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Mais uma vitória em busca do tri!

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O Inter estará pronto dia 16?
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Grêmio conquista Taça Piratini

13 de mar. de 2011

          
           O favorito era o Grêmio, que jogava em casa, mas o Caxias deixou cair por terra o favoritismo e tornou uma simples final de turno um grande jogo. Com o título, o Tricolor garante sua vaga na final do Campeonato Gaúcho e ergue a Taça Piratini.
            Lisca, técnico caxiense, deu um nó tático no time de Renato e conseguiu dominar o Grêmio, aproveitando as defasagens do adversário. O resultado da imposição surpreendente do Caxias foi o gol, que saiu aos 19 minutos, com Itaqui, que já jogou na base do Grêmio. Como se já não fosse suficiente, aos 39’, Wesley amplia o placar, tornando o empate mais difícil.
                    A conversa no vestiário e as mudanças de Renato trouxeram um Grêmio diferente para a segunda etapa. O time voltou melhor e o Caxias já sentia o cansaço. Após várias chances desperdiçadas, Willian Magrão descontou aos 43’. O empate veio de maneira heróica. Com o retardamento do jogo que os caxienses faziam, o juiz acabou dando um acréscimo de 6 minutos, justamente. Então, aos 50’ Rafael Marques fez o gol do empate, levando o jogo aos pênaltis.
                     De ambos os lados tínhamos grandes goleiros e a estrela do melhor brilhou. Borges abriu o placar e Victor defendeu a primeira cobrança adversária. Douglas fez o segundo e novamente Victor, nome do jogo, fez outra grande defesa. Rochemback, para o Grêmio, e Everton, para o Caxias, concluíram. O pênalti do título foi cobrado por Lúcio, finalizando o placar de 4 a 1.
                    Em um jogo emocionante, provando sua imortalidade, o Grêmio ergue a Taça Piratini, correspondente ao primeiro turno do Campeonato Gaúcho. Garantido na final, de maneira mais tranqüila e podendo fazer testes, o Tricolor estréia na Taça Farroupilha. Agora tudo voltado à Libertadores da América.

Por Alessandra Formagini
http://ale-gremista.blogspot.com

Grêmio supera calor e Caxias e é líder do grupo.

6 de fev. de 2011

                
                No calor escaldante do Olímpico na tarde de ontem, o Grêmio foi a campo em busca da liderança de seu grupo, contra o Caxias. Com o time praticamente titular, o destaque foi a estréia do zagueiro Rodolfo e a volta do atacante Borges, após sofrer lesão e parar por quatro meses. O jogo também valeu a classificação antecipada para as quartas-de-final da Taça Piratini.
             O primeiro tempo começou com o comando gremista, parecia que o calor não incomodava os gremistas e Douglas tratou logo de abrir o placar aos 6 minutos. O Grêmio controlava a partida, tinha seu domínio e atacava com facilidade. E não demorou muito para ser ampliado o placar, aos 24’ Rochemback cruzou, o estreante Rodolfo desviou e Vilson marcou o segundo do jogo e o primeiro com a camisa do Grêmio. O gol também foi pagamento de uma aposta, agora não vai ter desculpa e o auxilar do time vai ter que cortar o cabelo.
            No segundo tempo o cansaço chegou e o calor passou a incomodar, melhor para o Caxias que conseguiu equilibrar a partida. O jogo já tinha caído de ritmo e a qualidade já não era a mesma dos primeiros 45 minutos. Enquanto o adversário passava a insistir, Renato chamou Borges que voltava a campo após quatro meses. Mas sem muito tempo, foi a vontade do Caxias que prevaleceu o cansaço do time gremista. E o time da Serra descontou o placar, aos 39’ com Edson Rocha.
             O resultado de 2 a 1 garante ao Grêmio a liderança da chave e a classificação antecipada. O próximo jogo acontece nesta quarta-feira às 22 horas, contra o São Luiz em Ijuí.

Alessandra Formagini

O que há no Internacional?

27 de mar. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

A angústia toma conta de torcedores colorados, a ponto de - segundo indicam enquetes sem valor científico - grande parte não acreditar em uma vitória, imprescindível, contra o Cerro, na próxima quarta-feira, em pleno Beira-Rio, para seguir vivo na Taça Libertadores da América. Tricolores esfregam as mãos, prevendo inclusive um triunfo retumbante do humilde clube uruguaio. E a pergunta insiste em aparecer: O que há no Internacional? Excessivas festas de atletas, de acordo com algumas fontes? Por conseqüência, omissão imperdoável da diretoria? Escolhas insuficientes em qualidade ou de perfil inadequado para o grupo? Fossati se perdeu, e seus comandados, deste modo, também? Os resultados negativos diante do São José - vergonhoso, pois o Colorado nunca havia sido goleado pelo simpático Zequinha - e do Caxias foram enganosos?

Talvez o deste domingo tenha sido, até certo ponto. O Inter criou algumas oportunidades claras de gol durante a partida, principalmente, no segundo tempo, quando o treinador voltou ao 4-4-2, desmontando o esquema com três zagueiros. D´Alessandro, Sandro e Alecsandro, como Bolívar na quarta, fizeram falta. Não que o 2X0 a favor do organizado conjunto grená se constitua em grande injustiça. Se uma equipe não consegue converter em gols as chances, não pode se queixar da eficiência do adversário.

Como quem conheceu o Clube por dentro, os leitores sabem que considero que o grupo dirigente colorado possui vários defeitos, não obstante os inegáveis méritos. Vejo entre as concepções erradas a de deixar o vestiário sob quase que absoluta liderança do técnico, o que acarreta conseqüências para o bem e para o mal. Não sei se procede a informação de que um relatório deixado por Mário Sérgio Paiva, o qual treinou o Time na reta final do Brasileirão 2009, apontaria presenças "estranhas ao elenco" no hotel onde os jogadores se concentravam (mudado nesta semana), mas se o fato é real, eis uma omissão deveras grave. Certas liberdades, apontam diferentes especialistas, não combinam com esporte de alto rendimento.

O centro das atividades ainda estará fortemente (como em 2009) nas negociações envolvendo gente que se destaca entre os profissionais? Bem, o jogo de quarta-feira, independentemente de tudo isso, deve ser objeto de atenção, de foco, de mobilização total, chamem como quiser. O Internacional se tornou uma Instituição democrática, por esforço de diversos movimentos políticos (no bom sentido), e os sócios vão poder refletir sobre estas questões ao longo do ano. Até quarta, só existe um objetivo, um fator para ponderações do presidente ao mais humilde funcionário do Beira-Rio: o Colorado precisa derrotar o competente Cerro, uma das surpresas do torneio continental. Esqueça-se o Gauchão! Esqueça-se a perspectiva de um Gre-Nal imediatamente! A torcida tem que apoiar o time, do primeiro ao último segundo da partida!

E Jorge Fossati experimentaria algo novo? Quem sabe, um 3-4-1-2, seu esquema preferido, mas com Guiliano na ala direita, e Walter (ao menos está se esforçando e até acertando tecnicamente, em lances importantes) com Alecsandro, no ataque? Um 4-5-1, como abordei aqui há algum tempo? Admito que a quarta-feira oferece altíssimo risco de uma decepção definitiva, mas também seria inaceitável "se entregar antes da hora". Que as coisas surpreendam favoravelmente ao Inter no Gigante!
 

2009 ·Gol de Letras by TNB