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Como Fênix!

10 de mar de 2010

Vitória emblemática do Palmeiras nesta estranha segunda-feira que se passou. Vitória confusa, surpreendente e até certo ponto inesperada, dado o rumo que o jogo havia tomado.

Após abrir o marcador no começo do jogo, o Verdão tinha tudo para aniquilar, ainda nos primeiros 45 minutos, o fraco lanterna do Paulista, o Sertaozinho. Ou não... Porque o que vimos depois do 1 x 0 foi um verdadeiro triller de terror: ficou claro para o torcedor, a partir do instante em que o Palmeiras tentou se impor no gramado, que estamos sem nenhum padrão de jogo, preparo físico ou talento de sobra.

E logo que o Sertaozinho chegou ao seu gol de empate ao fim do primeiro tempo (em um penal contestável, após outra falha individual do arqueiro alviverde), o torcedor pôde detectar mais um traço preocupante no time, neste 2010 conturbado para o clube: o elenco do Palmeiras está sem confiança, se abate por muito pouco. Com o apito que encerrou o primeiro tempo, as cabeças verdes abaixaram sem ânimo, rumo ao vestiário; e foi olhando para o chão que esse mesmo time voltou ao gramado.

Não demorou 5 minutos para que o inexplicável acontecesse, e o último colocado do certame virasse o jogo para cima do Palestra. A partir daí, a impressão que ficou para a gente (vide as tentativas ridículas do Palmeiras na hora de armar uma jogada) é que aquele elenco que vinha tropeçando desde o final de 2009 enfim desmoronara, e hoje simplesmente carecemos de força de espírito para reagir. Ou não...

Porque faltando 10 minutos para acabar a partida, lutando atabalhoadamente contra um inofensivo Sertaozinho e uma furiosa torcida sem paciência, eis que o pior jogador em campo, Cleiton Xavier, consegue empatar a peleja. Nada que aplacasse a fúria dos palmeirenses presentes, nada que fizesse o time ganhar um pingo de confiança - mas já era um empate.

Virtualmente eliminado das semifinais com este resultado, o Palmeiras continuou indo pra cima, na base da fé mesmo, sem nenhuma estratégia definida ou jogada que prestasse. E foi justamente no último lance de jogo que o coração guerreiro deste limitado escrete foi premiado! Com mais um gol de Xavier, por ironia!

Foi assim. O que era para ser uma tragédia, uma despedida, o estopim de uma grande crise interna, de repente se transformou em esperança, coragem e confiança. E tregua, principalmente.

Se até aos 37 do segundo tempo tinhamos medo de tomar uma goleada histórica do Santos, domingo, na Vila, agora o torcedor alviverde não duvida de mais nada: afinal, nada é impossível para quem acredita - e este time do Palmeiras ensinou uma lição aos seus em Barueri, lembrando a todos os 3000 incrédulos ali presentes que não se pode perder a fé nunca.

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