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Dilema colorado: inevitável?

9 de dez. de 2011

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois o contrato, finalmente encaminhado, de uma empreiteira com o Internacional, para a reforma do Gigante da Beira-Rio, já suscita discussões acaloradas, inclusive, da diretoria com alguns conselheiros, dissidentes do grupo dirigente, os quais ameaçam entrar na Justiça, visando a evitar a aprovação dele. É evidente que o Clube submeterá muitas coisas à empresa, (o próprio constrangimento de tentar a todo custo evitar que informações vazem, com a forma que os integrantes do colegiado examinam a minuta, causa estranhamento) e pensar que entre elas estará o direito sobre o nome do estádio assusta, mas o grande problema residiu na crença errônea de que os recursos próprios bastariam....tendo o compromisso de sediar a Copa.

O assunto na verdade foi mal conduzido. As diretorias anteriores sequer cogitaram a possibilidade de uma nova casa para o Colorado. Havia, fundamentalmente, uma ideia interessante de um grupo de jovens arquitetos para o Gigante. A questão precisava ser resolvida de modo muito mais rigoroso, com análise profunda de todas as condições do Beira-Rio, plano de negócios, tratamento de cada aspecto da reforma como um processo, pois tudo somado configuraria um megaprojeto, e com o foco no que seria melhor para os sócios, independentemente do Torneio de Seleções previsto para 2014. O que escrevo resume o ponto de vista de conselheiros especialistas na área de construção e administração. O dilema atual resulta destes fatores.

Não era, portanto, inevitável. A estas alturas, não acertar com a construtora implicará perder o direito de sediar a copa. Pior: não há garantia de que o fluxo de caixa assegurará tranqüilidade no andamento das obras, voltando a vingar a tese de que o dinheiro deve sair do Inter. Antes, elas estavam sendo tocadas pela firma que construiu o estádio. Informação que recebi hoje dá conta de que sequer a diretoria pôde acertar a parte desta empresa, comandada por colorados ilustres. Pelo que sei, concordo com as previsões já publicadas nos jornais. O contrato vai receber o aval da maioria do Conselho, e Porto Alegre assistirá às cinco partidas previstas na mais importante competição de seleções. A diferença a favor do acordo tende a apresentar surpresas, porque os movimentos políticos, com bom senso, em princípio, liberarão as escolhas de seus integrantes.

- X -

Parte dos colegas do centro do país se soma aos do Rio Grande, insistindo que o Internacional protagonizou um fiasco, ao perder para o Campeão da África, o Mazembe, no Mundial de clubes de 2010. Quero declarar que se o Santos - tomara que não aconteça - for derrotado ou pela equipe do Japão treinada por Nelsinho Batista, ou pelo Monterrey, vencedor na zona da Concacaf, NÃO assistiremos a um vexame, mas ao que ocorreu com o conjunto orientado por Celso Juarez Roth na temporada passada: um fracasso, uma decepção. Nada mais do que isso, em uma competição realmente planetária. Vale o mesmo para o favorito Barcelona, que enfrentará, provavelmente, o Esperance, da Tunísia.

Vi ontem mais uma vez a Universidad do Chile, que encaminhou o título da Copa Sul-Americana, batendo por 1X0 a LDU, no Equador. Definitivamente, estamos diante do melhor "onze" surgido na terra do poeta Pablo Neruda nas últimas décadas. Trata-se de um fortíssimo candidato à conquista da Taça Libertadores da América 2012. O Colorado que se agilize, pensando no próximo ano!

São Paulo FC 2 x 0 Monterrey (Mex)

11 de fev. de 2010



Ontem, 10 de Fevereiro de 2010, o São Paulo FC estreiou na Copa Libertadores da América em casa contra o time do Monterrey (MEX) e uma boa vitória por 2 a zero.

O time entrou em campo com a seguinte escalação: Rogério Ceni; Xandão, Renato Silva e Miranda; Jean (Léo Lima), Richarlyson (Cicinho), Cléber Santana, Hernanes e Jorge Wagner; Marcelinho Paraíba (Marlos) e Washington.

No primeiro tempo o jogo ficou muito concentrado no meio campo pois estava muito povoado por ambos os times e as jogadas de ataque sempre eram feitas quando pegavam o meio campo mexicano desconfigurado e sempre pelas alas, principalmente pela ala esquerda com o Marcelinho. E foi por lá que nasceu a primeira jogada de ataque e o primeiro gol tricolor na Copa Libertadores da América. Washington! Depois do gol o confronto no meio campo continuou forte e poucas jogadas de ataque aconteceram.

No segundo tempo provavelmente o placar positivo e amenizou o peso da estréia e o time voltou jogando muito bem e em nenhum momento teve a vitória colocada em risco, e por outro lado o time mexicano voltou com recuado para tentar aproveitar o contra ataque, oferecendo o domínio total do jogo ao São Paulo e como água mole em pedra dura, bate tanto até que fura, em jogada ensaiada de escanteio o Washington marcou o segundo gol tricolor, 2 a zero e hasta la vista mexicanos, e assim continuou até o fim.

Estréia é sempre complicado, e a vitória teve peso dobrado para o time e técnico. Hernanes, Miranda, Xandão e Jean foram impecáveis na partida, a segunda partida do Cléber Santana mostrou uma enorme evolução e a estréia do Cicinho foi muito boa.

Com a chegada do Cicinho o time passa a ficar menos dependente do Marcelinho, pois no primeiro tempo quase não usou a lateral direita mas sobrecarrega a zaga que ainda sente a falta do André Dias. O time começou com o 3-5-2 e terminou no 4-4-2. O time cometeu alguns erros mas foram perdoáveis por conta da estréia, ou pode-se creditar ao erro do juiz no cartão amarelo ao Hernanes, não deu uma falta na entrada da grande área favorável o São Paulo FC e deixou o jogador com cartão amarelo.

Próximo jogo dia 25 de Fevereiro, o São Paulo vai para Manizales enfrentar o Once Caldas que assim como nós venceu seu primeiro jogo e sempre volta a mente a final da Copa Libertadores da América de 2004.
 

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