Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Pois o Internacional perdeu um jogo de seis pontos, e ficou com chances remotas de ainda faturar o Campeonato Brasileiro. É verdade que numa competição equilibrada e imprevisível não se pode "jogar a toalha" quando o returno inicia. Há, entretanto, algumas lições a tirar da merecida derrota desta quarta-feira em Minas Gerais. Antes, uma palavra sobre o mérito do Cruzeiro, que mostrou ter um grupo qualificado, não sentindo os desfalques.
A Raposa se beneficiou de um nó tático dado por Cuca. A equipe adiantou a marcação, não deu em nenhum setor espaço para o Colorado tocar a bola e soube explorar a qualidade de seus jogadores quando tinha a iniciativa das ações. A intensa movimentação de Éverton, um falso volante que acabou fazendo o gol da vitória, constituiu um diferencial. Foi tão preciso nos desarmes o Cruzeiro que só praticou uma falta na segunda metade do primeiro tempo! Conjunto capaz de sustentar um duelo com poucas infrações é raridade no futebol de hoje.
O Inter cresceu mais quando já se esgotavam os 45 minutos iniciais, e especialmente ao longo da segunda etapa. Marquinhos (por que será que Celso Juarez Roth o tirou?) apresentou movimentação superior à de Rafael Sóbis, mais um lesionado pela seqüência de embates quartas e domingos. Tomara que contra o Goiás repita a atuação fulgurante do ano passado diante do mesmo oponente.
Talvez, o Clube do Povo do Rio Grande deva se queixar da arbitragem, quanto ao lance em que um atleta do adversário de Belo Horizonte erra com uma perna e desequilibra Leandro Damião com a outra, dentro da área. A sensação é de pênalti, mas a jogada não possui clareza absoluta que permita condenar o juiz. Ao fim e ao cabo, uma derrota merecida para o Internacional, já que o Cruzeiro foi melhor.
E algumas lições merecem ser sintetizadas: o Time sem D´Alessandro fica vulnerável perante um conjunto que sabe marcar; Wilson Mathias, ainda que tenha melhorado um pouco em relação a ele próprio, não dá sinais de que vai se firmar como primeiro volante, inclusive, pelas faltas desnecessárias que pratica e o menino Damião ainda precisa evoluir. As soluções, que necessitam ser definitivamente encontradas até Abu Dhabi - ainda mais porque o sorteio da Fifa definiu que o Inter tem duas chances para uma de se defrontar com o mexicano Pachuca na estréia no Torneio Mundial -, em princípio, estão no próprio grupo de jogadores. Estão?
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