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Mais uma vitória em busca do tri!

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Por que o Internacional decepcionou na Copa Mundial de Clubes?

15 de dez. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

A primeira questão a definir em um debate racional sobre o que ocorreu ao Internacional em Abu Dhabi é a premissa de que se parte em relação ao Mazembe. Tenho convicção de que se o Campeão Africano fosse um dos participantes do Brasileirão, nào cairia, e muito possivelmente conquistaria uma vaga na Copa Sul-Americana. Estabelecido o pressuposto, pode-se examinar não como um fiasco, mas como uma profunda decepção o que ocorreu com o Inter na Copa Mundial de Clubes.

Com espírito fora do campeonato nacional ou não, os titulares colorados perderam para o Avaí, pela primeira vez no Beira-Rio, quando o clube catarinense lutava para não cair, empataram com o Atlético-GO e o Vitória, que duelaram para fugir do rebaixamento até a última rodada, e foram goleados pelo Flamengo, vencedor em 2009 que correu o risco até a penúltima jornada, salvo engano. Então, uma derrota para uma equipe forte e veloz, que ao menos para o confronto com o Time gaúcho adotou maior disciplina tática, era uma possibilidade.

Porque a verdade é que a direção, certamente com anuência de Celso Juarez Roth, não conseguiu repôr a qualidade perdida após a conquista do Bi da América, quando saíram Taison e principalmente Sandro. Com um goleiro instável, uma zaga envelhecida, um centromédio que jamais se firmou, e cuja titularidade é inexplicável, além de um ataque pouco efetivo, o Colorado acabou revelando deficiências técnicas fatais numa disputa que afinal se deu contra outro campeão continental, ainda que da região mais pobre do planeta.

Para tirar lições, penso que não se deve nem considerar o fracasso um "acidente de percurso", nem reputá-lo como "maior vexame da História do Clube". Isto independe do Mazembe surpreender o Inter de Milão na final do torneio. O grande problema é que o Internacional precisa tomar uma decisão séria sobre Celso Roth, inclusive, pela postura que adotou logo ao final da partida, virando as costas para os jogadores, como quem atira para eles toda a responsabilidade pela derrota, além de reformular o elenco.

E este processo quase inviabiliza a conquista de uma nova Taça Libertadores. Pior: se adiado, ainda que por pouco tempo, determinaria seríssimos riscos no Campeonato Brasileiro, o mais difícil do mundo. O ciclo de títulos além-fronteira do Internacional, já o maior do futebol gaúcho em todos os tempos, tende a acrescentar tão somente mais uma recopa em 2011. E a maior preocupação no Brasileirão seria evitar o rebaixamento.

Um cenário pessimista? Se considerarmos que Fernando Carvalho deverá se afastar após a participação no torneio continental, e a pessoa cotada para assumir o Departamento de Futebol enfrenta seríssimas restrições pelo comportamento agressivo, inclusive, no próprio grupo dirigente (Roberto Sigmann), infelizmente é um panorama provável. Torço para estar completamente enganado.

E será importante, ainda que melancólico, faturar o terceiro lugar da Copa Mundial contra o Seognam, da Coréia do Sul, no sábado . Uma obrigação, convenhamos.

O cenário se define no Torneio Mundial

10 de dez. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Está definido o primeiro adversário do Internacional na Copa Mundial de Clubes, em Abu Dhabi. O Mazembe mostrou alguma qualidade, sim, contra o Pachuca do México. Além da força e da velocidade típicas do futebol africano, a equipe do Congo soube marcar, embora o conjunto funcione melhor, com triangulações e infiltrações, do meio-de-campo para a frente do que na defesa. Oito jogadores atrás da linha da bola vez que outra não continham os astecas, comandados pelo meio-campista argentino Manso.

O esporte mais popular do planeta, entretanto, é uma caixinha de surpresas, já dizia o treinador - e ex-centromédio de Seleção Brasileira - Dino Sani. O Inter precisará do máximo de seriedade e concentração para vencer os congoleses. Acredito que Rafael Sóbis atuará como segundo atacante, postando-se o Colorado mais para um 4-4-2 do que para um 4-2-3-1. Celso Juarez Roth e a comissão técnica avaliam há um bom tempo os possíveis adversários. Pouco provável que a partida desta sexta-feira tenha apresentado surpresas.

Há, porém, um fator de risco. O Mazembe "chega junto" na linguagem popular. O risco de lesão para o Colorado, com um Time leve, será maior do que para o Inter de Milão, não importando se a agremiação italiana vai encarar o Campeão da Ásia ou o representante do país-sede, o Al-Whada, dos brasileiros Magrão e Hugo. O Internacional - não obstante o erro impressionante da direção no que se refere ao que se revelou como impossibilidade de contar com o zagueiro Rodrigo - acabou ficando com um grupo equilibrado, em termos de alternativas, nos Emirados Árabes. Nos treinos, o treinador está ensaiando uma marcação por pressão no ataque.

Outras informações também dão conta de uma forte mobilização dos atletas, e uma confiança sem exageros do staff de dirigentes e profissionais no Bi Mundial. O Grêmio na Taça Libertadores seguinte e o vencedor do torneio continental africano na semifinal são algumas das coincidências com 2006, além de Muricy Ramalho vencedor com um tricolor do eixo Rio-São Paulo no Brasileirão.....mas é melhor apostar no máximo de rendimento dentro do campo! Toda sorte ao Internacional!

As questões pendentes do Colorado

29 de nov. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

O Internacional teve uma atuação preocupante contra o Vitória da Bahia, despedindo-se da torcida no Brasileirão 2010. Faltou ao Time sobretudo força ofensiva. Alecsandro, um centroavante que tem qualidades, mostrou definitivamente não estar em bom momento. O chute em que a perna esquerda dele.....desviou a trajetória da bola tocada com a direita foi emblemático. Eis aí uma das questões pendentes do Internacional para a Copa Mundial de Clubes, em Abu Dhabi.

1) Celso Juarez Roth acenou com a possibilidade de colocar Guiliano - premiado como melhor jogador da Taça Libertadores da América 2010 - entre os titulares, fixando Rafael Sóbis como o atacante de referência. O gol que marcou, quando o Inter empatou a partida, proporcionou uma rara combinação de força e técnica. O conjunto ganharia em articulação, com o jovem meio-campista ao lado de Paulo Tinga e D' Alessandro, mas perderia a opção da bola alta, do cruzamento, sempre perigoso, de Kléber.

2) Wilson Mathias não dá completa segurança à frente da zaga. Para mal dos pecados, Glaydson - ainda que vá para o Torneio - não se encontra nas melhores condições. A lentidão de Índio, na comparação com ele próprio, sugere que Rodrigo receba uma chance na defesa, mas falta ao ex-jogador dos tricolores São Paulo e Grêmio o ritmo de jogo adequado.

3) Por último, mas não menos importante, parece existir uma convicção geral de que o Colorado demonstrará outro ânimo, outra disposição no mundo árabe, e enfrentará de igual para igual o Inter de Milão, após passar pelo Pachuca ou o Mazembe. Não que o confronto contra o vencedor da Concacaf ou o da Copa da África esteja antecipadamente decidido. Não existe isso em futebol. Entretanto, é preciso levar em conta que os atletas brasileiros da agremiação italiana -uma entrevista com o zagueiro Lúcio foi publicada ontem no jornal Zero Hora, e ele confirma exatamente esta postura - incentivarão os companheiros europeus a valorizar o título mundial. O Internazionale, por este motivo, assume favoritismo, mas Celso Roth não há de renunciar ao ataque!

No mais, é esperar as eleições, já referidas aqui, que se realizarão no Clube sábado, e parabenizar os torcedores do Fluminense. Dificilmente, a equipe organizada por Muricy Ramalho (mais uma vez consagrado) deixará escapar a conquista do Brasileirão. Não importam as escolhas de São Paulo e Palmeiras, pois o campeonato deve ser analisado na totalidade, e não somente pelas rodadas finais. A fórmula dos pontos corridos em turno e returno segue, sim, sendo a mais justa.

Depois dos empates, ponderações

5 de nov. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois o Internacional empatou com Santos e Fluminense em casa, dando praticamente um adeus muito lamentado à perspectiva de disputar o título do Brasileirão. O jogo contra o adversário paulista - embora a qualidade da partida - oferece prejuízos para a análise, porque a arbitragem foi verdadeiramente desastrosa. Primeiro, não viu um movimento de Edu Dracena com o braço tocando a bola dentro da área, o que caracterizaria o pênalti para o Colorado. Segundo, não assinalou o gol do Santos (verdade que enquanto não se usar o recurso eletrônico na bola, haverá risco desse tipo de lance, quando ela mal ultrapassa a linha da goleira.....), ainda na etapa inicial. Nos 45 minutos derradeiros, não enxergou o lance mais claro, quando Neymar foi puxado por Kléber, numa situação de penalidade máxima, desta vez a favor do Peixe.

Assim, o juiz catarinense conseguiu alterar completamente os rumos do confronto. Algo diferente se deu no embate com o líder da competição. O Flu mostrou as qualidades de sempre, com eficiente sistema de marcação em todos os setores, perigoso apoio dos laterais e a lucidez e criatividade de Conca, ao que tudo indica, o melhor jogador do campeonato. O Inter sustentou um enfrentamento com vantagem na iniciativa, nas tentativas pelos lados, com algumas infiltrações, mas com finalizações defeituosas.

Entretanto, uma novidade boa surgiu no gramado do Beira-Rio, "ornamentado" pelo palco à espera do show do ex-beatle Paul M´Cartney. Wilson Mathias teve a melhor atuação até agora no Colorado, jogando na primeira função do meio-de-campo. Apresentou o senso de colocação de um bom centromédio, marcou desarmando e praticando menos faltas. Soube se apresentar para o trabalho coletivo iniciando as articulações no setor onde as coisas se decidem, secundando o sempre espantoso Guiñazu.

Somando este fato à entrevista do agora volante na Inglaterra, o importantíssimo Bi-Campeão da América, Sandro, na qual afirma que o Internacional terá mais chances de faturar o Torneio Mundial se atacar o Inter de Milão na provável final da competição nos Emirados Árabes, estou ponderando sobre o que escrevi antes. Dificilmente, o Colorado teria iniciativa com um esquema de três zagueiros. Se Wilson Mathias - que certamente não atingirá o nível "espetacular" para lembrar a infeliz frase de Fernando Carvalho - continuar melhorando, será melhor preservar a tática 4-4-2 ou a variação para 4-2-3-1. Sem esquecer que há pela frente o Pachuca ou o clube do Congo, virtual campeão africano após enfiar 5X0 no Esperánce da Tunísia, na decisão da Copa da África. O Internacional não pode se intimidar, afirmou o atleta com nível de Seleção Brasileira. O que resta no Campeonato Nacional servirá para experiências? Provavelmente.

Para terminar, também muito significativa a entrevista de Mano Menezes para vários veículos do grupo RBS. A filha de Mano, a jornalista Camila Menezes, foi estagiária na TVE, onde trabalho. Já mostrava talento, agora comprovado na competentíssima assessoria ao pai dela. Ah! Ia me esquecendo: a candidatura de Sandro Farias à presidência do Internacional ganhou pontos ontem com excelente apresentação do plano de gestão do grupo Convergência Colorada aos conselheiros do Clube. Ele milita há muitos anos no Movimento InterAção, do qual sou fundador. É um colorado apaixonado, conciliador e de grande conhecimento técnico, tendo sido decisivo, como contador, para que a Instituição equacionasse os problemas financeiros lá no começo da década, durante a gestão 2000-01. A qualidade do discurso dele era plenamente esperada, embora exista enorme dificuldade para passar ao segundo turno (quando os sócios votam), em função das duas candidaturas situacionistas. Está garantidíssima, no entanto, a consolidação do nome de Sandro como inequívoco defensor de um Clube democrático com gestão profissional, ao lado dos companheiros de chapa Arthr Caleffi e Berenice Corsetti.

VASCO - Vitória na estréia da Taça GB

16 de jan. de 2010


Quem foi a São Januário hoje e esperava uma vitória tranquila do Vasco (Eu já sabia que seria sofrido) viu um time ainda desarrumado e desentrosado e uma vitória sofrida por 1x0, gol do Lateral Fágner aos 38 mins da etapa inicial, após uma cobrança de falta da intermediária que o goleiro do Tigres do Brasil aceitou, antes disso, Rodrigo Pimpão totalmente afoito já tinha sido expulso.
Ainda no fim do primeiro tempo, o adversário também perdeu um jogador, Celico agrediu Jumar e foi expulso.
No segundo tempo, mesmo sentindo o efeito de um pré temporada curta o Vasco voltou melhor e perdeu oportunidades com Carlos Alberto (Duas vezes), Dodô, Nilton e Philippe Coutinho, este que aliás mostrou todo o seu repertório de jogadas de efeito, pena já estar vendido para a Inter de Milão.
Já o Vasco precisa se arrumar e encontrar ainda na Taça Guanabara um bom futebol, de positivo os três pontos no bolso.
Próximo jogo contra o "América de Aluguel" de Romário e cia, que perdeu para o Madureira na estréia.

FICHA TÉCNICA

VASCO 1 X 0 TIGRES

Competição: Campeonato Estadual - 1º turno - 1ª fase - 1ª rodada

Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Data: 16/01/2010 - sábado
Hora: 17h (horário de Brasília/Horário de verão)

Árbitro: Lenílton Rodrigues Gomes Júnior (RJ)
Ábitro Assistente Nº 1: Hilton Moutinho Rodrigues (RJ)
Ábitro Assistente Nº 2: Lilian da Silva Fernandes Bruno (RJ)
4º Árbitro: Rafael Tony Cruz (RJ)

Acréscimo 1º tempo: 0'
Acréscimo 2º tempo: 3'

Público pagante: 10.613
Público presente: 13.433
Renda R$ 269.295,00

Cartões amarelos: Rodrigo Pimpão 1'/1ºT, Nilton 24'/1ºT, Jumar 30'/1ºT, Dodô 3'/2ºT, Carlos Alberto 6'/2ºT, Léo Gago 28'/2ºT, Gian 32'/2ºT, Caique 38'/2ºT, Souza 51'/2ºT (VAS); Leandro Chaves 13'/1ºT, Oziel 26'/1ºT, Zé Carlos 1'/2ºT, Gustavo 40'/2ºT (TIG)
Cartões vermelhos: Rodrigo Pimpão 33'/1ºT (2º amarelo) (VAS); Celico 40'/1ºT (2º amarelo) (TIG)

Gol: Fágner (falta) 38'/1ºT (VAS)

VASCO: Fernando Prass; Fágner, Fernando, Gian e Márcio Careca; Nilton, Jumar (Souza 22'/2ºT), Léo Gago e Carlos Alberto (Philippe Coutinho 17'/2ºT); Rodrigo Pimpão e Dodô (Caíque 37/2ºT). Técnico: Vágner Mancini.

TIGRES: Marcos Paulo; Oziel, Zé Carlos, Gustavo e Celico; Leão, Denis (Marquinhos 31'/2ºT), Vander (Claiton 17'/1ºT) e Leandro Chaves; Danilo Santos (Gilberto 34'/2ºT) e Gilcimar
 

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