O Internacional em busca de regularidade e os prognósticos pra rodada
In Internacional, In Náutico, In Ponte Preta10 de ago. de 2012
Mais uma vitória sublime com Fernandão e os palpites para a rodada
In Internacional, In Náutico, In Palmeiras8 de ago. de 2012
A derrota desanimadora do Internacional e a questão do técnico
In Botafogo, In Internacional, In Náutico20 de jun. de 2012
Chocolate!
In Copa do Brasil, In Náutico, In Vitória3 de abr. de 2010
Assim como 99% da Nação Rubronegra, ainda estou tentando me curar da ressaca causada pela comemoração pela goleada triunfal em cima do Náutico na última quarta-feira. Era muita coisa para comemorar em um dia só: início de feriadão, desclassificação do Bahia e classificação do Vitória para as oitavas de final da Copa do Brasil, com direito a uma goleada histórica com requintes de crueldade - sofremos 2 pênaltis, perdemos 3, e ainda assim goleamos o Timbú por 5x0.O time, que no domingo jogou um péssimo futebol e ganhou do Vitória da Conquista por um magro e vergonhoso placar de 1x0, desmentindo assim a minha tese de que, no Barradão, sempre cresce, voltou a jogar bola no meio da semana e avançou com sobras para a próxima fase da CB.
Nino Paraíba já mostrou que vai ser o dono da Camisa 2 este ano (a menos que o negociem, saravá, mangalô, três vezes). Vanderson parece estar voltando à velha forma. Elkeson parece que vai mesmo se firmar como titular. Até Bida jogou bem(!).
Mas o destaque do time mesmo é o tal do Diabo Loiro, o Júnior, que ninguém conhecia, e, ao que parece, finalmente vai suprir uma lacuna que já dura muito tempo no ataque do Vitória. Desde 2008, com a negociação de Dinei pelo Atlético PR, que não tínhamos no time um bom centro-avante. Agora parece que, enfim, temos um homem-gol. Na quarta-feira, inclusive, chegou-se a ouvir, das arquibancadas do Barradão, os gritos de "ô ô ô ô ô... Júnior é melhor que o Imperador".
Exageros á parte, o sósia dinarmaquês do pagodeiro Belo não só vem marcando gols - já é o artilheiro do time na temporada - como vem jogando bem e com regularidade, ao contrário de outros "artilheiros" que passaram pela toca recentemente, que faziam um gol para cada trezentos e cinquenta perdidos.Voltando à peleja de quarta, é certo que a fragilidade do Náutico contribuiu muito para o resultado (que poderia ter sido mais expressivo, não fossem os pênaltis desperdiçados por Ramón e Viáfara, instantaneamente perdoados), mas diante de um adversário frágil, o Vitória tem que fazer o que fez - dar show e golear.
Agora as perspectivas melhoraram muito, Ricardo Silva ganhou créditos e a torcida está mais confiante (não vão me decepcionar de novo não, viu?). O próximo adversário da Copa do Brasil é muito mais forte que as equipes que enfrentamos até agora e o Estadual se encaminha para o final. Agora a torcida tem que fazer sua parte (12 mil num jogo decisivo destes é muito pouco, mesmo em véspera de feriado), comparecendo e incentivando cada vez mais, para que o time conquiste o inesperado tetra estadual e, quem sabe, a inédita Copa do Brasil.
Avante, Leão!
PS: Parabéns, Ramón, pelo golaço, que calhou de ser o seu quadragésimo no Barradão. Espero que você seja inteligente a ponto de compreender a hora certa de sair por cima, com todos esses seus recordes batidos, e encerrar o seu ciclo no Vitória em grande estilo.
Espantos no Brasileirão
In Atlético PR, In Avaí, In Fluminense, In Goiás, In Internacional, In Náutico, In Palmeiras, In São Paulo, In Sport13 de out. de 2009
Este é um verdadeiro Brasileirão de espantos. Por ordem: tudo bem que o Palmeiras estava desfalcadíssimo contra o Náutico. Porém, é compreensível que uma equipe da zona de rebaixamento goleie como goleou o líder do campeonato? O Timbu entrou para o rol dos times desesperados a praticar crimes? Não. Quem viu boa parte do jogo sabe que o placar expressa a superioridade alvirubra na partida dos Aflitos. Bastou então a agremiação pernambucana contar com o máximo de titulares para uma vitória retumbante.
E o Avaí? Era pule de dez para voltar à segunda divisão. Entretanto, graças a um competente trabalho certamente da direção do clube e do treinador Silas - sem dúvida o melhor da competição -, deve se manter com tranqüilidade entre os 11 ou 12 primeiros, arrebatando vaga na Copa Sul-Americana 2010. O Sport Recife, penúltimo na tabela, não perdeu nem para o Grêmio, nem para o Goiás, este integrante assíduo do grupo que pode sonhar com a Taça Libertadores da América da próxima temporada. E por aí vamos.....
Então, todos me cobrarão: e o seu Internacional, diante disto? Empata com o Atlético-PR, em casa, não se ajuda e ainda conta com um lance de interpretação benevolente de arbitragem, numa jogada dentro de sua área, envolvendo o zagueiro Índio! Sim, é verdade. Porém, como alguém que já passou por dentro da Instituição, procuro ver o panorama de forma um pouco diferente. Com todos os erros e vacilações, do grupo dirigente aos atletas, o Colorado tem se mantido entre os quatro primeiros. Já escrevi aqui algumas vezes que o elenco - mesmo quando tinha Magrão e Nilmar - foi superestimado. Agora, considero a paridade, o equilíbrio, coerente com o que escrevi acima, quase que total.
Entretanto, se os times se nivelam, encadear várias partidas de três pontos estabelece o diferencial, e ainda não passou o momento do Inter superar seus problemas, visando a alcançar uma série de triunfos. A questão consiste no que fazer para preservar o direito de ainda cobiçar o título. Afinal, são duas vitórias a separar o conjunto comandado por Mário Sérgio Paiva do Verdão, e há nove rodadas pela frente. Se existe desunião no vestiário, todos devem trabalhar por um pacto que acabe com ela, ao menos, até dezembro. O novo técnico, independentemente do juízo de valor de crônica e torcedores em geral, precisa definir um esquema tático predominante e saber encaixar os atletas que estão para voltar dos selecionados. Todo o staff necessita de um entendimento estratégico fundamental: ganhar os próximos três embates (contra Fluminense, o clássico Gre-Nal e um duelo direto contra o São Paulo, ainda que no Morumbi) significará ficar vivíssimo na disputa pelo primeiro lugar.
Diante de nós, persistem duas dimensões diferentes. O modelo de gestão do Clube ainda será muito questionado, obrigatoriamente, mas a conquista do maior título nacional e do Bi da Taça Libertadores permanecem viáveis.
A totalidade da rodada
In Atlético PR, In Avaí, In Coritiba, In Fluminense, In Internacional, In Náutico, In Palmeiras, In São Paulo, In Sport8 de out. de 2009
Pois esta acabou sendo a rodada do Brasileirão com mais empates. Nada mais, nada menos do que seis, 60% dos jogos, terminaram com resultados de igualdade.
Acho que não contei aqui, mas revelo agora: participo de uma grande brincadeira com vários camaradas - mais de 30 - que consiste em um Palpitão do Campeonato, sem valer dinheiro, nem nada, apenas pelo prazer de sacanear o outro, afirmando que entende mais de futebol. Geralmente, acerto ou quase acerto metade dos placares. Não precisava escrever, mas admito: erro a outra.
E nesta seqüência de partidas, acabei me dando bem ao prever que São Paulo e Palmeiras, mesmo jogando em seus estádios, não arrancariam mais do que arrancaram diante de Coritiba e Avaí, certamente, a maior surpresa desta competição. Qualquer desfecho na escolha do melhor treinador que não aponte Silas como o mais competente na disputa não será sério. Hoje, pelo que pude ver, o time catarinense tocou a bola com autoridade e perdeu muitas chances em contra-ataques, embora segundo me informaram, quando chegava de meu emprego, o Verdão também tivesse desperdiçado oportunidades. Acreditei que os desfalques pesariam para o líder e o vice-líder. Parece que especialmente Diego Souza fez falta.
Assim, as coisas talvez tenham começado a tomar um rumo mais claro após estes últimos confrontos. Palmeiras, São Paulo e o Internacional brigarão pelo título; a disputa mais acirrada será pela última vaga de classificação para a Libertadores da América 2010. Na parte de baixo da tabela, a tendência, pela qualidade mediana do elenco, é realmente de fuga da zona de rebaixamento por parte do Botafogo. O Sport Recife e o Fluminense estão condenados.
Neste cenário, não posso dizer que me entusiasmei pela estréia de Mário Sérgio Paiva como técnico. O Colorado até atingiu um nível razoável de atuação no primeiro tempo, muito por contar com um D´Alessandro de ânimo renovado, contra o Náutico. Na segunda etapa, talvez pelo nervosismo da pressão da torcida pela vitória, contou quase que somente com as deficiências do Timbu para assegurar o triunfo, com um golpe de misericórdia (numa jogada bonita como a do gol inicial da noite.....) nos últimos minutos. Não é admissível que perante aquela que é a equipe mais fraca deste Brasileirão, o Inter tenha levado o "sufoco" que levou, com os pernambucanos tomando a iniciativa, e tendo maior posse de bola. Com todo o respeito ao clube que apresentou o melhor time do nordeste nos anos 60, considero que o Fluminense, na "lanterna", é, sim, superior ao conjunto comandado por Geninho.
A opção de Mário Sérgio pelo 3-4-2-1, se for melhor trabalhada, até pode funcionar. Houve algumas artimanhas táticas interessantes. Fabiano Eller, por exemplo, ganhou certa liberdade para avançar pela esquerda, somando-se à ótima ala formada por Kléber e os dois argentinos. Guiñazu, aliás, melhorou sua movimentação em termos de uma melhor racionalidade, sem tanto desgaste. E como o "Vesgo" não teve ainda tempo para uma atividade de campo, quem sabe, o desempenho do Time não melhorará contra o Atlético-PR? Marcelo Cordeiro substituirá o ex-lateral da Seleção Brasileira, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o que deve assegurar a preservação desta dinâmica, de muito apoio pelos lados. O novo duelo perigoso, pelas ambições alvirubras, acontece no sábado.
O Furacão cresceu, e como um adversário "quase grande", merece todo o respeito. O Inter precisa contar com o apoio da torcida. Sou contra a vaia durante os embates. Já me manifestei e repito: cabe colocar em outro período o questionamento do modelo de gestão. Não agora quando o mais difícil campeonato de pontos corridos do mundo dá sinais de que sua decisão ainda vai demorar. O Colorado segue vivo na luta pelo título. Oxalá, o ex-ponta-esquerda de recuo me surpreenda como estrategista.
Análise Geral
In Atlético MG, In Atlético PR, In Botafogo, In Corinthians, In Flamengo, In Fluminense, In Goiás, In Grêmio, In Internacional, In Náutico, In Palmeiras, In Santo André, In Santos, In São Paulo, In Sport, In Vitória9 de set. de 2009
São Paulo - 7
Sport - 7
Inter - 6
Santo André - 6
Santos - 6
Atlético - Mg
Barueri - 5
Grêmio - 5
Vitória - 5
Atlético - Pr - 4
Avaí - 4
Flamengo empata com o Náutico no Maracanã .....
In Flamengo, In Náutico3 de ago. de 2009
Flamengo e Náutico empataram em 1 a 1, no Maracanã, pela 16ª rodada do Brasileirão.Os gols foram de Gilmar para o Timbu. Léo Moura para o Mengão.
Com o empate, o Flamengo fica na 9ª colocação com 24 pontos, e o Náutico está em 19º lugar com 12 pontos.
Na próxima rodada, o Flamengo pega o Góias, fora de casa, quarta-feira, às 21:50h, e o Náutico joga contra o Corinthians, na quarta-feira, às 21:50h.
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Parabéns aos corintianos e foco no Brasileirão
In Corinthians, In Internacional, In Náutico2 de jul. de 2009
Parabéns aos corintianos, que comemoram o título da Copa do Brasil, e a conseqüente classificação para a Copa Libertadores da América do ano de seu centenário. Na noite desta quarta-feira no Beira-Rio, sob o comando de Mano Menezes, o campeão paulista cumpriu o princípio fundamental do futebol moderno. Marcou implacavelmente o Internacional e com a bola jogou, explorando o lado direito da defesa colorada, ponto mais fraco defensivamente. Assim, na primeira etapa, o Coringão decidiu o título, mas não o jogo. De maneira honrosa, (não obstante a falta de preparo emocional mais uma vez presente, talvez reforçada pela atitude tomada pela vice-presidência de futebol do Inter segunda-feira.....mas não vou polemizar sobre isto, porque já é passado, apenas deixo claro que discordo da postura adotada) o Colorado buscou o empate na segunda etapa, e não perdeu a partida. Talvez, se possa reclamar a maneira como a bola foi dividida com Índio no lance do primeiro gol do "timão". Entretanto, pela forma como o Corínthians estava jogando, fazia por merecer levar a taça. E o ex-técnico dos juvenis do Campeão de Tudo comemorou seu segundo título no Beira-Rio em quatro anos. O primeiro havia sido o estadual de 2006 pelo tradicional adversário do Internacional. Também com um resultado de igualdade.
Agora, para nós, torcedores do Clube do Povo do Rio Grande, torna-se fundamental lembrar de um aspecto importante. Neste momento, o Internacional estaria na Copa Libertadores da América 2010. Até por isto, vocês já haviam percebido que eu não mostrava tanta preocupação assim com o desfecho deste torneio secundário, que é a Copa do Brasil.
Sim, porque já se passaram oito rodadas do Brasileirão, e o Time já mostrou que, completamente focado nele, reúne condições para brigar pelo título. A competição mais importante do país deve ser o único foco do Clube neste momento. O resto pode ficar em segundo plano. Todas as outras competições, pela lógica, ficam subordinadas ao objetivo maior, plenamente ao alcance: uma colocação entre os três melhores do Campeonato Nacional.
Acredito que as deficiências do elenco, as quais aparecem mais claramente em embates difíceis, serão sanadas com recursos advindos da venda de direitos federativos de um grande jogador, provavelmente Nilmar, em agosto. Ainda que não sejam, o Inter, embora seu grupo de atletas não esteja distante de outros em qualidade superior, como muitos acreditam, pode se manter brigando pela ponta do Campeonato. Não há nenhum super-time no Brasil. E a recuperação precisa começar domingo, contra o Náutico, em Recife. Bola pra frente, Colorado!
Recopa e Liderança no Brasileirão
In Cruzeiro, In Internacional, In LDU, In NáuticoCom uma virose, desde o domingo pela manhã, fui obrigado a concentrar minhas poucas energias para não faltar à minha principal atividade profissional, na TVE-RS. Este o motivo pelo qual demorei um pouco mais para escrever o primeiro texto da semana neste espaço, contando com a compreensão de minha "anfitriã virtual", Lilian Alcântara, pra lá de feliz com seu Cruzeiro mais uma vez disputando uma final de Copa Libertadores da América, e de vocês, que porventura estejam acompanhando minhas mensagens.
Falando do Colorado, o segundo jogo da Recopa ainda é visto com esperanças. Desde há muito tempo, professo um realismo até um tanto cru no futebol. Por este motivo, considero que a altitude constitui um fator que coloca virtualmente esta taça no armário da LDU. Ainda que o Internacional alcance extraordinária performance no primeiro tempo, por exemplo, será muitíssimo difícil a condição física ter suficiência para preservar eventual vantagem na segunda etapa. Se ocorrer uma surpresa, tanto melhor.
A liderança no Brasileirão, sim, desperta um sonho, completamente viável, do quarto título na mais importante competição nacional. A atuação diante do Náutico não foi das melhores. Até o pênalti (creio que bem marcado) desperdiçado por D´Alessandro (espera-se que o argentino tenha sido melhor orientado depois daquele comportamento equivocado contra o Corínthians....), o Inter não atacara o Timbu. O toque de bola fluiu melhor com a entrada de Andrezinho, já no tempo final. O lance do segundo gol foi irregular? Talvez. Entretanto, o auxiliar possivelmente interpretou que a bola veio do zagueiro da equipe pernambucana e não de Guiñazu, quando Nilmar voltava da posição de impedimento. O grande atacante, aliás, teve um gol anulado na primeira parte do embate em uma jogada que, igualmente, não prescindiu de análise rápida do "bandeirinha". O time de Recife deixou a impressão de que precisa melhorar enormemente para escapar do rebaixamento.
Bem, mas a perspectiva para as próximas rodadas é alvissareira. Um empate contra o Furacão no Paraná não será mau resultado, porque os reservas do Cruzeiro (vão mesmo, Lilian?) hão de segurar o Galo! Basta que não percam o clássico "das" Minas Gerais. Depois, incluindo o duelo contra o tradicional adversário na casa dele, o Internacional terá pela frente três partidas em Porto Alegre.

