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O Inter estará pronto dia 16?

Repensando perspectivas

26 de jun de 2009

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

A LDU tem um bom time. Repatriou atletas que jogaram contra o Manchester United, com atuação até surpreendente, em 2008, vendendo caro a derrota, e aperfeiçoou a escola colombiana de futebol. Ao toque de bola e ao contra-ataque acrescentou marcação fortíssima. O adversário do Internacional, na Recopa, possui, portanto, vários méritos. Não se examina com justiça a derrota desta quinta à noite, se ignoramos solenemente a qualidade desta emergente equipe, vinda do Equador.

Pelo lado colorado, vejo a necessidade de repensar perspectivas. A grande expectativa criada em torno do Inter nasceu de um campeonato de nível fraco. Infelizmente, o padrão médio das equipes gaúchas do interior se distanciou muitíssimo da dupla de Porto Alegre. De tal maneira que o Estadual não fornece um parâmetro confiável para avaliações. Com esta preliminar, e mantendo o espírito crítico, vejo que a torcida deve repensar expectativas. A falta de preparo emocional, na noite de ontem, com mais uma expulsão, foi assustadora. Estar com o foco no Corínthians e a péssima arbitragem (complacente com a violência e incapaz de ver um lance de vôlei na área da LDU no primeiro tempo.....) não justificam a falta de alternativas pelos lados e o individualismo de Taison, por exemplo. Alguns jogadores têm um futebol rigorosamente comum, de tal modo, que não é mais possível considerar o elenco do Beira-Rio acima dos outros da primeira divisão do campeonato nacional.

E o Brasileirão deve constituir a prioridade das prioridades. Se for o caso de mandar um mistão para o jogo de volta na Recopa, em Quito, faça-se. Seguramente, continua viável permanecer entre os quatro primeiros da mais importante competição do país, sem ilusões quanto a facilidades. Ainda mais que a saída de Nilmar (nenhum dos centroavantes está convencendo......) para a Inglaterra se tornou questão de semanas. Gostaria muito que as categorias de base abastecessem o grupo principal. Se não houver alguém em casa, que se reforce o time, com critérios, imprescindíveis ao se trazer boleiros de outros lugares.

Por último, não poderia deixar de registrar: lamentável a postura de alguns atletas e dirigentes vitoriosos no futebol quanto a achar ofensas racistas "coisas normais do calor da partida". O racismo está diretamente ligado ao que de pior se produziu contra o ser humano. O esforço para combatê-lo precisa ser permanente, inclusive, dentro dos gramados. Merecem apoio os árbitros e demais protagonistas dos espetáculos esportivos que interrompem os confrontos quando facções de torcidas professam estes gestos e idéias abjetas. Ignoro se o atacante argentino Máxi Lopez no embate entre Grêmio e Cruzeiro pela Taça Libertadores da América proferiu uma ofensa deste tipo ao adversário. Escrevo somente que, se isto aconteceu, o jogador merece se incomodar, e muito. Se não disse o que Elicarlos e seus companheiros afirmam que foi dito, sua inocência há de ficar provada o mais rapidamente possível. Particularmente, me orgulho do fato histórico de que meu Clube contribuiu decisivamente para a integração étnica no esporte gaúcho. A primazia, neste aspecto, no Rio Grande do Sul, pertence ao Guarany de Bagé, uma cidade da região sul do estado.

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