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Mais uma vitória em busca do tri!

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A semana, a ideia de Roth, o Inter B.

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O Inter estará pronto dia 16?
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A vitória categórica e prognóstico

18 de out. de 2011

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

A vitória categórica do Internacional veio com nova utilização do esquema estapafúrdio. O 4-6-0 levou à virada, com ótima movimentação dos articuladores Oscar e D´Alessandro, sendo que o primeiro jogou nos últimos 45 minutos, substituindo Andrezinho. Meu vizinho João Paulo cresceu na segunda etapa. O Avaí lutou muito, mas parece, realmente, condenado ao rebaixamento.

O técnico Dorival Jr., no entanto, age certo ao manter a tática 4-5-1, preservando Jô, para a decisiva partida contra o Corinthians. Não é conveniente de cara abrir mão de um atacante, até porque agora os adversários sabem que o Colorado pode posicionar seus meio-campistas um pouco mais à frente. A rodada, como um todo, não foi nada boa para o Inter. O único resultado favorável aconteceu no estádio Serra Dourada, com a derrota do São Paulo para o competente Atlético de Goiás.

Penso que no domingo Ilsinho deve retornar à posição de origem, atuando no lugar de Nei, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. A estratégia ofensiva do Internacional precisa incluir fortes investidas pelas laterais. A cobertura - que deixou a desejar contra os catarinenses - para ele e Kléber tem que melhorar muito. São questões que vão exigir profunda análise do treinador.

Não fui muito bem nos palpites, acertando quatro dos 10 resultados da trigésima rodada do Campeonato Brasileiro, e com exatidão um escore. Para fechar, vamos ao prognóstico para o duelo atrasado, com realização nesta quarta-feira na Vila Belmiro, este clássico de tanta significação histórica para o futebol.

Santos 1 X 1 Botafogo. Depois de ser derrotado pela primeira vez no Brasileirão pelo Grêmio em seus domínios, o Peixe abrirá o olho para evitar qualquer ameaça de rebaixamento, ao menos sob o prisma da matemática.

O erro de Dorival Jr. e prognósticos

14 de out. de 2011

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Creio que o Internacional jogou bem contra o São Paulo, na Arena Barueri. Acima de tudo, o Colorado afirmou um bom zagueiro, não por acaso ainda invicto no Brasileirão: Rodrigo Moledo, em parceria com Índio (fora por lesão muscular do duelo deste domingo contra o Avaí), acabou com Luís Fabiano. A dupla de ataque do tricolor do Morumbi conseguiu criar muito pouco.

O Inter, principalmente no segundo tempo, teve chances para alcançar os três pontos. Dorival Jr., na minha opinião, se equivocou ao deixar a equipe sem nenhum atacante, optando por Fabrício no lugar de Delatorre. Não consigo deixar de considerar estapafúrdio o esquema 4-6-0! Siloé, destaque do Time B, seria ao menos um homem de frente. De qualquer modo, o empate foi um resultado nem para festejar, nem para render queixas. Espero que o treinador acerte quando outros dilemas desse tipo aparecerem.

O campeonato começa a afunilar. Não fui bem nos prognósticos, acertando somente três deles na última rodada, e apenas um placar com exatidão. Vamos aos palpites para a próxima jornada.

Figueirense 3 X 0 América-MG. Desta vez, um triunfo catarinense não será uma surpresa. Bom o trabalho de Jorginho Campos.

Ceará 2 X 2 Flamengo. Outro escore de equilíbrio, como na Copa do Brasil.

Internacional 4 X 0 Avaí. Meu vizinho João Paulo deve ser titular, e o Colorado não vai dar chances à agremiação do estado vizinho, quase rebaixada.

Cruzeiro 1 X 1 Corinthians. Acredito que a Raposa pode segurar os comandados de Adenor Bachi Tite.

Botafogo 5 X 0 Atlético-PR. Depois daquele ótimo desempenho na primeira etapa contra o Coringão, os cariocas não perdoarão os paranaenses.

Palmeiras 1 X 2 Fluminense. O Verdão está desagregado, e o tricolor das Laranjeiras em boa fase.

Santos 2 X 1 Grêmio. O Peixe fatura os três pontos, mesmo sem Neymar.

Vasco 3 X 1 Atlético. O Galo continuará lutando bravamente contra o rebaixamento, mas este confronto é inglório.

Coritiba 3 X 0 Bahia. Uma vitória relativamente tranqüila do Coxa Branca.

Atlético-GO 1 X 1 São Paulo. O Dragão deve segurar o conjunto orientado por Adílson Batista, já fortemente cobrado no Morumbi.

O Brasileirão e a Copa Audi

25 de jul. de 2011

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

O Internacional não foi bem contra o Avaí, no primeiro tempo. Apenas na segunda etapa, com a entrada de Andrezinho e um posicionamento um pouco melhor de Fabrício, mais aberto pela esquerda (e cuja contratação até agora não se justifica....), o Colorado fez valer a superioridade técnica contra o provavelmente rebaixado time catarinense. O esquema 4-5-1, alinhavado pelo treinador interino Osmar Loss, com o meio-campista recuperado de lesão, D´Alessandro e Leandro Damião, adiantados, pode ser interessante na Copa Audi.

Porque ainda que o adversário, nesta terça-feira, seja um mistão do Barcelona, trata-se do Campeão da Europa. O Inter deve pensar em também ter um pouco de posse de bola. E os desfalques de Pablo Guiñazu e Zé Roberto não devem ser subestimados. Com um bom sistema defensivo, e a melhor condição física, por já estar em meio de temporada, quem sabe o Colorado não leva a disputa para os pênaltis?

Com as partidas acontecendo em um intervalo de 24 horas, é difícil saber como pesará o preparo atlético para o conjunto orientado por Loss. Aliás, uma pergunta: se mostrar serviço no Torneio da Alemanha, existe alguma chance dele ser efetivado no cargo até há pouco exercido por Paulo Roberto Falcão?

Diante dos nomes cogitados, começo a achar uma boa. Ah! Até que não fui mal em meus prognósticos. Justíssimo o título uruguaio na Copa América! Nada de premiação máxima para uma seleção "rainha dos empates".

Prognósticos e Fernandão como Coordenador Técnico

21 de jul. de 2011

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Muito debilitado por uma gripe, escrevo uma postagem mais curta. Apenas pra dizer que Fernandão como coordenador técnico é quase tão pensamento mágico da direção colorada como era Paulo Roberto Falcão de treinador. Evidentemente, Lúcio Fernando da Costa apresenta inteligência e nível cultural para dar certo na função, mas terá que ganhar experiência no Internacional, e o Clube precisaria de alguém, no caminho da efetiva profissionalização, com outro perfil.

Em todo o caso, se demoveu a diretoria da ideia de acertar com Alex Stival Cuca, entendendo que 95% dos torcedores o rejeitam, iniciou o trabalho com um mérito. Vamos aos prognósticos para a rodada, esperando melhorar o desempenho, que anda medíocre.

Avaí 0 X 2 Internacional. Com o retorno de Andrezinho e Paulo Tinga como opções, o Inter espanta um pouco a crise, antes de embarcar rumo à Copa Audi, e pensando melhor no novo treinador. Dorival Jr. vai sair do Atlético-MG sem multa, ou não?

Atlético-PR 2 X 1 Botafogo. O Furacão, contra uma equipe carioca, finalmente, vai respirar um pouquinho. Não muito.

São Paulo 3 X 1 Atlético-GO. O Dragão não assustará, na estréia de Adílson Batista.

Flamengo 2 X 1 Ceará. O Mengão continuará invicto no campeonato, contra o único adversário que o derrotou na temporada.

Fluminense 2 X 2 Palmeiras. Outro empate do Verdão com um time da Cidade que já foi Maravilhosa. Abelão continuará em dificuldades.

Corinthians 1 X 1 Cruzeiro. A fase dos paulistas é espetacular, mas a Raposa mineira tem "bala na agulha" para segurar um pouquinho o timão.

Atlético-MG 2 X 1 Vasco da Gama. Se depender do resultado deste confronto, Dorival Jr. não deixará o Galo, e o Internacional seguirá esperando.

Bahia 2 X 2 Coritiba. Jogo com muitas dificuldades pra equipe de Salvador.

América-MG 1 X 2 Figueirense. Que correria bizarra ontem a partida do conjunto catarinense contra o Grêmio! Bem, mas os comandados de Jorginho são melhores do que os de Antônio Lopes.

Na final da Copa América, o Uruguai será campeão vencendo o Paraguai - que absurdo chegar à decisão de um torneio sem vencer.....bem, coisas que um regulamento permite.....- por um gol de diferença. Vou ficar com 2X1, o escore mais comum do futebol atual.

Por que o Internacional surpreendeu?

17 de mai. de 2011

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

O primeiro fato mais espantoso do clássico de domingo, se já vamos examinando com algum distanciamento a final do Gauchão 2011, foi o escore. 3X2 para o Internacional não se repetia há 51 anos, era o único que levava para a decisão por pênaltis.....e aconteceu! O Grêmio poderia ter decidido o jogo na primeira meia-hora, tal como o Colorado na partida decisiva do segundo turno.

O motivo foi o mesmo. Falcão, como Renato, há pouco mais de duas semanas, optou por um esquema extremamente defensivo, com o menino Juan provocando mudanças de papéis que não funcionaram. O 3-6-1, ou 4-5-1, com Kléber compondo o meio-de-campo e D´Alessandro mais à frente, tirou qualquer possibilidade de articulação do Inter. O tricolor perdeu pelo menos duas chances claras, além do gol. Então, Zé Roberto (que sofreu uma vergonhosa e repugnante manifestação racista de parte da torcida gremista, enquanto aquecia....)entrou pra simplificar o esquema tático e mudar o rumo do confronto.

No 4-4-2, com o atleta nascido em Goiás à frente, o Internacional imediatamente passou a criar oportunidades, contendo o ímpeto ofensivo do adversário, até então com um trabalho de ótima qualidade no setor onde as coisas se decidem, sendo destaques Douglas e Rochemback. Após um cabeceio de Leandro Damião, bem defendido por Victor, houve uma jogada iniciada a partir de um carrinho temerário de Kleber. O árbitro, aliás conhecido por deixar o jogo correr, interpretou que o atacante Leandro não estava exatamente de frente, mas meio de lado para o jogador colorado, que, cabe a ressalva, pegou antes a bola realmente. Na linha de fundo, o ex-vascaíno e flamenguista cruzou, Damião ganhou a dividida com o zagueiro e assegurou o empate. Com a virada proporcionada por Andrezinho, quando se aproximava o fim do primeiro tempo, a vantagem psicológica passou para o Inter. No lance da penalidade máxima, Leandro Wuaden acertou, porque Victor interfere no desfecho, ao provocar a queda de Zé Roberto, ainda que não o tenha tocado.

E a segunda etapa foi equilibrada, com muitas jogadas bonitas e gols perdidos para ambos. A movimentação de Zé Roberto, centralizado ou pelos lados, foi decisiva. Paulo Roberto Falcão errou e corrigiu o que fez ainda na primeira fase. Este foi o motivo primordial do triunfo, que somente viria nos pênaltis, devido à terrível falha de Renan, atrapalhado por Índio, no último tento da partida. O quadragésimo título estadual também acabou conquistado pela motivação decorrente das críticas ao grupo alvirubro e porque, de modo geral, as peças de reposição disponíveis no Beira-Rio ainda são melhores do que no Olímpico. O tricolor sentiu na hora decisiva a ausência de André Lima, por exemplo. E o "Espírito da Época", a "Era Futebolística", desde 2003, parece realmente privilegiar os vermelhos...

Acima de tudo, dois clássicos que mostraram o quanto a dupla precisa se reforçar para o Brasileirão. 10 gols tornaram os embates emocionantes, mas também comprovam as fragilidades defensivas dos maiores times gaúchos. Talvez, o Colorado esteja respeitando demais a liderança de Bolívar. Não obstante ter inegáveis méritos, o zagueiro, assim como seus companheiros de idade próxima, não apresenta mais o mesmo rendimento técnico de outros anos. Por que não apostar em pelo menos um dos jovens da Seleção Sub-20? No próprio Juan, ou em Romário? E a lateral direita? Será tão difícil encontrar um lateral mais efetivo do que Nei, em casa ou fora? Para o ataque, se Zé Roberto mantiver o padrão do grenal, basta mais gente ao nível de grupo mesmo, uma vez que Rafael Sóbis não será contratado. Sai do Inter, inclusive, sem deixar a marca contra o maior rival. Já se fala em Gilberto do Santa Cruz de Recife. Não o conheço.

O Campeonato Nacional será ainda mais disputado do que em outros anos, em tese. Não é improvável um cenário em que somente o Coritiba - caso confirme o favoritismo na Copa do Brasil - esteja garantido na Taça Libertadores 2012, na hipótese do Santos, de Neymar, Ganso e do competente treinador Muricy Ramalho, não conseguir arrebatar o torneio continental em curso. A briga vai se dar na parte de cima e na de baixo da tabela, pelo que aponta o bom momento de clubes médios como Ceará e Avaí. Então, a diretoria e o Bola-Bola têm muito trabalho pela frente!

Por que o Internacional decepcionou na Copa Mundial de Clubes?

15 de dez. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

A primeira questão a definir em um debate racional sobre o que ocorreu ao Internacional em Abu Dhabi é a premissa de que se parte em relação ao Mazembe. Tenho convicção de que se o Campeão Africano fosse um dos participantes do Brasileirão, nào cairia, e muito possivelmente conquistaria uma vaga na Copa Sul-Americana. Estabelecido o pressuposto, pode-se examinar não como um fiasco, mas como uma profunda decepção o que ocorreu com o Inter na Copa Mundial de Clubes.

Com espírito fora do campeonato nacional ou não, os titulares colorados perderam para o Avaí, pela primeira vez no Beira-Rio, quando o clube catarinense lutava para não cair, empataram com o Atlético-GO e o Vitória, que duelaram para fugir do rebaixamento até a última rodada, e foram goleados pelo Flamengo, vencedor em 2009 que correu o risco até a penúltima jornada, salvo engano. Então, uma derrota para uma equipe forte e veloz, que ao menos para o confronto com o Time gaúcho adotou maior disciplina tática, era uma possibilidade.

Porque a verdade é que a direção, certamente com anuência de Celso Juarez Roth, não conseguiu repôr a qualidade perdida após a conquista do Bi da América, quando saíram Taison e principalmente Sandro. Com um goleiro instável, uma zaga envelhecida, um centromédio que jamais se firmou, e cuja titularidade é inexplicável, além de um ataque pouco efetivo, o Colorado acabou revelando deficiências técnicas fatais numa disputa que afinal se deu contra outro campeão continental, ainda que da região mais pobre do planeta.

Para tirar lições, penso que não se deve nem considerar o fracasso um "acidente de percurso", nem reputá-lo como "maior vexame da História do Clube". Isto independe do Mazembe surpreender o Inter de Milão na final do torneio. O grande problema é que o Internacional precisa tomar uma decisão séria sobre Celso Roth, inclusive, pela postura que adotou logo ao final da partida, virando as costas para os jogadores, como quem atira para eles toda a responsabilidade pela derrota, além de reformular o elenco.

E este processo quase inviabiliza a conquista de uma nova Taça Libertadores. Pior: se adiado, ainda que por pouco tempo, determinaria seríssimos riscos no Campeonato Brasileiro, o mais difícil do mundo. O ciclo de títulos além-fronteira do Internacional, já o maior do futebol gaúcho em todos os tempos, tende a acrescentar tão somente mais uma recopa em 2011. E a maior preocupação no Brasileirão seria evitar o rebaixamento.

Um cenário pessimista? Se considerarmos que Fernando Carvalho deverá se afastar após a participação no torneio continental, e a pessoa cotada para assumir o Departamento de Futebol enfrenta seríssimas restrições pelo comportamento agressivo, inclusive, no próprio grupo dirigente (Roberto Sigmann), infelizmente é um panorama provável. Torço para estar completamente enganado.

E será importante, ainda que melancólico, faturar o terceiro lugar da Copa Mundial contra o Seognam, da Coréia do Sul, no sábado . Uma obrigação, convenhamos.

Tempo de Colher

6 de set. de 2010

Passar os últimos cinco anos lutando contra o dragão do rebaixamento tem pontos positivos e negativos. Muitos clubes brasileiros não conseguiram isso, foram rebaixados. O mundo do futebol repete a vida, é uma roda gigante onde a fase dentro das quatro linhas é um espelho de sua administração.
Os últimos anos foram complicados para o Atlético em todos os níveis, afinal não é fácil manter a receita de um clube no azul.
Problemas com patrocínios, contratações que não vingaram, problemas trabalhistas, problemas políticos, eleições mal resolvidas... promessas mal cumpridas... E quem mais sofre é o torcedor.
Claro que a mudança de postura em campo, de igual forma, vem - embora de forma oculta - também fora de campo. Todos os jogadores, embora recebendo salários diferentes, estão começando a se adaptar de fato a política de Carpegiani. As escalações antes da partida, as modificações durante a partida. Os métodos e formações táticas. Tudo. Não sei dizer se a diretoria de futebol tem ligação com essa questão, mas os resultados finalmente estão aparecendo.
Óbvio que não temos que tirar isso como impressão para o resto do campeonato, mas empolga, nos faz adquirir confiança, e acreditar que podemos nessa virada de turno buscar por uma posição mais digna lá no final.
O jogo foi aquele drama de sempre. Antônio Lopes é um velho conhecido, e tem confiança total do elenco e da torcida avaiana. E quando tudo se encaminhava para um 0x0 que seria até um lucro enorme, uma vez que Leandro conseguiu bater o novo recorde mundial em cartões amarelos por minuto, sendo exlpulso antes mesmo que os outros zagueiros se acostumassem com a presença deles alí.
Fato é que, nem sei se devo chamar de sorte... Mas, como toda a mídia tá apontando como se fosse, vou reforçar a idéia.
Como numa jogada de sorte, cai exatamente no pé de Maikon Leite uma bola cabeceada da intermediária Avaiana, depois de cobrado tiro de meta.
Como por sorte, a bola, após sair do pé direito de Maikon, bate no pé do defensor, confundindo o bom goleiro do time da casa.
E como por sorte, foi o último lance do jogo. Dando números finais a partida.
A cinco jogos o Furacão não perde. De quinze pontos disputados, doze foram conquistados. Pura sorte.
Agora, pegamos o time da moda, nos nossos domínios! Tudo para começar muito bem o returno!
Eu to no pique, e quero mais, e você?
Sempre Furacão.
(foto: Blog Espaço Atlético)

A vitória sublime e o fim da ressaca....na Ressacada

24 de ago. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

O Internacional jogou muito bem até a metade do primeiro tempo, nesta quarta-feira. O Avaí tem uma equipe que já mostrou força no Brasileirão, especialmente, contra os paulistas. O histórico gol de Índio (porque fez com que o bom zagueiro ultrapassasse, com muito menos partidas, a quantidade de tentos assinalados pelo eterno Elias Figueroa.....) resultou de um trabalho coletivo sempre interessante, em se tratando das equipes de Celso Juarez Roth. Lá estava cruzando pela direita o volante Glaydson, recebendo passe primoroso de D´Alessandro. O toque de bola e o posicionamento adequado para a marcação indicaram que a ressaca pela conquista do mais importante torneio do continente acabou....na Ressacada.

Se os avaianos têm motivos para se queixar da arbitragem pelo possível pênalti não visto por ela ao final da partida, não é menos o que podem reclamar os colorados. Wilson Mathias recebeu injustamente um cartão amarelo, e na segunda etapa foi expulso quando só então mereceria a advertência. Alguns atletas do clube catarinense se excederam nas faltas - especialmente contra os meio-campistas alvirubros, em noite inspirada - e não receberam o mesmo tratamento rigoroso. Enfim, uma atuação horrenda do apitador, abaixo do nível do espetáculo.

Não vejo maiores possibilidades do Inter lutar pelo título, porque o Fluminense possui elenco e treinador perfeitamente aptos para sustentar a vantagem já construída. Então, as preocupações, em termos de uma reestruturação parcial do Time, visando ao Torneio Mundial, com a saída de Taison para a Ucrânia, se voltam para o setor onde as coisas se decidem. Opções:

1) Glaydson no lugar de Sandro e Marquinhos no de Taison. Esta escolha de Roth mexeria pouquíssimo na dinâmica do Time. É claro que para a função de centromédio haveria prejuízo técnico. Porém, Marquinhos talvez jogue mais do que o atleta que ontem se despediu do Clube.

2) Wilson Mathias.....e Rafael Sóbis..... . Aqui teríamos uma alteração mais profunda. O Internacional trocaria o esquema 4-2-3-1 por um 4-4-2 mais ortodoxo. Há muitas dúvidas sobre a capacidade de Mathias desempenhar corretamente o papel de primeiro volante. Acredito que - partindo da premissa de que Roth é um estrategista altamente competente para superar este tipo de dilema - cabe dar certo tempo para que o jogador vindo do México comprove ou não suas qualidades. Existe a "tese" de que se trata de um jogador demasiadamente "leve".

3) Glaydson.....e Guiliano......... . Pessoalmente, neste momento, considero a melhor alternativa. O Internacional trabalharia com um 4-5-1, talvez menos ousadamente. Entretanto, para enfrentar o Xará italiano, na hipotética final do Torneio da Fifa, a posse de bola assumirá um estatuto tão importante quanto o da marcação, e o conjunto não perderia a característica. Gostaria de assistir a Paulo Tinga, D´Alessandro e o goleador da equipe na Taça Libertadores atuando juntos. Com Wilson Mathias, na posição recuada, a dinâmica não mudaria tanto.

Estes e outros debates serão travados pela "coloradagem" até dezembro. No fim de semana, outro teste importantíssimo contra o Botafogo, de impressionante desempenho recente. Uma nova vitória, com futebol convincente, elevará as esperanças da torcida do Clube do Povo do Rio Grande quanto às potencialidades do Time para o restante da temporada.

O estilo da Espanha e o trabalho de Roth

17 de jul. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Ainda repercute até certo ponto a um tanto estranha conquista da Espanha na Copa da África.

Ora, por que estranha? Sim, a "Fúria" jogou maravilhosamente bem contra a Alemanha, e na decisão, ao fim e ao cabo, mereceu mais do que a Holanda, mas....cá entre nós, apesar do estilo vistoso, o desempenho foi um tanto irregular em relação ao que dela se esperava. E, nas quartas de final, não faltou muito para uma desvantagem que poderia ser fatal.....contra o Paraguai!

O que me parece curioso é que o toque de bola de Xavi, Iniesta e Cia, a posse da pelota beirando 60% do tempo de cada partida, serviu mais para que a oitava campeã do planeta ostentasse, junto com a França de 1998 e a Itália de 2006, uma das defesas menos vazadas, na principal competição futebolística, do que uma superioridade marcante sobre as adversárias. Nunca havia acontecido de uma vencedora, nas fases mata-mata, bater todos os oponentes.....por 1X0. Comparo aqui evidentemente equipes que chegaram ao topo, sem levar em conta Suíças da vida.

E no Brasil, o Internacional há quase dois anos vem adotando este jeito de se comportar em campo, com resultados deveras irregulares. Na reestréia no Brasileirão contra o Guarani, a consistência defensiva apareceu desde o primeiro tempo, reflexo de uma preocupação constante de Celso Juarez Roth. Na segunda etapa, quando Sandro passou à função de segundo volante, com o reserva Glaydson de centromédio (o treinador colorado acertou ao colocá-lo já nos 45 minutos iniciais, devido ao precoce cartão amarelo de Wilson Mathias), os deslocamentos, a habilidade no toque de bola, as triangulações, principalmente, pelo lado esquerdo, levaram o Colorado à vitória. Verdade que Kléber poderia estar impedido, no lance do primeiro gol, mas se trata de uma jogada que mesmo na tevê não fica absolutamente clara. Logo, absolva-se a arbitragem. E o Inter, no período derradeiro do embate, deixou a impressão de que chegaria à goleada em pleno Brinco de Ouro, de qualquer modo.

Ok, o Guarani perdeu atletas importantes, talvez acabe entre os piores do campeonato, mas não concordo com a tese de que seja tão inferior assim ao padrão médio dos disputantes da competição. O Internacional começa a mostrar progressos. Se eles se tornarão suficientes para bater o São Paulo - surpreendentemente derrotado pelo Avaí no Morumbi -, nas semifinais da Taça Libertadores? É cedo para arriscar uma previsão. Mantenho, entretanto, minha convicção, reforçada por depoimentos de profissionais a serviço do Clube, de que o trabalho de Roth possui qualidades, as quais darão frutos. E se eles não vierem, as causas terão a ver com o perfil do elenco disponível no Gigante da Beira-Rio. Aguardemos o duelo contra o Ceará.

São Paulo 1 x 2 Avaí

15 de jul. de 2010

E o retorno do São Paulo Futebol Clube após a Copa do Mundo foi simplesmente ridículo. Não jogou nada, aliás, continua não jogando nada. De vez em quando acerta um ou outro jogo para enganar a torcida. Ricardo gomes foi horrível nas substituições. O que Cleber Santana está fazendo no São Paulo ? Por que não deram um jeito de dispensá-lio ? E Jean de lateral direito ? Meu Deus !! O Adrian Gonzales, lateral direito, que estava encostado já foi dispensado. E o Washington continua por lá ...
Está dificil confiar nesse time para o confronto contra o Inter pela Libertadores. A única boa noticia de ontem foi que a CBF não vai mudar a janela de transferências. Mesmo por que não havia razão nenhuma para ser mudada. Chega de virada de mesa !!
E o Ricardo Gomes fala que o time deve aprender com os erros. Como o time vai aprender com os erros se le mesmo não parendeu nada até agora com o monte de erros por ele cometidos...
Era pra comentar sobre o jogo, mas fica pra quando o São Paulo voltar a jogar bola ...

Pra fechar uma bela postagem do Blog do Torcedor do www.globoesporte.globo.com

                                          Triste pela seleção do Brasil, mas: 

Lopes acertou o Leão

14 de jul. de 2010

E Lopes acertou a mão!
Impossível na vitória de hoje, 2 x 1 sobre o São Paulo, não ver a "mão" do técnico Antonio Lopes.
Um Avaí bem postado em campo, bem escalado, disciplinado táticamente e que marcou muito bem o bom time do São Paulo. 
Impossível elogiar individualmente a equipe avaiana, mas o nosso capitão Marcinho Guerreiro representa bem a imagem desse novo Leão. Guerreiros como sempre fomos, Marcinho gastou a bola no Morumbi. 
O Avaí de hoje me lembrou muito o do ano passando, com um esquema tático diferente, mas jogando inteligentemente e com muito disciplina, venceu e convenceu.
Claro que Lopes ainda tem muito trabalho pela frente, mas quem conhece do riscado, conhece. 
Impressionante a mudança na postura e na determinação da equipe.
Uma bela vitória avaiana, que nos enche de esperança para a sequencia do campeonato.
É acreditar no trabalho do treinador, e na união da equipe, para que possamos colher os frutos ao final do brasileirão.
Nota 9,0 para todos que estiveram em campo e 10 para o comandante.

Pré-jogo: São Paulo x Avaí



Expectativa. Esse é o sentimento da torcida avaiana para o jogo de hoje em São Paulo.
Novo técnico, novo esquema e praticamente, um novo campeonato.
O brasileirão recomeça e agora só termina em dezembro.
O que esperar do Avaí nesse recomeço?
Acredito que nesse jogo contra o São Paulo já poderemos vislumbrar a capacidade do nosso time para a sequência desse campeonato, sua qualidade e seus defeitos.
O comportamento da equipe, as peças que Lopes escollheu para o jogo de hoje, o esquema e a disciplina tática vão nos permitir captar um pouco desse novo Avaí. Claro que não será em apenas um jogo que o time de Antonio Lopes se deixará ver, mas com certeza, o jogo de hoje é um teste que dará ao nosso técnico uma visão real do que ele vai precisar para ajustar durante a competição o seu time.
Expectativa!

Avaí 0 x 3 Fluminense: Obvio!

6 de jun. de 2010


Um pena vê um time com 3 zagueiros e dois volantes tomar gols no contra ataque, uma pena vê que a solução de Chamusca é colocar Medina na lateral, uma pena vê que temos um bom elenco mas estamos mal escalados. Uma pena vê que vendemos nossos laterais de qualidade e estamos hoje desprovidos de jogadas pelas alas, desprovidos também de um meia criativo, uma meia raçudo, uma meia que não tenha medo do jogo.
Uma pena ver um jogador veloz como Roberto ter que voltar pra buscar o jogo, uma pena ver que os Emersons estão tendo que armar as jogadas, porque nossos meias são incompetentes e fracos.
Uma pena ter que sair da ressacada antes do apito final, porque adoro futebol, amo o Avaí mas não tive estomago pra continuar assistindo tantos erros individuais e de escalação.
Já disse em outros post, precisamos voltar a jogar futebol. Feijão com arroz, meias de ligação e alas que levem a bola até a linha de fundo com qualidade.
O Fluminense sobrou em campo, ainda bem que depois que fez o terceiro, colocou o pé no freio. Nada como ter um Muricy no comando, sou sua fã de carteirinha.
"Tempo do Respiro", vou respirar fundo durante a Copa e esperar para que as coisas sejam feitas corretamente nesse período, temos um bom elenco.

Ceará 2 x 0 Avaí

2 de jun. de 2010

Com os dois times jogando no contra ataque, o Ceará conseguiu durante noventa minutos de jogo, acertar dois e fez dois gols.
O Avaí não conseguiu acertar nenhum, não fez nenhum gol, ficou no zero.
E Zero é a nota do nosso time no jogo de hoje.
De futebol vi muito pouco nesse jogo.
O Avaí chutou duas vezes ao gol (de fora da área), isso durante todo o jogo. Roberto não recebeu uma bola e Cristian(?) recebeu uma, quando estava 1 x 0, errou como errou o jogo todo.
Pra quem gosta de futebol, foi um sacrifício assitir esse jogo, ainda mais quando o resultado é de derrota do time que a gente torce.
Temos e precisamos melhorar muito, faltou tudo nesses últimos 3 jogos e hoje, até a nossa defesa errou.
Adoro futebol, é com grande tristeza que assiti ao fraco desempenho do meu time, hoje ele não esteve presente no Castelão. Mas com competência, o Ceará não desperdiçou seus dois contra ataques e deu números finais ao placar.

Isso que eu assiti hoje é futebol??? Que pelada!!!!

Avaí 0 x 0 Vitória

30 de mai. de 2010


Os mesmos erros!
A três jogos o nosso time vem cometendo os mesmos erros.
No primeiro jogo em que erramos muitos passes, a sorte nos escolheu porque viu do nosso lado o talento de Renan , vencemos o Vasco.
No segundo jogo os mesmos erros, mas a Senhora do trevo de três folhas escolheu o fraco mas voluntarioso time gaúcho, na primeira falta a seu favor, a bola desviada pela barreira avaiana bagunçada, entra.
E nesse terceiro jogo, onde os erros permaneceram e o Vitória veio pra empatar, a sorte abandonou os dois times murrinhentos: 0 x 0.
Esse é o placar mais sem graça, mais sem paixão que o futebol pode nos oferecer. E esse placar é o retrato do jogo desse sábado na ressacada.

Os erros:
- milhares, muitos, muitos passes errados.
- time não está compactado
- nosso lateral direito é esforçado, só isso!
- Rudnei não tem talento para ser um volante moderno que desarma e arma, quando os meias não funcionam. Marcinho Guerreiro, tem feito jus ao seu segundo nome.
- Anselmo Ramon? Acho que estava com muito frio, gelado!
- Caio deve estar se perguntando a cada minuto do jogo: - "Como pude?" E a gente se perguntando: - Como pode ainda estar em campo, Chamusca?
- As poucas vezes que estamos conseguindo chegar no ataque, é somente na força e na velocidade do Roberto. Não criamos uma jogada inteligente pelas alas, não tocamos a bola com técnica e eficiência pelo meio e não temos um homem surpresa que apareça para finalizar com qualidade.
Precisamos voltar a ter qualidade no meio de campo; precisamos ter alas que consigam ir a linha de fundo para executar cruzamentos com eficiência; precisamos de alguém que coloque a bola no chão e saiba lançar com consciência a redonda para os atacantes; precisamos de um jogador que saiba chutar de fora da área.
Nosso elenco tem como suprir essas deficiências dos últimos jogos? Se tem, coloca pra jogar, Chamusca. Nossa zaga e nosso goleiro, tem qualidade.

A primeira vitória no Brasileirão.

26 de mai. de 2010

A Copa do Brasil já é passado para o Grêmio, agora é focar o pensamento apenas no Brasileirão. Mesmo com um inicio de campeonato ruim com um empate e duas derrotas, o Grêmio conseguiu na noite de hoje, no Olímpico Monumental, sua primeira vitória neste Brasileirão, na 4° rodada. Com desfalques que só voltarão depois da Copa do Mundo, Silas improvisou o time que mais parece filial do Avaí, devido o grande número de jogadores transferidos.


Mostrando que não ia se abater e não demorou muito para o Tricolor abrir o placar. Já se criava chances e tinha o domínio quando aos 10 minutos tivemos uma falta ao nosso favor. Jonas foi para a cobrança, a bola enganou o goleiro e o Grêmio, no início da partida, estava abrindo o placar no Olímpico. O Grêmio continuava em ritmo acelerado, com sede de gols, e aos 26 minutos Jonas novamente foi responsável pelo gol Tricolor, após belo passe de Maylson, fazendo 2 a 0. Ainda pressionando, só não ampliou por detalhes. Já o Avaí raramente chegava ao ataque, a defesa gremista estava bem impostada, e eles tiveram raras chances durante o primeiro tempo, das raras chances aos 42’ o Avaí reclamou de um pênalti, não assinalado pelo juiz.


O Grêmio mostrava que se continuasse assim na próxima etapa, o jogo seria goleada. Porém não foi assim, se a primeira etapa teve um alto nível, cheio de chances e domínio Tricolor, no segundo tempo o ritmo caiu. O time estava mais lento e segurava o placar favorável, já que o Avaí tentava se reorganizar. Poucos ataques, algumas defesas de Victor, e o Avaí só esboçou um ataque melhor aos 34 minutos, e a chance acabou saindo para linha de fundo. Mas se o Avaí não concluiu, o Grêmio tratou de fechar o placar no Monumental. Já se passava dos 44 minutos quando Rochemback recebeu passe de Fernando e no cantinho, fechou o placar por 3 a 0.


Com a sua primeira vitória, o Grêmio soma 4 pontos e sobe para o 13° lugar. Ainda com alguns desfalques, o Tricolor vai ao Rio de Janeiro enfrentar o Flamengo no Maracanã pela 5ª rodada do Campeonato Brasileiro. O jogo será no próximo sábado, às 18:30. Vamos Grêmio em busca de mais 3 pontos, desta vez, fora de nossos domínios.


Foto: FinalSports

Jogamos mal em Porto Alegre


Não jogamos nada!
Exatamente o mesmo defeito que tivemos contra o Vasco, erros incontáveis de passes, mas sem a mesma sorte que tivemos contra o time carioca.
Os meias erraram todos os passes, o time continuou jogando só pelo meio de campo, não houve jogadas pelas alas e a saída do Pará, deixou o jogo mais fácil para o Grêmio.
Time que erra a quantidade de passes que o Avaí errou, não ganha jogo.
Precisamos voltar a ter qualidade na saída de bola, precisamos voltar a fazer jogadas pelas laterais e Caio não deveria ter continuado em campo. Errou muito. David pediu pra sair, esse jogador se lesiona muito, uma pena.
Venceu o time que jogou melhor e que soube aproveitar as chances que teve.
Primeira derrota no brasileiro. Que sirva para o nosso time retomar o seu modo de jogar, a raça que sempre é necessária para se vencer, e que volte a aprimorar a qualidade do passe.
Grêmio 3 x 0 Avaí.
O Leão em Porto Alegre, tornou-se presa fácil ao errar tantos passes.

Um pedido: por favor meus queridos homens da barreira, não abram espaço!

Quarta (salgada) rodada


Guerreiros da Ilha:

Que o azul dessa quarta- feira e dessa quarta rodada, seja o azul que rodeia a ilha por todos os lados, o azul do oceano atlântico; o azul que deixa no ar essa maresia mané, esse sal que dá sabor e cor a nossa pele nativa.
Estamos com vocês guerreiros azuis, leões do sul.
Emerson te adoro, segura eles e se der, encosta essa tua cabeça marejada de sal e sol na redonda, e balança a rede no Olímpico, meu ídolo.
Se não fores tu a marcar o gol da vitória, sopra no ouvido de um companheiro o sal da ilha , pra que ele faça a rede do adversário balançar.
"Maresia, sente a maresia".
Salga o Olímpico, sal que rodeia esse pedacinho de terra perdido no mar!

Cruzeiro 2 x 2 Avaí

16 de mai. de 2010


Com um primeiro tempo primoroso, o Avaí fez 2 x 0 no Cruzeiro.
Na volta do segundo tempo, a saída do Emerson Nunes e logo em seguida a lesão do lateral Pará, o Avaí foi dominado pelo Cruzeiro, que chegou ao seu primeiro gol.
Na sequência, com a expulsão do goleiro avaiano, o time mineiro chegou ao empate, cobrando pênalti.
Cruzeiro partiu para cima do Avaí e sufocou o nosso time.
O Avaí recuou e por pouco não tomou a virada. O Cruzeiro teve várias chances de gol e o Avaí conseguiu segurar o empate.
Pelo dois tempos do jogo, o empate ficou de bom tamanho para o nosso time.
Gostei muito da estréia do lateral Pará, que fez o primeiro gol do Leão. Roberto jogou bem, marcando um belo gol usando da sua velocidade. Emerson Nunes fez um belo primeiro tempo, uma pena mesmo a sua lesão, sua saída mudou o jogo a favor do Cruzeiro; Caio um motorzinho lutou até o último minuto.
Chamusca ficou sem poder alterar o time, já havia feito as substituições possíveis e não tinha muito o que fazer.
2 x 2 na casa do Cruzeiro, empate com sabor agri-doce.
O bandeira que corria pelo lado das cabines da TV, muito fraco. Errou dois impedimentos no primeiro tempo quando o Avaí atacava e no segundo, errou ao marcar um impedimento numa jogada que foi convertida em gol pelo Cruzeiro.
As saídas por lesão de Emerson Nunes e Pará, foi o grande diferencial entre o primeiro e o segundo tempo avaiano. Essas lesões mudaram o jogo a favor do time mineiro.
Valeu a raça dos jogadores avaianos. Marcinho Guerreiro e Rudinei que mesmo cansados, Chamusca não poderia mais substituir, lutaram com o time até o fim.
Empata que nos deixa na vice liderança da séria A.

A diferença de um intervalo



Vamos ao 2° jogo do Cruzeiro no Brasileiro. Com a cabeça em outra competição, poucos (8.115 pessoas) foram á Toca 3. O jogo foi contra o Avaí, que tinha ganhado de 6 na ultima partida, mas e daí... vamos ao jogo.

Entraram em campo: Rafael, Elicarlos (Guerron), Gil, Leonardo Silva, Diego (Thiago Heleno), Fabrício, Henrique, Marquinhos Paraná, Gilberto (Fernandinho), Thiago Ribeiro e Wellington Paulista.

O jogo começou muito bem, Cruzeiro dominando com algumas boas chances no início da partida, mas nada muito objetivo. Até que aos 18 minutos de jogo, Leo Silva quase quebra o pé de um dos jogadores do outro time alviceleste e sai expulso. Lamentável, mas o jogo continuou com o Cruzeiro tentando sustentar tal momento ruim, quando o Avaí abriu o placar, aos 25 minutos. Depois do acontecido, o time de BH se perdeu no jogo e o adversário só não fez mais gols por ter sido pego em impedimento várias vezes. Para piorar, o Cruzeiro começou a perder alguns gols feitos e comecei a me irritar, porque quem não faz, leva. E foi o que aconteceu: 0x2, aos 45 minutos, acabando assim o 1° tempo.

Com a confiança, dos jogadores, abalada e uma esperança que não morre no meu coração, fomos todos para o vestiário, em corpo ou em pensamento, para tentar entender o que estaria acontecendo com nosso time. Uma chamada do técnico Adilson Batista talvez bastasse para fazer a diferença. O fato é que o jogo tem que ser jogado e assim o time voltou.

O segundo tempo começou quente, lá e cá, no estilo teste pra cardíaco e, aos 8 minutos, Wellingol faz nosso primeiro gol. Aos 15, o goleiro do Avaí sai expulso numa marcação de um pênalti, que WP, de novo, converte. Depois do empate, o Cruzeiro começou a atacar bastante e a minha euforia pedia outro gol. O jogo ficou muito emocionante, bolas na trave dos dois lados, gol mal impedido do time cinco estrelas, mão da bola que não resultou em pênalti também pro time celeste de BH, enfim, acabou o jogo com gostinho de quero mais, nosso time só não ganhou por falha da arbitragem.

Mas agora é pensar no São Paulo, quarta feira, temos o jogo do ano, o mais importante e complicado. EU ACREDITO. Vamos Cruzeiro.

Saudações Celestes.
 

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