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O Inter estará pronto dia 16?

Depois dos empates, ponderações

5 de nov de 2010

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Pois o Internacional empatou com Santos e Fluminense em casa, dando praticamente um adeus muito lamentado à perspectiva de disputar o título do Brasileirão. O jogo contra o adversário paulista - embora a qualidade da partida - oferece prejuízos para a análise, porque a arbitragem foi verdadeiramente desastrosa. Primeiro, não viu um movimento de Edu Dracena com o braço tocando a bola dentro da área, o que caracterizaria o pênalti para o Colorado. Segundo, não assinalou o gol do Santos (verdade que enquanto não se usar o recurso eletrônico na bola, haverá risco desse tipo de lance, quando ela mal ultrapassa a linha da goleira.....), ainda na etapa inicial. Nos 45 minutos derradeiros, não enxergou o lance mais claro, quando Neymar foi puxado por Kléber, numa situação de penalidade máxima, desta vez a favor do Peixe.

Assim, o juiz catarinense conseguiu alterar completamente os rumos do confronto. Algo diferente se deu no embate com o líder da competição. O Flu mostrou as qualidades de sempre, com eficiente sistema de marcação em todos os setores, perigoso apoio dos laterais e a lucidez e criatividade de Conca, ao que tudo indica, o melhor jogador do campeonato. O Inter sustentou um enfrentamento com vantagem na iniciativa, nas tentativas pelos lados, com algumas infiltrações, mas com finalizações defeituosas.

Entretanto, uma novidade boa surgiu no gramado do Beira-Rio, "ornamentado" pelo palco à espera do show do ex-beatle Paul M´Cartney. Wilson Mathias teve a melhor atuação até agora no Colorado, jogando na primeira função do meio-de-campo. Apresentou o senso de colocação de um bom centromédio, marcou desarmando e praticando menos faltas. Soube se apresentar para o trabalho coletivo iniciando as articulações no setor onde as coisas se decidem, secundando o sempre espantoso Guiñazu.

Somando este fato à entrevista do agora volante na Inglaterra, o importantíssimo Bi-Campeão da América, Sandro, na qual afirma que o Internacional terá mais chances de faturar o Torneio Mundial se atacar o Inter de Milão na provável final da competição nos Emirados Árabes, estou ponderando sobre o que escrevi antes. Dificilmente, o Colorado teria iniciativa com um esquema de três zagueiros. Se Wilson Mathias - que certamente não atingirá o nível "espetacular" para lembrar a infeliz frase de Fernando Carvalho - continuar melhorando, será melhor preservar a tática 4-4-2 ou a variação para 4-2-3-1. Sem esquecer que há pela frente o Pachuca ou o clube do Congo, virtual campeão africano após enfiar 5X0 no Esperánce da Tunísia, na decisão da Copa da África. O Internacional não pode se intimidar, afirmou o atleta com nível de Seleção Brasileira. O que resta no Campeonato Nacional servirá para experiências? Provavelmente.

Para terminar, também muito significativa a entrevista de Mano Menezes para vários veículos do grupo RBS. A filha de Mano, a jornalista Camila Menezes, foi estagiária na TVE, onde trabalho. Já mostrava talento, agora comprovado na competentíssima assessoria ao pai dela. Ah! Ia me esquecendo: a candidatura de Sandro Farias à presidência do Internacional ganhou pontos ontem com excelente apresentação do plano de gestão do grupo Convergência Colorada aos conselheiros do Clube. Ele milita há muitos anos no Movimento InterAção, do qual sou fundador. É um colorado apaixonado, conciliador e de grande conhecimento técnico, tendo sido decisivo, como contador, para que a Instituição equacionasse os problemas financeiros lá no começo da década, durante a gestão 2000-01. A qualidade do discurso dele era plenamente esperada, embora exista enorme dificuldade para passar ao segundo turno (quando os sócios votam), em função das duas candidaturas situacionistas. Está garantidíssima, no entanto, a consolidação do nome de Sandro como inequívoco defensor de um Clube democrático com gestão profissional, ao lado dos companheiros de chapa Arthr Caleffi e Berenice Corsetti.

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