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O Inter estará pronto dia 16?

Um empate triste e a perspectiva

29 de mar de 2011

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país. O empate do Internacional no Beira-Rio foi triste, pelas circunstâncias. O valente, mas limitadíssimo, São Luiz de Ijuí é o antepenúltimo na classificação geral do campeonato gaúcho, e jogou uma hora com 10 em campo, após uma expulsão justa! O desperdício de chances por parte do Inter impressionou, mas o que mais assustou foi o fato de que o time do interior chegou duas vezes à frente do goleiro Lauro. A ausência de Leandro Damião pesou? Sem dúvida. O centroavante de boa estréia na Seleção Brasileira, apesar de não ter conseguido o gol em suas finalizações, está em uma fase que traz grande sorte para a equipe. Ocorre que alguns problemas do Colorado cada vez pesam mais. Ney é muito infeliz quando vai ao apoio na maioria das vezes. E falta uma alternativa para a lateral direita. A zaga, como já escrevi, carece de definições. E no ataque, Rafael Sóbis, talvez pela severidade das mazelas que, em tese, superou, está muito abaixo do que já foi. Já nem cito as dificuldades de Cavenaghi. Por outro lado, D´Alessandro - que voltou de lesão no segundo tempo, quando quase fez um golaço - e Oscar juntos no meio-de-campo podem "dar samba". Seja o esquema 4-4-2 ou o 4-2-3-1. Até no 4-3-3 com o qual Celso Juarez Roth terminou a partida, não merecendo, portanto, críticas da torcida pelo comportamento neste embate. Lá no fundo, provavelmente, os jogadores também sentem o Gauchão como um estorvo. E é isso que não torna tão ruim a perspectiva do Inter. Certamente, nesta quarta-feira contra o fraquíssimo Jorge Wilsterman a motivação será outra. Uma goleada, perfeitamente possível, encaminhará o Time pra uma das duas ou três melhores colocações na fase de grupos da Taça Libertadores da América. O grande foco do primeiro semestre. Mario Bolatti, servindo à Argentina, também fez falta na hora da bola aérea ofensiva. Não estará presente contra os representantes da Bolívia, mas o retorno dele, no jogo seguinte, ajudará muito o Colorado. O estadual vamos esquecendo. Dificilmente, o Grêmio deixará de ser campeão, faturando também a Taça Farroupilha. Claro que, como no ano passado, trocaremos o empenho na competição provincial sem vacilar por uma nova conquista da América! Este texto já estava postado quando soube da morte de Rudi Armin Petry, um dos maiores dirigentes da História do Grêmio. Tinha 91 anos e comandou o tricolor no meio da vitoriosa década de 60. O homem que encerrou seu ciclo no mesmo dia do vice-presidente de conduta exemplar, José Alencar, foi capaz de dizer que seu clube era grande pela grandeza do Internacional e vice-versa. Só por isto, já mereceria ser lembrado em tempos nos quais imbecis matam por causa de futebol.

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