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O Inter estará pronto dia 16?

Os 35 anos de uma Grande Conquista Colorada

12 de dez de 2011

Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.

Nesta mesma data há três décadas e meia, o Internacional chegava ao Bi-Campeonato Brasileiro com a mais incontestável performance de um vencedor até hoje, na maior de nossas competições nacionais. Em 23 jogos, 19 vitórias, três derrotas e um empate! Como mostrei na série 24 Onzes, aqui no blog, aquele Time de Figueroa, Falcão, Paulo César Carpegiani (depois Batista ou Jair), Valdomiro e Lula, teve ao longo do tempo em que atuou o melhor desempnho em partidas difíceis depois do Santos de Pelé.

O que só valoriza o aproveitamento colorado. Veja-se o Inter orientado por Rubens Francisco Mineli em 14 confrontos contra adversários competitivos em 1976:

- No Gre-Nal do Brasileirão, 3X1. Era tão grande a superioridade que mesmo com o tricolor largando na frente, ninguém no Beira-Rio - onde todos os duelos seriam vencidos - tinha dúvidas sobre a vitória colorada. Lula e Jair liquidaram o Grêmio.

- Contra o Santos, em São Paulo, outra vitória clássica. O saudoso Escurinho assinalou dois tentos na "meia-goleada" da segunda etapa. Dario completou o placar.

- Contra o Palmeiras, em Porto Alegre, 1X0. A torcida estava tão mal acostumada que não gostou do triunfo com um único gol do Rei Dadá contra o Verdão.

- Contra o Fluminense empate em 1X1 no Maracanã. O único resultado de igualdade na trajetória rumo ao Bi. Vale lembrar que apenas as vitórias por dois ou mais gols de diferença asseguravam três pontos. Por um, a equipe arrebatava dois.

- Contra o Botafogo-RP, de Sócrates, 3X0 no Beira-Rio. O Doutor não pôde jogar a partida seguinte, em outra fase, quando o Internacional tocou 4X1 no interior paulista naquele "onze" que ganharia um turno do Paulistão na temporada seguinte.

- Contra o Coritiba, no Paraná, uma das únicas derrotas. 1X0, quando iniciava a terceira fase do complicado certame(!) com mais de 50 agremiações.

- Contra o Botafogo em Ribeirão Preto já fiz considerações.

- Contra o Santa Cruz, quarto colocado em 1975, melhor conjunto nordestino daquele período, um impiedoso 5X1 na capital gaúcha. A Revista Placar se referiu àquela atuação como "Sinfonia de Futebol".

- Contra o Palmeiras, em São Paulo, 2X1. Pela primeira vez, o Colorado derrotava o Verdão nos domínios dele.

- Contra o Corinthians, um revés pelo placar citado acima. Porém, teria revanche exatamente na decisão.

- Contra a Ponte Preta, já com a base que ficaria em segundo lugar no Paulistão de 1977, 2X0 em Porto Alegre.

- Contra a Portuguesa, que no começo do ano faturara o torneio Laudo Natel, superando o trio de Ferro e o Santos, além do Guarani, (a Lusa era um clube "quase grande naqueles tempos....) outra goleada de 3X0 na capital gaúcha.

- Na inesquecível semifinal contra o Atlético Mineiro, para que a pressão rumo à virada por 2X1 no segundo tempo alcançasse sucesso, eu e meus amigos fazíamos um saravá em um copinho de plástico na geral. Então, veio o inesquecível tento de Falcão, com cinco toques sem deixar a bola cair.

- Na decisão, o triunfo por 2X0 contra o Corinthians - que tentou mudar o regulamento, impondo finais com dois embates, e não um jogo só na casa do Time de melhor campanha, acabando por ser muito mal tratado no Beira-Rio, com falta de água no vestiário, num dia de muito calor em Porto Alegre - teve amplo domínio colorado nos primeiros 45 minutos. Na fase derradeira, mais equilíbrio. O Coringão chegou a carimbar a trave duas vezes. O compacto está disponível em www.internacional.com.br . No segundo gol, de Valdomiro, a bola obviamente entrou.

11 vitórias, um empate e duas derrotas. 34/42 pontos pelos critérios atuais. Nada mau, não?

- X -

Vi boa parte do jogo entre o representante japonês e o Monterrey do México, pela Copa Mundial de Clubes. O Kashiwa Reysol é organizado. Leandro Domingues, até mais do que Jorge Wagner, confere o mínimo de qualidade técnica à equipe, mas defensivamente a fragilidade dela não deixa dúvidas de que o Santos não será surpreendido. O Al Sadd de Jorge Fossati tem ainda menos condições (o treinador não perdeu a chance de alfinetar os dirigentes do Inter, insinuando que em 2010 passaria pelo campeão africano, tal como aconteceu agora.....) de aprontar para cima do Barcelona. Vale o prognóstico mesmo que os catalães ponham em campo um mistão.

Meus palpites apontam alguma dificuldade para o Peixe e absoluta facilidade para o Barça. Aí vão eles: Kashiwa Reysol 1 X 2 Santos; Al Sadd 0 X 5 Barcelona.

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