Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
O empate no Morumbi foi bom para o Internacional, dadas as absurdas circunstâncias. O Time iniciou muito bem, surpreendendo o São Paulo, com toque de bola no campo do adversário e explorando o lado esquerdo de ataque. Um golaço o de Dagoberto. Quando o tricolor da maior cidade sul-americana obteve a igualdade, numa desatenção, a equipe se perturbou. D´Alessandro já estava bem abaixo do desempenho contra o Flamengo, quando retornou de período em que esteve ausente por lesão, e piorou as coisas ao reclamar do árbitro e do auxiliar, recebendo a advertência. Um sintoma de como o forte oponente já dominava as ações.
E não bastassem os desfalques, por esta incompreensível não interrupção do campeonato nacional nas datas FIFA, o apitador cometeu terrível equívoco, ao não ver o puxão sofrido pelo argentino na entrada da área, expulsando-o por suposta simulação. Esta nova norma da entidade que comanda o futebol provoca graves injustiças, e deveria ser repensada, porque os juízes não conseguem ter o bom senso de, ao menos por considerarem duvidosas certas faltas, deixarem o jogo correr, sem cartões.
Aí, virou ataque contra defesa. Não reclamo do lance envolvendo Fabrício, ao final, porque a arbitragem usou critério igual a outro envolvendo Elton e Osvaldo na primeira etapa. Aliás, que trabalho deu o ex-atleta do Ceará para Nei! Ao fim e ao cabo, um placar satisfatório. Afinal, o Campeão de Tudo que interessa obteve quatro sobre os seis pontos contra o mais vitorioso clube do Brasileirão na Era do Turno e Returno.
Para domingo, com Dátolo melhorando a forma, o meio-de-campo ganhará em qualidade, se forem escalados ele e Fred na articulação. O Fluminense, novo líder da competição, também tem perdas importantes, pois Deco e o centroavante xará do jovem colorado fazem a diferença. Chegou o momento de encadear uma série de triunfos. As estatísticas indicam que pode estar na hora do Inter voltar a bater o Flu. Talvez para o conjunto orientado por Fernandão, pelo histórico recente, seja conveniente D´Ale descansar até a rodada do meio da próxima semana.
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Não assisti ao tempo inicial deste duelo fraco da Seleção Brasileira contra a sul-africana. Do que vi me impressionou a má exibição de jogadores como Ramirez (provavelmente sentindo a pré-temporada, pelo calendário europeu), Neymar - pecando no individualismo um pouco menos do que em outras ocasiões - e Lucas. O gol de Hulk, por outro lado, não foi injusto e evitou uma decepção de tamanho considerável.
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Igualei meu recorde de acertos de prognósticos. Nada menos do que oito dos 10 resultados corretos! Inclusive, apontando com exatidão o escore do confronto do Colorado. Vamos ver se mantenho o nível na jornada que começa neste sábado à noite.
Ponte Preta 2 X 0 Figueirense. A "macaca" evolui no sentido de assegurar uma vaga entre os 12 primeiros.
Coritiba 3 X 1 Flamengo. O "mais querido" começa a sentir maior proximidade do risco de lutar para não cair.
Corinthians 2 X 2 Grêmio. O tricolor dos pampas aspira à liderança, mas os comandados de Adenor Tite oferecerão forte resistência, estimulados pela sempre presente torcida fiel. Aliás, as eleições presidenciais no campeão da Série B 2005 prometem briga acirrada entre dois dirigentes históricos: o atual mandatário Paulo Odone e o multivencedor Fábio Koff.
Santos 1 X 1 São Paulo. Eis um palpite sem muita convicção. Vou confiar na inteligência de Muricy Ramalho, para conter o rival, porque o Peixe sente muito as ausências de Arouca e do quase craque Neymar.
Internacional 1 X 0 Fluminense. Com Mike ou o outro menino, Cassiano (de movimentação razoável, substituindo o machucado centroavante Rafael Moura na quarta-feira), desta vez um tento de Dagoberto será o único da partida.
Atlético-MG 2 X 1 Palmeiras. O Galo retomará a liderança.
Sport 2 X 3 Cruzeiro. A Raposa buscará a reabilitação em Recife.
Botafogo 4 X 0 Náutico. Seedorf está deslanchando, e o Timbu não conseguirá resistir ao Fogão.
Atlético-GO 2 X 2 Portuguesa. Outro jogo de difícil prognóstico.
Vasco 3 X 0 Bahia. A maior agremiação do Nordeste voltará a ficar ameaçada pela queda para a segundona. Admito, no entanto, que o "gigante da colina" está decaindo, e o placar pode não ser tão dilatado.
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O empate fundamental para o Inter e os prognósticos pra rodada
In Fluminense, In Internacional, In São Paulo, In Seleção Brasileira7 de set. de 2012
A goleada importante do Internacional e os prognósticos pra rodada
In Flamengo, In Internacional, In São Paulo4 de set. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
O Internacional alcançou importante goleada contra o Flamengo. Não promissora, embora o escore não tenha sido enganoso. O Colorado finalizou quase cinco vezes mais do que o adversário carioca. Acontece que o sistema defensivo do conjunto orientado por Dorival Jr. é excessivamente frágil, e houve o agravante do treinador, mais uma vez, apresentar dificuldades para "ler o jogo". Ou será acaso que em um ano o Campeão de Tudo que interessa tenha goleado duas vezes um time dele? Basta lembrar os 4X0 sobre o Atlético Mineiro em Belo Horizonte, no ano passado, o único placar elástico de Falcão como técnico, enfrentando um oponente grande, na recente passagem pelo Beira-Rio.
Pois o Inter forçou a ofensividade pelos lados, especialmente o esquerdo, desde o primeiro tempo. E nenhuma providência foi tomada no intervalo. As variações táticas de 4-4-2 para 4-2-3-1 e até 4-3-3, aliás ensaiadas por Fernandão, funcionaram. Forlán desencantou em dose dupla, e a reação à terrível falha de Muriel, no tento que semeou ilusões do "mais querido", se revelou altamente positiva: a equipe em nenhum momento perdeu o controle das ações, chegando ao 4X1 de maneira natural.
Projetando a partida de amanhã, com os desfalques por causa das convocações (um verdadeiro absurdo o Campeonato Nacional não parar nas datas FIFA!), Fernando L. Costa pensa corretamente a estratégia, apostando no menino Lucas Lima, no lugar de Fred, suspenso, para o confronto contra o São Paulo. Dátolo ainda não reúne condições para 90 minutos. Embora o Departamento de Futebol trace a meta ousada de mais 14 vitórias no returno, o empate será perfeitamente aceitável no Morumbi.
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Morreu no último domingo, em Montevidéu, o historiador uruguaio Universindo Diaz, aos 60 anos, com um câncer de medula. Seqüestrado em Porto Alegre por agentes da ditadura militar uruguaia e brasileira (um deles infelizmente um ex-jogador do Internacional conhecido como Didi Pedalada), junto com uma companheira de militância clandestina, Lilian Celiberti, em 1978, o lutador charrua se declarava colorado no Rio Grande do Sul. Graças ao futebol de Paulo Roberto Falcão, uma alegria naqueles tempos sombrios em que residia na região meridional do nosso país.
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Acertei quatro dos 10 prognósticos, ainda exibindo um desempenho medíocre. Não há de ser nada. Vamos aos palpites para a jornada deste meio de semana.
Flamengo 2 X 0 Ponte Preta. Uma reabilitação ocorrerá contra a "Macaca", mas não sem dificuldades no Rio de Janeiro.
Grêmio 3 X 0 Atlético-GO. Um triunfo sem contestações dos comandados de Vanderlei "Luxa".
Bahia 1 X 1 Atlético-MG. Mais um tropeço do Galo, com repetição do escore da etapa inicial do Brasileirão.
Náutico 2 X 2 Vasco da Gama. Não foi possível a igualdade contra a Raposa, mas acontecerá contra o clube da Cruz de Malta.
São Paulo 1 X 1 Internacional. Josimar atuou bem, até fazendo gol, contra o Mengão. Ao lado de Elton, compondo a dupla de volantes, manterá o nível na maior cidade da América do Sul e ajudará a garantir este ponto.
Cruzeiro 1 X 2 Botafogo. Apesar da vitória, a Raposa não convenceu diante do Timbu.
Figueirense 1 X 4 Corinthians. O Campeão da Copa Libertadores 2012 será amplamente superior nos 90 minutos.
Portuguesa 3 X 1 Coritiba. A Lusa não dará chances ao Coxa Branca.
Fluminense 2 X 1 Santos. O conjunto orientado por Abel Braga voltará a arrebatar três pontos.
Palmeiras 2 X 0 Sport. É duelo de seis tentos para o Verdão, lutando já quase que desesperadamente contra o rebaixamento.
O Internacional precisa vencer, e os palpites são favoráveis
In Internacional, In São Paulo, In Seleção Brasileira5 de jun. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
O Internacional tem um teste dificílimo amanhã contra o grande São Paulo no Beira-Rio. As voltas de Sandro Silva e de D´Alessandro animam. As ausências de Leandro Damião e Oscar são compensadas, em parte, pelas faltas de Lucas e Casemiro no tricolor do Morumbi. O maior clássico da primeira década do Século XXI no futebol brasileiro pode representar um pequeno salto na tabela para o Colorado, que será mais agradável ainda com uma atuação convicente.
Para isso, o argentino que retorna precisará se entrosar melhor com o que teve excelente desempenho no heroico empate com o Flamengo, no Rio de Janeiro. Dátolo e D´Ale não trabalharam bem juntos naquela fatídica derrota para o Juan Aurich no Peru, pela Taça Libertadores. Entretanto, houve tempo para que o entendimento entre os dois cresça - não obstante o meio-campista que se destacou no Boca Jrs. tenha sentido dores pubianas, interrompendo participação em treinamentos -, e como Dagoberto eleva, aos poucos, o padrão de atuações dele, o Inter tende a contar com dose considerável de criatividade no setor ofensivo. O Brasileirão exige vitórias em casa, para que a tranquilidade prevaleça nas partidas fora.
Espera-se que os imbroglios em torno das obras no Beira-Rio (uma parte foi interditada pelo Ministério do Trabalho, em função das más condições impostas aos operários) não atrapalhem.
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Acertei o prognóstico para o embate da Seleção Brasileira contra os EUA, quanto a um placar elástico, mas de modo geral outra vez fui mal nos palpites. Também admito que menosprezei o México, prevendo um triunfo canarinho por 2X0, que acabou se dando a favor dos astecas. Historicamente, acerto mais quando as rodadas ocorrem no meio de semana. Então, lá vão as previsões, as quais indicam um ligeiro avanço do Inter rumo à liderança.
Vasco 4 X 0 Náutico. Sim, o "gigante da colina" assumirá o primeiro lugar no campeonato nacional ao fim da jornada.
Atlético-MG 1 X 1 Bahia. Como sempre há uma surpresa, acredito que ela ocorrerá em Minas Gerais, o que não aliviará completamente a situação da equipe treinada por Paulo Roberto Falcão. Nada a ver com a contratação de Ronaldinho pelo Galo, um lance de altíssimo risco.
Santos 1 X 1 Fluminense. Uma parada dura na Vila Belmiro....para ambos.
Internacional 2 X 1 São Paulo. Confio em uma vitória com muito sofrimento. O acordo envolvendo Oscar foi bom para todos os lados, e penso que o clima do jogo não mostrará rispidez excessiva.
Ponte Preta 2 X 2 Flamengo. Os cariocas vão confirmar a sina de "reis do empate".
Sport Recife 1 X 2 Palmeiras. O Verdão conseguirá ótimo resultado em Pernambuco. Os únicos três pontos de um visitante, nesta seqüência de duelos.
Corinthians 2 X 1 Figueirense. O Coringão vai "abrir o olho", depois da má largada na competição.
Coritiba 2 X 0 Portuguesa. Porque um tio (casado com uma irmã de meu pai), de origem lusitana, torce pela Bicampeã do Torneio Rio-São Paulo na década de 50, lamento muito que ela vá mal. O outrora "quase grande" clube paulista parece fadado a novo rebaixamento.
Atlético-GO 2 X 1 Grêmio. Arrisco dizer que o Dragão surpreenderá o conjunto orientado por Vanderlei "Luxa" pelo fator da estreia do técnico Hélio dos Anjos. Não é ruim o retrospecto dele contra a dupla gaúcha.
Botafogo 1 X 1 Cruzeiro. Outro escore de igualdade, com a marca de Celso Juarez Roth na Raposa.
Ainda o caso Oscar e a situação do Inter no Estadual
In Internacional, In São José, In São Paulo27 de mar. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
A vitória do Internacional foi tranqüila contra o São José. Aliás, o Colorado devolveu o 3X0 incrivelmente sofrido em 2010, em jogo no Passo da Areia, zona norte da capital gaúcha. O campo em Canoas não estava lá estas coisas, mas o toque de bola do Inter apareceu com Paulo César Tinga, meu ex-vizinho João Paulo e acima de tudo Dátolo. Impressionante, em algumas situações, o domínio de bola do argentino. Dagoberto, ainda que se posicione um pouco mais recuado em relação ao melhor centroavante do Brasil, Leandro Damião (o esquema tático fica mais próximo do 4-2-3-1 do que do tradicional 4-4-2), vai mantendo um bom nível.
Como igualmente faz gols, o ótimo jogador xará de Cristo se credencia para ficar no Time, ao lado de D´Alessandro, volte este amanhã contra o Lajeadense ou na rodada do final de semana, com o prolongamento do imbroglio envolvendo Oscar. A tendência é o conjunto orientado por Dorival Jr. confirmar a melhor campanha do returno do Gauchão, o que levará todos os jogos das fases mata-mata para o Beira-Rio.
- X -
Por falar no caso Oscar, vejamos as razões para a indignação do São Paulo, o qual estaria pensando em acionar o Colorado judicialmente.
1) O fato do Internacional ter se pronunciado dizendo que o atleta ficaria no Clube. Em primeiro lugar, não é o tricolor do Morumbi quem pauta o que a direção colorada deve dizer à torcida. Quando o jovem assinou o contrato com o Campeão de Tudo que interessa, a Justiça o havia considerado um trabalhador livre. Logo, a relação estabelecida com o Maior do Rio Grande possui, na origem, legitimidade.
2) O procedimento do advogado alvirubro, que teria recolhido os autos para fazer cópia e retardado a devolução na Justiça do Trabalho paulista, com o intuito de evitar a publicação da mudança de contrato no BID da CBF. Segundo especialistas, isso não é incomum, mesmo que a atitude possa, eticamente, ser questionada. Só que o S. Paulo também agiu de modo contestável ao divulgar aos quatro cantos a decisão favorável a ele, sem esperar o cartório, e contando com a benevolência da confederação, agora sob influência fortíssima dos paulistas, para agilizar de forma nunca antes vista uma alteração no boletim informativo.
3) A volta de Oscar aos treinamentos do Internacional. Se o indivíduo tem direito de escolher onde trabalhar, o meio-campista não pode ser condenado por isso. O Colorado igualmente não merece críticas por estar merecendo a preferência do atleta em detrimento da agremiação mais estruturada do país.
Vai longe a disputa? Provavelmente. Espera-se para os próximos dias um pronunciamento do Superior Tribunal do Trabalho.
- X -
Esta postagem estava concluída, mas vi a notícia de que Dátolo sentiu dores e está fora do embate contra o Lajeadense nesta quarta-feira. Uma chance para Jajá mostrar o futebol surpreendente desde o início da partida.
A vitória do Internacional foi tranqüila contra o São José. Aliás, o Colorado devolveu o 3X0 incrivelmente sofrido em 2010, em jogo no Passo da Areia, zona norte da capital gaúcha. O campo em Canoas não estava lá estas coisas, mas o toque de bola do Inter apareceu com Paulo César Tinga, meu ex-vizinho João Paulo e acima de tudo Dátolo. Impressionante, em algumas situações, o domínio de bola do argentino. Dagoberto, ainda que se posicione um pouco mais recuado em relação ao melhor centroavante do Brasil, Leandro Damião (o esquema tático fica mais próximo do 4-2-3-1 do que do tradicional 4-4-2), vai mantendo um bom nível.
Como igualmente faz gols, o ótimo jogador xará de Cristo se credencia para ficar no Time, ao lado de D´Alessandro, volte este amanhã contra o Lajeadense ou na rodada do final de semana, com o prolongamento do imbroglio envolvendo Oscar. A tendência é o conjunto orientado por Dorival Jr. confirmar a melhor campanha do returno do Gauchão, o que levará todos os jogos das fases mata-mata para o Beira-Rio.
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Por falar no caso Oscar, vejamos as razões para a indignação do São Paulo, o qual estaria pensando em acionar o Colorado judicialmente.
1) O fato do Internacional ter se pronunciado dizendo que o atleta ficaria no Clube. Em primeiro lugar, não é o tricolor do Morumbi quem pauta o que a direção colorada deve dizer à torcida. Quando o jovem assinou o contrato com o Campeão de Tudo que interessa, a Justiça o havia considerado um trabalhador livre. Logo, a relação estabelecida com o Maior do Rio Grande possui, na origem, legitimidade.
2) O procedimento do advogado alvirubro, que teria recolhido os autos para fazer cópia e retardado a devolução na Justiça do Trabalho paulista, com o intuito de evitar a publicação da mudança de contrato no BID da CBF. Segundo especialistas, isso não é incomum, mesmo que a atitude possa, eticamente, ser questionada. Só que o S. Paulo também agiu de modo contestável ao divulgar aos quatro cantos a decisão favorável a ele, sem esperar o cartório, e contando com a benevolência da confederação, agora sob influência fortíssima dos paulistas, para agilizar de forma nunca antes vista uma alteração no boletim informativo.
3) A volta de Oscar aos treinamentos do Internacional. Se o indivíduo tem direito de escolher onde trabalhar, o meio-campista não pode ser condenado por isso. O Colorado igualmente não merece críticas por estar merecendo a preferência do atleta em detrimento da agremiação mais estruturada do país.
Vai longe a disputa? Provavelmente. Espera-se para os próximos dias um pronunciamento do Superior Tribunal do Trabalho.
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Esta postagem estava concluída, mas vi a notícia de que Dátolo sentiu dores e está fora do embate contra o Lajeadense nesta quarta-feira. Uma chance para Jajá mostrar o futebol surpreendente desde o início da partida.
O Internacional que começa 2012
In Internacional, In São Paulo13 de jan. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
A temporada começou, e o Internacional preocupa. Apenas Dagoberto como reforço com nível de titularidade não será suficiente para tornar o Time mais competitivo, na comparação com o ano passado. Claro que o atacante trazido por um preço relativamente baixo do São Paulo é de grande qualidade, e vai permitir variações táticas entre o esquema 4-4-2 mais ortodoxo e o 4-2-3-1, mas e o setor defensivo?
Falta, sem dúvida, o zagueiro mais tarimbado, ainda na melhor condição física. Dos defensores tentados, Naldo apresenta mais virtudes, inclusive, a de ser um ótimo cobrador de faltas. Entretanto, as informações de hoje dão conta de desistência e colocação em prática de um "Plano B", pela instransigência do treinador do Werder Bremen, da Alemanha. Fala-se em dois defensores argentinos. O que indica perda de espaço de Mário Bolatti.
Talvez exista, aí, um erro. O volante do país vizinho poderia ser melhor aproveitado, caso Elton não se firme como centromédio, embora o atleta com nível de seleção, afinal, no meu entendimento, tenha rendimento superior trabalhando um pouco mais adiantado, na segunda função do meio-de-campo. A Pré-Libertadores se aproxima, e o Colorado que começa 2012 não inspira total confiança.
- X -
Um interessante debate foi proposto, pelo comentarista Vitor Birner, sobre a relação custo-benefício das categorias de base do São Paulo. Estaria o tricolor, sabidamente o mais estruturado clube do país, colhendo poucos frutos, pelo que investe nelas? E o caminho passa por "menos mordomias" para os garotos, deixando somente os meninos sub-20 perto dos profissionais, nas melhores condições do centro de treinamento?
Um tema que parece estar preocupando o staff do Morumbi. Aliás, havia um erro na enorme pontuação do clube, líder disparado no ranking que sistematizei. Como no Brasileirão 2009, ele teve o mesmo desempenho do vice, o Inter, caberia a ele também o mesmo número de pontos (15). O total de 504 tentos já foi colocado na postagem com a classificação histórica.
- X -
No fim de semana passado, morreu Carlos Duran, um funcionário colorado desde a época dos Eucaliptos, na década de 50. Tinha 75 anos, deixara há pouco tempo o Clube e enfrentava problemas de saúde com origem renal. Conversei com ele poucas vezes, mas o bastante para constatar que sabia muito da vida da Instituição. O sogro de Assis (sim, o irmão de Ronaldinho) acreditava, antes de todos o conhecerem, em Alexandre Pato como um craque que faria História. O centroavante até foi Campeão do Mundo, mas ficou no Internacional tempo insuficiente para marcar época como Bodinho, Flávio, Christian, Nilmar e Claudiomiro, o atacante que Duran mais admirava.
A temporada começou, e o Internacional preocupa. Apenas Dagoberto como reforço com nível de titularidade não será suficiente para tornar o Time mais competitivo, na comparação com o ano passado. Claro que o atacante trazido por um preço relativamente baixo do São Paulo é de grande qualidade, e vai permitir variações táticas entre o esquema 4-4-2 mais ortodoxo e o 4-2-3-1, mas e o setor defensivo?
Falta, sem dúvida, o zagueiro mais tarimbado, ainda na melhor condição física. Dos defensores tentados, Naldo apresenta mais virtudes, inclusive, a de ser um ótimo cobrador de faltas. Entretanto, as informações de hoje dão conta de desistência e colocação em prática de um "Plano B", pela instransigência do treinador do Werder Bremen, da Alemanha. Fala-se em dois defensores argentinos. O que indica perda de espaço de Mário Bolatti.
Talvez exista, aí, um erro. O volante do país vizinho poderia ser melhor aproveitado, caso Elton não se firme como centromédio, embora o atleta com nível de seleção, afinal, no meu entendimento, tenha rendimento superior trabalhando um pouco mais adiantado, na segunda função do meio-de-campo. A Pré-Libertadores se aproxima, e o Colorado que começa 2012 não inspira total confiança.
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Um interessante debate foi proposto, pelo comentarista Vitor Birner, sobre a relação custo-benefício das categorias de base do São Paulo. Estaria o tricolor, sabidamente o mais estruturado clube do país, colhendo poucos frutos, pelo que investe nelas? E o caminho passa por "menos mordomias" para os garotos, deixando somente os meninos sub-20 perto dos profissionais, nas melhores condições do centro de treinamento?
Um tema que parece estar preocupando o staff do Morumbi. Aliás, havia um erro na enorme pontuação do clube, líder disparado no ranking que sistematizei. Como no Brasileirão 2009, ele teve o mesmo desempenho do vice, o Inter, caberia a ele também o mesmo número de pontos (15). O total de 504 tentos já foi colocado na postagem com a classificação histórica.
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No fim de semana passado, morreu Carlos Duran, um funcionário colorado desde a época dos Eucaliptos, na década de 50. Tinha 75 anos, deixara há pouco tempo o Clube e enfrentava problemas de saúde com origem renal. Conversei com ele poucas vezes, mas o bastante para constatar que sabia muito da vida da Instituição. O sogro de Assis (sim, o irmão de Ronaldinho) acreditava, antes de todos o conhecerem, em Alexandre Pato como um craque que faria História. O centroavante até foi Campeão do Mundo, mas ficou no Internacional tempo insuficiente para marcar época como Bodinho, Flávio, Christian, Nilmar e Claudiomiro, o atacante que Duran mais admirava.
O Ranking por títulos desde 1948
In Corinthians, In Cruzeiro, In Flamengo, In Grêmio, In Internacional, In Palmeiras, In Santos, In São Paulo10 de jan. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Lembro rapidamente as pontuações definidas para os títulos em textos anteriores.
30 Pontos - Copa Libertadores da América./ Mundial/ Intercontinental com duas vitórias, sem pênaltis.
27 Pontos - Mundial/Intercontinental com um jogo isolado, e vitória sem precisar das penalidades (Desde 2005, este nível ficou obviamente "extinto").
25 Pontos - Copa Mundial de Clubes com uma vitória em tempo normal ou prorrogação e um triunfo nos pênaltis.
22 Pontos - O Título do Torneio Mundial de 2000 (Fundamento matemático: o aproveitamento do Campeão Corinthians, com duas vitórias, um empate e um triunfo nos pênaltis, na final).
16 Pontos - Torneio Sul-Americano de 1948 (O que o Vasco realmente conquistou, pelos critérios atuais. Observe-se que a diferença em relação à Taça Libertadores é inferior ao que resultava do ranking antigo da Conmebol....)./ Campeonato Nacional desde 1968./ Copa João Havelange (2.000).
15 Pontos - Robertão de 1967.
12 Pontos - Torneio dos Campeões Intercontinentais/ Mundiais + Recopa Intercontinental de 1968-69./ Copa Rio./
10 Pontos - Competições Continentais Secundárias.
6 Pontos - Torneios Nacionais.
5 Pontos - Copa Sul-Minas./ Torneio Rio-São Paulo e competições equivalentes, em quantidades de adversários fortes participantes./
4 Pontos - Copa Nordeste (Até 2002..... voltará a ser computada nesta temporada)./ Copa Sul./ Seletiva de 1999 para a Copa Libertadores da América 2000.
3 Pontos - Tricampeonato nas competições interestaduais das regiões centro-oeste e norte.
2 Pontos - Embrião da Copa Nordeste (1966)./ Copa Ouro./ Copa Master Conmebol./ Recopa./
Eis como fica a Classificação Histórica.
1. São Paulo - 391 Pontos
2. Santos - 276 Pontos
3. Palmeiras - 191 Pontos
4. Flamengo - 188 Pontos (Único que não tem a pontuação alterada entre os 12 maiores, e, ainda assim, sobe para o quarto lugar.)
5. Internacional - 163 Pontos
6. Grêmio - 149 Pontos
7. Cruzeiro - 144 Pontos
8. Corinthians - 140 Pontos
9. Vasco da Gama - 136 Pontos
10. Fluminense - 76 Pontos
11. Botafogo-RJ - 47 Pontos
12. Atlético-MG - 36 Pontos
13. Bahia - 30 Pontos
14. Atlético-PR - 20 Pontos
15. Guarani - 16 Pontos (Aproveitamento superior ao do Coritiba campeão nacional em 1985.)
16. Coritiba - 16 Pontos
17. Sport Recife - 14 Pontos
18. Portuguesa-SP - 10 Pontos
19. Vitória-BA - 8 Pontos
20. Criciúma - 6 Pontos
As demais posições em relação ao ranking que inclui conquistas e grandes campanhas não se alteram, até o último colocado, no trigésimo lugar, o Náutico, com dois pontos, pelo torneio dos campeões do Nordeste, valorizado porque em 1966 o Bahia já tinha um título nacional.
Se fôssemos comparar com os países, a classificação histórica da postagem anterior poderia ser avaliada como o PIB acumulado. Quando se fala de títulos, talvez fosse pertinente pensar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), aquilo que realmente importa para as sociedades, no caso, as torcidas.
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Agradeço aos dois leitores que fizeram comentários sobre o primeiro artigo que escrevi acerca desta questão. Para André Bastos, especialmente, gostaria de esclarecer que considero a Taça Brasil restrita porque somente permitia a participação dos campeões estaduais. Isso limitava a presença de clubes fortes. O Internacional, por exemplo, disputou apenas uma edição. Corinthians e São Paulo nenhuma. Será que se houvesse abertura, por exemplo, para os vices dos regionais, (como na sua legítima sucessora, a copa de mesmo nome, disputada a partir de 1989!) o Fortaleza, com todo o respeito ao tricolor cearense, chegaria duas vezes à decisão?
Enfim, asseguro que não há nenhuma pretensão de defender esta análise como portadora da verdade absoluta. Ela simplesmente expressa uma visão sobre 74 anos de conquistas do nosso futebol.
Lembro rapidamente as pontuações definidas para os títulos em textos anteriores.
30 Pontos - Copa Libertadores da América./ Mundial/ Intercontinental com duas vitórias, sem pênaltis.
27 Pontos - Mundial/Intercontinental com um jogo isolado, e vitória sem precisar das penalidades (Desde 2005, este nível ficou obviamente "extinto").
25 Pontos - Copa Mundial de Clubes com uma vitória em tempo normal ou prorrogação e um triunfo nos pênaltis.
22 Pontos - O Título do Torneio Mundial de 2000 (Fundamento matemático: o aproveitamento do Campeão Corinthians, com duas vitórias, um empate e um triunfo nos pênaltis, na final).
16 Pontos - Torneio Sul-Americano de 1948 (O que o Vasco realmente conquistou, pelos critérios atuais. Observe-se que a diferença em relação à Taça Libertadores é inferior ao que resultava do ranking antigo da Conmebol....)./ Campeonato Nacional desde 1968./ Copa João Havelange (2.000).
15 Pontos - Robertão de 1967.
12 Pontos - Torneio dos Campeões Intercontinentais/ Mundiais + Recopa Intercontinental de 1968-69./ Copa Rio./
10 Pontos - Competições Continentais Secundárias.
6 Pontos - Torneios Nacionais.
5 Pontos - Copa Sul-Minas./ Torneio Rio-São Paulo e competições equivalentes, em quantidades de adversários fortes participantes./
4 Pontos - Copa Nordeste (Até 2002..... voltará a ser computada nesta temporada)./ Copa Sul./ Seletiva de 1999 para a Copa Libertadores da América 2000.
3 Pontos - Tricampeonato nas competições interestaduais das regiões centro-oeste e norte.
2 Pontos - Embrião da Copa Nordeste (1966)./ Copa Ouro./ Copa Master Conmebol./ Recopa./
Eis como fica a Classificação Histórica.
1. São Paulo - 391 Pontos
2. Santos - 276 Pontos
3. Palmeiras - 191 Pontos
4. Flamengo - 188 Pontos (Único que não tem a pontuação alterada entre os 12 maiores, e, ainda assim, sobe para o quarto lugar.)
5. Internacional - 163 Pontos
6. Grêmio - 149 Pontos
7. Cruzeiro - 144 Pontos
8. Corinthians - 140 Pontos
9. Vasco da Gama - 136 Pontos
10. Fluminense - 76 Pontos
11. Botafogo-RJ - 47 Pontos
12. Atlético-MG - 36 Pontos
13. Bahia - 30 Pontos
14. Atlético-PR - 20 Pontos
15. Guarani - 16 Pontos (Aproveitamento superior ao do Coritiba campeão nacional em 1985.)
16. Coritiba - 16 Pontos
17. Sport Recife - 14 Pontos
18. Portuguesa-SP - 10 Pontos
19. Vitória-BA - 8 Pontos
20. Criciúma - 6 Pontos
As demais posições em relação ao ranking que inclui conquistas e grandes campanhas não se alteram, até o último colocado, no trigésimo lugar, o Náutico, com dois pontos, pelo torneio dos campeões do Nordeste, valorizado porque em 1966 o Bahia já tinha um título nacional.
Se fôssemos comparar com os países, a classificação histórica da postagem anterior poderia ser avaliada como o PIB acumulado. Quando se fala de títulos, talvez fosse pertinente pensar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), aquilo que realmente importa para as sociedades, no caso, as torcidas.
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Agradeço aos dois leitores que fizeram comentários sobre o primeiro artigo que escrevi acerca desta questão. Para André Bastos, especialmente, gostaria de esclarecer que considero a Taça Brasil restrita porque somente permitia a participação dos campeões estaduais. Isso limitava a presença de clubes fortes. O Internacional, por exemplo, disputou apenas uma edição. Corinthians e São Paulo nenhuma. Será que se houvesse abertura, por exemplo, para os vices dos regionais, (como na sua legítima sucessora, a copa de mesmo nome, disputada a partir de 1989!) o Fortaleza, com todo o respeito ao tricolor cearense, chegaria duas vezes à decisão?
Enfim, asseguro que não há nenhuma pretensão de defender esta análise como portadora da verdade absoluta. Ela simplesmente expressa uma visão sobre 74 anos de conquistas do nosso futebol.
Rankings: a disputa pós-Copa Libertadores da América e os vices
In Chivas Guadalajara, In Corinthians, In Flamengo, In Grêmio, In Internacional, In Santos, In São Paulo, In Vasco3 de jan. de 2012
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Encaminho o encerramento da série de postagens sobre a problemática dos rankings, comentando a disputa pós-Copa Libertadores da América, da maneira mais distanciada possível. Sempre houve algo de caráter mundial? A FIFA está certa ao chamar de Taça Intercontinental o que havia antes da atual copa que ela organiza? A questão é mais complexa do que os mais variados formadores de opinião na crônica esportiva brasileira querem fazer crer.
Comecemos lá no início dos anos 60. Sim, não houve - até tempos recentes ao menos - nada igual em qualidade ao Santos de Pelé, no planeta. Ele só jogou contra o campeão europeu, numa fórmula "cá e lá", ou "lá e cá". Entretanto, naquele período, a única coisa parecida com um torneio continental fora do velho continente e da América do Sul aconteceu na zona da Concacaf em 1962, sendo vencida pelo Chivas Guadalajara. Há que observar, no entanto, que na Copa do Chile a Seleção Mexicana (que tinha exatamente uma maioria de atletas daquele clube) venceu a vice Tchecoeslováquia. Em 1966, na Inglaterra, os astecas empataram com o Uruguai, e a Coréia do Norte ganhou da Itália, bem como chegou a estar goleando Portugal, antes de sofrer uma incrível virada por 5X3. A Ásia, no entanto, já na segunda metade da década, estava mais atrasada em relação às Américas do Norte e Central, assim como na comparação com a África. Nestas áreas, já ocorriam disputas continentais entre as agremiações.
Passando para os anos 70, o México, na copa que sediou, derrotou a Bélgica e empatou com a União Soviética (erros de arbitragem nas duas partidas podem ter trocado os resultados, mas isso não altera substancialmente o raciocínio...). Porém, ao longo daquele decênio, é difícil acreditar em um número razoável de clubes com potencial significativo de competitividade fora das regiões tradicionais do futebol. O panorama se altera claramente a partir de 1979, aproximadamente, um pouco antes da Copa da Espanha. Nesta competição, a Argélia vence Alemanha e Chile, não indo adiante da primeira fase em virtude de um resultado criminosamente arranjado entre a primeira e a Áustria. Além disso, Camarões empata todos os seus embates, inclusive, contra a Campeã Itália. De quem eram os campeões do torneio de clubes da África, na época? Exatamente desses países (Canon Yanoundé, JS Kabile....), além do tradicional Asante Kotoko, de Gana, que se dava bem nos torneios de seleções africanas, e do egípcio Al-Ahly. O México vai se recuperar esportivamente, de forma parcial, por sediar outra vez uma copa, em 1986. Na base, agremiações que tinham sido campeãs da Concacaf: UNAM Pumas e América.
Não é absurdo argumentar, portanto, que se a FIFA organizasse torneios de clubes semelhantes ao atual já naquele momento, poderiam acontecer surpresas. Entretanto, precisar uma relação ideal entre a Taça Intercontinental/ Hipotética Copa Mundial seria extremamente difícil. Razão pela qual, penso que o mais justo consistiria em uma pontuação variada conforme o número de vitórias e de partidas. Se aceitamos a premissa que a Copa Mundial de Clube dobra o valor da Copa Libertadores, poderíamos atribuir 15 pontos por vitória (uma vez que apresentamos a conclusão de que o torneio continental vale 30....), totalizando três dezenas de pontos para o que São Paulo e Internacional arrebataram no Século XXI, no Japão. Se a edição experimental de 2000 merece o mesmo valor, quem sabe, 6 pontos para os dois triunfos do Corinthians na primeira fase, dois pro empate com o Real Madrid, e 12 para a decisão, sendo que como ganhou nos pênaltis, cabem 2/3 dos tentos, ou seja, oito. Portanto, 22/30, algo até um pouco superior ao aproveitamento real dos paulistas (8/12....). Para o vice Vasco, tudo igual, com três pontos pela vitória contra o campeão semiprofissional da Oceania e um somente pela derrota nos pênaltis. Ah! O Cruzeiro em 1976 pode ficar com cinco pontos, pelo empate contra o poderoso Bayern München, no Mineirão. Um terço do correspondente à vitória. O Peixe também se beneficia com suas quatro históricas vitórias diante de Benfica e Milan, em 1962 e 1963, faturando, na soma dos torneios dos campeões sul-americanos e aquelas disputas, 120 pontos.
E Flamengo, Grêmio e São Paulo, em suas conquistas, que representaram sem dúvida nenhuma o máximo futebolisticamente naqueles anos, ficam com o que efetivamente conseguiram a menos, se atribuirmos 27 pontos a cada um dos triunfos de 1981, 1983, 1992 e 1993. O tricolor gaúcho também ganha dois pontos por só ter perdido a disputa para o baita adversário que era o Ajax nos pênaltis. Na comparação com São Paulo e Internacional da primeira década deste século, alcançam 95% das pontuações dos campeões de 2005 e 2006. Justiça, também, porque o número de partidas na Taça Libertadores era menor.
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O caso dos vices nas competições principais é mais complicado, e, ao mesmo tempo, mais simples. No Mundial, não há dúvidas: se o vice passa apenas pelo outro semifinalista (caso do Santos em 2011), obtém uma vitória, e 15 pontos, 50% do que fatura o campeão. Acredito que o terceiro também mereceria pontuação, na hipótese da entidade maior do futebol ampliar o número de participantes para oito, incorporando, por exemplo, os vices da Taça Libertadores e da Liga dos Campeões da Europa. Se não for com bola andando a classificação para a final, pensemos em 10 tentos para eventual triunfo nos pênaltis. Nenhum, se o time fracassar como o Inter, em 2010.
Para a Copa Libertadores e o Brasileirão, investiguei o que resultaria se atribuíssemos um percentual próximo do que realmente cada vice conquistou, na relação com o campeão. Por exemplo, o Cruzeiro, campeão nacional em 2003, alcançou 100 pontos, e o vice Santos 87. Portanto, se o Brasileirão vale 16, a relação mais próxima de 87/100 é 14/16.
Um exercício interessante, não? Para aumentar o grau de precisão, e atenuar os prejuízos do formulismo, atribuí, quando os terceiros fizeram mais pontos do que os segundos (algo comum entre 1972 e 1986....), a mesma pontuação. Caso do Grêmio em relação ao Vasco da Gama, em 1984. Se o time fez menos de 50%, e chegou na final apenas pelo formato um tanto esdrúxulo da competição, caso do Colorado em 1987, ou do Vitória em 1993, estabeleci como valor a metade dos pontos: 8/16, beneficiando também os terceiros. Quando alguém depois dos dois melhores chegar à mesma pontuação que o segundo na era dos pontos corridos, o critério igualmente valerá.
Na Taça Libertadores, idem. Se o Chivas Guadalajara, que entrou diretamente nas oitavas de final em 2010, fosse brasileiro, ganharia 15 tentos. Logo, o São Paulo, que terminou em terceiro e logrou mais pontos do que os mexicanos naquela competição, fica também com 15. Para um maior equilíbrio, todos os vices que foram campeões anteriormente, e só entraram na segunda fase (como determinava a Conmebol, antes....), só receberam a metade, igualmente. No caso do Grêmio, em 2007, que teve um aproveitamento inferior a 50% (sempre pelos parâmetros atuais....), outra vez vale o princípio de que merece somente a metade da pontuação do vencedor da Copa Libertadores naquela temporada, o Boca Jrs.
O resultado desta simulação não ficou demasiadamente longe de outras, com diferentes critérios. Confiram na próxima postagem!
Encaminho o encerramento da série de postagens sobre a problemática dos rankings, comentando a disputa pós-Copa Libertadores da América, da maneira mais distanciada possível. Sempre houve algo de caráter mundial? A FIFA está certa ao chamar de Taça Intercontinental o que havia antes da atual copa que ela organiza? A questão é mais complexa do que os mais variados formadores de opinião na crônica esportiva brasileira querem fazer crer.
Comecemos lá no início dos anos 60. Sim, não houve - até tempos recentes ao menos - nada igual em qualidade ao Santos de Pelé, no planeta. Ele só jogou contra o campeão europeu, numa fórmula "cá e lá", ou "lá e cá". Entretanto, naquele período, a única coisa parecida com um torneio continental fora do velho continente e da América do Sul aconteceu na zona da Concacaf em 1962, sendo vencida pelo Chivas Guadalajara. Há que observar, no entanto, que na Copa do Chile a Seleção Mexicana (que tinha exatamente uma maioria de atletas daquele clube) venceu a vice Tchecoeslováquia. Em 1966, na Inglaterra, os astecas empataram com o Uruguai, e a Coréia do Norte ganhou da Itália, bem como chegou a estar goleando Portugal, antes de sofrer uma incrível virada por 5X3. A Ásia, no entanto, já na segunda metade da década, estava mais atrasada em relação às Américas do Norte e Central, assim como na comparação com a África. Nestas áreas, já ocorriam disputas continentais entre as agremiações.
Passando para os anos 70, o México, na copa que sediou, derrotou a Bélgica e empatou com a União Soviética (erros de arbitragem nas duas partidas podem ter trocado os resultados, mas isso não altera substancialmente o raciocínio...). Porém, ao longo daquele decênio, é difícil acreditar em um número razoável de clubes com potencial significativo de competitividade fora das regiões tradicionais do futebol. O panorama se altera claramente a partir de 1979, aproximadamente, um pouco antes da Copa da Espanha. Nesta competição, a Argélia vence Alemanha e Chile, não indo adiante da primeira fase em virtude de um resultado criminosamente arranjado entre a primeira e a Áustria. Além disso, Camarões empata todos os seus embates, inclusive, contra a Campeã Itália. De quem eram os campeões do torneio de clubes da África, na época? Exatamente desses países (Canon Yanoundé, JS Kabile....), além do tradicional Asante Kotoko, de Gana, que se dava bem nos torneios de seleções africanas, e do egípcio Al-Ahly. O México vai se recuperar esportivamente, de forma parcial, por sediar outra vez uma copa, em 1986. Na base, agremiações que tinham sido campeãs da Concacaf: UNAM Pumas e América.
Não é absurdo argumentar, portanto, que se a FIFA organizasse torneios de clubes semelhantes ao atual já naquele momento, poderiam acontecer surpresas. Entretanto, precisar uma relação ideal entre a Taça Intercontinental/ Hipotética Copa Mundial seria extremamente difícil. Razão pela qual, penso que o mais justo consistiria em uma pontuação variada conforme o número de vitórias e de partidas. Se aceitamos a premissa que a Copa Mundial de Clube dobra o valor da Copa Libertadores, poderíamos atribuir 15 pontos por vitória (uma vez que apresentamos a conclusão de que o torneio continental vale 30....), totalizando três dezenas de pontos para o que São Paulo e Internacional arrebataram no Século XXI, no Japão. Se a edição experimental de 2000 merece o mesmo valor, quem sabe, 6 pontos para os dois triunfos do Corinthians na primeira fase, dois pro empate com o Real Madrid, e 12 para a decisão, sendo que como ganhou nos pênaltis, cabem 2/3 dos tentos, ou seja, oito. Portanto, 22/30, algo até um pouco superior ao aproveitamento real dos paulistas (8/12....). Para o vice Vasco, tudo igual, com três pontos pela vitória contra o campeão semiprofissional da Oceania e um somente pela derrota nos pênaltis. Ah! O Cruzeiro em 1976 pode ficar com cinco pontos, pelo empate contra o poderoso Bayern München, no Mineirão. Um terço do correspondente à vitória. O Peixe também se beneficia com suas quatro históricas vitórias diante de Benfica e Milan, em 1962 e 1963, faturando, na soma dos torneios dos campeões sul-americanos e aquelas disputas, 120 pontos.
E Flamengo, Grêmio e São Paulo, em suas conquistas, que representaram sem dúvida nenhuma o máximo futebolisticamente naqueles anos, ficam com o que efetivamente conseguiram a menos, se atribuirmos 27 pontos a cada um dos triunfos de 1981, 1983, 1992 e 1993. O tricolor gaúcho também ganha dois pontos por só ter perdido a disputa para o baita adversário que era o Ajax nos pênaltis. Na comparação com São Paulo e Internacional da primeira década deste século, alcançam 95% das pontuações dos campeões de 2005 e 2006. Justiça, também, porque o número de partidas na Taça Libertadores era menor.
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O caso dos vices nas competições principais é mais complicado, e, ao mesmo tempo, mais simples. No Mundial, não há dúvidas: se o vice passa apenas pelo outro semifinalista (caso do Santos em 2011), obtém uma vitória, e 15 pontos, 50% do que fatura o campeão. Acredito que o terceiro também mereceria pontuação, na hipótese da entidade maior do futebol ampliar o número de participantes para oito, incorporando, por exemplo, os vices da Taça Libertadores e da Liga dos Campeões da Europa. Se não for com bola andando a classificação para a final, pensemos em 10 tentos para eventual triunfo nos pênaltis. Nenhum, se o time fracassar como o Inter, em 2010.
Para a Copa Libertadores e o Brasileirão, investiguei o que resultaria se atribuíssemos um percentual próximo do que realmente cada vice conquistou, na relação com o campeão. Por exemplo, o Cruzeiro, campeão nacional em 2003, alcançou 100 pontos, e o vice Santos 87. Portanto, se o Brasileirão vale 16, a relação mais próxima de 87/100 é 14/16.
Um exercício interessante, não? Para aumentar o grau de precisão, e atenuar os prejuízos do formulismo, atribuí, quando os terceiros fizeram mais pontos do que os segundos (algo comum entre 1972 e 1986....), a mesma pontuação. Caso do Grêmio em relação ao Vasco da Gama, em 1984. Se o time fez menos de 50%, e chegou na final apenas pelo formato um tanto esdrúxulo da competição, caso do Colorado em 1987, ou do Vitória em 1993, estabeleci como valor a metade dos pontos: 8/16, beneficiando também os terceiros. Quando alguém depois dos dois melhores chegar à mesma pontuação que o segundo na era dos pontos corridos, o critério igualmente valerá.
Na Taça Libertadores, idem. Se o Chivas Guadalajara, que entrou diretamente nas oitavas de final em 2010, fosse brasileiro, ganharia 15 tentos. Logo, o São Paulo, que terminou em terceiro e logrou mais pontos do que os mexicanos naquela competição, fica também com 15. Para um maior equilíbrio, todos os vices que foram campeões anteriormente, e só entraram na segunda fase (como determinava a Conmebol, antes....), só receberam a metade, igualmente. No caso do Grêmio, em 2007, que teve um aproveitamento inferior a 50% (sempre pelos parâmetros atuais....), outra vez vale o princípio de que merece somente a metade da pontuação do vencedor da Copa Libertadores naquela temporada, o Boca Jrs.
O resultado desta simulação não ficou demasiadamente longe de outras, com diferentes critérios. Confiram na próxima postagem!
O erro de Dorival Jr. e prognósticos
In Avaí, In Internacional, In São Paulo14 de out. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Creio que o Internacional jogou bem contra o São Paulo, na Arena Barueri. Acima de tudo, o Colorado afirmou um bom zagueiro, não por acaso ainda invicto no Brasileirão: Rodrigo Moledo, em parceria com Índio (fora por lesão muscular do duelo deste domingo contra o Avaí), acabou com Luís Fabiano. A dupla de ataque do tricolor do Morumbi conseguiu criar muito pouco.
O Inter, principalmente no segundo tempo, teve chances para alcançar os três pontos. Dorival Jr., na minha opinião, se equivocou ao deixar a equipe sem nenhum atacante, optando por Fabrício no lugar de Delatorre. Não consigo deixar de considerar estapafúrdio o esquema 4-6-0! Siloé, destaque do Time B, seria ao menos um homem de frente. De qualquer modo, o empate foi um resultado nem para festejar, nem para render queixas. Espero que o treinador acerte quando outros dilemas desse tipo aparecerem.
O campeonato começa a afunilar. Não fui bem nos prognósticos, acertando somente três deles na última rodada, e apenas um placar com exatidão. Vamos aos palpites para a próxima jornada.
Figueirense 3 X 0 América-MG. Desta vez, um triunfo catarinense não será uma surpresa. Bom o trabalho de Jorginho Campos.
Ceará 2 X 2 Flamengo. Outro escore de equilíbrio, como na Copa do Brasil.
Internacional 4 X 0 Avaí. Meu vizinho João Paulo deve ser titular, e o Colorado não vai dar chances à agremiação do estado vizinho, quase rebaixada.
Cruzeiro 1 X 1 Corinthians. Acredito que a Raposa pode segurar os comandados de Adenor Bachi Tite.
Botafogo 5 X 0 Atlético-PR. Depois daquele ótimo desempenho na primeira etapa contra o Coringão, os cariocas não perdoarão os paranaenses.
Palmeiras 1 X 2 Fluminense. O Verdão está desagregado, e o tricolor das Laranjeiras em boa fase.
Santos 2 X 1 Grêmio. O Peixe fatura os três pontos, mesmo sem Neymar.
Vasco 3 X 1 Atlético. O Galo continuará lutando bravamente contra o rebaixamento, mas este confronto é inglório.
Coritiba 3 X 0 Bahia. Uma vitória relativamente tranqüila do Coxa Branca.
Atlético-GO 1 X 1 São Paulo. O Dragão deve segurar o conjunto orientado por Adílson Batista, já fortemente cobrado no Morumbi.
Creio que o Internacional jogou bem contra o São Paulo, na Arena Barueri. Acima de tudo, o Colorado afirmou um bom zagueiro, não por acaso ainda invicto no Brasileirão: Rodrigo Moledo, em parceria com Índio (fora por lesão muscular do duelo deste domingo contra o Avaí), acabou com Luís Fabiano. A dupla de ataque do tricolor do Morumbi conseguiu criar muito pouco.
O Inter, principalmente no segundo tempo, teve chances para alcançar os três pontos. Dorival Jr., na minha opinião, se equivocou ao deixar a equipe sem nenhum atacante, optando por Fabrício no lugar de Delatorre. Não consigo deixar de considerar estapafúrdio o esquema 4-6-0! Siloé, destaque do Time B, seria ao menos um homem de frente. De qualquer modo, o empate foi um resultado nem para festejar, nem para render queixas. Espero que o treinador acerte quando outros dilemas desse tipo aparecerem.
O campeonato começa a afunilar. Não fui bem nos prognósticos, acertando somente três deles na última rodada, e apenas um placar com exatidão. Vamos aos palpites para a próxima jornada.
Figueirense 3 X 0 América-MG. Desta vez, um triunfo catarinense não será uma surpresa. Bom o trabalho de Jorginho Campos.
Ceará 2 X 2 Flamengo. Outro escore de equilíbrio, como na Copa do Brasil.
Internacional 4 X 0 Avaí. Meu vizinho João Paulo deve ser titular, e o Colorado não vai dar chances à agremiação do estado vizinho, quase rebaixada.
Cruzeiro 1 X 1 Corinthians. Acredito que a Raposa pode segurar os comandados de Adenor Bachi Tite.
Botafogo 5 X 0 Atlético-PR. Depois daquele ótimo desempenho na primeira etapa contra o Coringão, os cariocas não perdoarão os paranaenses.
Palmeiras 1 X 2 Fluminense. O Verdão está desagregado, e o tricolor das Laranjeiras em boa fase.
Santos 2 X 1 Grêmio. O Peixe fatura os três pontos, mesmo sem Neymar.
Vasco 3 X 1 Atlético. O Galo continuará lutando bravamente contra o rebaixamento, mas este confronto é inglório.
Coritiba 3 X 0 Bahia. Uma vitória relativamente tranqüila do Coxa Branca.
Atlético-GO 1 X 1 São Paulo. O Dragão deve segurar o conjunto orientado por Adílson Batista, já fortemente cobrado no Morumbi.
A grande vitória e prognósticos
In Internacional, In São Paulo, In Seleção Brasileira, In Seleção Mexicana, In Vasco11 de out. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Pois o Internacional jogou uma grande partida contra o Vasco da Gama. Teve triangulações, alternâncias de ritmo e precisão nas conclusões no segundo tempo. A goleada ficou plenamente justificada, com um esquema 4-2-3-1 no qual quem veio de trás, desde os laterais até os articuladores, marcou presença na área adversária. Uma dedicação exemplar de toda a equipe levou ao 3X0, que se terminasse em um escore ainda maior, não configuraria uma injustiça.
Tanto assim que Fernando, goleiro gaúcho do time da cruz de malta, foi o melhor do clássico nacional, junto com o colorado D´Alessandro. Nas tarefas de ligação do meio-de-campo com o ataque, meu vizinho João Paulo, aliás, deu maior velocidade ao Inter, com ímpeto e habilidade, após a lesão de Andrezinho. No lance em que teria cometido penalidade máxima (quando estava 1X0), considero possível aceitar a interpretação da arbitragem. O atleta vascaíno mais esbarra, forçando a queda, do que é derrubado. O exagero residiu no cartão amarelo aplicado, pois não ocorreu uma simulação, mas um choque próprio do esporte.
- X -
Um fato triste aconteceu antes do confronto. O líder da torcida organizada Super Força Independente Colorada morreu, aos 55 anos, por um ataque cardíaco. Conheci Marcelo Kripka, ao tempo em que colaborei com a gestão 2000-01. Era um cidadão ponderado e com diálogo que facilitava o trânsito junto a todos os setores do Clube. Tanto assim que se tornou conselheiro.
Infelizmente, o turbilhão de emoções relacionadas ao futebol, somado a características singulares do indivíduo (meu xará era diabético e tinha hipertensão), não raro antecipa o fim de uma vida. Uma reportagem publicada hoje no jornal Zero Hora aponta que eventos de massa acabam sendo propícios para que pessoas com problemas desse tipo corram gravíssimos riscos.
- X -
Apesar da excelente atuação do Internacional, que deu esperanças de uma subida na tabela do Brasileirão, exatamente, nestas últimas 10 rodadas, não estou otimista para o embate contra o São Paulo. Aliás, acertei metade de meus prognósticos para a jornada de meio de semana. Vamos aos próximos palpites, começando pelo amistoso da Seleção Brasileira, logo mais.
México 2 X 2 Brasil. Mano Menezes ainda não acertou plenamente a mão, com Lucas, Neymar e Cia.
São Paulo 1 X 0 Internacional. Acredito que como o tricolor do Morumbi pôde descansar mais (o jogo contra o Cruzeiro se realizou quarta-feira passada), ganhará no preparo físico.
Grêmio 3 X 0 Figueirense. Uma vitória tranqüila dos comandados por Celso Juarez Roth.
Avaí 2 X 2 Atlético-GO. O time de coração de Gustavo Kuerten surpreendeu, goleando o Furacão. E o Dragão, talvez, esteja entrando em uma fase de decadência.
Corinthians 3 X 2 Botafogo. Estou entre os que gostam do trabalho do técnico Adenor Bachi Tite. A tendência é de afirmação do timão nesta reta final, pelo que mostrou contra o Atlético de Goiás.
América-MG 1 X 1 Ceará. Um confronto que cheira a empate.
Flamengo 1 X 1 Palmeiras. Outro embate que deve terminar com equilíbrio total.
Bahia 2 X 1 Cruzeiro. O treinador Joel Santana conhece a Raposa, que continuará com a vida complicadíssima.
Fluminense 2 X 2 Coritiba. O time orientado por Abel Braga vai amargar outro resultado de igualdade, que para ele tem sido raro neste campeonato.
Atlético-MG 2 X 3 Santos. O Galo ficará ainda mais perto da Série B. O Peixe será o único visitante vencedor, depois de uma rodada em que somente mandantes obtiveram triunfos.
Atlético-PR 1 X 1 Vasco da Gama. O Furacão pegará um ex-líder "mordido" pelo vareio sofrido no domingo.
Pois o Internacional jogou uma grande partida contra o Vasco da Gama. Teve triangulações, alternâncias de ritmo e precisão nas conclusões no segundo tempo. A goleada ficou plenamente justificada, com um esquema 4-2-3-1 no qual quem veio de trás, desde os laterais até os articuladores, marcou presença na área adversária. Uma dedicação exemplar de toda a equipe levou ao 3X0, que se terminasse em um escore ainda maior, não configuraria uma injustiça.
Tanto assim que Fernando, goleiro gaúcho do time da cruz de malta, foi o melhor do clássico nacional, junto com o colorado D´Alessandro. Nas tarefas de ligação do meio-de-campo com o ataque, meu vizinho João Paulo, aliás, deu maior velocidade ao Inter, com ímpeto e habilidade, após a lesão de Andrezinho. No lance em que teria cometido penalidade máxima (quando estava 1X0), considero possível aceitar a interpretação da arbitragem. O atleta vascaíno mais esbarra, forçando a queda, do que é derrubado. O exagero residiu no cartão amarelo aplicado, pois não ocorreu uma simulação, mas um choque próprio do esporte.
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Um fato triste aconteceu antes do confronto. O líder da torcida organizada Super Força Independente Colorada morreu, aos 55 anos, por um ataque cardíaco. Conheci Marcelo Kripka, ao tempo em que colaborei com a gestão 2000-01. Era um cidadão ponderado e com diálogo que facilitava o trânsito junto a todos os setores do Clube. Tanto assim que se tornou conselheiro.
Infelizmente, o turbilhão de emoções relacionadas ao futebol, somado a características singulares do indivíduo (meu xará era diabético e tinha hipertensão), não raro antecipa o fim de uma vida. Uma reportagem publicada hoje no jornal Zero Hora aponta que eventos de massa acabam sendo propícios para que pessoas com problemas desse tipo corram gravíssimos riscos.
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Apesar da excelente atuação do Internacional, que deu esperanças de uma subida na tabela do Brasileirão, exatamente, nestas últimas 10 rodadas, não estou otimista para o embate contra o São Paulo. Aliás, acertei metade de meus prognósticos para a jornada de meio de semana. Vamos aos próximos palpites, começando pelo amistoso da Seleção Brasileira, logo mais.
México 2 X 2 Brasil. Mano Menezes ainda não acertou plenamente a mão, com Lucas, Neymar e Cia.
São Paulo 1 X 0 Internacional. Acredito que como o tricolor do Morumbi pôde descansar mais (o jogo contra o Cruzeiro se realizou quarta-feira passada), ganhará no preparo físico.
Grêmio 3 X 0 Figueirense. Uma vitória tranqüila dos comandados por Celso Juarez Roth.
Avaí 2 X 2 Atlético-GO. O time de coração de Gustavo Kuerten surpreendeu, goleando o Furacão. E o Dragão, talvez, esteja entrando em uma fase de decadência.
Corinthians 3 X 2 Botafogo. Estou entre os que gostam do trabalho do técnico Adenor Bachi Tite. A tendência é de afirmação do timão nesta reta final, pelo que mostrou contra o Atlético de Goiás.
América-MG 1 X 1 Ceará. Um confronto que cheira a empate.
Flamengo 1 X 1 Palmeiras. Outro embate que deve terminar com equilíbrio total.
Bahia 2 X 1 Cruzeiro. O treinador Joel Santana conhece a Raposa, que continuará com a vida complicadíssima.
Fluminense 2 X 2 Coritiba. O time orientado por Abel Braga vai amargar outro resultado de igualdade, que para ele tem sido raro neste campeonato.
Atlético-MG 2 X 3 Santos. O Galo ficará ainda mais perto da Série B. O Peixe será o único visitante vencedor, depois de uma rodada em que somente mandantes obtiveram triunfos.
Atlético-PR 1 X 1 Vasco da Gama. O Furacão pegará um ex-líder "mordido" pelo vareio sofrido no domingo.
A derrota por um fator e prognósticos
In Atlético-PR, In Cruzeiro, In Grêmio, In Internacional, In São Paulo, In Seleção Brasileira4 de out. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
A derrota do Internacional para o ameaçado e também desfalcado Atlético Paranaense comprovou velhas deficiências do elenco. Faltam melhores alternativas para as laterais. O Colorado deixou de contar com um grande zagueiro, já que Índio e Bolívar decaíram. O meio-de-campo está funcionando menos sem o menino Elton, um centromédio, ou primeiro volante, de origem. E Andrezinho acabou sendo ausência sentida, pois o jovem Ricardo Goulart pouco produziu.
Não falarei nem do fato do Inter não poder escalar o lesionado Leandro Damião, porque Jô deixou sua marca no placar, em um gol incrivelmente mal anulado pela arbitragem, no segundo tempo. Houve, no entanto, um pênalti (mão na bola) de Nei na primeira etapa, ignorado pelo juiz, que daria, em tese, vantagem ao Furacão. O clube de Curitiba "descobriu" o centroavante Nieto durante a semana. Pois eis mais uma prova da paridade no Brasileirão: um fator explorado com exatidão, através do aproveitamento de um atleta, no caso a deficiência colorada na bola alta, desequilibrou a partida.
Resta ao Internacional, quem sabe, com formação mais ofensiva do que o esquema 4-2-3-1 permite, arriscar contra os adversários diretos, na disputa pelo topo da tabela. Nos três embates contra Vasco, Fluminense e Corinthians aqui, e fora contra São Paulo, Botafogo e Flamengo, o conjunto orientado por Dorival Jr. necessita de algo como 15 ou 16 pontos. Quase impossível? Neste campeonato, nunca se sabe.
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Fui muito mal em meus prognósticos, na última rodada: só 3 acertos em 10 previsões, não obstante ter apontado com precisão o escore do confronto entre o líder e o vice-líder. Bem, vamos aos palpites para as partidas interessantes deste meio de semana.
Grêmio 2 X 2 Santos. No jogo atrasado, válido pelo primeiro turno da principal competição do país, o tricolor gaúcho voltará a empatar depois de algum tempo. O Peixe não se reabilitará completamente depois da derrota no último lance para o Fluminense de Abel Braga, mas o goleador Borges, quase banido do Olímpico, e o ex-colorado Rentería tendem a aprontar.
Cruzeiro 1 X 1 São Paulo. Fiquei impressionado com a decadência da Raposa, sem tirar os méritos gremistas no embate de domingo. Apenas Montillo e mais um ou dois jogando com melhor qualidade: o cenário promete ficar apavorante para outra equipe de Minas Gerais nesta reta final da competição! Pouco provável que vença um visitante de ótimo aproveitamento até agora.
Costa Rica 1 X 3 Brasil. Convenhamos que a CBF poderia ter marcado um amistoso contra uma seleção de melhor nível. Que ao menos a Seleção aproveite o absurdo de desfalcar os principais times do campeonato nacional melhorando o entrosamento.
A derrota do Internacional para o ameaçado e também desfalcado Atlético Paranaense comprovou velhas deficiências do elenco. Faltam melhores alternativas para as laterais. O Colorado deixou de contar com um grande zagueiro, já que Índio e Bolívar decaíram. O meio-de-campo está funcionando menos sem o menino Elton, um centromédio, ou primeiro volante, de origem. E Andrezinho acabou sendo ausência sentida, pois o jovem Ricardo Goulart pouco produziu.
Não falarei nem do fato do Inter não poder escalar o lesionado Leandro Damião, porque Jô deixou sua marca no placar, em um gol incrivelmente mal anulado pela arbitragem, no segundo tempo. Houve, no entanto, um pênalti (mão na bola) de Nei na primeira etapa, ignorado pelo juiz, que daria, em tese, vantagem ao Furacão. O clube de Curitiba "descobriu" o centroavante Nieto durante a semana. Pois eis mais uma prova da paridade no Brasileirão: um fator explorado com exatidão, através do aproveitamento de um atleta, no caso a deficiência colorada na bola alta, desequilibrou a partida.
Resta ao Internacional, quem sabe, com formação mais ofensiva do que o esquema 4-2-3-1 permite, arriscar contra os adversários diretos, na disputa pelo topo da tabela. Nos três embates contra Vasco, Fluminense e Corinthians aqui, e fora contra São Paulo, Botafogo e Flamengo, o conjunto orientado por Dorival Jr. necessita de algo como 15 ou 16 pontos. Quase impossível? Neste campeonato, nunca se sabe.
- X -
Fui muito mal em meus prognósticos, na última rodada: só 3 acertos em 10 previsões, não obstante ter apontado com precisão o escore do confronto entre o líder e o vice-líder. Bem, vamos aos palpites para as partidas interessantes deste meio de semana.
Grêmio 2 X 2 Santos. No jogo atrasado, válido pelo primeiro turno da principal competição do país, o tricolor gaúcho voltará a empatar depois de algum tempo. O Peixe não se reabilitará completamente depois da derrota no último lance para o Fluminense de Abel Braga, mas o goleador Borges, quase banido do Olímpico, e o ex-colorado Rentería tendem a aprontar.
Cruzeiro 1 X 1 São Paulo. Fiquei impressionado com a decadência da Raposa, sem tirar os méritos gremistas no embate de domingo. Apenas Montillo e mais um ou dois jogando com melhor qualidade: o cenário promete ficar apavorante para outra equipe de Minas Gerais nesta reta final da competição! Pouco provável que vença um visitante de ótimo aproveitamento até agora.
Costa Rica 1 X 3 Brasil. Convenhamos que a CBF poderia ter marcado um amistoso contra uma seleção de melhor nível. Que ao menos a Seleção aproveite o absurdo de desfalcar os principais times do campeonato nacional melhorando o entrosamento.
A goleada e um prognóstico
In Grêmio, In Internacional, In Palmeiras, In São Paulo, In Seleção Argentina, In Seleção Brasileira13 de set. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Pois escrevi, quando o Internacional levou 3X0 do S. Paulo, lá no primeiro turno do Brasileirão, sobre curiosidades históricas, envolvendo os jogos do Colorado contra times paulistas, algo mais ou menos assim: "Se o Inter se descuida, perde por goleada contra o tricolor do Morumbi. Contra o Palmeiras ocorre o inverso. Se o Verdão se descuida, perde por placar elástico para o Internacional."
E quem assistisse à partida no último domingo jamais poderia pensar que terminaria com goleada a favor do Campeão de Tudo. O Palmeiras, marcando fortemente, pressionou muito, atacando pelos lados, apostando na bola aérea e nas cobranças de faltas, pelo volante Marcos Assunção, como era de se esperar. Muriel e Rodrigo Moledo tiveram muitíssimo trabalho e foram bem. No quase único lance em que Oscar, D´Alessandro e Andrezinho conseguiram se aproximar, o último passou, como pôde, para Leandro Damião começar a comprovar que é o melhor centroavante do Brasil, com giro de quem possui raciocínio rápido. Apenas depois do primeiro tento, o Internacional conseguiu criar algumas oportunidades. Na totalidade do confronto, elas chegariam a menos da metade das chances desperdiçadas pelo Verdão, não contando as três aproveitadas.
As entradas de Mário Bolatti e Ilsinho, que deve substituir o suspenso D´Alessandro contra o Coritiba, melhoraram aos poucos o Colorado. Sandro Silva, talvez sem ritmo de jogo, foi muito afoito, praticando faltas. Nei, esforçado, melhor em relação a ele próprio, fez assistência primorosa para Damião na jogada do segundo gol, e o ex-são paulino ganhou no corpo de um adversário para servir o Camisa 9 de modo que ele demonstrasse todo o talento que adquiriu. A evolução de Leandro Damião de jogador da várzea para um atleta de alto rendimento - e põe alto nisso - tende a se tornar objeto de estudos acadêmicos em pouco tempo.
O Inter volta à briga pelo topo da tabela, mas precisa encarar o embate contra o Coxa Branca como outra decisão, no próximo domingo. Aliás, o clube do Paraná, que provocou o desabamento do já badalado Botafogo, foi um dos responsáveis pelo quase fracasso total dos meus prognósticos na rodada. Só acertei três palpites. Digo, de passagem, que o Grêmio me surpreendeu favoravelmente, ao apresentar a força coletiva de jogos anteriores contra o forte São Paulo. Paulistas 0 X 4 Gaúchos. L. Felipe Scolari, que em uma declaração infeliz, numa certa ocasião, elogiou o ditador chileno Augusto Pinochet, recebeu um "presente inesquecível" exatamente na data do golpe militar que resultou em um banho de sangue na terra do poeta Pablo Neruda.
Sobre outro treinador: está na hora de Mano Menezes começar a acertar a Seleção Brasileira. Acredito em vitória contra a Seleção Argentina amanhã. O amistoso terminará 2X1 para o Brasil. Com um gol de Leandro Damião - em vias de acertar parceria com a empresa de Ronaldo Fenômeno, o que, lhe proporcionando renda "europeia", pode fazer com que "vá ficando" no Beira-Rio -, obviamente.
Pois escrevi, quando o Internacional levou 3X0 do S. Paulo, lá no primeiro turno do Brasileirão, sobre curiosidades históricas, envolvendo os jogos do Colorado contra times paulistas, algo mais ou menos assim: "Se o Inter se descuida, perde por goleada contra o tricolor do Morumbi. Contra o Palmeiras ocorre o inverso. Se o Verdão se descuida, perde por placar elástico para o Internacional."
E quem assistisse à partida no último domingo jamais poderia pensar que terminaria com goleada a favor do Campeão de Tudo. O Palmeiras, marcando fortemente, pressionou muito, atacando pelos lados, apostando na bola aérea e nas cobranças de faltas, pelo volante Marcos Assunção, como era de se esperar. Muriel e Rodrigo Moledo tiveram muitíssimo trabalho e foram bem. No quase único lance em que Oscar, D´Alessandro e Andrezinho conseguiram se aproximar, o último passou, como pôde, para Leandro Damião começar a comprovar que é o melhor centroavante do Brasil, com giro de quem possui raciocínio rápido. Apenas depois do primeiro tento, o Internacional conseguiu criar algumas oportunidades. Na totalidade do confronto, elas chegariam a menos da metade das chances desperdiçadas pelo Verdão, não contando as três aproveitadas.
As entradas de Mário Bolatti e Ilsinho, que deve substituir o suspenso D´Alessandro contra o Coritiba, melhoraram aos poucos o Colorado. Sandro Silva, talvez sem ritmo de jogo, foi muito afoito, praticando faltas. Nei, esforçado, melhor em relação a ele próprio, fez assistência primorosa para Damião na jogada do segundo gol, e o ex-são paulino ganhou no corpo de um adversário para servir o Camisa 9 de modo que ele demonstrasse todo o talento que adquiriu. A evolução de Leandro Damião de jogador da várzea para um atleta de alto rendimento - e põe alto nisso - tende a se tornar objeto de estudos acadêmicos em pouco tempo.
O Inter volta à briga pelo topo da tabela, mas precisa encarar o embate contra o Coxa Branca como outra decisão, no próximo domingo. Aliás, o clube do Paraná, que provocou o desabamento do já badalado Botafogo, foi um dos responsáveis pelo quase fracasso total dos meus prognósticos na rodada. Só acertei três palpites. Digo, de passagem, que o Grêmio me surpreendeu favoravelmente, ao apresentar a força coletiva de jogos anteriores contra o forte São Paulo. Paulistas 0 X 4 Gaúchos. L. Felipe Scolari, que em uma declaração infeliz, numa certa ocasião, elogiou o ditador chileno Augusto Pinochet, recebeu um "presente inesquecível" exatamente na data do golpe militar que resultou em um banho de sangue na terra do poeta Pablo Neruda.
Sobre outro treinador: está na hora de Mano Menezes começar a acertar a Seleção Brasileira. Acredito em vitória contra a Seleção Argentina amanhã. O amistoso terminará 2X1 para o Brasil. Com um gol de Leandro Damião - em vias de acertar parceria com a empresa de Ronaldo Fenômeno, o que, lhe proporcionando renda "europeia", pode fazer com que "vá ficando" no Beira-Rio -, obviamente.
A semana do São Paulo
In São Paulo4 de ago. de 2011
A semana do São Paulo Futebol Clube que antecede ao jogo contra o Bahia no Cícero Pompeu de Toledo não foi das melhores.
A equipe profissional depois de uma vitória contra o Coritiba em Curitiba, vitória essa que de uma goleada quase se transforma num desastre pois o Coxa quase chega ao empate depois do São paulo abrir uma vantagem de quatro gols, perdeu do time cruzmaltino de São Januário por inquestionáveis dois a zero.Valeu o jogo apenas pela estréia do lateral direito Piris que parece que vai resolver o infindável problema da lateral direita !
As fichas dos jogos: http://dentreosgrandeesoprimeiro.blogspot.com/2011/08/sao-paulo-4-x-3-coritiba.html e http://dentreosgrandeesoprimeiro.blogspot.com/2011/08/sao-paulo-0-x-2-vasco-da-gama.html .
No sub-20 a equipe foi desclassificada da Taça Belo Horizonte, ficando em modesto quarto lugar. Classificação da primeira fase: http://brfut.blogspot.com/2011/08/taca-bh-jr-2011-classificacao-1-fase.html.
No sábado recomeçaram os campeonatos Paulista sub-17 e sub-15 já na segunda fase. Jogando em casa, em Cotia, o sub-17 derrotou a equipe do Itapirense por três a zero assumindo a liderança na primeira rodada. O sub-15 não foi tão feliz e apenas empatou em casa com a Ponte Preta de Campinas, ficando na segunda colocação. Veja em: http://brfut.blogspot.com/2011/08/spfc-2011-categorias-de-base-3107.html .
Esperamos logo mais uma excelente exibição e uma grande vitória frente ao Bahia.
A equipe profissional depois de uma vitória contra o Coritiba em Curitiba, vitória essa que de uma goleada quase se transforma num desastre pois o Coxa quase chega ao empate depois do São paulo abrir uma vantagem de quatro gols, perdeu do time cruzmaltino de São Januário por inquestionáveis dois a zero.Valeu o jogo apenas pela estréia do lateral direito Piris que parece que vai resolver o infindável problema da lateral direita !
As fichas dos jogos: http://dentreosgrandeesoprimeiro.blogspot.com/2011/08/sao-paulo-4-x-3-coritiba.html e http://dentreosgrandeesoprimeiro.blogspot.com/2011/08/sao-paulo-0-x-2-vasco-da-gama.html .
No sub-20 a equipe foi desclassificada da Taça Belo Horizonte, ficando em modesto quarto lugar. Classificação da primeira fase: http://brfut.blogspot.com/2011/08/taca-bh-jr-2011-classificacao-1-fase.html.
No sábado recomeçaram os campeonatos Paulista sub-17 e sub-15 já na segunda fase. Jogando em casa, em Cotia, o sub-17 derrotou a equipe do Itapirense por três a zero assumindo a liderança na primeira rodada. O sub-15 não foi tão feliz e apenas empatou em casa com a Ponte Preta de Campinas, ficando na segunda colocação. Veja em: http://brfut.blogspot.com/2011/08/spfc-2011-categorias-de-base-3107.html .
Esperamos logo mais uma excelente exibição e uma grande vitória frente ao Bahia.
São Paulo 2 x 2 Atlético Goianiense
In Atlético GO, In São Paulo26 de jul. de 2011
No ultimo sábado, 23, o São Paulo jogou conra o Atletico no Morumbi, empatando por dois gols. O resultado decepcionou o bom público presente, 24.397 pessoas, que esperava mais do Tricolor em função das atrações presvistas.
Os destaques da partida:
- A estréia de Adilson Batista no comando tecnico do time;
- A volta de Denílson, vindo do Arsenal por empréstimo com atuaão discreta;
- Mias um recorde na carreira do M1TO, Rogério 100NI, 108 jogos seguidos sem desfalcar a equipe do São Paulo. O recorde anterior pertencia a Suli, goleiro dos anos 60 com 107 partidas;
- Rivaldo iniciando a terceira partida seguida como titular;
Veja a ficha em: http://dentreosgrandeesoprimeiro.blogspot.com/2011/07/sao-paulo-2-x-0-atletico-go.html
O próximo jogo do SPFC será dia 27, quarta feira, em Curitiba contra o Coritiba no estádio Couto Pereira.
Destaques:
- Cañete, Argentino, meio campista, finalmente e apresentado à torcida;
- Ademiílson, jovem revelação que estava na Seleção Brasileira Sub-17 (marcou 5 gols no mundial da categoria) incia período de testes entre os profissionais;
- Pendurados com dois cartões: Dagoberto e Juan;
- Desfalques: Luis Fabiano (em recuperaão), Ilsinho (resolvendo problemas particulares), Henrique, Bruno Uvini, Willian José e Casimiro (seleção sub-20);
- Rodrigo Souto se despediu dos colegas, vai atuar no Japão.
No Domingo, 31, o adversário será o Vasco da Gama no Morumbi às 16 horas.
Destaques das categorias de base:
O Sub-20 participa da Taça Belo Horizonte Junior onde já realizou três partidas: 0x0 Siderúrgica (O Siderúrgica perdeu os pontos por escalar atleta de forma irregular, sendo o SPFC proclamado vencedor por 3x0), 1x1 Flamengo e 3x2 Pedro Leopoldo (Ficha: http://dentreosgrandeesoprimeiro.blogspot.com/2011/07/sao-paulo-3-x-2-pedro-leopoldo.html). O Tricolor é lider do grupo. Destaque para Gabriel Modesto com três gols de falta.
O Sub-17 venceu recentemente a Copa 2 de Julho disputada na Bahia. Na final bateu o Santos FC por 3 a 2.
(http://brfut.blogspot.com/2011/07/sao-paulo-campeao-da-copa-2-de-julho.html).
O Sub-15 participou da Copa Brasil sub-15 disputada no Paraná, porém na final não foi feliz sendo batido pelo Santos por 3 a 0.
Os campeonatos em São Paulo dessas categorias estão momentâneamente paralisados. Ainda na primeira fase o sub-20 está na liderança de seu grupo, o sub-17 e o sub-15 terminaram a primeira fase em segundo lugar (http://brfut.blogspot.com/2011/07/spfc-2011-categorias-de-base-0907.html).
Os destaques da partida:
- A estréia de Adilson Batista no comando tecnico do time;
- A volta de Denílson, vindo do Arsenal por empréstimo com atuaão discreta;
- Mias um recorde na carreira do M1TO, Rogério 100NI, 108 jogos seguidos sem desfalcar a equipe do São Paulo. O recorde anterior pertencia a Suli, goleiro dos anos 60 com 107 partidas;
- Rivaldo iniciando a terceira partida seguida como titular;
Veja a ficha em: http://dentreosgrandeesoprimeiro.blogspot.com/2011/07/sao-paulo-2-x-0-atletico-go.html
O próximo jogo do SPFC será dia 27, quarta feira, em Curitiba contra o Coritiba no estádio Couto Pereira.
Destaques:
- Cañete, Argentino, meio campista, finalmente e apresentado à torcida;
- Ademiílson, jovem revelação que estava na Seleção Brasileira Sub-17 (marcou 5 gols no mundial da categoria) incia período de testes entre os profissionais;
- Pendurados com dois cartões: Dagoberto e Juan;
- Desfalques: Luis Fabiano (em recuperaão), Ilsinho (resolvendo problemas particulares), Henrique, Bruno Uvini, Willian José e Casimiro (seleção sub-20);
- Rodrigo Souto se despediu dos colegas, vai atuar no Japão.
No Domingo, 31, o adversário será o Vasco da Gama no Morumbi às 16 horas.
Destaques das categorias de base:
O Sub-20 participa da Taça Belo Horizonte Junior onde já realizou três partidas: 0x0 Siderúrgica (O Siderúrgica perdeu os pontos por escalar atleta de forma irregular, sendo o SPFC proclamado vencedor por 3x0), 1x1 Flamengo e 3x2 Pedro Leopoldo (Ficha: http://dentreosgrandeesoprimeiro.blogspot.com/2011/07/sao-paulo-3-x-2-pedro-leopoldo.html). O Tricolor é lider do grupo. Destaque para Gabriel Modesto com três gols de falta.
O Sub-17 venceu recentemente a Copa 2 de Julho disputada na Bahia. Na final bateu o Santos FC por 3 a 2.
(http://brfut.blogspot.com/2011/07/sao-paulo-campeao-da-copa-2-de-julho.html).
O Sub-15 participou da Copa Brasil sub-15 disputada no Paraná, porém na final não foi feliz sendo batido pelo Santos por 3 a 0.
Os campeonatos em São Paulo dessas categorias estão momentâneamente paralisados. Ainda na primeira fase o sub-20 está na liderança de seu grupo, o sub-17 e o sub-15 terminaram a primeira fase em segundo lugar (http://brfut.blogspot.com/2011/07/spfc-2011-categorias-de-base-0907.html).
A derrota para o São Paulo e a crise colorada
In Internacional, In São Paulo18 de jul. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Até que acertei alguns resultados da rodada, mas errei feio outros. O mais dolorido, claro, a derrota do Internacional para o São Paulo. É histórico: se o Colorado se descuida, leva goleada do tricolor do Morumbi, e isso ocorre até mais comumente no Beira-Rio! O inverso acontece contra o Palmeiras: se o verdão vacila um pouquinho, perde por placar elástico para o Inter, independentemente do estádio.
A escola de velocidade e habilidade do conjunto orientado interinamente por Milton Cruz explica isso. Três volantes habilidosos, somados a Rivaldo, e ao excelente trabalho de Dagoberto, capaz de recuar para o meio-de-campo e deixar Fernandinho "pifado", secundados pela firmeza dos zagueiros Rodolfo e Xandão, se impuseram contra um Colorado desfalcado e com uma defesa envelhecida. O embate era de altíssimo risco. A crise deflagrada nesta segunda-feira, com as demissões do vice-presidente de futebol, Roberto Siegmnn, e do treinador Paulo Roberto Falcão decorre, por certo, de um acúmulo de situações, entre as quais os três fracassos seguidos foram as (enormes) gotas d´água.
Espantoso saber que o comandante do mais importante departamento do Clube mal falava com o presidente Giovani Luigi! Onde está o entendimento de que a Instituição deve estar acima de tudo? A incompetência para mudar o elenco de atletas após o terceiro lugar no Torneio Mundial 2010 culminou com a transferência desta responsabilidade para um ídolo da História do Inter que não exercia o ofício de técnico há 15 anos! Os reforços chegarão após qualquer perspectiva de título no Campeonato Brasileiro estar perdida. E se a remontagem, com dispensas e contratações, - presumindo que o grupo dirigente acerte nelas agora - provavelmente, a torcida precisará ser convencida de que um lugar na Copa Sul-Americana já estará mais do que bom.
Nenhum planejamento e racionalidade. Os fãs não devem confiar em soluções mágicas. Se a cúpula diretiva está isolada, que chame todos os movimentos atuantes na vida do Internacional, pense em algo semelhante ao que foi feito no Departamento de Futebol, em 1997, com a formação de "massa crítica" de diferentes posicionamentos políticos. Que aproveite a fase de turbulência, apostando em profissionalizar a Instituição, não com empreguismo e aparelhismo de facções, mas com critérios justos e transparentes.
Em tempo: a imagem do craque Falcão não sofre nenhum abalo. Também foi forte o que o Bola-Bola disse do presidente. O momento triste só fica atenuado porque ao menos sentiu o sabor de faturar um Estadual praticamente perdido. Acredito que o novo comandante do principal setor do Clube será um dos vices eleitos, provavelmente, Luiz Anápio. Dunga, como treinador, é a mais forte possibilidade, mas a doença de um familiar pode impedí-lo, e existem seríssimas dúvidas sobre a capacidade dele como organizador tático. Tomara que eu me engane!
Até que acertei alguns resultados da rodada, mas errei feio outros. O mais dolorido, claro, a derrota do Internacional para o São Paulo. É histórico: se o Colorado se descuida, leva goleada do tricolor do Morumbi, e isso ocorre até mais comumente no Beira-Rio! O inverso acontece contra o Palmeiras: se o verdão vacila um pouquinho, perde por placar elástico para o Inter, independentemente do estádio.
A escola de velocidade e habilidade do conjunto orientado interinamente por Milton Cruz explica isso. Três volantes habilidosos, somados a Rivaldo, e ao excelente trabalho de Dagoberto, capaz de recuar para o meio-de-campo e deixar Fernandinho "pifado", secundados pela firmeza dos zagueiros Rodolfo e Xandão, se impuseram contra um Colorado desfalcado e com uma defesa envelhecida. O embate era de altíssimo risco. A crise deflagrada nesta segunda-feira, com as demissões do vice-presidente de futebol, Roberto Siegmnn, e do treinador Paulo Roberto Falcão decorre, por certo, de um acúmulo de situações, entre as quais os três fracassos seguidos foram as (enormes) gotas d´água.
Espantoso saber que o comandante do mais importante departamento do Clube mal falava com o presidente Giovani Luigi! Onde está o entendimento de que a Instituição deve estar acima de tudo? A incompetência para mudar o elenco de atletas após o terceiro lugar no Torneio Mundial 2010 culminou com a transferência desta responsabilidade para um ídolo da História do Inter que não exercia o ofício de técnico há 15 anos! Os reforços chegarão após qualquer perspectiva de título no Campeonato Brasileiro estar perdida. E se a remontagem, com dispensas e contratações, - presumindo que o grupo dirigente acerte nelas agora - provavelmente, a torcida precisará ser convencida de que um lugar na Copa Sul-Americana já estará mais do que bom.
Nenhum planejamento e racionalidade. Os fãs não devem confiar em soluções mágicas. Se a cúpula diretiva está isolada, que chame todos os movimentos atuantes na vida do Internacional, pense em algo semelhante ao que foi feito no Departamento de Futebol, em 1997, com a formação de "massa crítica" de diferentes posicionamentos políticos. Que aproveite a fase de turbulência, apostando em profissionalizar a Instituição, não com empreguismo e aparelhismo de facções, mas com critérios justos e transparentes.
Em tempo: a imagem do craque Falcão não sofre nenhum abalo. Também foi forte o que o Bola-Bola disse do presidente. O momento triste só fica atenuado porque ao menos sentiu o sabor de faturar um Estadual praticamente perdido. Acredito que o novo comandante do principal setor do Clube será um dos vices eleitos, provavelmente, Luiz Anápio. Dunga, como treinador, é a mais forte possibilidade, mas a doença de um familiar pode impedí-lo, e existem seríssimas dúvidas sobre a capacidade dele como organizador tático. Tomara que eu me engane!
A derrota e o Duelo Falcão X Adenor Tite
In Corinthians, In Internacional, In São Paulo, In Vasco da Gama12 de jul. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
O Internacional não fez má partida contra o Vasco da Gama, ainda que tenha faltado, como há algum tempo não se via, o essencial: chutar, concluir a gol. Glaydson, substituindo Mário Bolatti, deu uma contribuição abaixo do que conseguiu, por exemplo, contra o Coritiba. Fabrício rendeu muito menos do que Oscar, quando se tratou de criar, embora tenha cumprido razoavelmente a função defensiva, ajudando a controlar as triangulações do lado direito da equipe carioca. Nesta, aliás, foi bom constatar que Juninho Pernambucano ainda conserva grande parte de suas qualidades.
Os desfalques pesaram, portanto. Contra o Corinthians, líder absoluto e com espantosa campanha no Brasileirão, Paulo Roberto Falcão poderá contar com o argentino e o jovem vindo do São Paulo. Certamente, o time alcançará melhor rendimento. No lugar do Bola-Bola, pensaria em alguma coisa para surpreender os comandados de Adenor Bachi Tite. Talvez um esquema próximo de um 3-4-3, com o volante castelhano mais fixo, e Glaydson como ala, no lugar de Ney.
Reconheço, entretanto, que o tempo de treinamento é escasso, e afinal o staff colorado deve ter estudado com profundidade eventuais pontos fracos do conjunto paulista. Para a sorte do Inter, Danilo não estará em campo. Projetando o que virá depois deste embate antecipado - por causa da participação na prestigiada Copa Audi, que, sempre cabe lembrar, acontece na Europa, mas tem caráter amistoso -, a situação não vai ficar tão ruim sem Oscar, porque Andrezinho e Paulo Tinga estão praticamente recuperados de lesões. Um momento em que o Ex-Craque necessitará repensar o meio-de-campo, de modo que o Colorado não perca velocidade.
Minha performance nos prognósticos atingiu nível apenas razoável na última rodada, com quatro acertos, sendo dois placares com exatidão: Bahia 1 X 1 Botafogo e Atlético 2 X 0 América, no clássico mineiro. Vislumbrando a quinta-feira, arriscarei prever um empate sem gols. Um 0X0 com boa atuação do Internacional, que animará a torcida para o jogo contra o São Paulo, previsto para domingo no Beira-Rio.
O Internacional não fez má partida contra o Vasco da Gama, ainda que tenha faltado, como há algum tempo não se via, o essencial: chutar, concluir a gol. Glaydson, substituindo Mário Bolatti, deu uma contribuição abaixo do que conseguiu, por exemplo, contra o Coritiba. Fabrício rendeu muito menos do que Oscar, quando se tratou de criar, embora tenha cumprido razoavelmente a função defensiva, ajudando a controlar as triangulações do lado direito da equipe carioca. Nesta, aliás, foi bom constatar que Juninho Pernambucano ainda conserva grande parte de suas qualidades.
Os desfalques pesaram, portanto. Contra o Corinthians, líder absoluto e com espantosa campanha no Brasileirão, Paulo Roberto Falcão poderá contar com o argentino e o jovem vindo do São Paulo. Certamente, o time alcançará melhor rendimento. No lugar do Bola-Bola, pensaria em alguma coisa para surpreender os comandados de Adenor Bachi Tite. Talvez um esquema próximo de um 3-4-3, com o volante castelhano mais fixo, e Glaydson como ala, no lugar de Ney.
Reconheço, entretanto, que o tempo de treinamento é escasso, e afinal o staff colorado deve ter estudado com profundidade eventuais pontos fracos do conjunto paulista. Para a sorte do Inter, Danilo não estará em campo. Projetando o que virá depois deste embate antecipado - por causa da participação na prestigiada Copa Audi, que, sempre cabe lembrar, acontece na Europa, mas tem caráter amistoso -, a situação não vai ficar tão ruim sem Oscar, porque Andrezinho e Paulo Tinga estão praticamente recuperados de lesões. Um momento em que o Ex-Craque necessitará repensar o meio-de-campo, de modo que o Colorado não perca velocidade.
Minha performance nos prognósticos atingiu nível apenas razoável na última rodada, com quatro acertos, sendo dois placares com exatidão: Bahia 1 X 1 Botafogo e Atlético 2 X 0 América, no clássico mineiro. Vislumbrando a quinta-feira, arriscarei prever um empate sem gols. Um 0X0 com boa atuação do Internacional, que animará a torcida para o jogo contra o São Paulo, previsto para domingo no Beira-Rio.
O Colorado melhor, Júlio Camargo no Grêmio e a Seleção Brasileira
In Atlético-MG, In Grêmio, In Internacional, In São Paulo, In Seleção Brasileira4 de jul. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
O Internacional melhorou nos dois últimos jogos, confirmando o progresso contra o Atlético Mineiro. Sem dúvida, o Colorado conseguiu uma dinâmica importante com Oscar e D´Alessandro como articuladores no meio-de-campo, e a vantagem foi obtida contra o Galo pela categoria do conjunto como um todo. O segundo gol foi uma verdadeira obra-prima, sob o prisma coletivo, com a bola de pé em pé. Quem diria que no confronto entre Falcão e o badalado Dorival Jr. o time autor de um tento com esta característica seria orientado pelo primeiro, e não pelo segundo?
A vantagem elástica dos 4X0, por outro lado, teve diretamente a ver com o nervosismo, a tensão reinante no Galo. O Inter, claro, não tem nada a ver com isso, e aproveitou as oportunidades, no segundo tempo, como deveria. Uma pena a absurda ida do menino que brigou com o São Paulo para a Seleção Sub-20! A ausência dele será sentida contra o Furacão, assim como a de D´Alessandro, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Já o desfalque de Paulo César Tinga, machucado, acredito que não será tão problemático, com a volta de Mário Bolatti, recuperado fisicamente.
A saída do auxiliar Júlio Camargo para assumir o Grêmio como técnico, por outro lado, representa um enorme desafio para o competente estudioso do futebol. Ele pensou na dimensão profissional, especialmente a questão financeira e no avanço na carreira em um clube de ponta. Ninguém pode condená-lo por este aspecto, mas que as relações institucionais entre o tricolor e o Colorado não ficarão iguais, ah, não ficarão. Abriu-se um precedente perigoso. E se Julinho fracassa, não fechará as portas nos dois clubes?
Para não esquecer da Seleção Brasileira, o Escrete contra a Venezuela protagonizou na segunda etapa, com todo o respeito, à nação comandada por Hugo Chavez, um dos maiores fracassos de sua História. Uma partida que provocou sono, e na qual nada pensado por Mano Menezes funcionou. Para melhorar na Copa América, talvez, a entrada de Lucas, futuro craque do tricolor paulista, no lugar de Robinho, dê maior consistência à articulação, fazendo crescer o poder ofensivo. A amostra inicial no torneio realmente assustou, inclusive, pela surpreendente falta de um trabalho coletivo minimamente apreciável, em se tratando do ex-estrategista da base do Inter, e campeão por Grêmio e Corinthians.
Finalizando, o movimento Convergência Colorada promove nesta segunda-feira importante palestra com Cláudio Duarte, ex-jogador, treinador e coordenador técnico do Internacional, no Edel Trade Center, em Porto Alegre. O assunto é atualíssimo: como organizar um Departamento de Futebol em um grande clube, delimitando funções entre os dirigentes e os profissionais. Mais informações no site www.convergenciacolorada.com.br .
O Internacional melhorou nos dois últimos jogos, confirmando o progresso contra o Atlético Mineiro. Sem dúvida, o Colorado conseguiu uma dinâmica importante com Oscar e D´Alessandro como articuladores no meio-de-campo, e a vantagem foi obtida contra o Galo pela categoria do conjunto como um todo. O segundo gol foi uma verdadeira obra-prima, sob o prisma coletivo, com a bola de pé em pé. Quem diria que no confronto entre Falcão e o badalado Dorival Jr. o time autor de um tento com esta característica seria orientado pelo primeiro, e não pelo segundo?
A vantagem elástica dos 4X0, por outro lado, teve diretamente a ver com o nervosismo, a tensão reinante no Galo. O Inter, claro, não tem nada a ver com isso, e aproveitou as oportunidades, no segundo tempo, como deveria. Uma pena a absurda ida do menino que brigou com o São Paulo para a Seleção Sub-20! A ausência dele será sentida contra o Furacão, assim como a de D´Alessandro, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Já o desfalque de Paulo César Tinga, machucado, acredito que não será tão problemático, com a volta de Mário Bolatti, recuperado fisicamente.
A saída do auxiliar Júlio Camargo para assumir o Grêmio como técnico, por outro lado, representa um enorme desafio para o competente estudioso do futebol. Ele pensou na dimensão profissional, especialmente a questão financeira e no avanço na carreira em um clube de ponta. Ninguém pode condená-lo por este aspecto, mas que as relações institucionais entre o tricolor e o Colorado não ficarão iguais, ah, não ficarão. Abriu-se um precedente perigoso. E se Julinho fracassa, não fechará as portas nos dois clubes?
Para não esquecer da Seleção Brasileira, o Escrete contra a Venezuela protagonizou na segunda etapa, com todo o respeito, à nação comandada por Hugo Chavez, um dos maiores fracassos de sua História. Uma partida que provocou sono, e na qual nada pensado por Mano Menezes funcionou. Para melhorar na Copa América, talvez, a entrada de Lucas, futuro craque do tricolor paulista, no lugar de Robinho, dê maior consistência à articulação, fazendo crescer o poder ofensivo. A amostra inicial no torneio realmente assustou, inclusive, pela surpreendente falta de um trabalho coletivo minimamente apreciável, em se tratando do ex-estrategista da base do Inter, e campeão por Grêmio e Corinthians.
Finalizando, o movimento Convergência Colorada promove nesta segunda-feira importante palestra com Cláudio Duarte, ex-jogador, treinador e coordenador técnico do Internacional, no Edel Trade Center, em Porto Alegre. O assunto é atualíssimo: como organizar um Departamento de Futebol em um grande clube, delimitando funções entre os dirigentes e os profissionais. Mais informações no site www.convergenciacolorada.com.br .
O Internacional "castelhano"
In Corinthians, In Cruzeiro, In Fluminense, In Grêmio, In Internacional, In River Plate, In Santos, In São Paulo25 de jan. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Das últimas 20 edições da Taça Libertadores da América, 16 tiveram a presença de times brasileiros nas finais. 80%! Claro que houve grandes "esquadrões" do Uruguai e da Argentina até a década de 90 na competição (1991-2000), mas o domínio do nosso país, através do São Paulo, começa quando a Conmebol institui o exame anti-doping no torneio. Uma simples coincidência? Parece difícil acreditar.
Fato é que a mística acerca dos jogadores "hermanos", muitíssimos de ótima qualidade, não se discute, se perpetuou nas bandas do sul. O Internacional, agora Bi-Campeão da Copa Libertadores, por exemplo, segundo informações, quer realmente reforçar o sotaque castelhano do conjunto orientado por Celso Juarez Roth. O volante Mario, da Seleção Argentina, atualmente no futebol italiano, estaria em negociações adiantadas com a diretoria colorada. Guiñazu, por outro lado, estaria se aproximando do momento de arrumar as malas, para ir rumo a muito longe do Beira-Rio.
Cavenaghi, companheiro de D´Alessandro na época de River Plate, chega nesta quarta-feira para reforçar o ataque. O ex-centroavante do selecionado duas vezes campeão do planeta não andava atuando com regularidade na Espanha, mas tem um currículo respeitável. Com as lesões graves de Bolívar (terá que passar por artroscopia) e Rafael Sóbis (problema muscular na perna), se acontecerem realmente os negócios, o Inter iniciará bem diferente a temporada 2011.
Uma outra projeção para o começo do ano: Lauro (Muriel, Agenor ou Renan, eis uma posição completamente aberta....), Ney, Sorondo (um castelhano que se naturalizou brasileiro), Rodrigo e Kléber; Mario, Augusto (ou Elton, o jovem que mais se destacar no Time B.....), Paulo Tinga e D´Alessandro; Zé Roberto e Cavenaghi. Se esta equipe iria longe na competição continental, é difícil prever. O Fluminense vem com muita força e moral. O Grêmio perdeu surpreendentemente Jonas, para o futebol europeu. O Cruzeiro tem mostrado ótimo conjunto. O Corinthians talvez dependa excessivamente dos veteranos. O Santos.....bem, o Peixe se apresenta como o grande favorito da disputa. Vide a média superior a 3 gols por partida no Paulistão, o mais exigente dos estaduais.
E parabéns aos flamenguistas pelo título da copinha, arrebatado com justiça.
Das últimas 20 edições da Taça Libertadores da América, 16 tiveram a presença de times brasileiros nas finais. 80%! Claro que houve grandes "esquadrões" do Uruguai e da Argentina até a década de 90 na competição (1991-2000), mas o domínio do nosso país, através do São Paulo, começa quando a Conmebol institui o exame anti-doping no torneio. Uma simples coincidência? Parece difícil acreditar.
Fato é que a mística acerca dos jogadores "hermanos", muitíssimos de ótima qualidade, não se discute, se perpetuou nas bandas do sul. O Internacional, agora Bi-Campeão da Copa Libertadores, por exemplo, segundo informações, quer realmente reforçar o sotaque castelhano do conjunto orientado por Celso Juarez Roth. O volante Mario, da Seleção Argentina, atualmente no futebol italiano, estaria em negociações adiantadas com a diretoria colorada. Guiñazu, por outro lado, estaria se aproximando do momento de arrumar as malas, para ir rumo a muito longe do Beira-Rio.
Cavenaghi, companheiro de D´Alessandro na época de River Plate, chega nesta quarta-feira para reforçar o ataque. O ex-centroavante do selecionado duas vezes campeão do planeta não andava atuando com regularidade na Espanha, mas tem um currículo respeitável. Com as lesões graves de Bolívar (terá que passar por artroscopia) e Rafael Sóbis (problema muscular na perna), se acontecerem realmente os negócios, o Inter iniciará bem diferente a temporada 2011.
Uma outra projeção para o começo do ano: Lauro (Muriel, Agenor ou Renan, eis uma posição completamente aberta....), Ney, Sorondo (um castelhano que se naturalizou brasileiro), Rodrigo e Kléber; Mario, Augusto (ou Elton, o jovem que mais se destacar no Time B.....), Paulo Tinga e D´Alessandro; Zé Roberto e Cavenaghi. Se esta equipe iria longe na competição continental, é difícil prever. O Fluminense vem com muita força e moral. O Grêmio perdeu surpreendentemente Jonas, para o futebol europeu. O Cruzeiro tem mostrado ótimo conjunto. O Corinthians talvez dependa excessivamente dos veteranos. O Santos.....bem, o Peixe se apresenta como o grande favorito da disputa. Vide a média superior a 3 gols por partida no Paulistão, o mais exigente dos estaduais.
E parabéns aos flamenguistas pelo título da copinha, arrebatado com justiça.
As contratações são necessárias para o Internacional?
In Grêmio, In Internacional, In São Paulo11 de jan. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
D´Alessandro recebeu o prêmio de melhor jogador do continente, na promoção tradicional do jornal uruguaio El País. Pessoalmente, não creio que tenha sido uma escolha justa, em se tratando de um camisa 10 que não marcou nenhum gol na Copa Libertadores da América. Não consigo ver o argentino como um craque, e sim um bom jogador, que não pode ser o "centro técnico" do Internacional. Em todo caso, para evitar mal-entendidos, não considero que o Colorado precise de reforços para a posição dele. Acredito que Guiliano daria melhor dinâmica ao conjunto, na comparação com um atleta (fiz o scout, vendo o videotape da decisão do torneio contra o Chivas Guadalajara, no Beira-Rio....) que dá a maioria dos passes para trás.
Há um ou dois volantes se destacando no Inter B. O Gauchão, que começa no próximo final de semana, será a prova de fogo para os jovens, os quais encerraram a pré-temporada nesta terça-feira. E de fato a função antes chamada de centromédio está aberta no Time, ao mesmo tempo em que no mercado não parece existir alguém com a qualidade próxima de Sandro. Eis uma posição onde seria importante contar com um jogador mais experiente na Taça Libertadores. Se Guiñazu deixar o Clube - parece que o "Cholo" sente que encerrou o ciclo por aqui -, Elton ou Juliano, ou ainda Augusto (que alguns comparam a Ramirez do Cruzeiro.....), deverá receber chances na segunda função do meio-de-campo.
Apostando-se que Rodrigo, ex-São Paulo e ex-Grêmio (que coisa deplorável o leilão promovido pelo irmão de Ronaldinho.....bem, que o Flamengo não se arrependa da contratação!), aprove como zagueiro, ainda restará a decisivíssima questão da camisa 9. A tentativa com Luiz Fabiano demonstra que a diretoria "pensou alto". Também vejo Grafite como um atacante de bom nível, ainda que muitos colorados com quem converso não demonstrem entusiasmo em relação ao centroavante que se destacou no difícil campeonato da Alemanha. Leandro Damião constitui alternativa adequada como reserva, mas não se sabe se evoluirá, digamos, o suficiente para a titularidade, nesta temporada.
Em resumo, minha resposta para a pergunta do título é positiva. O Tri da América passará pela boa e velha mescla de jovens da base com jogadores experientes que acabem com as carências da equipe principal, sem qualquer limitação de maturidade.
D´Alessandro recebeu o prêmio de melhor jogador do continente, na promoção tradicional do jornal uruguaio El País. Pessoalmente, não creio que tenha sido uma escolha justa, em se tratando de um camisa 10 que não marcou nenhum gol na Copa Libertadores da América. Não consigo ver o argentino como um craque, e sim um bom jogador, que não pode ser o "centro técnico" do Internacional. Em todo caso, para evitar mal-entendidos, não considero que o Colorado precise de reforços para a posição dele. Acredito que Guiliano daria melhor dinâmica ao conjunto, na comparação com um atleta (fiz o scout, vendo o videotape da decisão do torneio contra o Chivas Guadalajara, no Beira-Rio....) que dá a maioria dos passes para trás.
Há um ou dois volantes se destacando no Inter B. O Gauchão, que começa no próximo final de semana, será a prova de fogo para os jovens, os quais encerraram a pré-temporada nesta terça-feira. E de fato a função antes chamada de centromédio está aberta no Time, ao mesmo tempo em que no mercado não parece existir alguém com a qualidade próxima de Sandro. Eis uma posição onde seria importante contar com um jogador mais experiente na Taça Libertadores. Se Guiñazu deixar o Clube - parece que o "Cholo" sente que encerrou o ciclo por aqui -, Elton ou Juliano, ou ainda Augusto (que alguns comparam a Ramirez do Cruzeiro.....), deverá receber chances na segunda função do meio-de-campo.
Apostando-se que Rodrigo, ex-São Paulo e ex-Grêmio (que coisa deplorável o leilão promovido pelo irmão de Ronaldinho.....bem, que o Flamengo não se arrependa da contratação!), aprove como zagueiro, ainda restará a decisivíssima questão da camisa 9. A tentativa com Luiz Fabiano demonstra que a diretoria "pensou alto". Também vejo Grafite como um atacante de bom nível, ainda que muitos colorados com quem converso não demonstrem entusiasmo em relação ao centroavante que se destacou no difícil campeonato da Alemanha. Leandro Damião constitui alternativa adequada como reserva, mas não se sabe se evoluirá, digamos, o suficiente para a titularidade, nesta temporada.
Em resumo, minha resposta para a pergunta do título é positiva. O Tri da América passará pela boa e velha mescla de jovens da base com jogadores experientes que acabem com as carências da equipe principal, sem qualquer limitação de maturidade.
As questões pendentes do Colorado
In Fluminense, In Grëmio, In Inter de Milão, In Internacional, In Palmeiras, In São Paulo29 de nov. de 2010
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
O Internacional teve uma atuação preocupante contra o Vitória da Bahia, despedindo-se da torcida no Brasileirão 2010. Faltou ao Time sobretudo força ofensiva. Alecsandro, um centroavante que tem qualidades, mostrou definitivamente não estar em bom momento. O chute em que a perna esquerda dele.....desviou a trajetória da bola tocada com a direita foi emblemático. Eis aí uma das questões pendentes do Internacional para a Copa Mundial de Clubes, em Abu Dhabi.
1) Celso Juarez Roth acenou com a possibilidade de colocar Guiliano - premiado como melhor jogador da Taça Libertadores da América 2010 - entre os titulares, fixando Rafael Sóbis como o atacante de referência. O gol que marcou, quando o Inter empatou a partida, proporcionou uma rara combinação de força e técnica. O conjunto ganharia em articulação, com o jovem meio-campista ao lado de Paulo Tinga e D' Alessandro, mas perderia a opção da bola alta, do cruzamento, sempre perigoso, de Kléber.
2) Wilson Mathias não dá completa segurança à frente da zaga. Para mal dos pecados, Glaydson - ainda que vá para o Torneio - não se encontra nas melhores condições. A lentidão de Índio, na comparação com ele próprio, sugere que Rodrigo receba uma chance na defesa, mas falta ao ex-jogador dos tricolores São Paulo e Grêmio o ritmo de jogo adequado.
3) Por último, mas não menos importante, parece existir uma convicção geral de que o Colorado demonstrará outro ânimo, outra disposição no mundo árabe, e enfrentará de igual para igual o Inter de Milão, após passar pelo Pachuca ou o Mazembe. Não que o confronto contra o vencedor da Concacaf ou o da Copa da África esteja antecipadamente decidido. Não existe isso em futebol. Entretanto, é preciso levar em conta que os atletas brasileiros da agremiação italiana -uma entrevista com o zagueiro Lúcio foi publicada ontem no jornal Zero Hora, e ele confirma exatamente esta postura - incentivarão os companheiros europeus a valorizar o título mundial. O Internazionale, por este motivo, assume favoritismo, mas Celso Roth não há de renunciar ao ataque!
No mais, é esperar as eleições, já referidas aqui, que se realizarão no Clube sábado, e parabenizar os torcedores do Fluminense. Dificilmente, a equipe organizada por Muricy Ramalho (mais uma vez consagrado) deixará escapar a conquista do Brasileirão. Não importam as escolhas de São Paulo e Palmeiras, pois o campeonato deve ser analisado na totalidade, e não somente pelas rodadas finais. A fórmula dos pontos corridos em turno e returno segue, sim, sendo a mais justa.
O Internacional teve uma atuação preocupante contra o Vitória da Bahia, despedindo-se da torcida no Brasileirão 2010. Faltou ao Time sobretudo força ofensiva. Alecsandro, um centroavante que tem qualidades, mostrou definitivamente não estar em bom momento. O chute em que a perna esquerda dele.....desviou a trajetória da bola tocada com a direita foi emblemático. Eis aí uma das questões pendentes do Internacional para a Copa Mundial de Clubes, em Abu Dhabi.
1) Celso Juarez Roth acenou com a possibilidade de colocar Guiliano - premiado como melhor jogador da Taça Libertadores da América 2010 - entre os titulares, fixando Rafael Sóbis como o atacante de referência. O gol que marcou, quando o Inter empatou a partida, proporcionou uma rara combinação de força e técnica. O conjunto ganharia em articulação, com o jovem meio-campista ao lado de Paulo Tinga e D' Alessandro, mas perderia a opção da bola alta, do cruzamento, sempre perigoso, de Kléber.
2) Wilson Mathias não dá completa segurança à frente da zaga. Para mal dos pecados, Glaydson - ainda que vá para o Torneio - não se encontra nas melhores condições. A lentidão de Índio, na comparação com ele próprio, sugere que Rodrigo receba uma chance na defesa, mas falta ao ex-jogador dos tricolores São Paulo e Grêmio o ritmo de jogo adequado.
3) Por último, mas não menos importante, parece existir uma convicção geral de que o Colorado demonstrará outro ânimo, outra disposição no mundo árabe, e enfrentará de igual para igual o Inter de Milão, após passar pelo Pachuca ou o Mazembe. Não que o confronto contra o vencedor da Concacaf ou o da Copa da África esteja antecipadamente decidido. Não existe isso em futebol. Entretanto, é preciso levar em conta que os atletas brasileiros da agremiação italiana -uma entrevista com o zagueiro Lúcio foi publicada ontem no jornal Zero Hora, e ele confirma exatamente esta postura - incentivarão os companheiros europeus a valorizar o título mundial. O Internazionale, por este motivo, assume favoritismo, mas Celso Roth não há de renunciar ao ataque!
No mais, é esperar as eleições, já referidas aqui, que se realizarão no Clube sábado, e parabenizar os torcedores do Fluminense. Dificilmente, a equipe organizada por Muricy Ramalho (mais uma vez consagrado) deixará escapar a conquista do Brasileirão. Não importam as escolhas de São Paulo e Palmeiras, pois o campeonato deve ser analisado na totalidade, e não somente pelas rodadas finais. A fórmula dos pontos corridos em turno e returno segue, sim, sendo a mais justa.
Vitória Clássica na última edição do Confronto da Década
In Botafogo, In Cruzeiro, In Internacional, In São Paulo, In Vasco18 de set. de 2010
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
O mais importante confronto da década do futebol brasileiro teve sua última edição nela, e pode-se dizer que foi uma ótima partida. O Internacional jogou muito bem, e o São Paulo fez o que pôde, criando oportunidades e exigindo de Renan como o Colorado exigiu de Rogério Ceni. A diferença a favor do Clube do Povo do Rio Grande residiu especialmente na alta qualidade técnica do meio-de-campo. Paulo César Tinga, Guiliano e D´Alessandro demonstraram toda a mobilidade e habilidade, com dois volantes que funcionaram. E Leandro Damião, com sua "cavadinha" para cima do grande goleiro são-paulino, apresentou evolução.
Wilson Mathias até marcou seu primeiro gol pelo Inter. Aliás, em uma jogada ensaiada, o que só comprova a capacidade de Celso Juarez Roth, quando conta com o mínimo de tempo para treinar. O Internacional se aproxima dos líderes do Brasileirão e precisará vencer a partida "a menos". O problema é que o embate acontecerá contra um Santos ainda forte, embora sem o lesionado Paulo Ganso. O que mais deu confiança foi a dinâmica espanhola voltando a funcionar com o sistema alemão, o 4-2-3-1. Contra o Vasco neste domingo outra "pedreira". Uma curiosidade: se derrotar o adversário carioca, o Inter evitará que PC Gusmão, como técnico, iguale o recorde de invencibilidade do saudoso Ênio Andrade, em 1979, num mesmo campeonato, exatamente numa decisão envolvendo os dois clubes, com Falcão e Cia. assegurando a taça no Beira-Rio.
A vitória clássica de ontem deixou exatamente iguais Internacional e São Paulo, desde que Nilmar deu show no Morumbi, em 2003, no primeiro campeonato nacional de turno e returno, em pontos corridos, sendo decisivo para quebrar o tabu de 29 anos sem triunfos do Colorado lá em partidas oficiais, com o 2X0 para o conjunto recém organizado por Muricy Ramalho. Para ser mais exato: se desprezarmos aquele jogo do primeiro turno do Brasileirão 2005, quando o tricolor utilizou quase que só reservas, a amostra fica composta de 20 duelos. 8 vitórias para cada lado e 4 empates, com 28 gols a 27 para o Inter! O Clube do Povo do Rio Grande superou o da elite paulistana (que cada vez mais se populariza.....) notavelmente nas competições continentais: Sul-Americana em 2005, Decisão da Taça Libertadores da América 2006 e semifinais desta na atual temporada.
O crescimento do Internacional diante do ex-algoz, na minha opinião, registra naquele embate há sete anos, quando coletivamente o Time trabalhou muito bem, o marco inicial dos ótimos confrontos deste período, encerrados ontem com outro resultado de três pontos com diferença de dois gols. Se o tento qualificado de algum modo contasse no Campeonato Brasileiro, o Inter também levaria vantagem contra o São Paulo......para encerrar, uma observação sobre a arbitragem. Não creio que se possa criticá-lo nos lances duvidosos. Nem a jogada envolvendo Damião no primeiro tempo, nem o carrinho de Bolívar na segunda etapa (na origem do ataque são-paulino, o Colorado reclamou de falta sofrida pelo centroavante.....), apesar da aparência, constituem penalidades máximas claras, indiscutíveis. Pelo contrário, na repetição pela tevê é visível que o atleta tricolor dobra o joelho antes da disputa.
Oxalá Edu substitua a contento o "talismã" Guiliano neste domingo. Se o Internacional confirmar o favoritismo, a partir da grande atuação da quinta-feira, como Botafogo e Cruzeiro, por exemplo, vão se enfrentar, o Brasileirão esquentará de vez.
O mais importante confronto da década do futebol brasileiro teve sua última edição nela, e pode-se dizer que foi uma ótima partida. O Internacional jogou muito bem, e o São Paulo fez o que pôde, criando oportunidades e exigindo de Renan como o Colorado exigiu de Rogério Ceni. A diferença a favor do Clube do Povo do Rio Grande residiu especialmente na alta qualidade técnica do meio-de-campo. Paulo César Tinga, Guiliano e D´Alessandro demonstraram toda a mobilidade e habilidade, com dois volantes que funcionaram. E Leandro Damião, com sua "cavadinha" para cima do grande goleiro são-paulino, apresentou evolução.
Wilson Mathias até marcou seu primeiro gol pelo Inter. Aliás, em uma jogada ensaiada, o que só comprova a capacidade de Celso Juarez Roth, quando conta com o mínimo de tempo para treinar. O Internacional se aproxima dos líderes do Brasileirão e precisará vencer a partida "a menos". O problema é que o embate acontecerá contra um Santos ainda forte, embora sem o lesionado Paulo Ganso. O que mais deu confiança foi a dinâmica espanhola voltando a funcionar com o sistema alemão, o 4-2-3-1. Contra o Vasco neste domingo outra "pedreira". Uma curiosidade: se derrotar o adversário carioca, o Inter evitará que PC Gusmão, como técnico, iguale o recorde de invencibilidade do saudoso Ênio Andrade, em 1979, num mesmo campeonato, exatamente numa decisão envolvendo os dois clubes, com Falcão e Cia. assegurando a taça no Beira-Rio.
A vitória clássica de ontem deixou exatamente iguais Internacional e São Paulo, desde que Nilmar deu show no Morumbi, em 2003, no primeiro campeonato nacional de turno e returno, em pontos corridos, sendo decisivo para quebrar o tabu de 29 anos sem triunfos do Colorado lá em partidas oficiais, com o 2X0 para o conjunto recém organizado por Muricy Ramalho. Para ser mais exato: se desprezarmos aquele jogo do primeiro turno do Brasileirão 2005, quando o tricolor utilizou quase que só reservas, a amostra fica composta de 20 duelos. 8 vitórias para cada lado e 4 empates, com 28 gols a 27 para o Inter! O Clube do Povo do Rio Grande superou o da elite paulistana (que cada vez mais se populariza.....) notavelmente nas competições continentais: Sul-Americana em 2005, Decisão da Taça Libertadores da América 2006 e semifinais desta na atual temporada.
O crescimento do Internacional diante do ex-algoz, na minha opinião, registra naquele embate há sete anos, quando coletivamente o Time trabalhou muito bem, o marco inicial dos ótimos confrontos deste período, encerrados ontem com outro resultado de três pontos com diferença de dois gols. Se o tento qualificado de algum modo contasse no Campeonato Brasileiro, o Inter também levaria vantagem contra o São Paulo......para encerrar, uma observação sobre a arbitragem. Não creio que se possa criticá-lo nos lances duvidosos. Nem a jogada envolvendo Damião no primeiro tempo, nem o carrinho de Bolívar na segunda etapa (na origem do ataque são-paulino, o Colorado reclamou de falta sofrida pelo centroavante.....), apesar da aparência, constituem penalidades máximas claras, indiscutíveis. Pelo contrário, na repetição pela tevê é visível que o atleta tricolor dobra o joelho antes da disputa.
Oxalá Edu substitua a contento o "talismã" Guiliano neste domingo. Se o Internacional confirmar o favoritismo, a partir da grande atuação da quinta-feira, como Botafogo e Cruzeiro, por exemplo, vão se enfrentar, o Brasileirão esquentará de vez.
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