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3 de abr. de 2010




Assim como 99% da Nação Rubronegra, ainda estou tentando me curar da ressaca causada pela comemoração pela goleada triunfal em cima do Náutico na última quarta-feira. Era muita coisa para comemorar em um dia só: início de feriadão, desclassificação do Bahia e classificação do Vitória para as oitavas de final da Copa do Brasil, com direito a uma goleada histórica com requintes de crueldade - sofremos 2 pênaltis, perdemos 3, e ainda assim goleamos o Timbú por 5x0.

O time, que no domingo jogou um péssimo futebol e ganhou do Vitória da Conquista por um magro e vergonhoso placar de 1x0, desmentindo assim a minha tese de que, no Barradão, sempre cresce, voltou a jogar bola no meio da semana e avançou com sobras para a próxima fase da CB.

Nino Paraíba já mostrou que vai ser o dono da Camisa 2 este ano (a menos que o negociem, saravá, mangalô, três vezes). Vanderson parece estar voltando à velha forma. Elkeson parece que vai mesmo se firmar como titular. Até Bida jogou bem(!).

Mas o destaque do time mesmo é o tal do Diabo Loiro, o Júnior, que ninguém conhecia, e, ao que parece, finalmente vai suprir uma lacuna que já dura muito tempo no ataque do Vitória. Desde 2008, com a negociação de Dinei pelo Atlético PR, que não tínhamos no time um bom centro-avante. Agora parece que, enfim, temos um homem-gol. Na quarta-feira, inclusive, chegou-se a ouvir, das arquibancadas do Barradão, os gritos de "ô ô ô ô ô... Júnior é melhor que o Imperador".

Exageros á parte, o sósia dinarmaquês do pagodeiro Belo não só vem marcando gols - já é o artilheiro do time na temporada - como vem jogando bem e com regularidade, ao contrário de outros "artilheiros" que passaram pela toca recentemente, que faziam um gol para cada trezentos e cinquenta perdidos.

Voltando à peleja de quarta, é certo que a fragilidade do Náutico contribuiu muito para o resultado (que poderia ter sido mais expressivo, não fossem os pênaltis desperdiçados por Ramón e Viáfara, instantaneamente perdoados), mas diante de um adversário frágil, o Vitória tem que fazer o que fez - dar show e golear.

Agora as perspectivas melhoraram muito, Ricardo Silva ganhou créditos e a torcida está mais confiante (não vão me decepcionar de novo não, viu?). O próximo adversário da Copa do Brasil é muito mais forte que as equipes que enfrentamos até agora e o Estadual se encaminha para o final. Agora a torcida tem que fazer sua parte (12 mil num jogo decisivo destes é muito pouco, mesmo em véspera de feriado), comparecendo e incentivando cada vez mais, para que o time conquiste o inesperado tetra estadual e, quem sabe, a inédita Copa do Brasil.

Avante, Leão!

PS: Parabéns, Ramón, pelo golaço, que calhou de ser o seu quadragésimo no Barradão. Espero que você seja inteligente a ponto de compreender a hora certa de sair por cima, com todos esses seus recordes batidos, e encerrar o seu ciclo no Vitória em grande estilo.

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