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Os líderes do grupo 7

25 de mar. de 2010

Subtítulo: As camisas da sorte


Esperei por este jogo acreditando na ressurreição do estrelado time. Vesti a camisa da sorte e me pus a roer as unhas frente a TV enquanto o jogo não começava.

O Cruzeiro finalmente começou um jogo acordado, aos 2’ eu já tinha gritado o primeiro gol – antes da hora. Um time veloz e de toque rápido, como eu esperava. Apesar disto o jogo estava truncado, com muitas faltas. Os chutes de fora da área finalmente estavam de volta. E aos cinco minutos veio o primeiro gol, da cabeça de Fabinho (foto), depois da batida de escanteio. Cruzeiro 1 x 0 Deportivo Itália.

Continuou ágil, mas com poucos chutes ao gol. O coração tremia junto aos tambores da torcida e as vozes celestes ao fundo da narração global. Finalmente vi o Cruzeiro estrear, os jogadores voltaram das “férias prolongadas”.

Com a volta de Gilberto houve uma melhora significativa no lado esquerdo do Cruzeiro, Diego Renan esteve mais protegido e confiante, protagonizando um bonito lance em que driblou 4 e entrou na área quase marcando o segundo. Apesar desta melhora o lado direito, com Jonathan, ainda era o melhor e mais ofensivo de onde surgiu a maior parte das oportunidades.

Jogando bem melhor que nas ultimas partidas o ponto fraco do time eram as finalizações, finalizava muito mal, quando o fazia. Jonathan foi o destaque do primeiro tempo, voltando a jogar como “o melhor lateral-direito do Brasil”, com direito até a chapeuzinho dentro da área adversária.
A melhor chance do Deportivo Itália no primeiro tempo foi de falta, quando a bola bateu na mão de Fábio e no travessão.

O juiz economizou um cartão amarelo para um jogador do Deportivo e minutos depois acabou fazendo o mesmo à Fabinho, o que acarretaria na sua expulsão, compensados saímos com a melhor. Mas errou em vários outros lances, além de seus bandeirinhas que erraram em pelo menos 5 lances.

O giro no ataque era tanto que nem eu mais sei quem é atacante, quem é volante, meia-ofensivo ou lateral. Jonathan era marcador e armador, D. Renan marcador e “homem-surpresa”, até Fabinho atacava quando dava, o único que não vi tentando marcar foi o Fábio.

O primeiro tempo de 46’ terminou em 1 x 0, muito animado com o WP quase marcando o segundo no último lance. Faltava o segundo gol pra “definir a partida” e ocupar a primeira posição no grupo 7, eu queria mais dois gols, se não fosse pedir muito. A sorte do Deportivo era ter um bom goleiro que salvou o time em pelo menos duas vezes no primeiro tempo.


Segundo Tempo

Depois de um atraso do Deportivo Itália para retornar ao campo a partida finalmente recomeçou. Fábio voltou com a camisa amarela, de Raul, também uma camisa da sorte, diga-se de passagem. E no primeiro minuto já mostrou suas habilidades com os pés para driblar um adversário dentro da área. Fábio também fez uma defesa importante aos 4’.

Não sei qual critério o árbitro usou, mas deixou de dar muitos cartões para os dois lados e o jogo continuou com um número grande de faltas. Ficando mais disputado no meio-de-campo, com menos chances e finalizações para ambos os lados.

A marcação adversária não apertava muito, certamente dava pra ter aproveitado e ampliado o placar, Jonathan estava totalmente livre, quando era marcado alguém ficava livre, parecia que tínhamos um jogador à mais em campo, o que ocorreu graças ao esquema rotativo usado por Adilson Batista,  o qual os jogadores demonstraram difícil adaptação nos últimos jogos, mas rendeu neste.

Aos 18’ M. Paraná quase marcou e aos 21’ D. Renan mandou uma bomba de fora da área que chegou a machucar o goleiro Gato que se esticou todo para pegar a bola. Adilson aproveitou a parada pra colocar Pedro Ken no lugar do Gilberto. Minutos depois o garoto marcou o 2 x 0 depois de pegar um rebote do rebote, pra calar qualquer cornetagem que eu pudesse fazer caso a substituição desse errado.

Fábio fez a defesa da partida aos 30’ quando Cáceres chegou sozinho ao gol e teve uma ótima oportunidade, o goleiro usou da sua característica de saída do gol e segurou o chute do jogador.

Finalmente Fabrício entrou aos 40’ no lugar de M. Paraná. E Eliandro no lugar de T. Ribeiro. Fabrício participou de algumas jogadas com muita raça e Eliandro não teve tempo de aparecer. O jogo terminou e o Cruzeiro fez o dever, agora é continuar jogando neste nível que Mineiro será mamata e a classificação ficará como certa.

Queria fazer uma observação sobre nosso ótimo zagueiro, Leonardo Silva, que tem uma mania de abraçar os adversários e acaba merecendo cartões que não seriam necessários, isto pode nos complicar mais à frente, até porque não temos um substituto para o jogador.

Aliás, queria parabenizar a TFC que mudou para a 7A e deu um show de arrepiar!


Foto: Divulgação/Site Oficial do Cruzeiro

Tudo ou nada

24 de mar. de 2010

Nos meus tempos de vícios em jogos de azar aprendi a saber apostar. Nada valem todas aquelas fichas coloridas se não tudo. Quando o dia é de sorte basta saber controlar a expressão do rosto e todos seus erros serão omitidos por seus fours. Nos dias de azar é necessário ter a honra de perder e com uma calma esperar pela sua última rodada em que se aposta tudo sem obrigação de aumentar, uma regra que não pretendo explicar aqui.

É hora de apostar todas as fichas neste jogo, sem torná-lo um jogo de azar. O melhor time deve ser colocado em campo, na forma tradicional do Cruzeiro 2009, sem as inovações de 2010 pois não temos tempo de fazer testes, deixe-os para o Mineiro.

Não vou escalar um time, pois há mais de uma opção, só não há vaga para Pedro Ken e Thiago Heleno. Sem Kléber não deve-se inovar, que seja WP e TR. Sem linha de 3 zagueiros, sem preguiça, sem dar chance aos venezuelanos. É hora da Raposa mostrar que ao contrário das outras espécies de raposas sul-americanas, não é próxima ao gênero Canis e sim uma verdadeira Vulpes. É La Bestia Negra.

Precisamos dar a virada triunfal que já virou marca do time. Viradas como as de costume, de um time que joga melhor no segundo tempo - não acho isto uma vantagem, mas é nossa característica. Virada de um time que em 1997 foi o campeão que até a Conmebol duvidava com sua manchete de "nunca antes um campeão teve uma virada tão triunfal". Viradas como a de 2010, o time que saiu da 13ª posição pra guardar sua vaga na G4 e ficar a 5 pontos do título.

Tá na hora! Sacode o que for poeira e bora dominar o território, não há tempo para tropeços ou desequilíbrios. Sem hesitar! O Cruzeiro mais que vencer precisa convencer - desculpem usar o clichê. Nós estamos fartos de vitórias pouco animadoras, de quase-perder e virar. Queremos um time que impõe-se, chega e resolve, guarda os 3 pontos antes que o outro time chegue ao campo. Cruzeiro deve manter o toque de bola rápido, rasteiro, a boa distribuição em campo, a velocidade e a esperteza de uma verdadeira raposa.

Concentrados:

Goleiros: Fábio e Rafael
Laterais: Diego Renan, Jonathan e Marcos
Zagueiros: Cláudio Caçapa, Leonardo Silva e Thiago Heleno
Volantes: Fabinho, Fabrício, Henrique e Marquinhos Paraná
Meias: Bernardo, Gilberto e Pedro Ken
Atacantes: Eliandro, Thiago Ribeiro e Wellington Paulista

Em negrito os jogadores que eu dou como certo, a vaga restante ficará entre Bernardo, Pedro Ken e Fabrício. Minha preferência é clara, ou não? Tá bom, eu desenho.
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VAMO VAMO CRUZEIRO QUERIDO DE TRADIÇÃO!

Foto: Site oficial do Cruzeiro

Deportivo Itália x Ninguém

12 de mar. de 2010

Um time desligado desde o primeiro tempo, jogou um pouquinho no início do segundo tempo e só. Primeiro tomou um gol, depois deu sorte de fazer um, no segundo tempo virou e parou de jogar, deixou vir o empate. Parabéns, campeão! Assim vamos chegar lá rapidinho. 

Senti falta da vontade de jogo, a vontade de ganhar. Os gols vieram de um erro tático, com os volantes avançando a fraca defesa não dava conta das investidas do time venezuelano, já um volante está avançado o outro tem que ficar pra dar a cobertura, é assim que as coisas se encaixam na minha cabeça, mas não parece que foi assim que aconteceu. 

Kléber expulso! Agora ta melhor ainda, sem defesa, sem ataque, sem futebol, sem vontade de ganhar e empatando com um time fraquíssimo. Fica difícil explicar os erros do time, não foram erros isolados, o futebol não surgiu, nada dava certo e os contra-ataques dos adversários assustavam, pra piorar. 

As poucas vezes que chegávamos ao ataque a defesa tirava sem perigo algum. E assim o Deportivo Itália conseguiu seu primeiro ponto da Libertadores 2010. Dep. Itália 2 x 2 Cruzeiro, como é um microtime eles comemoraram. 

Não foi bom pra nenhum dos dois lados, o placar deveria ser 0x0, nem o 2x2 foi merecido. Poucas oportunidades, poucos bons momentos, pouco futebol. Quase esqueci que era Libertadores. 

Fizemos a boa ação do ano, ressuscitamos a moral de um time morto, era obrigação vencer este jogo e não vencemos. Vou dizer o que? Culpar o gramado é vergonhoso. Jogou mal, perdeu, simples. Ops, empatou.

Afinal, quem é Deportivo Itália?

11 de mar. de 2010

Peço desculpas pela ausência no último jogo, mas como avisei provavelmente diminuirei o ritmo das postagens por uns tempos, procurando então outro (a) cruzeirense que divida comigo as obrigações do blog. Interessados entrem em contato em: lilian_alcantara92@yahoo.com.br

O time venezuelano também foi fundado por imigrantes italianos, 1949, e é por isto que se chama Deportivo Itália. As cores, branco e azul, foram inspiradas nas cores da seleção italiana. Teve seu auge na década de 1960.

Este tal de Deportivo Itália é o time que eliminou o Bahia nas preliminares da Libertadores de 1964, mas não passou da primeira fase. Assim como em 1967 que não passou do Grupo 1, o mesmo do Cruzeiro. Aliás, naquele ano o Deportivo Itália perdeu os dois jogos para o Cruzeiro, o primeiro por 0 x 3, dentro de casa, e o segundo no Mineirão por 4 x 0.

Em 1969 passou da primeira fase pela primeira vez na história, em segundo lugar do grupo Colômbia, Venezuela – uma mamata. Mas na segunda fase (quartas-de-finais) ficou em último lugar do grupo.

O time não guarda boas lembranças dos brasileiros, em 1971 perdeu de 6 x 0 para o Fluminense em casa, depois venceu por 1 x 0 no Maracanã. E para o Palmeiras duas derrotas, por 3 x 0 e 1 x 0. Em 1972 e 1984, quando voltou à Libertadores, não enfrentou nenhum time brasileiro nem se classificou pra segunda fase.
Apesar de todo retrospecto a equipe está confiante quanto à receber o Cruzeiro, eles vêm de uma vitória por 4 x 0 contra o Carabobo e apostam na consciência e inteligência para agir diante do time estrelado, acreditam num “desespero” da nossa parte já que vamos buscar a vitória. Achei isto um pouco “cabeça de time pequeno”, mas quem sou eu pra achar alguma coisa.

Por enquanto nosso co-irmão italianito acumula duas derrotas no Grupo da Morte, nenhum gol feito e dois gols sofridos. A Morte já fez um defunto, por aqui, agora vamos lá bater em morto. E aí deste time se tiver um “momento Camilo” e perder, nem empate tá valendo.

Só uma última pra rir um pouco, parte “história” do site deles vencer o Bahia em 1967 foi uma página heróica imortal com direito à fogos de artifício: “certamente, uma importante atuação eliminando nas preliminares, nada mais nada menos, que o Bahia do Brasil”. Isto aí, nada mais nada menos. E ainda emendam que foi um dia “inesquecível para a história do Dep. Itália e do futebol venezuelano”.

Vocês lembraram de alguém? Lembraram de alguém? Não vale chutar o time do Kalil.

Desculpem pelo excesso de ironia, vou terminar o texto pra não ter que comentar mais nada. Ah, e o sorteio da CBF? Sexta-feira tem meu texto sobre o assunto.
 

2009 ·Gol de Letras by TNB