Grêmio

Grêmio
Mais uma vitória em busca do tri!

Internacional

Internacional
A semana, a ideia de Roth, o Inter B.

Grêmio

Grêmio
Maylson garante mais uma vitória

Internacional

Internacional
O Inter estará pronto dia 16?

Desafia o nosso peito a própria morte!

5 de mar de 2010

Faz um tempo que mudei de idéia quanto ao Futebol. Ainda acho importante bons Centros de Treinamento, grandes nomes e um técnico estrategista, mas percebi que o espírito de equipe bate recordes inimagináveis. A primeira vez que notei que um grupo de jogadores medianos pode dar a volta por cima e quebrar favoritismos foi em 2008: no jogo São Paulo x Ipatinga, que qualquer um que teve a oportunidade de assistir deve concordar que o Tigre daquele jogo era um campeão e não o mesmo que foi rebaixado duas vezes no mesmo ano (Camp. Mineiro e Camp. Brasileiro).

Um time quando quer, consegue. No Cruzeiro posso reafirmar isto com dois exemplos: o primeiro em 1997, apenas 3 vitórias – dependendo de outros times – fariam com que passássemos às oitavas-de-finais, nem o mais fanático Cruzeirense acreditaria que partidas mais tarde Gottardo* levantaria nossa reconquista das Américas. O segundo exemplo foi no fim de 2009, uma vitória simples nos garantia o título diante de um Mineirão com lotação máxima, era fácil demais. Tão fácil que deixamos de jogar, foi um W.O: apenas o Estudiantes entrou em campo naquela noite, faltou a vontade pra levar o título.

Este ano o Botafogo surpreendeu duas vezes na Taça Guanabara, depois de perder por 6x0 para o Vasco a estrela solitária parecia não brilhar mais. Errou quem não acreditou. Ao contrário da “solidão da estrela do escudo”: o time uniu-se, sem nenhum individualismo bateram o “favorito” Flamengo e devolveram o troco ao Vasco. De forma alguma o Botafogo melhorou a qualidade de todos seus jogadores em tão poucas semanas, o que reascendeu foi a fé dos boleiros neles mesmos.

Agora, em contagem regressiva para a Copa do Mundo, me pergunto “Quem é o verdadeiro favorito para a Copa?”, “O que é ser favorito?” e “Favoritismo é bom?”. Não arrisco um palpite de que o Brasil levará o hexa - tomara que eu esteja errada - mas não vejo união entre os escalados. Diante de uma equipe que queira mais que tudo levar o título de 2010 provavelmente não conquistaremos com braços fortes. Espero ver que um filho teu não foge a luta, mas eu não consigo crer nisto, não por enquanto.

Pelas forças sobrenaturais que envolverão países como Chile, e os africanos que são os “emergentes do futebol”: acredito neles. Esta Copa será diferente de tudo que já vimos, não será ao estilo europeu. Aliás, as vuvuzelas sul-africanas foram liberadas pela FIFA que considerou – segundo o site oficial da Revista Brasileiros – “que o instrumento era essencial para uma Copa do Mundo originalmente africana e o presidente Joseph Blatter disse que não iria, de maneira nenhuma, tenter “europeizar” uma Copa do Mundo no continente.



Decidi não cruzar os dedos para nenhuma seleção desta vez. Apenas gostaria de ver a taça ser levantada pelo capitão da equipe que mais se mostrar disposta a lutar pelo seu povo. Talvez eu seja contra esta seleção do Dunga justamente por que quero que as estrelinhas brasileiras aprendam o peso que esta amarelinha tem. Um peso bem maior que seus salários europeus.

Imagem: globo.com

0 comentários:

Postar um comentário

 

2009 ·Gol de Letras by TNB