, passando por uma defesa sólida e um meio-de-campo com articulação extremamente eficiente.

O Cruzeiro tem tudo para quebrar a estatística de que o "vencedor" na etapa pré-confontos mata-mata da competição não fica com a glória no final. Pode se dar mal com o regulamento, saindo por uma desvantagem no saldo, ou no detalhe do gol qualificado? Lógico que sim. Certo é que o Inter precisa melhorar muito, projetando-se um eventual embate nas semifinais contra o adversário de tantos clássicos maravilhosos na década de 70. Falcão já deve promover a substituição de Índio por Rodrigo neste sábado. Eis um começo.

A vitória importante e a perspectiva colorada

19 de mar. de 2011

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Está certo: a vitória colorada foi fácil, pela fraqueza do adversário, que deve ser inferior, por exemplo, ao Caxias da temporada. O time da serra enfrentou de igual para igual a dupla de Porto Alegre, e a sensação vendo o Jorge Wilsterman (hoje na segunda divisão da Bolívia.....) era de que ele jamais conseguiria isso. Entretanto, trata-se da primeira goleada do Internacional fora de casa pela Copa Libertadores da América. Já há, aí, algum valor histórico.

O Colorado em alguns momentos mostrou excelente toque de bola, administrando a altitude, com aproximação dos meio-campistas e avanço produtivo dos laterais, Zé Roberto exercendo com acerto (embora pudesse mostrar um pouco menos de "fome de gol" em algumas chances criadas pelo Time....) a função tática de se agregar ao setor onde as coisas se decidem, sem deixar de ser um companheiro para Leandro Damião. O centroavante, aliás, outra vez decisivo pelo gol da virada e a jogada do terceiro tento.

O esquema 4-2-3-1, com Oscar, está aprovado. E agora? Quem Celso Juarez Roth retira da equipe, quando D´Alessandro reunir totais condições? A nova lesão de Paulo Tinga talvez facilite a escolha. Entretanto, não constitui decisão fácil deixar o camisa 7 ou o "novo Kaká" de fora, para que o argentino retorne. Um 4-5-1 sem o atleta trazido do Vasco da Gama - onde Alecsandro, finalmente com os direitos negociados, deve se dar bem - é uma possibilidade, porque a torcida vai pressionar, ou por esta soma de valores, ou pelo ingresso de Rafael Sóbis.

A zaga segue sendo uma preocupação. Uma incógnita a dupla que dará menos dores de cabeça. Bolívar e Rodrigo? Sorondo e Bolívar? Que os jogos pelo Gauchão como este contra o Novo Hamburgo no sábado, não obstante a limitação dos oponentes em geral, forneça mais subsídios. A tendência predominante sugere confrontos difíceis para o Internacional já nas oitavas de final desta edição da Taça Libertadores. Em um torneio continental cheio de surpresas, como não ficar receoso diante de um Argentinos Juniors (que já foi campeão, inclusive....) ou um conjunto chileno como a Universidad Catolica?

O Inter tem grande probabilidade de alcançar o primeiro lugar na classificação geral, na hipótese de vencer as três partidas restantes desta fase de grupos. O Cruzeiro continua mostrando um poder de fogo espetacular, mas não creio que derrote o Estudiantes na Argentina na última rodada, o que incrivelmente pode deixar a agremiação de Minas Gerais tão somente na quarta colocação. De qualquer modo, ninguém deixa de imaginar um embate entre os dois grandes brasileiros nas semifinais, em mais de uma projeção, após um acúmulo razoável de resultados.

Em tempo: o movimento Convergência Colorada conseguiu triunfo importante no Conselho Alvirubro, ao adiar a votação sobre as opções de viabilização das obras do Beira-Rio para a próxima segunda-feira. Começa a crescer a expectativa de que a empreiteira candidata à parceria melhore substancialmente a proposta, ou, ao menos, atenue aspectos que preocupam demais os fãs do Clube do Povo do Rio Grande.

Seguimos em frente!

21 de mai. de 2010


Boa tarde queridos leitores!

Depois de uma noite daquelas, hoje todo Colorado respira aliviado e comemora a classificação para a fase semifinal da Libertadores. A equipe de Jorge Fossati saiu de Quilmes, na Argentina, com uma derrota de 2x1 na bagagem. Contudo, o gol qualificado carimbou nosso passaporte para seguirmos para próxima fase.

O Estudiantes, atual Campeão da América, não demonstrou ser nenhum monstro. Em compensação, o Internacional também não apresentou uma de suas melhores noites de futebol. O técnico Colorado teimou e veio a campo em 3-6-1, com o centroavante Alecsandro isolado no ataque num período de baixo rendimento, além de Walter estar esquentando o banco.

A vantagem construída em Porto Alegre desmoronou em instantes, a partir dos 19 minutos da primeira etapa. O time argentino, postado em 4-4-2, ambicionava jogar pelas costas dos alas Colorados e forçando a saída dos 03 zagueiros para fora da área. E agindo nesta tática e aproveitando um momento de total bagunça e "apagão" do sistema defensivo do Inter, González, na saída de Pato, abriu o marcador. Mal comemorava a torcida argentina e, novamente, pelo mesmo setor, Perez recebeu lançamento de Verón e colocou no ângulo, sem chance alguma de defesa. Dois gols em menos de dois minutos e a obrigação de um golzinho, além de não tomar mais nenhum, para poder se classificar.

Porém, acabou a primeira etapa e a única coisa que mudou foi que a equipe adversária resolveu apostar na catimba para ganhar tempo, além de que o Internacional conseguiu conter, então, o Estudiantes. Mas no mais tudo na mesma. O ataque vermelho ineficiente, ala esquerda pouco explorada, Fossati sem mexer em nada... Aliás Fossati só resolveu começar a tomar uma atitude como treinador aos 20 minutos da segunda etapa. Ele sacou o ala Nei e colocou o garoto Walter em campo. Nada de muito diferente aconteceu, além de dois chutes para defesa do goleiro do Estudiantes. Então, saiu D'Alessandro e Sandro para entrada de Giuliano e Edu, respectivamente.

Somente com o trio Walter, Giuliano e Edu que o Internacional esboçou reação, contudo, já eram 40 minutos de jogo. A pressão Colorada cresceu e o Estudiantes acabou recuando no gramado. Foi então que, aos 43 minutos, Andrezinho (que vem se mostrando um grande jogador em assistências desde sua titularidade), tocou para Giuliano fazer o gol da classificação. O gol qualificado virou o contexto do jogo e o Internacional seguiu adiante.

No fim da partida, confusão generalizada... Principalmente entre os argentinos de ambas as equipes... Porém, nem me interessa entrar nestes méritos... "Brasil x Argentina" sempre pega fogo!

Agora é o São Paulo, assim como em 2006, no nosso caminho. O treinador Fossati terá um período de "férias", graças a Copa, para repensar todos os erros que vem sendo cometidos dentro do Internacional. Firmar o 4-4-2, corrigir falhas de posicionamento, trabalhar compactação do meio e ataque, triangulações, melhor uso das laterais, etc. É trabalhar e focar no que virá depois do Mundial, pois Inter x São Paulo promete grandes emoções!!!

E que Walter seja o Sóbis em 2010...

A virada inédita e o embate de quinta-feira

18 de mai. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois não é que o Internacional, pela primeira vez, virou um 2X0 na História do Brasileirão? Sim. Isso ainda não tinha sido obtido pelo Colorado, e aconteceu logo com uma equipe reserva! Claro que quem acabou com o jogo na segunda etapa, levando o Time ao 3X2, foi o atacante Walter, um titular não absoluto.....necessário descontar a surpreendente fraqueza do Goiás, inclusive no aspecto físico, pelo que pareceu, vendo o confronto, assim, de longe, pela tevê.

Para mal dos pecados, o lance do pênalti que originou o gol da vitória causou pequena lesão no jovem jogador, o qual pôs a cabeça no lugar. É provável que não participe da decisivíssima partida contra o Estudiantes, após contribuir para o Inter compensar a derrota na estréia no Campeonato Nacional. Será que Jorge Fossati não poderia preparar uma cilada para Verón e seus companheiros, ao invés do tão criticado 3-6-1? Por que não ambicionar outro triunfo, ganhando enorme moral na Taça Libertadores?

Quem sabe, um 4-5-1, com Guiliano, D´Alessandro e Andrezinho jogando juntos? O Colorado teria: a) Boa posse de bola, com provável controle das ações do meio-de-campo; b) Mais um jogador para arriscar chutes de fora da área; c) Ainda a possibilidade de triangulações pelas duas pontas. Não sei se o treinador uruguaio cogitará esta hipótese. Admito ser pouco provável que o faça. Obviamente, não está escrito que este esquema tático funcionará, ainda mais pouco ou quase nunca testado.

Um tento a favor do Internacional encaminhará bem a classificação. Há de encaminhar! Depois, haverá tempo para definir questões cruciais rumo a um provável duelo contra o São Paulo. Aliás, o próximo adversário pela mais difícil competição em turno e returno do mundo. Lamento por Cruzeiro e Flamengo, mas as coisas ficaram muito difíceis para ambos. Que o Inter não fique retrancado na quinta-feira!

Meio caminho andado... A goleada de 1x0 do Internacional!!!

14 de mai. de 2010


Bom dia queridos leitores, em especial a minha amada Nação Vermelha!

O Internacional goleou ontem o Estudiantes pela Copa Libertadores por 1x0 no estádio Beira-Rio. Já sei, já sei, agora vocês me questionam aí: "desde quando 1x0 é goleada?" Pois explicarei o porquê da "goleada" para vocês...

O adversário da noite de ontem é umas das maiores pedreiras desta Libertadores. O time argentino além de ser um time de tradição e ter sua base jogando junto em torno de três anos, é o atual campeão deste campeonato e vinha de uma sequência de dezessete jogos sem derrota. O Estudiantes é um time matreiro, dono da malícia argentina e que tem em campo o habilidoso Verón. E o Internacional, apesar de todos seus problemas, jogou sem medo e conseguiu atingir o principal objetivo do técnico Fossati: vencer sem tomar o tal gol qualificado em casa.

O ataque Colorado não demonstrou grande força e não criou grandes oportunidades. Faltou mais harmonia entre o meio e os atacantes, estavam descompactados. O time de Fossati explorou muito pouco as suas laterais. Contudo, a defesa foi perfeita. Num jogo contra o fortíssimo Estudiantes, o goleiro Pato tornou-se praticamente um mero expectador da partida. Nei, Bolívar, Sorondo e Kléber, numa linha de quatro, obtiveram controle total da situação nos noventa minutos de jogo.

E se o ataque não faz, a solução novamente veio do maior astro do jogo: a zaga. Numa partida recheada de argentinos, a glória colorada veio da cabeça do uruguaio Sorondo, aos 42 minutos do segundo tempo. Após cobrança de falta, o zagueiro cabeceou forte e com muita categoria, conforme treinou exaustivamente essa jogada durante a semana.

O Inter venceu, o Inter não tomou gol, o Inter construiu uma vantagem que dá a alegria de uma goleada!!! Na Argentina, quinta que vem, podemos até perder por um gol de diferença, a partir de 2x1, que estaremos mesmo assim entre os quatro melhores da América. Um gol do Colorado lá obriga Verón e companhia a correrem o dobro, pois terão que fazer dois de diferença para seguir adiante.

Parabéns Internacional pela noite de ontem! E parabéns Jorge Fossati, pois você tem todos os méritos pelo que aconteceu ontem. Temos que saber criticar, mas também temos que saber enaltecer. A zaga ontem cumpriu seu papel de forma magistral...

Agora voltamos ao Brasileirão! Domingo é dia de encarar o Goiás fora de casa. Com certeza o Inter deve poupar titulares pensando no jogo contra o rival argentino.

E passando o Estudiantes, começa a se desenhar em linhas mais fortes o Bi da América!

Vamos meu INTER, tua NAÇÃO está contigo nesta luta...

O mau começo e a perspectiva imediata

11 de mai. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois o Internacional iniciou - com time predominantemente reserva, quase totalidade - perdendo no Brasileirão para um dos candidatos ao título. O Cruzeiro, montado por Adílson Batista, confirmou virtudes como a capacidade de tocar a bola com velocidade, o oportunismo de seus atacantes e até a consistência na marcação, quando o que mais interessava era segurar o resultado, ao final da partida.

É verdade que a penalidade máxima marcada pelo árbitro pode não ter existido, na origem do primeiro gol. Porém, trata-se da velha história: em um campeonato longo de pontos corridos, um erro compensa o outro. Este leite derramado não deve ser chorado demasiadamente! Até porque a comissão técnica fez uma escolha um tanto radical. Estaria a condição física dos titulares tão problemática a ponto de terem que descansar mais de uma semana para o importantíssimo confronto contra o Estudiantes pela Taça Libertadores? A Raposa poupou menos gente. Verdade que contou com um dia a mais de descanso......pois jogara pelo torneio continental bem perto, quarta-feira, enquanto o Inter entrou em campo na quinta.

Apenas começou a competição em turno e returno mais difícil do planeta. E o Colorado repatriou, especialmente para ela, aquele atleta que, na minha opinião, foi o de maior importância do Time vitorioso de 2005-2006: Paulo César Tinga. Um sinal de que o meio-de-campo mudará brevemente. Tomara que depois das finais da Copa Libertadores, claro. Justa a colocação de Sandro de sobreaviso na lista de jogadores que conquistaram o direito de sonhar com participação na Copa do Mundo da África, aliás. No geral, entretanto, não gostei das escolhas de Dunga. O Brasil por certo é estudado pelos staffs das melhores seleções, exatamente, pelos êxitos recentes. Penso que nomes como os dos jovens do Santos ampliariam alternativas. Bem, mas há muito tempo vejo nosso selecionado com distanciamento crítico, admito certa má vontade e, afinal, desviei do assunto principal nesta postagem.

O Internacional necessita crescer um pouco na comparação com o que jogou contra o Banfield. Não muito. Um rigor ainda maior na marcação, uma criação em número superior de oportunidades e precisão no contra-ataque, caso alcance vantagem no placar. Por aí, o Clube do Povo do Rio Grande superará o copeiro Estudiantes (mas que não assusta, mantenho impressão já colocada neste espaço.....), dará um passo decisivo para a tranqüilidade na Argentina e arrebatará um quase surpreendente (pela irregularidade na temporada) lugar entre os quatro melhores da América. Preparemos nossos corações!

Por último: foi lançada uma verdadeira frente de movimentos não integrados à diretoria do Inter. A Convergência Colorada defende o pleno profissionalismo na Instituição, sem abrir mão da democracia do qual o quadro social é protagonista, além de uma retomada das categorias de base como fornecedoras em grande escala de jogadores para a equipe principal. Abordarei eventualmente os desdobramentos desta iniciativa, já que para meus leitores presumo que interesse de modo primordial o futebol dentro das quatro linhas.

Empates e Projeção otimista p/ Taça Libertadores

22 de mar. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Os últimos empates do Internacional têm suscitado uma diversidade de impressões e sentimentos nos colorados. O de ontem, contra o Pelotas no Beira-Rio, foi atípico. Deveu-se evidentemente ao mau aproveitamento das situações que o Inter criou, visto que estas ultrapassaram o número de 20, entre conclusões de fora e de dentro da área! Verdade que o menino Muriel - infelizmente - deu mais uma prova de que ainda não está pronto para vôos mais altos com a camisa 1 que já foi de Lapaz, Gainete, Benitez e Clemer. Para não falar em Manga e Taffarel.

O 2X2 não mostra no que poderia constituir um jogo que se terminasse 9X2 (nos moldes de mais um espetáculo do badalado Santos montado por Dorival Jr.....) não seria injustiça. E já sabemos que o Clube não conta hoje com a possibilidade de montar uma dupla de ataque perto do que foram Fernandão e Rafael Sóbis, Michel - em boa fase - e Fernandão, Rentería e Fernandão, ou ainda Iarley e Fernandão......em 2006.

O Estadual segue não consistindo em boa referência. Preocupa muito mais o resultado anterior de igualdade, diante do Cerro uruguaio. Quando terminou o duelo com os charruas, fiquei com uma opinião inquietante, obviamente, para quem sonha com o Bi na Taça Libertadores da América. Penso que o Internacional conta com um Time excessivamente leve para o torneio. Os símbolos desta leveza, sem a objetividade e a habilidade suficientes para uma imposição frente a qualquer adversário, estão no meio-de-campo: Guiliano e D´Alessandro não comprovaram outras características para desequilibrar confrontos em que o oponente faz fortíssima marcação e ainda apresenta alguns atletas que sabem jogar. O desfecho acaba sendo um 0X0 como o da quinta passada. Quem acompanha este blog recorda que nunca considerei o argentino ex-River Plate craque.

E olhem que - como lembrou a querida Marcela, minha xará - a torcida vermelha e branca proporcionou um senhor espetáculo em Rivera! A conclusão é lógica: nada leva a crer que o começo do returno na fase de grupos no Gigante oferecerá mais facilidades! Por que sentiriam o "Caldeirão" em Porto Alegre, se o Atílio Paiva se tornou um "trailer" perfeito para os jogadores da agremiação do país vizinho?

Entretanto, verifiquei que com o avanço dos jogos desta etapa um cenário favorável ao Clube gaúcho pode se desenhar.....desde que vença Cerro, Emelec no Equador (provavelmente, estará sem qualquer pretensão), e Deportivo Quito. Os 14 pontos ainda assegurariam um segundo lugar na classificação geral, com um pouco mais de pontaria que permita ampliar o saldo de gols. Confira:

Grupo 1 - O Corinthians chega a 14 pontos. Não amplia excessivamente o saldo. O Racing do Uruguai, com 9 pontos, "bate na trave" e fica fora, em função das vagas reservadas para San Luiz e Chivas Guadalajara!

Grupo 2 - O São Paulo emplaca, com alguma tranqüilidade, 13 pontos. O Once Caldas se classifica em segundo com 11.

Grupo 3 - Aqui tudo se encaminha para uma surpresa. O Alianza do Peru arrebata 12 pontos, deixando o Estudiantes em segundo com 11.

Grupo 4 - Apostaria minhas fichas na melhor campanha se realizando nesta chave. O Libertad tende a alcançar 16 pontos, levando com ele o Lanús, argentino, com 12.

Grupo 5 - Digamos que o Internacional consiga o que não foi possível em Rivera. O Emelec perde para o Deportivo em Quito, e na cidade dele apenas empata com o clube conterrâneo. Quem pode crescer é o clube da capital equatoriana, mas diminuindo o embalo do Cerro (talvez pela estatística de sua pouca tradição esteja na hora de perder.....exatamente no Beira-Rio!), teremos o Colorado como único classificado aqui. 14 pontos: meta obrigatória!

Grupo 6 - O Nacional arrancou para 12 pontos, pelo menos, com significativo triunfo longe de casa....sobre o campeão argentino! O Banfield pegará a última colocação dos classificados....com 10 pontos.

Grupo 7 - Tenho que admitir (alô, Lilian!) que a situação ficou complicada para o Cruzeiro com os dois empates da última rodada. A melhor condição aponta para o Vélez Sarsfield em primeiro com 13. 11 pontos para a Raposa, e o segundo lugar.

Grupo 8 - Aqui, Flamengo e Universidad do Chile dividiriam o primeiro lugar com 13 pontos. O conjunto de Adriano e Wagner Love deverá levar vantagem no saldo de gols.

Ordem provável, se o Internacional se ajudar, com três vitórias:

1. Libertad - 16 pontos
2. Internacional - 14 pontos
3. Corinthians - 14 pontos
4. Flamengo - 13 pontos
5. São Paulo - 13 pontos
6. Vélez Sarsfield - 13 pontos
7. Alianza - 12 pontos
8. Nacional - 12 ps
9. Universidad/ Chile
10. Lanús
11. Cruzeiro
12. Estudiantes
13 e 14: Os Mexicanos.
15. Once Caldas
16. Banfield

Sim. Coringão e Mengão encarariam os mexicanos. O São Paulo o Estudiantes, e o Cruzeiro.....o Vélez Sarsfield novamente, preservando a tradição de um confronto repetir a disputa da fase inicial. Para o Internacional sobraria....o Once Caldas, equipe colombiana que já chegou lá uma vez. A superior tradição colorada há de pesar! E avançaríamos para as quartas de final, com brasileiros em briga direta:

Libertad X Nacional
Internacional X Alianza
Corinthians X Vélez Sarsfield
Flamengo X São Paulo

Quase um caminho dos sonhos, diante do que até agora o Inter construiu nesta edição da Taça Libertadores! Supondo que os comandados por Mano Menezes não resistissem à força do Vélez, teríamos nas semifinais: (Aplicada a regra de que dois clubes do mesmo país não podem decidir o torneio continental)

Internacional X Flamengo (!!!!!)
Vélez Sarsfield X Nacional (impondo superior tradição diante do Libertad paraguaio......)

O que os colegas de blog dizem? Incontestavelmente, entre o Colorado e o "mais querido", qualquer um dos dois poderia chegar às finais. E - para arrematar a projeção - elas aconteceriam contra o centenário Vélez, um grande argentino da atualidade! Conclamo todos os representantes dos clubes envolvidos a refutar ou aceitar estas ponderações ! (Risos....)

Cruzeiro 1 x 2 Estudiantes

16 de jul. de 2009

Errei!
Disse que com o Cruzeiro era e seria diferente do Fluminense, mas foi parecido até demais. Primeiro a empolgação, o 1x0, a esperança maior ainda. Depois a virada e o time visitante levantou a Taça. O Cruzeiro apesar de ter feito uma melhor campanha não fez uma boa partida ontem.
O time parecia um pouco acomodado com o jogo, deixou o Estudiantes jogar e mal atacava. Infinitos erros de passes, chutes perdidos, dribles mal feitos, erros individuais e do grupo. A bola retornou a zaga em momentos errados, até que o Estudiantes aproveitou as oportunidades que teve e empatou. Depois definiu o jogo em um lance de bola parada.
Aí já era tarde demais pro time celeste acordar e querer o título. Estudiantes, campeão da Libertadores. Coisa que nem o mais pessimista torcedor cruzeirense podia supor.
Não foi só o time do Cruzeiro que deixou a desejar, o juíz também errou bastante. Marcou pouquissima das inúmeras faltas que teve, usou o cartão amarelo em poucos lances - mesmo merecendo a aparição do cartão em outros lances -, amarelou Kléber - sem que fosse necessário.
A despedida de Ramires não foi das mais memoráveis, o jogador ficou nervoso e se o juiz não ignorasse as faltas do jogo talvez tivesse sido até expulso com dois amarelos. O jogador errou passes, dribles, cruzamentos, atrasou, adiantou... Assim como todo o time, muito eufórico.
Enfim, não temos o que discutir. O Estudiantes jogou melhor, mostrou-se um time maduro em campo, não perdeu a cabeça pela importância do jogo e pela partida de ontem, mereceu.

Voltando ao Brasileiro

O time não pode se abater, agora é voltar para encarar o brasileiro, recuperar os pontos perdidos e subir à ponta da tabela. A diretoria promete reforços. A imprensa especula saída de jogadores.
O time arrecadou muito dinheiro na campanha da Libertadores, nos prêmios recebidos ao longo do ano (desde o Torneio de Verão até aqui), vendeu Ramires por 7,5 milhões de Euros, mensalidades do Sócio Futebol, além de patrocínio e outras arrecadações. O Cruzeiro está bem financeiramente, não acredito que precisem vender o Kléber para manter o time ou contratar reforços. Mas também não duvido que a transação seja feita e tragam outro jogador no lugar.
A saída de Kléber seria uma perda incalculável para o time, primeiro porque nem mesmo o segundo atacante está muito bem definido com W. Paulista e a vaga deixada por Kléber seria suprida por quem? Além de tudo o jogador tem qualidades específicas como a posse de bola, habilidade, boas jogadas de corpo e muita energia que não são fáceis de comprar com alguma porção de Euros.
Depois de perder o jogo de ontem, a torcida não precisa da saída de Kléber para se descontentar mais com o time.

A globo.com relembra hoje um jogo histórico do glorioso ano de 2003. Quando Cruzeiro goleou por 4 x1 o Vasco pelo Brasileiro daquele ano. Vai o vídeo pra tentar reanimar o torcedor:


Tudo é Gre-Nal!

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Começo expressando minha solidariedade à Lilian e aos cruzeirenses. Como boa parte do Brasil, torci para a Raposa, mas a força dos argentinos é realmente digna de admiração. Este mesmo Estudiantes - que agora valoriza definitivamente a Copa Sul-Americana conquistada pelo Colorado, em 2008 - já quase havia aprontado uma surpresa no Beira-Rio, no ano passado. Não fossem a pressão inigualável da torcida e o preparo físico superior do Internacional na prorrogação, o Clube Gaúcho dificilmente poderia estar hoje se dizendo o Campeão de Tudo. O Cruzeiro, entretanto, não tem nenhum motivo para fazer "terra arrasada". Pelo contrário. Disputará o Brasileirão com excelentes chances de arrebatar o título, ou, ao menos, assegurar vaga na principal competição do continente, em 2010. E Adílson Batista não se tornou o primeiro a conquistar a Taça Libertadores da América como jogador e treinador. Que coisa!

Como no momento em que escrevo, a sorte da liderança do Inter no Campeonato Nacional não está decidida, pois a rodada não terminou, passo aos amigos do blog um pouco da história do futebol gaúcho, aproveitando o Gre-Nal do domingo. A Revista Trivela recentemente promoveu uma votação na qual o clássico foi apontado como o mais importante do Brasil. E não é de graça! Observem os ciclos de hegemonia no Rio Grande do Sul, após o advento do profissionalismo (1938), e o conseqüente distanciamento da dupla de Porto Alegre, em relação às equipes interioranas:

- 1940/1955 O Internacional, primeiro com o "Rolo Compressor", do sempre lembrado Tesourinha, craque de Seleção Brasileira, e depois com o "Time do Teté", fatura 13 estaduais em 16 anos. O Grêmio apenas dois. Ao final da década de 40, o Colorado "vira" as estatísticas no clássico. Neste período, as maiores goleadas do período de profissionalismo: 6X0 e 7X0 para o Inter. A equipe comandada por Teté só goleou e nunca foi goleada pelo tradicional adversário. Na inauguração do Olímpico, em 1954, 6X2, com show do atacante Larry, que marca quatro gols.

-1956/1968 O Grêmio começa a montar as chamadas equipes competitivas, sem dispensar craques como o zagueiro Airton, considerado por muitos até hoje o maior talento a ter vestido a camisa tricolor. Primeiro, com a equipe montada por Osvaldo Rolla, o Foguinho, e depois com diferentes times, dos quais o mais destacado atuou entre 1964 e 1967, ganha 12 regionais em 13 anos. Várias goleadas para o tricolor acontecem nesta época. Destaque para o 4X0 do Hepta, em 1968, com show do centroavante Alcindo.

- 1969/1976 A Era Beira-Rio é toda do Internacional. Foram oito títulos regionais e dois nacionais em menos de uma década.
Na minha opinião, surge aí o Melhor Time Gaúcho do Século XX. Refiro-me ao Bi-Campeão Brasileiro em 1975/76. O fato foi corroborado pela eleição que a Federação Gaúcha de Futebol organizou para definir a seleção do Estado de todos os tempos, por volta do ano 2000. Quatro jogadores da equipe do grande técnico Rubens Minelli garantiram lugar: Manga, Figueroa, Falcão e Paulo César Carpegiani. Entre 1971 e 1975, a mais longa invencibilidade em clássicos: 10 vitórias e sete empates! Neste período, não foram registradas goleadas no grandioso embate. O que mostra que o tricolor montava conjuntos de boa qualidade, os quais eram derrotados pelo tradicional adversário pela excelência deste, fundamentalmente entre 1974 e 1976.

- 1977/1982 Considero que estes foram anos sem hegemonia definida no Estado. Muitos formadores de opinião, mais ou menos identificados com o tricolor gaúcho, situam em 77 o início de um ciclo vitorioso do Grêmio, mas considero que menosprezam acontecimentos de grande relevância, contrários a esta tese. a) O Grêmio não conseguiu ter uma seqüência significativa de títulos regionais. b) O Internacional ainda seria Tri-Campeão Brasileiro e disputaria finais da Copa Libertadores da América, em 1979/80. c) O título nacional do Tricolor em 1981 veio após uma campanha sem um aproveitamento, que, por exemplo, o apontasse como favorito na decisão. E em 1982, a equipe, que seria diferente em 1983, não conseguiu passar da primeira fase do mais importante torneio continental.

-1983/2001 Aí sim, temos um grande ciclo de predomínio gremista. Apesar de uma queda para a segunda divisão do campeonato nacional em 1991, a quantidade de conquistas tricolores tornou este o mais longo periódo de hegemonia futebolística clara no Rio Grande do Sul.
Como time, talvez o "esquadrão" montado por Luiz Felipe Scolari tenha sido superior ao campeão sul-americano e intercontinental, em 1983. Quanto mais não seja porque durou mais tempo, nas temporadas de 1995 e 1996. Considero muito boa também - e mais técnica - a equipe montada pelo atual treinador colorado que venceu a Copa do Brasil em 2001. Ao Inter um título no Torneio Heleno Nunes (dos campeões nacionais) que serviu para confirmar a equipe de 1984 como base da Seleção Brasileira em Los Angeles, nas Olimpíadas, e o único título do torneio atual do calendário brasileiro em 1992. Muito pouco.

Com o surgimento de movimentos organizados na década de 90, entretanto, o Internacional passou a viver uma fase importante de renovação política e administrativa, a qual começou a dar frutos neste começo do Século XXI. Cabe, entretanto, esperar um pouco para delimitar o significado desta fase. Ao longo da História, o Colorado conseguiu algumas vezes seqüências de cinco vitórias sobre o rival. Será que esta constitui a perspectiva mais provável? A ausência de Magrão, expulso ontem no difícil triunfo contra o Fluminense, indica que não, mas o talento de Nilmar pode consolidar a tendência no duelo deste domingo!

É amanhã...

14 de jul. de 2009

Peço desculpas pela falta de cobertura recente. Mas estive viajando e ficou difícil postar durante este período.

Vamos começar falando do clássico...

Com Zé Carlos expulso aos 7 segundos e Andrey errando pateticamente em uma defesa o time acabou perdendo de 3x0 para o seu maior rival, que já não vencia à 12 partidas. O jogo não foi digno de um clássico Raposa x Galo, foi um jogo feio e ruim tecnica e taticamente.
O Atlético - MG mereceu os três pontos, não por jogar bem, mas pelo mal jogo do Cruzeiro. Erros alarmantes do mal entrosado time misto criaram o ambiente para a triste derrota.

O time não se abalou...
Nem os torcedores...

Claro que todo torcedor Cruzeirense queria gritar aos rivais que "vocês não conseguem ganhar da gente nem com os reservas", mas o time comandado por Celso Roth anda muito bem e quebrou o tal tabu de 12 jogos sem ganhar. Ainda resta aos torcedores a desculpa de que "não ganham à 12 jogos do time titular".
Mesmo assim, os torcedores não desistiram da Taça Libertadores e esgotaram com 5 horas todos os ingressos para a final Cruzeiro x Estudiantes no Mineirão.
Os jogadores do time afirmam estarem confiantes, Kléber negou que o gol perdido na Argentina irá fazer falta na decisão aqui. Ramires diz que seu coração está partido de ter que ir embora e que sentirá falta da vida que leva por aqui.
O time tem boas chances de conquistar o Tri, os primeiros 90 min. de jogo terminaram em 0x0, como o gol fora de casa não é critério de desempate na final da Taça, o resultado aqui será o "total" da final 2009.

Muito diferente de 2008...
... quando era o Flu

Na 49ª edição da Libertadores (2008), um time Brasileiro também decidia em casa a final da tão cobiçada Taça Libertadores: o tricolor carioca Fluminense.
O Fluminense que vinha poupando seus jogadores no Brasileiro, como faz agora o Cruzeiro, já tinha passado por Atlético Nacional, São Paulo e Boca Juniors¹, além da fase de grupos. Tinha todo o mérito de um campeão, tendo passado por times difíceis.
Mas escorregou na final contra a LDU, no jogo fora de casa perdeu por 4 x 2, apesar disso lutou muito e venceu por 3x1 em casa. Na decisão por penaltys o time carioca marcou 1 gol contra três da LDU. Uma triste lembrança para os torcedores do Fluzão.

Apesar de algumas semelhanças, como ter passado pelo São Paulo, não estar bem no Brasileiro e decidir em casa, o Cruzeiro tem uma posição bem diferente do Fluminense no ano passado. O primeiro jogo deu-se por 0x0. Criando, então, uma possibilidade bem maior para o time celeste conquistar o seu tri em casa.

¹ Outra curiosidade paralela entre as duas competições é que o time Boca Juniors, eliminado pelo vice-campeão Fluminense, foi o time que eliminou o Cruzeiro nas oitavas de finais da competição


 

2009 ·Gol de Letras by TNB