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Mais uma vitória em busca do tri!

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A semana, a ideia de Roth, o Inter B.

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Maylson garante mais uma vitória

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O Inter estará pronto dia 16?
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O Internacional repensará o meio-de-campo?

11 de abr. de 2012

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país. O Internacional, mesmo com um significativo número de reservas, confirmou sem sustos o primeiro lugar na classificação geral do returno do Gauchão. Fez 3X0 no São Luiz, que até criou chances, mas não suportou a diferença de qualidade técnica, ainda que a partida acontecesse em Ijuí. Como o Grêmio, organizado por Vanderlei "Luxa", também melhorou, e deve rumar igualmente sem surpresas para a próxima fase da Copa do Brasil, ficando bem longe de uma crise, a decisão da Taça Farroupilha em um Gre-Nal virou "Pule de 10". E quem passar tende a superar o Caxias, que incrivelmente decidiu mudar o treinador, o qual assegurou na decisão, com muitos méritos, a equipe grená. O Colorado, entretanto, prioriza a Copa Libertadores da América, como não poderia ser diferente. O rendimento do volante Sandro Silva sugere que Dorival Jr. repense o meio-de-campo, algo inusitado porque a melhora do ex-palmeirense na comparação com o que mostrou no clássico perdido para o maior rival no Beira-Rio foi notável. É de se presumir que o jogador, com muita força na marcação, mas também com boa participação depois da retomada da bola, constitua dupla harmoniosa com Guiñazu, tão logo o "Cholo" se recupere. Dátolo (ou Oscar, se o imbroglio com o São Paulo se resolver antes do que se espera, com um efeito suspensivo da decisão que beneficiou o tricolor do Morumbi) e D´Alessandro completariam o setor, deixando-o com três canhotos, que garantiriam mobilidade intensa, chegada na frente para conclusões e assistências para Dagoberto e Leandro Damião. Tudo isso, obviamente, em tese. Porque Paulo Tinga não parece sustentar condições físicas que lhe permitam participar de dois embates consecutivos, e Mário Bolatti já entra nas cogitações para a reserva da zaga. Aliás, aí reside um equívoco. O argentino apresenta lentidão que não o recomenda para fazer parceria com Índio ou Rodrigo Moledo. O Inter necessita de um novo defensor. Fernando Lúcio da Costa está sendo bem pago, inclusive, para encontrar alguém de alto nível no mercado, superando dificuldades. Quem deseja, efetivamente, o terceiro título da maior competição do continente não aceita tal conformismo. Acomodando-se com a ideia de que "não há um atleta disponível melhor do que os nossos", o Clube verá Fluminense, Corinthians e Santos, especialmente o Peixe, avançarem com mais competitividade no torneio. Vale lembrar que, acontecendo uma combinação lógica de resultados, o Internacional obterá, no máximo, o lugar de melhor segundo colocado das chaves, configurando-se um cenário no qual os duelos derradeiros nas fases mata-mata ocorrerão fora de Porto Alegre. Outros times trabalham em padrão superior ao que o Campeão de Tudo vem exibindo. O Nacional da Colômbia, que ainda não havia visto, ontem goleou novamente o Peñarol, com jogadas ensaiadas e contra-ataques rápidos. A imposição física e as aproximações, com tabelas curtas, características da escola de futebol daquele país, também apareceram. Os argentinos Boca Jrs. (independentemente do que ocorrer logo mais contra o Flu) e Vélez Sarsfield crescerão nas próximas etapas, e a Universidad do Chile, de ótimo desempenho na Copa Sul-Americana, corre por fora. Se o staff do Beira-Rio aproveitar esta semana, sem jogos ate o duelo de sábado contra o Cerâmica, para todas estas projeções, a torcida acalentará esperanças.

O empate e as lições para o Internacional

6 de abr. de 2012

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país. O Internacional começou muito bem o grande duelo contra o Santos, porque com enorme disposição e humildade para marcar - às vezes de modo violento - os melhores jogadores do alvinegro praiano. Sandro Silva foi uma grata surpresa, como primeiro volante, chegando ao ponto de "chapelear" Neymar, e não só cumprindo a tarefa defensiva do primeiro volante, mas também arriscando colaborar na condução de bola, levando o Time à frente. Paulo Tinga, enquanto teve pernas, jogou uma baita partida. Ney conseguiu fazer um gol "a la Zico". A rigor, destoavam do esforçadíssimo conjunto colorado Elton (aparentemente nervoso) e os dois atacantes, Dagoberto e Leandro Damião. O primeiro se posicionou um pouco mais perto do centroavante, mas não conseguiu se entender com ele. Do outro lado, no entanto, estava aquela que ainda é a equipe campeã da América do Sul. A qual toca a esfera do zagueiro para o lateral, deste para o volante, com garantia que ela passará pelo articulador, até chegar aos ótimos atacantes. Neymar já merece adjetivo mais contundente do que este. Suas arrancadas o tornam excepcional. O esquema 4-4-2, escolhido por Muricy Ramalho, com uma que outra variante, contempla o trabalho e retenção pelas pontas, com Arouca, Ibson e Paulo H. Ganso dando bom ritmo no jogo. O Peixe alcançou, pelo número de chances, um patamar no qual até faria jus à vitória. Muriel foi o atleta de maior importância em campo, mostrando que evolui para ser um dos melhores goleiros do país. Sob o prisma dos anseios do Inter, ficou a impressão de que Jajá, como opção para o segundo tempo, pode funcionar. Além disso, não obstante a intensa movimentação de Dátolo, as presenças de Guiñazu, Oscar e D´Alessandro, sem dúvida, tornariam a partida mais equilibrada, pois faltou eficiência nos contra-ataques. O escore de igualdade acabou sendo positivo, porque o Juan Aurich, em bela demonstração de dignidade esportiva, atuou como se ainda sonhasse ir adiante na Copa Libertadores e derrotou com total autoridade o The Strongest, nesta quinta-feira, no Peru. O Campeão de Tudo que interessa está virtualmente classificado, mas necessita pensar em uma recomposição do meio-de-campo, quem sabe, com Sandro Silva e o "Cholo" nas primeiras funções, e reforçar a zaga. A bola aérea, principalmente se estiver em campo um Alan Kardec (que gosta de fazer gols no Internacional), permanece um problema. - X - Errei meu prognóstico, mas escrevi a ressalva de que ele se devia mais ao Clube estar de aniversário do que a uma convicção real. Dorival Jr., que de maneira geral acertou a estratégia na quarta-feira, age certo ao preservar alguns titulares no confronto contra o São Luiz domingo pelo Gauchão. O Internacional precisa da vitória em Ijuí para confirmar a melhor campanha da segunda fase do campeonato. Há tempo para uma boa preparação até o embate contra o Aurich, no famigerado gramado sintético. Não será fácil, pelo valor que os incas demonstraram, comandados por novo treinador.

Um empate triste e a perspectiva

29 de mar. de 2011

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país. O empate do Internacional no Beira-Rio foi triste, pelas circunstâncias. O valente, mas limitadíssimo, São Luiz de Ijuí é o antepenúltimo na classificação geral do campeonato gaúcho, e jogou uma hora com 10 em campo, após uma expulsão justa! O desperdício de chances por parte do Inter impressionou, mas o que mais assustou foi o fato de que o time do interior chegou duas vezes à frente do goleiro Lauro. A ausência de Leandro Damião pesou? Sem dúvida. O centroavante de boa estréia na Seleção Brasileira, apesar de não ter conseguido o gol em suas finalizações, está em uma fase que traz grande sorte para a equipe. Ocorre que alguns problemas do Colorado cada vez pesam mais. Ney é muito infeliz quando vai ao apoio na maioria das vezes. E falta uma alternativa para a lateral direita. A zaga, como já escrevi, carece de definições. E no ataque, Rafael Sóbis, talvez pela severidade das mazelas que, em tese, superou, está muito abaixo do que já foi. Já nem cito as dificuldades de Cavenaghi. Por outro lado, D´Alessandro - que voltou de lesão no segundo tempo, quando quase fez um golaço - e Oscar juntos no meio-de-campo podem "dar samba". Seja o esquema 4-4-2 ou o 4-2-3-1. Até no 4-3-3 com o qual Celso Juarez Roth terminou a partida, não merecendo, portanto, críticas da torcida pelo comportamento neste embate. Lá no fundo, provavelmente, os jogadores também sentem o Gauchão como um estorvo. E é isso que não torna tão ruim a perspectiva do Inter. Certamente, nesta quarta-feira contra o fraquíssimo Jorge Wilsterman a motivação será outra. Uma goleada, perfeitamente possível, encaminhará o Time pra uma das duas ou três melhores colocações na fase de grupos da Taça Libertadores da América. O grande foco do primeiro semestre. Mario Bolatti, servindo à Argentina, também fez falta na hora da bola aérea ofensiva. Não estará presente contra os representantes da Bolívia, mas o retorno dele, no jogo seguinte, ajudará muito o Colorado. O estadual vamos esquecendo. Dificilmente, o Grêmio deixará de ser campeão, faturando também a Taça Farroupilha. Claro que, como no ano passado, trocaremos o empenho na competição provincial sem vacilar por uma nova conquista da América! Este texto já estava postado quando soube da morte de Rudi Armin Petry, um dos maiores dirigentes da História do Grêmio. Tinha 91 anos e comandou o tricolor no meio da vitoriosa década de 60. O homem que encerrou seu ciclo no mesmo dia do vice-presidente de conduta exemplar, José Alencar, foi capaz de dizer que seu clube era grande pela grandeza do Internacional e vice-versa. Só por isto, já mereceria ser lembrado em tempos nos quais imbecis matam por causa de futebol.

Maylson garante mais uma vitória!

10 de fev. de 2011


           Com o time misto, o Grêmio foi à Ijuí para jogar contra o São Luiz a partida atrasada do Campeonato Gaúcho, devido à Libertadores. Com a vitória o time consegue a sequência invicta de 15 jogos além de assegurar a liderança e a melhor campanha.
            O jogo começou empolgado, estádio lotado e a meninada da base querendo mostrar serviço. E não demorou muito para o esforço ser traduzido em gol, logo aos 7 minutos, com Maylson, após cruzamento de Mário Fernandes. O jovem não perdeu a oportunidade de mostrar seu futebol e fez o gol do jogo. Após o gol, o jogo se tornou mais tranqüilo e o São Luiz tentava o empate abusando das jogadas laterais, todas desfeitas pela zaga tricolor sem nenhum grande esforço do goleiro Marcelo Grohe.
            Na segunda etapa pouca coisa mudou, com a vitória conseguimos controlar a partida. Pouco trabalho para ambos os goleiros. Ainda ficamos com um a mais em campo após expulsão do zagueiro do São Luiz, Bronzatti. Antes do final do jogo, Borges, que tenta voltar ao seu ritmo de jogo, quase ampliou. Mas a conclusão acabou na defesa do goleiro Vanderlei.
            Líder do grupo e com a melhor campanha, o Grêmio faz seu último jogo da fase contra o Novo Hamburgo, no próximo domingo, às 17 horas, no estádio do Vale. 

Alessandra Formagini

Ainda o esquema colorado e o caso Walter

8 de mar. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois o Internacional, com maioria de reservas e alguns titulares acrescentados no segundo tempo, jogou para o gasto em Ijuí, vencendo o São Luiz, um dos melhores times do Campeonato Gaúcho, com um único gol, numa deixada inteligentíssima de Andrezinho, (o chamado corta-luz) após uma jogada que começou com boa roubada de bola e culminou na conclusão de Eltinho. O lateral que veio do Avaí, aliás, mostrou alguma qualidade substituindo Kléber.

Agora, tudo se volta para a Taça Libertadores da América e o compromisso de dificuldade aumentada pelo fator da altitude, em Quito, contra o Deportivo local. O discurso de alguns atletas colorados já é de não atribuir demasiada importância às alturas em relação ao mar. Para além dos aspectos fisiológicos, conta-se com a psicologia, no sentido da superação, com valorização da posse de bola e solidez defensiva com três zagueiros. Jorge Fossati e o staff do departamento de futebol têm a convicção de que o esquema que assegura isso é o 3-4-1-2, ou, voltando D´Alessandro - que ficará na reserva, devido à falta de melhores condições físicas -, um 3-4-2-1.

A perspectiva do Inter contar com apenas um atacante neste ano está desenhada, principalmente, após o caso Walter. O episódio é constrangedor, e pouparei de detalhes os apreciadores de nosso blog de outros estados. Resumidamente, uma entrevista em que o técnico uruguaio dizia (após a vitória contra o Emelec, quando o menino fez a assistência no lance que definiu a virada.....) que o jovem atacante tinha que se dedicar mais aos treinos, somada à insatisfação com o salário, num contexto de dificuldades financeiras da família, depois da direção se negar a vendê-lo a um clube de Portugal, foi a gota d´água para que durante uma semana o rapaz simplesmente ficasse em seu apartamento, no mesmo bairro onde moro, se recusando a treinar. Voltou ao Gigante da Beira-Rio somente hoje, e a diretoria, em conjunto com o treinador, já avisou que ele retornará ao Time B, e seus vencimentos terão descontos, pelos dias parados sem justificativa.

Como jornalista, não me lembro de qualquer acontecimento semelhante no Rio Grande do Sul, ou em Porto Alegre. Ouvi dois profissionais da crônica esportiva, mais velhos, que trabalham em rádio, comentando a mesma coisa. Walter não "pinta" como um craque. Tem potencial inegável, entretanto, para se tornar um ótimo atacante, acima da média. As limitações psicológicas e culturais, porém, ameaçam muito a carreira do atleta. Em entrevista, declarou que o único motivo do "fim do exílio" era o contrato em vigor. Ainda assim, não faltam defensores de medidas mais brandas, sem que ele seja afastado do grupo principal, para valorização futura e......porque pode assumir a vaga de titular no ataque, ao lado do Alecsandro.

O imbroglio propicia boa reflexão sobre as diferenças do que se paga a jogadores mais "rodados", experientes, em relação ao que se garante para os chamados "pratas da casa", iniciantes. Vale lembrar que nos clubes grandes (não é a realidade da imensa maioria de atletas de outras agremiações) os meninos recebem salários bem superiores à massa de trabalhadores brasileiros. Enfim, apesar de uma visão crítica sobre o grupo dirigente colorado, penso que qualquer decisão tomada apresentará vários prós e contras. Resta esperar que seja a melhor para o Internacional e também, humana e profissionalmente, para Walter.

A presença feminina nos estádios constitui uma prova importante de que, apesar dos pesares, ocorreram importantes avanços culturais no Brasil, nestas últimas décadas. Saudações especiais às colegas de blog e a eventuais leitoras pelo Dia da Mulher! O martírio das operárias assassinadas nesta data em Nova York, no Século 19, não foi, e nem será em vão.

Fossati e as pressões

5 de mar. de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois o técnico uruguaio Jorge Fossati já enfrenta algumas pressões no Internacional, pela reivindicação que parte de diferentes setores, incluídos possivelmente conselheiros ligados à diretoria colorada, para que não mais use um esquema com três zagueiros. Contra o Sta. Cruz, em uma fácil goleada (até que fez bem ver o Inter liquidar por 4X1 a equipe treinada pelo ex-goleiro Mazaropi, o qual provocou bastante sofrimento nos colorados na década de 80....), o rendimento acabou sendo melhor quando Kléber e D´Alessandro receberam tarefas de articuladores, sendo o jovem Juan deslocado para a lateral esquerda, após razoável atuação como um dos defensores. O Time terminou distribuído em um 4-4-2.

Particularmente, ainda gostaria de ver o 3-4-2-1 com Guiliano e D´Alessandro, recém retornando de lesão no rosto, sendo os homens da ligação com o setor ofensivo. Entretanto, se Fossati pensasse em uma alternativa completamente diferente das convencionais, por que não experimentar.....um 4-5-1? Quem entraria na equipe? Wilson Mathias.

Nas poucas vezes em que apareceu, o volante vindo de terras mexicanas mostrou inteligência e elegância para jogar. Liberaria Sandro e Guiñazu para irem mais à frente, e até se revezaria com eles. Já que nenhum companheiro de Alecsandro no ataque convence, veríamos o argentino ex-River Plate e o jovem meio-campista da Seleção Brasileira Sub-20 com os três qualificados meio-campistas posicionados um pouco mais atrás.

Imagino que o Internacional ganharia muitíssimo em posse de bola, e teria agressividade nos momentos propícios, criando chances mesmo contra adversários qualificados, inclusive, porque não perderia o apoio de Kléber na "ala esquerda", à medida que a cobertura estaria assegurada. Tudo isto em tese. Não sei quando o estrategista charrua terá chance de testar essa tática.

Domingo, contra o São Luiz (ainda mais com surto de dengue no município de Ijuí!), não é a melhor ocasião. A comissão técnica age certo ao poupar a maioria dos titulares, projetando o difícil embate contra o Deportivo Quito, na próxima semana, pela Copa Libertadores da América. Jorge Fossati planejou, com seus auxiliares, como superar, minimamente, a altitude. Tomara que acertem em cheio. As pressões tenderão a diminuir.
 

2009 ·Gol de Letras by TNB