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Amistoso entre Cruzeiro e África do Sul

18 de mar. de 2010




Em BH, um amistoso com cara de festa. Os sócios podiam levar um acompanhante, brindes foram entregues no intervalo do jogo, uma grande e já tradicional queima de fogos na hora da entrada dos jogadores, enfim, um evento digno de um grande time e uma anfitriã da Copa do Mundo.

Em meio a tudo isso também teve futebol. O time de Adilson Batista tinha: Fabio, Jonathan, Leo Silva, Caçapa, Diego Renan, Henrique, M. Paraná, Pedro Ken, Roger, Kleber e Wellington Paulista.

O Cruzeiro jogou bem no primeiro tempo, mas o jogo foi morno. Nos primeiros minutos a seleção sul africana praticamente não pegou na bola da Copa. Parecia até que seria questão de tempo para o time brasileiro fazer seus gols.

Depois dos 15 minutos iniciais os bafana-bafana conseguiram alguns passes e chegaram com perigo uma vez. No mais, o time celeste é e demonstrou ser superior. Chegou a chutar em direção a rede umas 5 vezes com algum perigo, mas a bola não entrou.

No intervalo o time celeste foi modificado: entraram Bernardo (no lugar do Ken) e Fabinho (no lugar do Roger). Na segunda etapa, o jogo foi novamente morno. Com alguns minutos nosso técnico fez mais duas substituições entrando Eliandro (no lugar do Kléber) e Magalhães (no lugar do Diego Renan). Nisso, Bernardo cobrou uma falta brilhante que bateu no travessão. Depois, mais uma substituição no time azul saindo M. Paraná e entrando Marcos.

Apesar de bem melhor tecnicamente o time das cinco estrelas mostrou pouca raça e pouca emoção. É bom ressaltar o ótimo jogo do goleiro sul africano Khune, que fez belas defesas. De qualquer forma, a falta de objetividade prejudicou o time da china azul.

Já nos acréscimos, a África do Sul deu trabalho ao goleiro Fábio que fez duas belíssimas defesas. E assim acabou o jogo, ficamos no 0x0 e a seleção do Parreira conquistou a taça Governador Aécio Neves.

obs: imagem tirada do site oficial do Cruzeiro.

O último amistoso do escrete

2 de mar. de 2010


(imagem: Agência/Getty Images)

Amigos, até a Copa do Mundo não haverá mais jogos da Seleção. Em Londres, vencemos a Irlanda, assim como fizemos com quase todos os adversários nos últimos três anos. Papamos Argentina, Itália, Portugal, papamos todos. O escrete varreu praticamente todas as equipes que cruzaram seu caminho. Apesar do excelente retrospecto, muitos esbravejam, nas esquinas, nos botecos, nos jornais e na internet: "a Seleção não está bem!". Alguns exageram: "não passaremos nem da primeira fase!". Aqui, pergunto: não será todo este negativismo o disfarce de um envergonhado otimismo?

Eis a verdade, amigos: desde a tragédia de 1950, o brasileiro não consegue acreditar em si mesmo. A derrota para os uruguaios ainda dói na carne e na alma de cada cidadão tupiniquim. Depois daquilo, já conquistamos cinco Copas do Mundo, cinco!, e ainda assim nada cura a dor-de-cotovelo do Maracanazo. Parece que os sessenta anos passaram em vão sobre aquela derrota. Outro dia, perguntei ao meu tio, testemunha ocular do silêncio inenarrável daquela multidão. E ele me respondeu, com os olhos molhados: "foi ontem, Paulinho! Parece que foi ontem!".

Não consigo encontrar outra explicação para o pessimismo brasileiro, que não os ecos de dezesseis de julho de cinqüenta. A exibição contra a Irlanda não foi brilhante, mas passa longe de ruim. Robinho esteve magistral, com dois gols, e além dos gols, com dribles entortando os joões irlandeses. Kaká foi o jogador inteligente de sempre, correndo apenas quando era necessário correr. Na defesa, Lúcio e Juan tiveram atuações irretocáveis. Até mesmo quem entrou durante a partida foi bem: Daniel Alves quase fez gol no seu primeiro lance, e Grafite deu passe de cinema para o segundo tento de Robinho.

Mas a atuação brasileira é subestimada. Só se fala em Henry, em Fábregas, em Messi, em Cristiano Ronaldo. Pois eu tenho certeza: poderiam juntar os melhores dos melhores, para enfrentar a Seleção, e mesmo assim Kaká e companhia venceriam. Repito: se fizessem um jogo entre os melhores do resto do mundo e o Brasil, nós venceríamos. Amplio: talvez fosse uma vitória de goleada, um banho completo.

A escalação de Dunga é recheada de volantes? É, sou obrigado a concordar. Se eu fosse o técnico, a convocação seria diferente. Somos 180 milhões: se cada um convocasse seu escrete, provavelmente teríamos 180 milhões de seleções diferentes. Mas é o capitão do tetra que tem a árdua função de escolher os vinte e três. E cabe ao povo brasileiro apenas acreditar na conquista. Vencemos a Copa América, vencemos a Copa das Confederações, e faço aqui o vaticínio: vamos vencer a mais dramática Copa do Mundo de todos os tempos, na África do Sul.


PC
 

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