Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país. O Internacional teve uma derrota angustiante no México: sem qualquer força coletiva, de indignação, e para uma equipe do padrão daquelas que disputam a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro, se lembrarmos que o Jaguares, com todo o respeito, é o último colocado na principal competição de seu país. E infelizmente, mesmo sabedor da dedicação e da capacidade de trabalho de Celso Juarez Roth, sou obrigado a concordar que o ciclo dele está esgotado no Clube do Povo do Rio Grande. Porque o Inter precisa de um treinador capaz de realizar uma cirurgia profunda no sistema defensivo. Tirar jogadores que já não correspondem, casos do lateral Ney e do zagueiro Índio, no mínimo. E provavelmente, por questões de vestiário, o técnico não tomará providências. O drama colorado, portanto, vai além de quem ocupar a casamata. As informações das últimas horas dão conta de que a queda de Roth tende a ocorrer neste fim de semana. E sem estas medidas, depois de liquidada a possibilidade de alcançar a melhor campanha na fase de grupos da Copa Libertadores da América, o sonho do Tri vai virar pesadelo. O Internacional também enfrenta insuficiências nas formas como ataca, algo comprovado pelas dificuldades contra as equipes gaúchas do interior, no Estadual. Porém, os espaços generosos cedidos aos astecas demonstraram que o conjunto se encontra, neste momento, completamente vulnerável na retaguarda, na comparação com equipes fortes da atual edição do torneio continental. Uma das especulações dá conta de que a aposta na ressureição de Paulo Roberto Falcão como treinador surge com boa probabilidade. Gente bem informada sobre a RBS, onde o ex-craque é comentarista, me disse hoje que ele não toparia encarar outra vez a função, nas atuais circunstancias enfrentadas pelo Time. O empate do Emelec sem gols com o fraquíssimo Jorge Wilsterman, nesta noite, por outro lado, serve como indicativo de que um Colorado com boa preparação e mobilização pode derrotar, sim, os equatorianos daqui a 12 dias. Urgem as atitudes de parte da diretoria. Aguardemos. Por último, gostei muito da partida entre Grêmio e o Júnior Colombiano. Uma das melhores do torneio, até agora.
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A angustiante derrota no México
In Emelec, In Grêmio, In Internacional, In Jaguares, In Jorge Wilsterman7 de abr. de 2011
Goleada básica e expectativa
In Internacional, In Jaguares, In Jorge Wilsterman31 de mar. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país. Pois o Internacional teve volume de jogo, trabalhou bem alternando o posicionamento em termos de tática de um 4-2-3-1 para um 4-4-2, e até um 4-3-3, ou 4-2-4, mas conseguiu triangular com grande eficiência, como era de se esperar, tão somente pelo lado esquerdo. E desperdiçou muitas oportunidades. Resultado: uma goleada "básica", com não mais do que três gols, sobre o fraquíssimo Jorge Wilsterman. Uma equipe de nível técnico tão baixo que um dos atletas a serviço dela mostrou claro desespero ao chutar D´Alessandro por trás e ser expulso. Oscar, evidentemente, atuou muito bem, mas um que outro momento em que a defesa não mostrou velocidade serviu para lembrar que, diante de adversário de melhores qualidades, não se tornou possível adquirir a confiança de que o Inter conseguirá bom resultado. Pelo menos, o menino que veio da base do São Paulo é um meio-campista que invade a área do oponente e insiste na busca do gol, mesmo que ele tenha que vir com boa dose de sorte, como nesta quarta-feira. E aí, surge a expectativa para o próximo embate pelo torneio continental. Até pela instabilidade da defesa, Celso Juarez Roth deveria adotar o bom senso, e não dar margens a especulações de que voltará a utilizar três volantes. Contra o Jaguares, ainda que a partida aconteça no México, a torcida não admite cuidados em demasia. Com Oscar e o argentino revelado pelo River Plate, o Colorado adquire maiores potencialidades para fazer muitos gols. E aí não importa tanto que a zaga falhe em alguns lances, propiciando chances ao rival. Dos últimos 88 confrontos mata-mata pela Taça Libertadores da América, 46 tiveram a classificação ou o título do time que decidiu em casa, e os 42 restantes daquele que decidiu fora. Logo, a probabilidade de se dar bem é pouca coisa maior quando a equipe define a situação nos próprios domínios. Vale a pena buscar o primeiro lugar na classificação geral da fase de grupos, entao, ainda que não seja garantia absoluta de nada. E, para alcançar tal colocação, não tem jeito. O Internacional precisa arrebatar três pontos contra os astecas!
A semana, a idéia de Celso Roth, o Inter B
In Cruzeiro-POA, In Emelec, In Internacional, In Jaguares28 de fev. de 2011
Olá, leitores, torcedores de diferentes times do país.
Asseguro que estou gozando férias merecidamente. Então, em uma das raras postagens deste período, abordarei três temas de modo amplo, com a devida licença dos que navegam por este blog. O primeiro assunto será, claro, a amostra dos dois primeiros jogos do Internacional na Copa Libertadores da América. Acredito que Roth tem razões para repensar o esquema tático do time, que teve em Bolatti o mais importante reforço até agora.
Contra o Emelec, presente D´Alessandro, a equipe sustentou posse de bola e criou o dobro de chances na comparação com o adversário (só Leandro Damião, que claramente progride muito como centroavante, perdeu meia-dúzia de oportunidades!), não aparecendo com maior peso o fato de três volantes atuarem, se definirmos Guiñazu como tal. Wilson Mathias se harmonizou com o centromédio da Seleção Argentina, e começa a mostrar melhor nível, sem o compromisso de ser um primeiro homem de meio-de-campo, de um modo, digamos, mais ortodoxo. E o setor onde as coisas se decidem ganhou em média de altura. Conhecendo Celso Juarez Roth, pode-se afirmar que Paulo César Tinga precisará recuperar um futebol muito próximo ao de 2006 para reconquistar a titularidade. Contra o Jaguares, por incrível que pareça, considerando os 4X0, a ausência do argentino diminuiu o rendimento do Colorado. A ligação ficou direta, da defesa para o ataque, sem melhor trabalho de articulação. O conjunto se salvou muito pelos ensaios das bolas paradas. A qualidade técnica geral e o acréscimo do menino Oscar, autor de belo gol, dão esperanças de boa campanha no torneio continental, entretanto. Estes fatores se somam à idéia de Roth quanto a resgatar o desenho do 4-2-3-1, com Zé Roberto reconstituindo o Taison da reta final da Taça Libertadores 2010. A equipe ficará mais próxima da que entrou em campo contra os equatorianos. Não se pode avaliar o que acontece dentro das quatro linhas tão somente pelos resultados. Cavenaghi ou Rafael Sóbis disputarão um lugar com Damião.
Já a extinção do Inter B surpreendeu, mas veio tarde para um clube que sustenta meia-dúzia de times! Não era necessário que ele provasse ser inferior ao Cruzeirinho (o qual ontem perdeu um ilustre torcedor, o escritor Moacyr Scliar, justamente em data na qual protagonizou digno enfrentamento contra o Grêmio.....) para que houvesse uma severa reavaliação. De qualquer modo, para iniciar o Campeonato Gaúcho, não havia outra opção afora a gurizada, recordando-se o momento em que terminou a temporada para o Internacional.
Por último, a semana será marcada por importantíssima reunião do Conselho. Vai ficar "escancarada" a necessidade de uma escolha: com parceria de uma empreiteira, Copa do Mundo viabilizada no Beira-Rio, ou, seguimento das reformas no estádio com os próprios recursos......entregando as partidas do torneio de seleções para a nova arena tricolor. Um conselheiro da Situação de grande prestígio no movimento hegemônico entre o grupo dirigente me disse que a proposta de uma construtora de grande porte para o Clube estaria longe da melhor possível. O bloco do qual participo, o Convergência Colorada, pretende assumir um posicionamento fundado em uma análise técnica essencialmente. Nínguém mandou a diretoria teimar em apostar na transformação do Gigante, deixando de lado a perspectiva de uma nova casa para o Colorado.
Asseguro que estou gozando férias merecidamente. Então, em uma das raras postagens deste período, abordarei três temas de modo amplo, com a devida licença dos que navegam por este blog. O primeiro assunto será, claro, a amostra dos dois primeiros jogos do Internacional na Copa Libertadores da América. Acredito que Roth tem razões para repensar o esquema tático do time, que teve em Bolatti o mais importante reforço até agora.
Contra o Emelec, presente D´Alessandro, a equipe sustentou posse de bola e criou o dobro de chances na comparação com o adversário (só Leandro Damião, que claramente progride muito como centroavante, perdeu meia-dúzia de oportunidades!), não aparecendo com maior peso o fato de três volantes atuarem, se definirmos Guiñazu como tal. Wilson Mathias se harmonizou com o centromédio da Seleção Argentina, e começa a mostrar melhor nível, sem o compromisso de ser um primeiro homem de meio-de-campo, de um modo, digamos, mais ortodoxo. E o setor onde as coisas se decidem ganhou em média de altura. Conhecendo Celso Juarez Roth, pode-se afirmar que Paulo César Tinga precisará recuperar um futebol muito próximo ao de 2006 para reconquistar a titularidade. Contra o Jaguares, por incrível que pareça, considerando os 4X0, a ausência do argentino diminuiu o rendimento do Colorado. A ligação ficou direta, da defesa para o ataque, sem melhor trabalho de articulação. O conjunto se salvou muito pelos ensaios das bolas paradas. A qualidade técnica geral e o acréscimo do menino Oscar, autor de belo gol, dão esperanças de boa campanha no torneio continental, entretanto. Estes fatores se somam à idéia de Roth quanto a resgatar o desenho do 4-2-3-1, com Zé Roberto reconstituindo o Taison da reta final da Taça Libertadores 2010. A equipe ficará mais próxima da que entrou em campo contra os equatorianos. Não se pode avaliar o que acontece dentro das quatro linhas tão somente pelos resultados. Cavenaghi ou Rafael Sóbis disputarão um lugar com Damião.
Já a extinção do Inter B surpreendeu, mas veio tarde para um clube que sustenta meia-dúzia de times! Não era necessário que ele provasse ser inferior ao Cruzeirinho (o qual ontem perdeu um ilustre torcedor, o escritor Moacyr Scliar, justamente em data na qual protagonizou digno enfrentamento contra o Grêmio.....) para que houvesse uma severa reavaliação. De qualquer modo, para iniciar o Campeonato Gaúcho, não havia outra opção afora a gurizada, recordando-se o momento em que terminou a temporada para o Internacional.
Por último, a semana será marcada por importantíssima reunião do Conselho. Vai ficar "escancarada" a necessidade de uma escolha: com parceria de uma empreiteira, Copa do Mundo viabilizada no Beira-Rio, ou, seguimento das reformas no estádio com os próprios recursos......entregando as partidas do torneio de seleções para a nova arena tricolor. Um conselheiro da Situação de grande prestígio no movimento hegemônico entre o grupo dirigente me disse que a proposta de uma construtora de grande porte para o Clube estaria longe da melhor possível. O bloco do qual participo, o Convergência Colorada, pretende assumir um posicionamento fundado em uma análise técnica essencialmente. Nínguém mandou a diretoria teimar em apostar na transformação do Gigante, deixando de lado a perspectiva de uma nova casa para o Colorado.
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