Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Pois o Internacional conheceu uma derrota um pouco pior do que a previsível no Maracanã, diante da muito boa equipe do Fluminense, fruto de mais um trabalho elogiável do treinador Muricy Ramalho. O tricolor carioca mostrou força na marcação, capacidade de articulação e alterações de ritmo da partida com Conca, bem como habilidade nos dois lados do campo. A equipe reserva colorada, sem o mínimo de entrosamento, acabou sendo presa fácil.
A qualidade do elenco do Inter, ainda que se deva dar um senhor desconto pela "cabeça na quarta-feira", quando haverá a grande final da Taça Libertadores, fica, sim, mais contestada. Celso Juarez Roth optou pelo esquema 3-6-1, e mexeu tanto - a lesão de Paulo Tinga, quando o jogo estava, já, 2X0, também contribuiu para a dimensão do fracasso - que ao final foi quase impossível entender como o Time poderia se postar. Deste modo, a avaliação de uma estréia importante como a do lateral esquerdo Leonardo fica prejudicada.
A expectativa é realmente enorme pela decisão contra o Chivas Guadalajara. O Internacional, ainda que não conte com Tinga (Guiñazu enfrenta lesão no ligamento do tornozelo, mas pelo perfil que possui, ninguém duvida que atuará no sacrifício), tem tudo para preservar o equilíbrio, escalado no 4-2-3-1 concebido pelo treinador. Guiliano provavelmente continuará fazendo História no mais importante torneio continental. Acredito que, se o conjunto outra vez exibir o sistema alemão com a dinâmica espanhola (firmando a referência da Copa da África), o Colorado se tornará o Terceiro Campeão da América entre os brasileiros que jogaram pelo menos seis partidas nos próprios domínios, durante a competição, com 100% de aproveitamento em casa. Porém, atenção: exemplos como o do Flamengo, que conseguiu fora um 4X2 contra o América do México e levou 3X0 no Rio de Janeiro, em uma edição anterior da Taça Libertadores, provam que o confronto não está jogado! Um vizinho carioca lembrou para mim este episódio, e eu concordo que é obrigatório que sirva como "vacina".
Não há, quanto aos números frios, nenhum motivo para a demasiada euforia. A equipe asteca possui virtudes, e está no papel de quem sonha com o protagonismo do que consistiria, talvez, na maior surpesa dos últimos anos. Cabe ao Inter não dar rigorosamente nenhuma chance ao azar. Um segundo título da Taça Libertadores pode coroar uma década de retomada absoluta das glórias no Gigante da Beira-Rio, independentemente do que acontecer, menos no Brasileirão, cuja conquista o Flu vai encaminhando desde agora, mas principalmente no Torneio Mundial.
O explicável fracasso e a enorme expectativa
In Chivas Guadalajara, In Fluminense, In Internacional16 de ago. de 2010
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